Tempo

Foto de Mario Jorge MJ

Sem Voçe...

Sem voce eu nao sei viver o meu mundo fica sem sentido
O azul do ceu nao chega a ser azul
Minha vida fica no pause minha vida so chora
Tudo a minha volta chama por voce …
Como se tivesse em tranze !!!
Fecho os olhos pra ti ver correr pra me abraçar
+ quando abro vejo que e tudo uma ilusao
Isto tudo e o resumo da solidao
Solidao q aperta, machuca e ao mesmo tempo
Amula meu curacao pra amar !!!
Sem voce eu sou um Zero
Sem voce sou o que nao sei que sou !!!
Sem voce…

Foto de carlos loures

Hoje

eu ja nao vejo mais a beleza que eu via.
eu ja não tenho mais os sonhos que eu tinha,
a beleza murchou,
os sonhos morreram,

era um tempo legal,
eu acha que era bom,
tudo parecia normal,

mas derrepente meus pes tocaram a terra,
até meu carinho machuca quem amo,
meu coraçao entrou em guerra,

hoje tenho a solidao por companhia,
será que deveria recebe-la com alegria?
talvez eu a coompreenda,
e um dia ela me entenda

carlos loures
itapevi, inverno de 2011

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Setembro – Capítulo 1

Engolir. Esse é meu trabalho. Engolir. Essa é minha função no mundo e no sistema desgastado em que estou. Engolir. Minha garganta já não dá conta de receber mais do que pode. Engolir. Minhas entranhas estão a ponto de explodir e espalhar o que devo esconder dentro de mim. Engolir. Um engraçadinho me sugere que eu visite o banheiro. Engolir. Até que aceitaria numa boa, se não doesse. Engolir. Só me permitiram tanto e dizem ser essa minha vocação. Engolir. Dizem que é um bom destino obedecer, fazer o que os outros querem e ser servil, não objetar o que parece abjeto.

Mas eu não me conformo!

Eu devia me calar toda vez que aquele Luís Maurício me diz:

- Vai boi, pasta...

Sei lá, quero ficar quieto. Mas algo não me encaixa, um segredo que não descobri e não me deixa ser pacato, não me deixa me deixar ao léu, ao cargo de sumir ao primeiro sopro do tempo.
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A patroa finge que não existo. Finge que não me olha, isso mesmo, finge que não escuto e que não falo, finge que sou uma coisa inanimada, um objeto que se muito atrapalha a visão de uma prateleira mais importante. A patroa, e ela é um pouco bonita, quero dizer, é uma boa mulher ao patrão, se finge que não existo o faz visando o melhor, seja lá que melhor seja esse, um melhor mais calmo e mais confortável. Eu não ousaria questionar sua visão, quem sou eu pra isso.

- Vai boi, ou te castro de novo, vai, pasta...

E assim dona Clarisse me manda fazer o que quero de verdade, pelo que ela me disse.
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Assim foram os últimos anos, desde abril. Sim, pois abril para meu patrão se estende até setembro. E setembro até dezembro. Deve ser por causa das estações do ano. Ele me chama de boi, mas não sou boi. Sou homem. Um dia a patroa me chamou de capacho. Outro de escravo. Não me importo. Sou homem e assim acredito.

- Vai boi, pasta... – diz-me o Luís Maurício.

Um dia, estavam a patroa e o patrão. Fazendo o quê não sei, mas estavam. Mas aí o patrão me chamou.

- Dimas, venha. – Desta vez me chamou pelo nome. – Qual é...?

- Eu quem pergunto.

O patrão estranha minha liberdade.

- Dimas, eu vou te dizer uma vez só. Se encostar-se à minha mulher eu te mato. Se ousar passar perto, eu te mato. Se parar em frente a minha mulher eu vou te matar e se olhar para ela eu te busco no inferno e te mato de novo. Você entendeu? Devo ser mais claro?

Não entendi. Mas acatei.
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Outro dia o patrão saiu para a cidade e me deixou com a patroa. Ou melhor, me deixou preso para ficar de pajem da patroa. A patroa, em determinado momento decidiu observar sua mobília, o que não me incluía. Ela foi andando, foi andando... Parou de frente a minha jaula. Ou melhor, a sua esquerda. Ela baixou os olhos e me olhou, por sete milésimos de segundo. Parou, olhando para a esquerda da minha jaula à esquerda. Eu era um zero neste lado. Não pensou em mim naquele momento, afinal eu não existia. Eu era um mero engolidor, ou melhor, sou.

- Está fora de lugar... – A patroa era uma excelente dona de casa.

Então quase que eu olhei para ela. Lógico que quando estava de costas para não lhe incomodar. Ela pareceu perceber. Mas fingiu que não. Afinal, eu era um mero engolidor. Ou melhor, ainda sou e com muito orgulho. Ela decidiu sentar-se. Acostou a cadeira que se opunha ao seu corpo, ajeitou o móvel, me olhou por dois milésimos de segundo e sentou. E caiu!

- Dimas... – Silabou.

Fingi que não ouvi e que não queria incomodar. Fingi que não queria rir. Eu queria rir, rir muito, um riso descontrolado! Mas eu sou um simplório engolidor. E os engolidores devem apenas engolir. Mas eu queria mesmo rir daqueles olhos de abóbora, daquelas sardas puras e encantadoras e sua pele branca tão estranha de tão clara, daquela linda frieza que me faria até capturar a luz do sol e lhe dar, se eu fosse o patrão, enfim, eu não sou completamente apaixonado pela patroa, mas posso imaginar o que eu faria se assim estivesse sendo. Eu nunca me apaixonaria pela patroa, nunca a amaria, amor de homem e mulher, se estão bem me entendendo. Será que eu fui preciso...?

- Eu devia trocar esse engolidor, já deve estar velho...

De cima para baixo meu coração ficou partido.
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- Amor, você está bem, que alguma coisa?

- Não querido, é só que esse engolidor está velho e acho melhor trocar...

- Muito bem... Pois então eu troco.

Ela me olhou bem no fundo dos olhos e desta vez não parecia ter nojo, como se espera ao fitar um engolidor. E assim a patroa me deu cinco milésimos de ternura e felicidade. E assim determinou minha sina de vida e morte como ser inexistente.

Foto de Carmen Vervloet

Chamado

Buganvílias debruçam-se sobre as margens da estrada,
enquanto o sol, com suas vestes douradas, esparrama sua luz...
Sonho vozes de primavera ao nascer da alvorada
e minh’alma admirada ouve o chamado de Jesus.

Parto com passos leves para a nova jornada,
caminho para um lago calmo, pura miragem!
Uma alegria me invade, às gargalhadas,
brilha a flor dos meus olhos nesta viagem.

Já não existem lapsos entre presente e futuro.
O tempo alonga seus braços e tudo envolve...
Meu coração bate feliz, pleno e puro,
tomado pela fé que a ele tudo devolve.

Foto de cnicolau

Gratidão

Senhor meu Deus, Pai todo Poderoso...

Venho através desta carta, pedir humildemente
a Ti muita Luz, Paz, Tranquilidade e sapiência
meu Pai...

Agradeço por tudo o que tem realizado em minha
humilde vida.
Agradeço por toas as provações que submete a
minha pessoa.
Agradeço principalmente por me deixar corrigi-
las a tempo...

Humildemente, peço-te, suplico-te, MISERICÓRDIA
meu Pai...

Quero ser feliz
Quero ter Paz
Quero ter tranquilidade
Quero ter Amor em meu Coração

Peço que não abando-nes esse humilde servo,
dantes desgarrado e agora encontrado...

Faz de mim Senhor um instrumento de suas mãos,
um alicerce de seus anceios e vontades ó Pai...

Obrigado Senhor...
Obrigado ó Pai....

Cleverson Luiz Nicolau
30/08/2011

Foto de Carmen Lúcia

Em nome do amor

Fala-me com doçura...
Necessito embalar-me em tua paz!
Momentos de brandura
que só tua presença traz.

Ajuda-me a renascer!
Já morri tantas vezes...
Ensina-me a viver!
Quero voltar a crer.

Abraça-me com ternura
e no mesmo compasso
da mesma emoção,
sejamos um só coração.

Afasta-me dos medos,
sombras e fantasmas
que impedem meus passos,
sufocando meus sonhos.

Vens libertá-los...
E juntamente comigo sonhá-los.
Traze-me de volta a mim
antes que seja tarde
e nosso tempo acabe...

Está em tuas mãos...Socorre-me!
Coisas que só o amor pode.

_ Carmen Lúcia_

Foto de omena

O ultimo beijo!

Era tarde de domingo, mais ou menos umas três horas, sempre tínhamos planos, mas naquele dia ela estava diferente, parecia esconder algo, foi quando ela me beijou e me disse: Acaba aqui o nosso amor! Eu simplesmente não entendi, ou não quis acreditar, mal havia começado, como podia acabar, ela disse que me amava, e eu de fato não a entendia, se pois me amava, como aquilo me diria, ela então explicou: Meus pais mais uma vez brigaram, mas desta vez foi a ultima, meus pais já não se amam, e distantes querem um do outro ficar, meu pai continua aqui, mais eu e minha mãe, longe, muito longe iremos morar. Eu inconformado fiquei, um amor assim não podia acabar, porém foi-se ela, a menina mais bela, que meus olhos podiam avistar. passam-se anos, e eu sem a esquecer ouço uma noticia, seu pai morre e elas então decidem voltar, para a casa, eu feliz muito fiquei, ao pensar em revê-la e reatar com ela aquele amor, tudo voltaria a fluir. Então chegou o grande dia, o dia da sua volta, meu coração batia, minhas mãos suavam, eu nervoso estava, sabia que ela a qualquer momento poderia chegar, misturando ilusão com realidade o táxi que parecia esta passando, parou em sua porta, avistei de minha calçada, sua mãe, sua tia que a um tempo atrás tinha vindo visita-lá, com um seu filho nos braços.
E então sim, ela, um pouco triste, olhou pra mim, e chorou ainda mais, então veio a chuva, que parecia cair dos olhos dela, incessante, entrei então e a cada minuto eu ficava mais nervoso, foi quando pela janela a avistei indo em direção a padaria do velho Manoel, ainda chovia muito, mas nem em guarda chuva pensei, bastava o dela pra nós dois, corri e quando perto dela cheguei ela se assustou, parecia não me conhecer, e ainda mais em me perguntar: O que é?
Eu fiquei triste mais a entendia, ela haverá perdido o pai, e inconformada estaria, e falei a ela: olha, eu sei o que você esta sentindo, mais isso passa, ela disse: não você não sabe! Então eu insisti: tudo bem, eu ainda tenho meu pai, mais eu posso ao menos tentar te deixar feliz?
Então ela me respondeu: Então é isso, você acha que estou assim só pelo meu pai?
E eu simplesmente disse: E pelo que mais seria?
Ela me respondeu:Meu pai morreu, mas como se não fosse o bastante, meu marido me traiu e agora sou mãe solteira!
Eu fiquei pior do que quando ela foi embora, então ela disse: agora eu tenho que sustentar meu filho, aquele que você viu nos braços da minha tia!
Meus olhos pareciam ter vida própria, eu não conseguia acreditar, e nem imaginava, de um dia ver a pessoa que eu amei, mãe de um filho, que não era meu, então eu descobri, que o passado, foi o que passou, mas hoje, o passado parece não acabar para mim, se perpetua em minha vida, hoje eu não sei amar, vivo pensando no pouco tempo de amor que tive com ela, mas que únicos, tiveram fim, e que só me trazem dor, dor daquela que um dia amei, que pensei que haveria me amado!

Foto de Carmen Vervloet

No Dia Nacional de Combate ao Fumo

Como entender
se o maior bem da vida é viver?

Se você tem consciência
dessa sua dependência
e deixa seus sonhos mirrar...
Ah! Nem sei o que imaginar...
Estou visitando um hospital.
Meus olhos vislumbram um quadro fatal...
E neste momento mais importante do que compreender
é dizer pra você:
Grite... Peça socorro...
Plante em seus pulmões ar puro...
Vá à praia... suba morros... escale muros...
Vença sua fraqueza,
use de sua astúcia... realize esta difícil proeza...
Supere o vício que a absorve
e sua carência não resolve.
Não seja passiva,
abrace novas expectativas...
Faça-se locomotiva
e reboque outros vagões enfumaçados...
Não esconda atrás da fumaça
seus segredos e seus medos...
O cigarro é uma perigosa companhia,
aparentemente preenche sua alma vazia...
Mas cada baforada que sai da sua boca
vai asfixiando sua vontade,
cortando sua vida pela metade.
Sua voz cada vez mais rouca
dificilmente será ouvida
e sua escolha cada dia mais contundida!
O trago não alivia o peito,
isso é falsa conclusão,
o trago a levará fatalmente ao leito...
Leito da morte... por própria opção!
Se não se importa consigo
poupe quem está ao seu lado,
não os mate asfixiados
submetidos ao seu vício,
peça ao cigarro um armistício.
Hoje ainda há tempo...
Mas amanhã... seu corpo cobrará...
E alto será o preço...
Um féretro... flores...
E sobre suas frias mãos um terço!

Foto de DeusaII

E voltei a viver!

O mundo grita á minha volta...
Sinto dentro de mim
Uma ânsia quase descontrolada de o ouvir,
E no entanto, tapo os ouvidos
Para não ouvir seus gritos.

Sinto a cabeça zonza,
Tudo gira á minha volta
E caio não chão ... inanimada.

Sinto o frio a gelar meu corpo,
Meu sangue... e todo o meu ser.

Meus sentimentos passam a ser
Meras recordações de um passado...
Que quase já não existe.

Meus pensamentos vazios....
Dão lugar a um mundo frio e escuro.
Onde tudo é desprovido
De um nada atordoante...

Sinto-me presa, fraca... e sem vida.
Tudo em mim morre aos poucos..
Desaparece... entre um tempo que não vai surgir mais.

Fiquei presa... pelas grades do medo e da ignorância.
E neste estado...
Quase não dou pela tua presença.. suave...

Aproximas-te devagar... olho-te...
Sei quem és... mas minha alma não te reconhece...

Aproximas-te mais...
Quase sinto teu cheiro...
teu olhar em mim...
Teu toque em meu corpo...
Mas meus olhos e meus sentidos
Já perderam sua vitalidade!

Sinto a morte a se aproximar..
Tão perto que sinto o seu poder
Seguras então em meu corpo já desfalecido
E em desespero... chamas-me...

Meu coração reconhece então, tua alma....
Teu toque... e desperto...
Olho-te nos olhos...
Sinto tua respiração...
Quente... harmoniosa...

Toco-te... Desejo sentir tua pele
Teus lábios nos meus...
E dentro de mim...
Tudo renasce novamente!

Foto de Edigar Da Cruz

Distribuidor De Cores

Distribuidor De Cores

Vou distribuir cores para cada amigo
Para cada azul da cor do céu
Que fala de lealdade e verdade e a cor da maturidade
Com essência especial de responsabilidade
Castanho pára os amigos de consciência madura
De conforto e estabilidade
Do roxo a canção de rodox que transmite sensação de dor que significa prosperidade de grande nobreza.
Para o amigo de intinuição de flor e pele
Dou de presente o Lilás de espiritualidade e paz
Para os apaixonados e apaixonadas distribuo muito cor de rosa de beleza,saúde de efeito, de flor de sensualidade de romantismo de amor de pura veracidade
Envio-lhe a cor clara como a límpida água transparente, que remete carinho eterno suave de esmo tempo de pura fragilidade e delicadeza que se associa a compaixão de ajudar tanto os próximos que acabam sendo traídos ou traídas do nada
E as cores fazem e mostram mágicas..
Cada cor! Uma linda magia
Cada encanto de sua arte de cor!.
Do salmão a felicidade a unção da harmonia de alegria
Da cor prata da tecnologia de ponta cor referencia
Na nova Era das grandes maquinas
Do bruto ouro sem tom!
[Ao tom puro de ouro]
O amigo ouro e aquele que brilha sempre presente
Sempre traz em si uma riqueza pura e nobre para exalar e distribuir entre a gente ..
Como gente da gente
Sempre brilhando encadenscentimente..
E amigo das cores são referencia mesmo
As cores mostram o tom de cada amigo que temos
Ao nosso lado
E para você qual cor de amigo que tem referencia e te faz feliz

Autor:Ed.Cruz

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