Tempo

Foto de raziasantos

Um breve Adeus.

Querido amor.

não há sentimento mais belo que o amor, quando verdadeiro o amor consegue vencer todas as barreiras, todas as dificuldades. Ele permanece forte e inabalado diante das intempéries da vida. Eu acredito que nosso amor é assim, forte demais para ser abalado por coisas, que em comparação com este nosso sentimento, são pequenas demais.
O amor é um sentimento que nos alimenta, ao contrário da paixão que nos consome por dentro e apesar de forte não dura muito.
É verdade que já tivemos nossos momentos de fragilidade, nossas discussões, mas sempre conseguimos superar todos esses percalços que se apresentaram no nosso caminho, e no fim, acabamos saindo com um sentimento mais forte, mais sólido e com raízes mais profundas.
Um amor como o nosso, baseado na confiança, no respeito mútuo, na amizade e, é claro, na excitação, tem tudo pra dar certo e continuar vivo por muitos e muitos anos.
O objetivo desta carta é reforçar os meus sentimentos por você, dizer que nada nem ninguém nos fará afastar um do outro

Deixou em meu coração uma lacuna de esperança.
Não foi uma despedida.
Também não me diste que haverias boas vindas!
Apenas ao me desperta de mais uma noite de amor.
Em voltas os lençóis, ao abrir meus olhos tu não estavas
Mais lá.
Não foi preciso procurá-lo...
Pois sob teu travesseiro estas um lindo boque de flores.
Não tinha cartas nem palavras apenas o perfume das flores.
Levante-me em silencio, sem lagrimas, sem lenço.
Aquelas flores falavam por ti...
No ar fresco da manha ainda posso ver o pôr do sol.
Nesta estase de magia e encanto da natureza, compreendo...
As belezas de nossa noite não sabem se foi á última, não sei ainda quantas
Noite de amor iras me dar.
Mas de uma coisa estou certas como foi bom te amar!
As flores que me deixaste já secaram e continuo a te esperar.
Os pássaros em nossa colina cantem pra me alegrar.

Um Breve Adeus
Quando eu deixar de sorrir agarra o sol no teu sonhar,
e o sol deixar-te-á descobrir o meu sorriso no teu olhar...

Não importa se estarei presente sentir-me-ás no teu viver,
serei o fruto da alma que sente que brotará no teu ser...

Serei a suavidade do vento, no calor que te assola um eterno
abrigo no tempo, que nas ondas, se enrola...

Estarei na maresia e no caminho que seguires, estará em minha alma...
sintonia, para novos oceanos abrires! Mesmo não estando...

Estarei no ar que necessitas!...

E com as minhas asas voarei pelo Universo que habitas.

Partirei para a liberdade, porque acredito nos sentimentos e
desenharei a eterna saudade em todos os teus pensamentos!

E quando atingir o limite tocará o céu, que sempre amei,
um paraíso que me permite Viver tudo...

O que para mim sonhei!

Quando eu deixar de existir ai por ti verei.
Pois me veras a cada hesitante sem perceber eu estou distante.
Serei eterna quando eu deixar de viver.

Foto de giogomes

O Tigre e a Rosa XIX - Inverno

Tigre: “- Como pôde fazer isso comigo ?”
“- Fui seu amor, seu melhor amigo !”

Assim o Tigre rugia,
desesperado em eterna agonia.

Queria simplesmente odiá-la,
mas só conseguia ainda mais amá-la.

Isso o deixava mais atormentado,
com o conteúdo daquele recado.

Quem seria o estranho que o teria avisado,
sobre os reais motivos de terem se separado ?

Como sabia de tantos detalhes ?
A Rosa poderia ter mostrado os entalhes ?

Nada mais importava.
Apenas a dor o corroía, incomodava.

Lembrou de todas as promessas de amor,
de um futuro belo e cheio de cor.

E pensou sem resultado:
Tigre: “- Como tudo pôde dar tão errado !”

Percebeu que o tempo,
ajuda a refletir sobre o momento.

Tentou apagar a mágoa que não passava,
mas ao lembrar apenas chorava.

O poderoso Tigre foi derrotado,
por seu coração amargurado.

Pela bela lembrança da felicidade,
que poderia ter durado a eternidade.

Tentaria entendê-la um dia,
mas não era a hora, nem o dia.

Ao fim de mais um inverno,
sentiu que conhecera o inferno.

Foto de Diario de uma bruxa

Pequeno pássaro

Minha vida encaminha-se
Ah mundo sem volta

Mas você sempre estará comigo
Não se esqueça de mim
Pois não vou te esquecer

Vou seguir meu caminho
Sem reclamar do meu destino
Mesmo com tristeza
Sei que não estarei sozinha
Pois te terei aqui comigo
Em meu coração

Sou um pequeno pássaro
Coagida pelo tempo e o cansaço
Não tenho mais esperanças
De voltar a viver ao seu lado

Sei que vou viver sozinha
Pra sempre
Sem o teu abraço.

Poema as Bruxas

Foto de Daniel Penido

E se Volta ao Mesmo Lugar

escrito por: Daniel Penido
22/02/2011

Saindo da tempestade
entrando na imensidao do mar
mas vendo lá no fundo
outro barco a trafegar.

Proa grande e diferente
em algum lugar eu já o vi,
O mar mesmo sendo grande
Sempre teima um "Dèjá vu"

"Quanto tempo nao o vejo"
dois ano até mais meio
Sempre bom rever a proa
de um velho companheiro

A tempestade já se vai,
Na imensidao do mar estou.
Olhando sempre para frente
Temendo o barco que ficou.

De repente eis que vejo
o mesmo barco companheiro
querendo velejar junto
perguntando o roteiro

respondo bem faceiro
"Vou para a imensidão do mar,
procurar o meu lugar."
e na frase respondida
"Eu quero te acompanhar"

Foto de Jessik Vlinder

O Poder dos Teus Olhos

É como olhar para dentro de mim mesma e sentir quão pouco eu sei sobre mim.
É como me perder num labirinto abstrato de emoções desconhecidas.
É como naufragar em águas calmas e esperar lentamente a dor chegar.
É como dançar com a hipnose das estrelas cadentes.
É como receber a notícia de uma sentença perpétua.
É como domar uma fera e querer ser dominado por ela.
É como se olhar no espelho e ver a imagem de outra pessoa.
É como estar preso em grades invisíveis.
É como ser rendido por mil homens armados.
É como ser roubado pelo melhor amigo.
É como estar submisso a quem se mais despreza.
É como perder a noção do espaço, do tempo, do chão.
É como ficar nua em meio à multidão.
É como ser invadida por centenas de finas agulhas.
É doloroso, é fúnebre, é tenso...
É atraente, é ofensivo, é invasivo.
É ácido, é sutil, é amargo.
É frio, é carregado, é temeroso.
É inseguro, é preciso, é lascivo.
Olhar-te é, por fim, é um plácido suicídio de sentimentos.

Foto de Daniel Penido

E se Volta ao Mesmo Lugar

E Se Volta ao Mesmo Lugar

escrito por: Daniel Penido
22/02/2011

Saindo da tempestade
entrando na imensidao do mar
mas vendo lá no fundo
outro barco a trafegar.

Proa grande e diferente
em algum lugar eu já o vi,
O mar mesmo sendo grande
Sempre teima um "Dèjá vu"

"Quanto tempo nao o vejo"
dois ano até mais meio
Sempre bom rever a proa
de um velho companheiro

A tempestade já se vai,
Na imensidao do mar estou.
Olhando sempre para frente
Temendo o barco que ficou.

De repente eis que vejo
o mesmo barco companheiro
querendo velejar junto
perguntando o roteiro

respondo bem faceiro
"Vou para a imensidão do mar,
procurar o meu lugar."
e na frase respondida
"Eu quero te acompanhar"

Foto de andre-lz

Volta Logo

Num momento de desespero
Quase te pedi pra ficar
Bateu um aperto no peito
E uma vontade louca de chorar.

Me contive,
Te olhei,
De quando eu tinha os meus sonhos,
Eu lembrei.

Eu sonhava, planejava, vivia
E assim, me dirigindo, errei uma manobra
E sem perceber o que fazia
Esqueci meus sonhos...e a vida cobra.

O tempo é assim, implacável,
As vezes destrói, outras vezes afaga.
Mas saiba que o que juntos vivemos
Nem mesmo o tempo apaga

Então, busque seus sonhos
Nunca os perca de vista
Não cometa o meu erro
Não erre a manobra, não desista.

Não te pedi para ficar
Mas olho pro céu e rogo
Vê se não demora muito
Volta logo...

Foto de Carmen Lúcia

De ti, a poesia...

Procuro, em vão, não relembrar tua partida;
inevitável que ela acontecesse um dia,
nada é pra sempre, tudo muda, se transforma...
a cada tempo uma desilusão aflora,
assim é a vida; nem ao amor perdoa...

E vou vivendo cada momento que ecoa...
Tua lembrança é saudade que alucina,
mas faz nascer a poesia e a esperança
de renascer cada manhã de todo dia
e recolher a tua luz para meus versos...

E então me perco na emoção de estar contigo
e me revejo retratada em teus olhos...
No aconchego de teus braços me imagino,
e a fantasia me extasia com teus beijos...

Na poesia mais sentida és minha rima...
Em meu bailado, a expressão de minha alma,
toda canção de amor te traz para o meu lado,
vivo contigo a inspiração que me acalma.

Carmen Lúcia

Foto de raziasantos

A Última Carta!

Há ultima carta.

Entre mil novecentos e trinta nove, quando estoura a segunda guerra mundial:
Estávamos com nosso casamento marcado, por opção de meu noivo com seu patriotismo, resolveu alista-se para a grande batalha, não sei se sabia o que o esperava...
Seus pais como eu tentamos persuadi-lo a desistir, de lutar, mesmo porque se abreviássemos nosso casamento ele não seria convocado.
Mas quando amamos verdadeiramente não podemos podar os sonhos de quem amamos seria como se quebrássemos as asas de um pássaro.
As famílias dos pracinhas reuniam-se para despedida:
Da cidade onde morávamos eles eram transportados por trens, para um destino que nem eles sabiam onde seria.

Marcos este empolgado e orgulhoso em sua farda engomada, e bem passada.
Marcha sorridentes em direção á estação, onde eu e seus pais já o esperávamos, juntamente com outras famílias.
Eu usava um vestido de organza florido, meu cabelo dourados solto:
Estava ali ansiosa e aflita me orgulhava de meu amor, mas sabia que nosso destino agora era incerto, neste momento Marcos perdia a solidez da família e nosso calor, mas ganhava os aplausos e solidariedade de todos como também
Os demais soldados.

A me ver Marcos corre ao meu encontro tira sua boina e coloca no bolso, me abraça forte depois me toma em seus braços, me levanta como seu fosse uma pena, tão forte vigoroso.
Estávamos apaixonados, e nosso coração confirmava nosso amor.
Beijamos-nos longamente um beijo com sabor de despedida, mas cheio de desejos.
Ao som do hino nacional os soldados embarcam em busca da vitoria.
Como crianças inocentes estão eufóricas, como quem se espera um presente cheio de surpresas.
O trem fecha as portas e os sonhadores, exibem suas boinas nas janelas do aglomerado trem:
Entre os apitos, e fumaça desaparecem nas curvas das montanhas.
Marcos prometeu-me que me escreveria todo mês que para mim seria uma eternidade.
Quando o barulho do tem cessa, meu coração também se silencia.
Ainda sinto em meus lábios o sabor de sua boca, mas jê é grande a saudade.

Os dias passam lentamente, e para minha alegria recebo a primeira carta.
Marcos me escreve, com entusiasmo, e positivismos, diz estar tudo ótimo

Diz minha amada não se preocupe estou bem instalado em uma humilde hospedaria, mas tenho lençóis, limpos e comida quente, a guerra não é tão mal como se dizem.
Ele só se torna melancólico ao falar do nosso amor da saudade que sente do desejo que arde em querer me abraçar, me beijar, estar ao meu lado.
Neste instante eu o vejo sorrindo ao nos despedirmos, mas apesar da tristeza de sua ausência, fico feliz ao saber que ele esta sob um teto limpo com comida quente.
Começo há contar os dias para receber a segunda carta.
Assim meus dias passam mais rápido.

Por doze meses recebia suas belas cartas, a cada trinta dias eu já esperava o carteiro, com um copo de refresco ou uma xícara de café.
Sentia meu coração disparar quando o carteiro gritava meu nome ele já estava habituado, a todo mês me entregar à carta tomava seu refrescou ou café e assobiava acenado feliz por me dar boas noticias.

Eu me sentava ao lado da cachoeira nos fundos de minha casa, e com os pés na água espumante eu lia e relia todas as cartas.

Ardia em meu peito à dor da saudade e uma longa e intensa espera.

Mas as cartas tão cheias de incentivos e positivismos me deixavam, mais animada por saber que me amado Marcos estava bem.
Na pequena cidade que morávamos nunca recebíamos jornal.
E eu não tinha radio.
Meu coração por vezes apertava e sentia meu amor em perigo
Às vezes sonhava com ele sujo, e chorando...
Um amigo de Marcos volta para casa mutilado, depois que seu acampamento foi torpedeando.
Com a chegada de Mauricio entendi a dor de meu coração e razoes de meus sonhos, Marcos mentiu para mim, por todos esses meses, não tinha hospedagem com lençóis limpos, nem comida quente, tudo era sujeira e rastro de destruição, sobrevier não era uma opção, mas sorte.
Marcos não sabia que Mauricio tinha voltado, e continuava a falar coisas boas sem nunca deixar de me declarar seu imenso amor.
Meu coração agora é só dor, e medo, de perder meu grande amor.
A espera de suas cartas já não me deixa feliz, pois sei que ele mente.
Meus dias passaram a ser eternos, pois nunca via o tempo passar.
Todos os dias eu orava por todos que lutavam nesta guerra sem propósito.

Depois de onze meses as cartas cessaram!
E o silencio-me fez adoecer de amor, a saudade e incerteza tomaram conta do meu viver.
No dia vinte e dois de março de mil novecentos e quarenta e dois depois de mais de um ano no silencio, ouço novamente chamar meu nome, corro para abrir o portão, mas sei pela voz que não é carteiro, logo que abro o portão vejo um carro oficial militar parado em frente á minha casa um comandante tira a boina e faz continência me cumprimentado meu corpo estremece algo dentro de mim me diz que vou ter a pior noticia de minha vida, mas por outro lado eu rejeito esse pensamento e penso__ ele meu amor esta dentro do carro esta é a surpresa, o comandante olha em meu olhos um olhar distante e frio, com voz tremulas me diz meus pêsames senhorita, estou aqui para lhe entregar estas duas cartas,em uma eu reconheci imediatamente a letra do meu amor,mas no momento não tive coragem de abrir.
A segunda abriu diante dos olhos do comandante era uma medalha de honra á um herói morto.
Senti um vazio tão grande seguido de grande revolta, pois me lembrei de Marcos entrando naquele trem cheio de esperanças, e orgulho, por ir lutar por seus pais.
Olhei para o comandante que insensível a minha dor começou a detalhar a morte de Marcos.
Sem me despedir do comandante fui para nossa cachoeira ali eu li minha última carta.

Minha querida hoje te escreve para te dizer que estou indo com uns amigos para um novo lar, ainda não sei como será viver neste lar, mas sei que para sempre irei te amar, jamais se esqueça que nasci pra te amar.
Quando a saudade te sufocar lembre-se estarei entre as nuvens, e por todo firmamento a te olhar.
Lembre-se minha ama da nossa cachoeira, como as águas espumantes estão sempre, a nos abraçar, amo-te amor, amo-te
Adeus meu grande amor.
Assinado Seu unicamente Marcos.

E assim eu recebi sua última carta!

Foto de Amy Cris

Tristeza

...a dor que me consome vagarosamente e que já tomou conta de mim, há muito tempo... Só agora posso ver que sempre estive sendo enganada, é bom saber a verdade... por mais que ela me machuque... estou de olhos abertos para o mundo.

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