Tempo

Foto de Evelline Andrade

Amor Perfeito

Quero que leia esses versos meu amor, com prazer
Como se ouvisse a mais bela canção de amor.
Quero entoar esta canção, como quem entoa
Seus últimos versos em vida.

Vida esta sentida e degustada nos banquetes da paixão.
Com plena convicção, sei que mais do que eu não existe quem o ame tanto.

Somente eu carrego a delicia desse sentimento que me toma.
Quisera eu ter o poder de dar-te a eternidade para que vivas
Para sempre dando a perfeição da tua imagem ao mundo.
Quisera eu, ter poderes mágicos para me transformar em tudo que te agrada.

Quisera eu, te fazer enxergar por meio dessas palavras,
O meu interior, que resplandece o mais perfeito amor.
Eu te amo por completo, eu te amo em tudo, amo até os teus defeitos.
Tu tens a prova aqui diante dos teus olhos, que amor perfeito é amor incondicional.

Amor perfeito, é o que carrego comigo, é o amor que
te dedico todos os dias,
É esse amor que quero que ilumine os teus sonhos e a tua felicidade.
Quero fazer desse amor o alicerce de nossas vidas.
No coração de quem ama a vida é para sempre...
Pois do teu lado sei que sou eterna, o amor que te devoto viverá
Enquanto existir tempo...

Evelyne Andrade

Foto de Diario de uma bruxa

Caixa postal

Estou na caixa postal
Não posso atender agora
Eu sei...
Isso não é normal
Só preciso de um tempo
Pra que me entenda

Preciso encontrar uma solução
Para nosso caso de amor
Aconselho que me espere
E não se desespere
Nem se zangue
Por eu não atender

Deixe um recado
Na caixa postal
Ouvirei e saberei
Que esta tudo bem

Compreenda minha situação
Antes de você
Minha vida não tinha rumo
Agora com você
Já tenho uma direção

Só preciso de um tempo
Pra acalmar meu coração
Colocar as idéias em ordem
E viver este nosso amor

É tudo novo pra mim
Você... A vida... O amor

Deixe um recado
Na caixa postal
Após o bip
Após o sinal

Poema as Bruxas "Pb"

Foto de Melquizedeque

Quarto mundo

São seis horas! Deitado estou em minha cova
Micro vida, micro mundo... Esse é meu refúgio, habitado por mim, visitado por ninguém
Quarto meu! Reduto de morcegos, animais peçonhentos. Retratos de sons e imagens feitas pelos ventos
Meu mundo de idéias, lamúrias e nostálgicos inventos
Casulo meu! Aqui vejo minha transformação, meus pés saírem do chão voando com o pó
Não sou só... Vivo com meus “eus”. Tecendo desejos que recobrem as palavras, desatam perguntas e criam estradas
Anátemas palavras! Não as domino, nem as domestico... Por que arrancam de mim sentimentos e emoções, desmatando minha floresta? Oh floresta de insinuações!
Quarto meu! Dias de glória... Noites perdidas, roubadas pelo esquecimento. Aprisionadas pelo tempo. No inverno surge a angústia, cria-se o vício brota a astúcia
Mudanças! Mobilhas novas; Velhas lembranças. Arte em tudo... Quarto ouvinte, quarto mudo
Um velho sábio, um bom observador. Astuto nos sorrisos; com padecente, um vingador
Um suspiro ele dá, roubando o meu ar. Janelas se fecham e ninguém pode entrar
A porta não abre a porta não fecha... Existe entre os tijolos, e ao lado uma mesa
Mesa de livros, sabres, conhecimentos. Mesa de paz, guerra, cóleras e embotamentos
Esse é meu quarto! Na terceira dimensão... Profundo, largo, espaçoso e tenebroso
Não há teto, não há piso. O telhado é formado de sonhos, e esse chão um belo sorriso
Entre se for capaz! Prepare-se com a dor. Vista-se com a ignomínia
Abra a porta e veja as coleções. Anjos, diabos, vultos e intenções
Não se assuste! Observe, debata, mas nunca discuta
Esse é o meu assim. Meu grito, minha dor, meu meio, começo... Meu fim!
(Melquizedeque de M. Alemão, 15 de dezembro de 2010)

Foto de Melquizedeque

Existo

As correntes, os ventos, os anos... O tempo! Formado pela essência do crescimento, molda ações, instiga dimensões. Enquanto existir a memória ele subsistirá, correndo junto com esses pensamentos.
O agora não existe! Pois enquanto pensamos em mensurá-lo e estagná-lo, do passado ele nos saúda.
Ferozes memórias! Não sabemos do agora a não ser quando ele já se tornou passado. Não fujo do instante, apenas espero ele passar e entrar em meus arquivos.
Como posso estar aqui nesse momento, sem que meu corpo tenha que se lembrar de toda sua existência, e re-captar aquilo que já existiu se transformar no porvir?
Mundo de paradoxos! Olhos atentos, luzes e sombras... O senhor de si mesmo atraca sagazmente seu domínio. Essa paciência idiossincrática que me move à teleologia enigmática... Muda conceitos e transforma-me nesse próprio existir!
Eu não sou! Apenas existo no rastro do tempo. Os cheiros, os sabores, as ilusões de ser... Fabricam soberbos, muda a natureza de cada desejo e destila veneno em cada verme que habita nas vielas de sua mente, que ao morrer, dá lugar a existência do “eu sei”. Quanta hipocrisia do acaso!
Meu nome é não sei! Minha morada está no horizonte do existir. Meus sonhos são meras lembranças daquilo que nunca houve.
Boa existência para seus pensamentos! Verei você novamente no espelho do meu eu... Quem me verá em seu espelho? Não importa! O eu não é tudo, ele é apenas um grito do querer. Obrigado por não me ver... Nem tecer seu eu com essa teia de “tus”.
(Melquizedeque de M. Alemão, 08 de dezembro de 2010)

Foto de Carmen Lúcia

Carta ao Papai Noel

Sei que vou pedir-lhe muito
mas sonhar nunca é demais,
preciso me agarrar ao sonho
e sem você não sou capaz!
Quero de novo a infância
que me fugiu, não volta mais...
E de novo ser criança,
ainda crer no que você faz.
Quero a rua de pedrinhas
bem redondinhas e brilhantes
e brincar de Amarelinha,
correr, gargalhar, como antes.
Me faz deixar de ser grande!
Quero toda aquela magia
contagiante quando era Natal,
e o ressoar dos sinos
tocando ao Jesus Menino...Tudo igual!
Abraçar os amigos distantes
que a vida afastou e não vejo mais...
Nem todo o tempo do mundo
fará que os esqueça...Isso jamais!
Desembrulhar presentinhos,
olhar pro céu e ainda enxergar
aquela mesma estrelinha
que no Natal vinha me piscar...
Quero a alegria sã de minha mãe
sempre ao meu lado...Não só no retrato!
Se não for possível me traga,
somente essa noite, o seu afago.

_Carmen Lúcia_

Foto de Eddy Firmino

O CAMINHO DE VOLTA

Não posso falar
Não tenho palavras
Pra expressar
Toda angústia
Que dói aqui dentro
Coisas estranhas
Martirizando
E comprimindo
As minhas entranhas

Palavras jogadas
Mal formuladas
Cheias de ódio
Totalmente sem alma
Tiraram-me a calma

Primeiro a cegueira
Depois o disparo
Depois outra vez
Logo a lucidez
Tarde demais
Você já não mais

Teu corpo quase sem vida
Restou a ferida
Da amarga lembrança...

O tempo passou
A liberdade sentida
Não fecha a ferida
Não muda o passado
Deixado de lado

Hoje eu venho
Não quero perdão
Nem quero teu ódio
Pelo ocorrido
Apenas te peço
Olhar nos meus olhos
Já envelhecidos

Não tenha revolta
Tudo que eu quero
É que me mostres
O Caminho de volta

Foto de Rodrigo Stenio

LÁGRIMAS DE OUTONO

Lágrimas de outono

(Rodrigo Stenio – 29/07/2010)

Cada lágrima que rola, me arranca um pedaço, me fere e desconsola...

O tempo passou e as feridas ficaram ainda mais vivas;

Cada lágrima que molha, me cava um espaço, me insere e esfola...

O momento secou e as salivas esperam ainda mais viças.

O sol nasce para todos, mas as sombras me perseguem a luz do dia;

Os nós me atam com um tolo, e eu me lembro do que eu não faria;

Onde o vento faz curva, eu esqueci todas as minhas vaidades;

Como as nuvens fazem chuva, eu adormeci com minhas saudades.

Não vou mais acordar pra sorrir de novo;

Espero o outono pra secar com as folhas;

Não sou mais de esperar pra sentir o novo;

Espero o outono pra secar com as folhas.

Cada lágrima que rola, me arranca um pedaço, me fere e desconsola...

O tempo passou e as feridas ficaram ainda mais vivas;

Cada lágrima que molha, me cava um espaço, me insere e esfola...

O momento secou e as salivas esperam ainda mais viças.

Não vou mais acordar pra sorrir de novo;

Espero o outono pra secar com as folhas;

Não sou mais de esperar pra sentir o novo;

Espero o outono pra secar com as folhas.

O sol nasce para todos, mas as sombras me perseguem a luz do dia;

Os nós me atam com um tolo, e eu me lembro do que eu não faria;

Onde o vento faz curva, eu esqueci todas as minhas vaidades;

Como as nuvens fazem chuva, eu adormeci com minhas saudades.

Não vou mais acordar pra sorrir de novo;

Espero o outono pra secar com as folhas;

Não sou mais de esperar pra sentir o novo;

Espero o outono pra secar com as folhas.

Foto de Eddy Firmino

DOCES LEMBRANÇAS

Tente lembrar as lembranças
Do tempo menino
Do tempo criança
De quando de todos
Tinha confiança
A menina da escola
A velha sacola
Os antigos brinquedos
E todos seus medos
O bicho-papão
Briga entre irmãos
A saia rodada
A face marcada
Manchas de batom
Merendas, Bom-bom
Daquele menino
Malvado traquino
Menino travesso
Quase me esqueço
Da professora
Querida Senhora
Pequenos castigos
Os moveis antigos
Tantas lembranças
Não sou mais criança
Mas tenho saudades
Em minhas andanças
Mesmo crescido
No fundo me sinto
Aquela criança
Cheia de esperança
Doces Lembranças

Foto de Carmen Lúcia

Borboleta

Quando crisálida repousa tranquilamente,
superou a fase de pobre lagarta,
muda de ciclo, luta silenciosamente
pela sobrevivência, por mais uma etapa,
reservando alimentos para o grande momento,
aguardando pacienciosamente a transformação,
ação que simboliza um novo começo...
A ressurreição.
Espreita o mundo de cabeça pra baixo
até que se erga metamorfoseando,
abrindo suas asas triunfalmente...

Então prima pelas cores, graça e ligeireza,
voa delicadamente por todo o canto,
enche de encantos a natureza,
e os olhos que a vêem, de pura beleza.
Das flores suga o néctar pra se revigorar,
espalha o pólen, eterniza a espécie,
à noite o descanso pra de manhã recomeçar.
Possui vida curta...Tão passageira!
Mas sempre alegre, voando, faceira,
nem sabe que o tempo pode não ter mais tempo
e a qualquer momento virá o derradeiro.

_Carmen Lúcia_

Foto de Metrílica

Janela do Tempo

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Fecho os olhos...
Atravesso a janela do tempo...
Revivo, momentos especiais...

Adoro, a maneira como me envolvem os teus braços,
Como me protegem, como me afagam...

Adoro como me ilumina o teu sorriso,
Como me pacifica...

Adoro afogarme nos teus olhos,
Como me entorpecem... como me pedem...

Adoro, perderme nestes lábios teus,
Como me comem, como me instigam...entre beijos e suspíros...

Adoro sentir teu aroma, teu perfume, o cheiro da tua pele,
Como impregnam minha memoria... me levando até ti...

Adoro, o toque das tuas mãos,
Como passeiam teus dedos, pelos lábios meus...

Adoro, o roce, o calor do teu corpo,
Como desenhas, num ritimo alucinante, na minha pele os desejos teus...

Amo... quando bailamos assim, eu em ti... e tu em mim...
Sintonia, quimica perfeita!
Mergulhados, perdidos em tamanha emoção...

by Metrílica para seu grande amor Anibal Minotaur

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