Vez

Foto de Sonia Delsin

TEU PERFUME

TEU PERFUME

Senti no ar...
Teu perfume.
Quem me trouxe foi um vento que passou.
Teu perfume me marcou.
Cada vez que o aspiro eu me transfiro.
Pra outro lugar.
Lá eu fui tão feliz. Tão feliz.
Meu coração parece que é um eterno aprendiz que não consegue aprender a esquecer.
Chega este perfume que me faz sofrer.
Que posso fazer?
Deixar que este perfume estonteante me entonteça ainda mais.
Sem ti não sei mesmo o que é paz.

Foto de Graciele Gessner

O Passado é Experiência. (Graciele_Gessner)

Imagine o passado me dando uma nova oportunidade de tê-lo mais uma vez ao meu lado. Será que isto seria possível? Sim, tudo é possível acontecer quando queremos e acreditamos.

Um pedaço de mim permanece neste passado que acabei mudando o rumo da minha história. O restante de mim conseguiu conquistar muitos sonhos, porém o amor jamais poderá ser substituído. O amor ficou no passado, poderei apenas tentar esquecer, mas mesmo assim isto tudo me parece improvável.

Ficaram no passado os meus devaneios de amor; o beijo roubado pelo meu amor; a noite especial que toda donzela desejaria; as festas e amigos conquistados que jamais os voltei a ver; o plano de ter um filho desfeito; a saudade daquele lugar distante da civilização que me permitiu por alguns anos ser realmente feliz.

Imagine o passado me dando esta chance de resgatar as minhas “raízes”, me enfrentando para voltar ao tempo que só me sobraram recordações. Qual seria a minha atitude perante este desafio? Sim, o passado é um desafio que precisa ser enfrentado, pois, é recheado de mágoas, ressentimentos, dores e traições.

Quantos mistérios enterrados no passado. Quantos erros que poderiam ter sido evitados. Porém, uma certeza, a vida é a escola onde colocamos em prática as ações e obtemos as experiências amargas ou doces. O passado se assim posso definir é a minha experiência de vida, onde tudo se fez e não me arrependo.

E se o passado bater na minha porta? Só o tempo me dará a resposta que necessito.

28.04.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Dirceu Marcelino

BOM DIA - SONHO ACARICIANTE

*
*
*

Várias imagens surgem a minha frente,
Mas entre elas sempre há a dominante
E esta de preto com olhos reluzentes,
Me atrai junto com o sorriso cativante.

Gosto de vê-la e ainda agora pouco dormente,
Senti-a me acariciando e outra vez neste instante,
Sinto-a me tocando assim voluptuosamente,
Em minha cama como fosse a minha amante.

Então todo enrijecido e com você em mente,
Algo faz com que aos poucos eu me levante
E venha teclar e registrar normalmente,

A sensação que transmites de tão distante,
Como se estivesse como eu, provavelmente,
Pensando e me beijando assim tão acariciante.

Foto de Angel_sonhadora

UMA MÚSICA QUE ADORO..."PENSO EM TI"

Eu queria não sentir essa saudade
Que me faz perder o sono e querer mais, mais, mais
Eu queria segurança e liberdade
Mas agora só contigo eu fico em paz, paz, paz...
É a mente que anuncia quando o coração nos trai
Abre as asas, alça vôo, voa, vai, vai, vai...
Minha alma se liberta cada vez que eu penso em ti
Vai no fundo da saudade e me traz, traz, traz
esses olhos que eu não esqueço nunca mais

Penso em ti
Se eu for lembrar de mim eu vou pensar em ti
Penso em ti
a cada pôr do sol que eu vivo sem poder te ver
Penso em ti
é só deitar na cama e a chama clama-te
Penso em ti
até querendo te esquecer

Eu queria não sentir essa saudade
Que me faz perder o sono e te querer mais,mais,mais
Eu queria segurança e liberdade
Mas agora só contigo eu fico em paz, paz,paz
É a mente q anuncia quando o coração nos trai
Abre as asas,alça vôo, voa, vai, vai, vai
Minha alma se liberta cada vez que eu penso em ti
Vai no fundo da saudade e me traz, traz, traz
esses olhos que eu não esqueço nunca mais

Penso em ti
no dia a dia, no meio da rua eu penso em ti
Penso em ti
na correria de Copacabana, mesmo ali
Penso em ti
passando pela tua esquina eu penso em ti
Penso em ti
andando pela praia as ondas vão bater em mim

Penso em ti
é só pegar o violão e eu penso em ti
Penso em ti
e quando você dorme
Penso em ti
Se eu for lembrar de mim eu vou pensar em ti
Penso em ti
a cada pôr do sol que eu vivo sem poder te ver...

"Penso em ti" - Jorge Vercilio

Foto de Dirceu Marcelino

MIRAGEM DE AMOR I - Vídeo Poema com poesias de DIRCEU e LU LENA

MIRAGEM I

A festa acabou! O álcool não anuvia
Mais minha mente. E outra vez me embriago,
Não com bebidas, mas tão só a poesia
Embriaga-me. Enchendo o coração já vago,

Com um amor que sonho noite e dia,
Com a esperança que em meu peito trago
Penso abraçar-te mulher que extasia
Minh’alma! Para receber teu afago.

Ergo a taça prateada e mui brilhante,
Imagino-te esbelta e radiante.
Brindo!!! Vendo na copa tua imagem.

Vejo o ardor dos verdes cintilantes,
De seus olhos, magnetismo contagiante
E me ponho a chorar, pois é uma miragem.

(Dirceu Marcelino )

TOCA-ME

Com teu coração
em descompasso de
desejo no meu corpo
nú...

Desliza tuas mãos no
contorno de minhas
ancas que vibram
ao teu toque...

Demora-te em meus mamilos
túmidos e sugue-os
deliciosamente...

Acopla-me a ti
e deixamo-nos embalar
como as ondas mornas do mar
faça-me naufragar
e nessa umidade quente
de teu gozo

Toco as estrelas
e sinto que vou emergir
arrumas entre teus dedos
meu cabelo em desalinho
no teu peito me aninho
satisfeita e refeita
suspiro e adormeço
na plenitude do nosso
silêncio...

Atreves-te e me atiça

novamente com um beijo...

(LU LENA )

Foto de EDU O ESPIÃO.

MENINA VENENO

Tu és semente que nasceu no meu coração.
É um fetiche te ter, sentir tua pele suave.
Não me escondo do teu olhar, penetrante.
Cada vez sinto a vontade de me aproximar.
Esconde-se do meu amor, acha que sou de ferro.
Um súdito de sua alma, esperando seu desabrochar.
Acha que não me desperta, fica assim, esperta, me olhando entre a porta.
Me deixa em altas temperaturas, esse amor é loucura.
Pigmentação em forma de coração desenha você em meu coração.
Se põe a noite a me cortejar e depois na hora "H" sai feito louca .
Acha, que até quando pode me enlouquecer a noite toda a provocar.
Idas e vindas transforma o amor. Penetra o tempo todo em meu pensamento.
Provoca ate a ultima tentativa, me deixa feito um cão raivoso.
Querendo te namorar e até com outro disputar.
Pare menina de me provocar e caia nos meus braços.
Esta me deixando sem sentidos, sou tímido, não bobo, sou homem!
A hora que perder a cabeça , faço uma besteira
E te agarro com toda vontade de ter-te em meus braços
Como mulher de minha alma, dama da minha fantasia.
Menina veneno, me deixa amar=== antes que eu perca a cabeça
E te agarro de jeito, a não ser que não seja isso que sua alma pretende.
Vê se não me atente, estou envenenado desse seu jeito felina.
Para de mexer com minha libido menina. É minha menina veneno.
Mas é bom saber que me provoca, é isso vai ter o fim.
Até quando eu conquistar você pra mim, mesmo com seu recato.

=========e.espião edu.com

Foto de Sandra Ferreira

Para todos vocês....

*
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O meu humilde coração, já não vive sem este recanto de palavras sentidas, vividas, fictícias ou divertidas.
Em noites de solidão, é por vezes a minha companhia, meus olhos devoram as palavras, tentando encontrar nos versos, quadras, reflexões, um pouquinho dos vossos corações.
Talvez não vos comente nem agradeça como deveria, mas hoje pela manha ao abrir a página, com o sol a entrar, algo se passou e iluminou o meu dia e o meu coração, um pensamento surgiu, vá que Deus me prega uma partida e não tenha mais a oportunidade de dizer o que sinto e de agradecer?
Então decidi deixar a reserva de lado e começar agradecer.
Minha querida – YAPROSE- que saudade dos seus escritos e conselhos, por favor quando tiver um pouquinho do seu tempo venha, venha alegrar este espaço com a sua maneira de ver e viver a vida. - VANESSA BRANDÃO – chamais me esquecerei do seu gesto de carinho para comigo, muito obrigado.
- ANNA FLOR DE LIS- muito obrigada pela constante simpatia e carinho. – Deusa -gosto muito do que escreve, identifico me com alguns dos seus poemas. – VON- sei que não está muito bem, chore o que tiver de chorar, fortaleça o seu coração e volte com o seu mistério habitual. -SIRLEI PASSOLONGO e SONIA DELSIN – apesar de nunca vos comentar adoro o que vocês a duas escrevem, os vossos poemas sempre chamam a minha atenção.
Enfim, para mim vocês já são tão familiares, -GRACIELE GESSNER- SYSSY- CECI_POETA - TERESA CORDIOLI- ENISE - PODERROSA - CARMEN VERVLOET – CIVANA- LU LENA - ANGELA LUGO- CARLOSMUSTANG- DAVI CARTES ALVES- DIRCEU MARCELINO- MAGROALMEIDA- HILDE- a todos muito obrigados por fazerem parte da minha vida, peço desculpa, aqueles a qual o nome não consta aqui, mas o meu agradecimento é para todos, que escrevem no site, chamais poderia esquecer me dos directores da pagina dos poemas, -FERNANDA_QUEIROZ- MIGUEL DUARTE- que estão sempre de coração aberto para nos ajudar e aconselhar, a todos mais uma vez muito obrigada… que Deus vos ilumine como o fez hoje comigo…

Foto de Lonely_Eagle

De como me tornei um Executivo... - II

O trabalho q fiz sobre custos para a Auditoria Suiça foi um episódio q classifico de no mínimo hilário, devido à minha situação exdruxula
na empresa. Nunca tinha trabalhado com aquele Sistema d Custos
e para melhorar, não conhecia praticamente nada, sobre produção e produtos q ali eram fabricados. Eu tinha apenas dias na empresa
e ainda não havia feito nem ao menos, aquela visita q todos fazem
à Fabrica ao serem admitidos. Ou seja, eu nada sabia sobre nada da empresa.. E como eles viram q eu nunca iria me adaptar aquela função inicial, e como em meu curriculum tinham encontrado coisas q hj sei q eram positivas e q eles não tinham pessoas com esses e uns outros conhecimentos me aproveitaram onde eu poderia fazer um bom trabalho! Esse q viria a ser meu chefe, sempre foi pessoa de muita visão...
Para eu poder realizar o trabalho, fizeram comigo um tour meio às pressas e sem entrar em muitos detalhes, até pq inclusive, o meu cicerone nada conhecia sobre sistemas de custos e de apropriação de custos... Eu estava mais perdido do q cego num tiroteio!!
Me jogaram um monte de pastas, listagens e papéis, referentes à produção desde o inicio de operação da Fabrica, em Julho de 1977.
E eu, pq entendia alguma coisa d custos e custeio e trabalhara em
uma outra empresa com isso, me debrucei sobre a papelada, e fui montando umas tabelas e relatórios. Para me ajudar, me deram um Manual de Custos em ingles e alemão, para me ajudar!!
Bom, na época eu conseguia ler em ingles mas em alemão? Nada!
Mas fazer o q, em minha vida nunca consegui obter nada facil, não seria aquela a primeira vez. Meti mãos à obra, ataquei a papelada!
Ao final de 2 semanas mergulhado no meio daquela papelada, eu acabei dizendo. Ufa, terminei!!! E fui entregar o relatório àquele q viria a ser o meu chefe a partir daquela data, pensando comigo : Dever Cumprido!!
Doce engano meu, a partir daquela data, fui incumbido de montar um Sistema de Controle de Custos de Produção, e pasmem, passei
a ter q administra-lo! E essa q vou contar a seguir, é q foi a melhor
de todas. No final de 1979, fiquei sabendo, meio q sem querer, q a Auditoria suiça tinha elogiado o meu relatório como sendo o melhor
de todos entre todos os relatórios das Fábricas do Complexo.. Pode? só mesmo dando muitas risadas...
Eu passei o ano de 1979, estudando o sistema de custos da cia. e tentando absorver, aquele Manual enorme sobre custos e custeio e lógicamente aprendendo muito...
Mas no final de 1979, fui defrontado com um outro desafio muito mais complicado, e acabei tendo uma linha só minha no Balanço da Empresa ....
mas isso é uma outra história q contarei no próximo texto...

Foto de Paulo Gondim

Um anjo

UM ANJO
Paulo Gondim
19/08/2008

Um anjo caiu do céu
Pousou na minha saudade
Veio como a brisa suave
Leve como o orvalho
E sorriu no amanhecer
Fazendo tudo em volta renascer

Um anjo que vagava pelo infinito
Semeava sonhos coloridos
Carregando lembranças boas
De um grande amor adormecido

E de tanto vagar e semear,
Resolveu colher as flores
E fazer chuva de pétalas
Para alegar corações sofridos

Inevitável o encanto.
A chuva de pétalas regou a saudade
A saudade aflorou a paixão
A paixão desabrochou em amor
O amor, mais uma vez, floresceu
E o anjo fingiu que voltou para o céu

Foto de Sonia Delsin

“O QUE SE DIZ, O QUE SE CONTA”

“O QUE SE DIZ, O QUE SE CONTA”

Dizem os antigos da cidade que em noite de lua cheia ela saía a cantar.
Toda de branco vestida sempre saía em noite de luar.
Se a alguns chegava a encantar, a outros chegava a assustar.
Os longos cabelos soltos pelas costas escorrendo. A longa saia ia o chão varrendo.
Em certas horas caminhava pelas ruas sem calçamento.
E por vezes ia correndo.
De repente parava, erguia os braços.
Parecia que rogava.
Será que Deus a escutava?
Ou era à lua que ela implorava?
Era uma mulher alucinada. Uma pobre coitada.
Diziam que foi enjeitada.
Tudo que conto escutei de um velho contador de estórias.
Ele arregalava os olhos à medida que me contava e me assustava.
Eu pedia que falasse mais e ele falava, falava.
Hoje em dia eu acho que ele inventava.
Eu perguntava se ela era uma bruxa. Ele me garantia que não. Me falava que era uma mulher movida pela paixão.
Acho que exagerava em tudo, pois dizia que ela era linda com seus cabelos desgrenhados. Que eram uns cabelos muito dourados.
E que o luar tingia de prata. Ficava igual uma fada. Uma mulher encantada.
Dizia que tinha os olhos grandes. Me garantia que eram os maiores que vira na vida.
Me falava até que pareciam dois faróis azuis.
Eu ficava imaginando.
Que beleza poderia haver numa mulher com faróis em vez de olhos e ele falava que era bela como a mais bela sereia. E que cantava em noites de lua cheia.
Falava que as melodias por ela cantadas eram lindas. Tão choradas.
Perguntei certa vez o nome dessa mulher e ele jurou não saber. Mas que talvez alguém soubesse e que quando descobrisse ia me dizer.
Passou o tempo e eu acreditando na mulher que passava as noites cantando.
Um dia o contador de estórias partiu e que ele criava tudo aquilo eu ficava pensando.
Mas em certa noite fui eu a ver.
Ela estava a correr.
Não nas ruas, que já eram todas asfaltadas.
Mas numa estrada dentro de mim. Na verdade naquela hora eu fitava um jardim.
Pensei que estava ficando igual ao contador. Também já podia ver, contar, escrever.
Éramos nós dois, eu e o Sebastião, dois criadores de estórias fantásticas. Desse dia em diante comecei a escrever meus contos. Tinha quinze anos então.
Ai que saudade de ti, meu velho Sebastião!

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