Vida

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

TORTURAS.

TORTURAS

A que me levas doce alma...
O que me pedes que eu não concorde...
O que me impões que me tira à calma...
Que sonho é este que quer que eu acorde!!!

Que vida linda que abandonei...
Que caminho é este que insisto em seguir...
Que sofrimento é este que eu já passei...
Que tortura é esta que não quero repetir!!!

Abandone o revanchismo...
Solte as amarras da vaidade...
Sinta só o sabor do carinho...
E esqueças de vez a crueldade!!!

Vivas pra mim e para ti...
Liberte as argolas do pensamento...
Sejas feliz e voltes a sorrir...
E não tenhas vergonha de ter sentimento!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

ARROBOS JUVENIS.

ARROBOS JUVENIS

E eis que surges valente...
Impactante e voluntarioso...
Carregado com toda imprudência...
Que os jovens podem carregar!!!

Alivia teu peso...
Desarma-te...
A vida é mais simples que imaginas...
Para e observa...
Cala-te e ouça!!!

Te proporcione a oportunidade de ser adulto e siga...
Acaricie o chão com tuas pegadas...
Brinde o universo com teu silêncio...
Assim envelhecerás digno, incorruptível...
E contemplaras tua existência!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

ELO PERDIDO.

ELO PERDIDO

O elo que se perdeu...
Nos labirintos do universo...
Encontra-se escondido no seu próprio eu...
A espera de ser completamente descoberto!!!

O homem caminhou por milênios...
A procura de uma simples explicação...
Sem saber que é dentro de si mesmo...
Que se encontra o segredo da criação!!!

É mergulhando nas profundezas da mente...
Que encontrarás as sonhadas respostas...
É caminhando em busca do onipotente...
Que se irmanaras com aqueles que mais gostas!!!

E na busca do elo perdido...
Que acharas o segredo da vida...
Nunca se arrependeras de teres insistido...
Na sonhada busca da memória adormecida!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

ESCOLHAS.

ESCOLHAS.

Pudera eu ter contido o riso...
O riso tão puro de um homem maduro...
Quem me dera ter segurado o choro...
De lágrimas tristes de um tempo perdido!!!

Quisera eu ter vivido a vida...
A vida escolhida...
E não a vida sofrida...
Ao tempo não se espera e nem se apressa...
Jamais esperarei sem ter pressa...
As coisas que o destino reservou!!!

Sofro de ansiedade pela demora...
Pois bem sei que aquela moça já é senhora...
E que a minha mocidade faz tempo que acabou...
Pudera eu ter percebido que o tempo não passeia...
Passa corrido...
Que o mar não para, só se acalma...
E que o vilão do corpo...
É a própria alma!!!

Quem me dera poder ter vivido de qualquer maneira...
Sem exigências, Viver de forma passageira...
Muito pouco teria sofrido...
Por fim aceitar o que me foi separado...
Agradecer a todos o que me foi dado...
E aos céus reverenciar com muito bom grado!!!

Foto de lais rangel

vida sem alma.

Me olho no espelho e não me reconheço...
Minha alma já não me pertence mais.
Se alguma coisa se perdeu,é que as palavras me escaparam quando mais eu precise,e agora eu sou só mais um corpo sem alma...
Que vaga na mais profunda solidão dessa triste escuridão...
corpo sem alma,espelhos da alma...
Eu que ja não me conheço,eu que sou, q não sou,mergulho para dentro de mim.
Numa intensa escuridão que,ultrapassa a solidão,como a triste musica que toca no meu coração...
Ja tentei me libertar,mas aqui é o meu lugar...
Se algma coisa se perdeu é que as palavras me escaparam quando mais eu precisei...
Eu que sou,que não sou,é só mais uma vida sem alma, e tento fugir,voltar de um mergulho sem fim,na mais profnda solidão dessa triste imensidão,da mais fria escuridão...
''''''''''''Só mais um vida sem alma'''''''''''''''

Foto de Fredson Leite

Uma Nova Chance

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que ao contrário do pai não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era fazer festas e estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e ele logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção. Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele, ele mesmo fez uma forca, e junto a ela uma placa com os dizeres: Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai. Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e disse:- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais, e os bens, para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você. Quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
- O jovem riu, achou absurdo mas para não contrariar o pai prometeu, pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer: - Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais! Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava. A passos lentos se dirigiu até lá entrando viu a forca e a placa empoeirada e disse: - Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse: - Ah, se eu tivesse uma nova chance.- Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta. Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente. O rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas e diamantes. A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: Essa e a sua nova chance, eu te amo muito.
Seu pai.
Assim é o evangelho que aprendemos, um evangelho de oportunidades, novas chances. Nosso Pai Celestial deseja que saibamos caminhar com nossas próprias pernas, tomando decisões sábias, mesmo em momentos de dificuldades. Sejamos pois valentes e honestos conosco.

Foto de Nana_cabulosa

Brisa

Com o Tempo o lago mudou...
E a brisa estremece
Não sei se penso em tudo ou se tudo me esquece...
O lago nada me diz
Não sinto a brisa mexer...
Não sei se sou feliz
Ou se desejo ser...
Tremulos vincos risonhos
Na agua adormecida...
Porque fiz eu dos meus sonhos
A minha propria VIDA!!

Foto de Lorenzo Petillo

Quem Sou Eu

Sou parte do tudo
O pedaço feito de nada
Sou aquilo que mais temes
Por ser o que mais te agrada
Sou uma sombra sólida
Um caminho que não tem rumo
E quando pensares que me encontrou
É então que, de repente, sumo
Sou as lágrimas de tempestade
Com o choro de trovão
Sou aquele que nega um olhar
Mas te entrega o coração
Sou mais do que pensas
Mas menos do que realmente sou
Sou quem mais acerta
Por ser quem mais errou
Sou só, rodeado de amigos
Acompanhado sempre de solidão
Sou o que existe de mais real
Mas que é feito de ilusão
Sou uma peça nesse jogo da vida
Um leigo que sabe de tudo
Sou mais uma cara perdida
Em busca de paz nesse mundo.

Foto de Homem Martinho

Doloroso Agosto

Doloroso Agosto

Normalmente, Agosto
Rima com descanso e calor,
Este rimou com desgosto,
Angustia, ansiedade, frio e dor,
Por ver partir um irmão
E quem nos deu o ser também,
Foi sentir um aperto no coração
Ao dizer “Adeus minha mãe”.
A morte é parte da vida
Todos temos essa noção
Mas quando perdemos um irmão
É como abrir-se uma ferida.
E se poucos dias depois
Parte nossa mãe querida,
Então já é demais, são logo dois
Que iniciam a partida.
Podemos lágrimas chorar,
Sentir a raiva a subir,
Mas a saudade irá perdurar
Até que sejamos nós a partir.
Apoiamo-nos no amor
Dos ente queridos que ficaram
Sofremos em silencio a dor
Por aqueles que nos deixaram.
Dizem-nos que continua a vida,
Sabemos que isso é verdade,
Mas ainda choramos a partida
E já sentimos saudade.

Homenagem a meu irmão Manuel e a minha mãe Maria, falecidos em Agosto de 2007, 23 e 30 respectivamente.

Francisco Ferreira D’Homem Martinho
2007/09/05.

Foto de Homem Martinho

Doloroso Agosto

Doloroso Agosto

Normalmente, Agosto
Rima com descanso e calor,
Este rimou com desgosto,
Angustia, ansiedade, frio e dor,
Por ver partir um irmão
E quem nos deu o ser também,
Foi sentir um aperto no coração
Ao dizer “Adeus minha mãe”.
A morte é parte da vida
Todos temos essa noção
Mas quando perdemos um irmão
É como abrir-se uma ferida.
E se poucos dias depois
Parte nossa mãe querida,
Então já é demais, são logo dois
Que iniciam a partida.
Podemos lágrimas chorar,
Sentir a raiva a subir,
Mas a saudade irá perdurar
Até que sejamos nós a partir.
Apoiamo-nos no amor
Dos ente queridos que ficaram
Sofremos em silencio a dor
Por aqueles que nos deixaram.
Dizem-nos que continua a vida,
Sabemos que isso é verdade,
Mas ainda choramos a partida
E já sentimos saudade.

Homenagem a meu irmão Manuel e a minha mãe Maria, falecidos em Agosto de 2007, 23 e 30 respectivamente.

Francisco Ferreira D’Homem Martinho
2007/09/05.

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