Vivemos em um mundo indiferente
Onde o assassino e o inocente
Vivem de maneira igual realmente
E não adianta querer se mudar de repente
Porque não existe outro lugar simplesmente
Então todos acabam vivendo normalmente
É preciso mudar este lugar urgentemente
Porque as vezes de repente a insegurança
Parece tão normal extremamente coerente
Mas... Tudo vai tão mal, sem mudança.
Todos fazem de conta que vai bem
Num lugar onde só existe a indiferença
Onde é preciso resgatar os povos que vem
De sua dormência inerente distante
Passado, presente nada tem importância também.
Todos continuam a se enganar amargamente
Esquecem rapidamente o passado cruel da violência
E o presente crucificante que vem eminente
Violência cega que caminha sem qualquer inerência
Em qualquer lugar espreitando suas vitimas
E ainda falam de direitos humanos com reverencia
Crueldade, violência e a indiferença são como imãs.
Uma gera a outra sem qualquer qualificação
E a humanidade segue em frente esquecida que são irmãs
Dos frágeis seres que cheiram a flor de papoula com reação
E também das plantas assassinas que vivem libertadas
Sem contar as dezenas de toxinas que causam lamentação
Oh! Povo dispersado que esquecem as valsas cantadas
Quando dançando pela vida, taparam os ouvidos.
Ensurdeceram para o apelo geral de novas moradas