Vida

Foto de KAUE DUARTE

Teorema da interrogação (Imagem - Inspiração)

Justamente no vazio
No ato de pequenez
Onde podemos ser preenchidos
Onde a mocidade constrói inúmeras perguntas
Qual pergunta, respondida pelos mesmos
Onde a mão que cresce, cresce e não para
Aprendendo as novidades, adversidades
Regendo um mundo
Onde os sobreviventes são reais
Passados pela prova da vida
A mão que hoje, só pede pra si
Amanhã dispersa comodidades
É no berço da vida
O inicio da evolução
Onde nosso desenvolvimento
Nasce desenvolvido
Mãos que crescem pra sobreviver
Sobrevivem pra reinar
Eis o teorema da interrogação
Onde tudo se antecipa
A resposta é dita antes da pergunta
...

Evolução:
creio eu que seja algo incontrolável nos dias de hoje, onde obtemos perguntas com respostas inimagináveis
onde somos surpreendidos pela audácia humana. Já não podemos mais dizer: Isso é impossível, pois a única coisa possível são nossas limitações.

Kaue Duarte 04.08.2011 //*

Foto de janie

SE QUERES!

Existe a cura pra isso!
Se desejar...
Enxergará no fim do túnel...
Uma luz... a saída!

Podes abandonar essa vida...
Essa garrafa de bebida!
Quer perder tua família?
Deixa as trevas, vem pra luz!

Isso é grande escuridão!
Termina em fundo de poço!
Até os teus te têm medo!
Nem ficas em um emprego!

Esse cheiro e a tremedeira...
Que pôs fim a tua carreira!
Não consegues mais amar!
Atenção... Não tens pra dar!

Magro... como vareta!
teu lar... pode ser uma sarjeta!
Levanta a cabeça... Você pode!
Da tua roupa... essa poeira sacode!

Vê se reage... Ta na hora!
Teu criador te ama!
Tua família... te adora!
Joga esse maldito copo fora!

Eu só falo pra teu bem!
Também sofri isso com alguém!
Perdão! Não me leve a mal...
Mas resgata a tua moral!

Foto de Carmen Vervloet

Vencendo os Percalços (Imagem - Inspiração)

Em minhas mãos o meu destino...
Fico atenta ao próximo passo,
não posso cometer desatinos,
nem me prender no próximo laço.

A vida é uma caixa de surpresas,
o porto que sonho é longínquo e pálido...
Mas de esperança é farta minha represa
e sai de minh’alma um sopro cálido.

Caminho por sobre espinhos,
meus pés sangram, mas insisto.
Vou arrastando o meu ancinho,
jogando às margens qualquer imprevisto.

Em minhas mãos o jogo do barbante,
o próximo passo é sempre fundamental...
Mas minha fé é abundante,
não deixo apagar o meu castiçal.

O mistério do amanhã eu não desvendo,
mas o instante é todo e só meu...
Diante da dor eu não me rendo,
guardo em mim a força de Deus.

A vida não vem embrulhada só em alegrias,
mas mesmo assim é um presente...
O que não mata, alforria,
fortalece a alma, clareia a mente.

Foto de Carmen Vervloet

Vencendo os Percalços (Imagem - Inspiração)

Em minhas mãos o meu destino...
Fico atenta ao próximo passo,
não posso cometer desatinos,
nem me prender no próximo laço.

A vida é uma caixa de surpresas,
o porto que sonho é longínquo e pálido...
Mas de esperança é farta minha represa
e sai de minh’alma um sopro cálido.

Caminho por sobre espinhos,
meus pés sangram, mas insisto.
Vou arrastando o meu ancinho,
jogando às margens qualquer imprevisto.

Em minhas mãos o jogo do barbante,
o próximo passo é sempre fundamental...
Mas minha fé é abundante,
não deixo apagar o meu castiçal.

O mistério do amanhã eu não desvendo,
mas o instante é todo e só meu...
Diante da dor eu não me rendo,
guardo em mim a força de Deus.

A vida não vem embrulhada só em alegrias,
mas mesmo assim é um presente...
O que não mata, alforria,
fortalece a alma, clareia a mente.

Foto de iago fernando de oliveira

Sem sucesso

Perdido na sombra da vida,
Tentando ver o sol brilhar.
Ma sem sucesso.
Escondido por de trás dos sorrisos,
Imploro tentando chorar.
Mas sem sucesso.

Com um doce toque
Sinto você aqui
Bem perto de mim.
Mas toco o ar.
Só imagino que ali está.
Rasga-me o coração,
Quebra minha alma
Minha vida sem você.

Foto de iago fernando de oliveira

Varinha de Condão

Pode-se até implorar,
Perco-me em uma ilusão,
De sonhos lúdicos em um clarão.
E lá e que eu gosto de estar.
Vivo uma vida de mentiras,
E nela acredito como um cego cão.
Me engano e caio em meio ao vão,
E mesmo sabendo que é ilusão.
Me iludo com você, para tu poder me amar
E assim levo a minha vida sem a retirar.
E mesmo que tudo se quebre,
Sigo em frente com calma.
Imaginando que minha varinha de condão
Vai tudo arrumar.
Mas toda aquela bagunça fica no chão,
Sem ninguém para a catar.

Foto de iago fernando de oliveira

Decadência

Na noite negra,
Mentiras sussurradas.
Brados trazidos pelo vento,
Soam arduamente em meus ouvidos.
Querendo, tentando, implorando,
Mas sem sucesso, calar as vozes de meu pensamento.
Confiança de poder se jogar,
Confiança de alguém te segurar,
A confiança quebrada com a queda.
Pedaços pequenos e afiados,
Pequenos e afiados de mais para serem colados
Qual o objetivo da vida?
É sempre nos por para baixo?
É sempre nos fazer ouvir um monte de tolices?
Cansado,
Cansado de tentar sobreviver.
Mas cansado de viver.
A porta secreta não é tão secreta,
A senha sem segredo,
A doce entrada no paraíso,
A decadência do inferno.
A senha e duas linhas horizontais.
Há um grande vale a frente, o das sombras.
A sinceridade esta longe, léguas.
E o amor existe?
Talvez sim. E o acaso?
Na noite negra a floresta escura.
Os contos de fadas. Porque não existem?
A fantasia cega, surda e muda,
Se perde na grande floresta negra.
Doce decadência.

Foto de lover.emmaster

Os Porque's dos Porquês

Porque todos nós um dia nascemos
porque todos nós um dia desejamos algo

Porque todos nós algum dia deixaremos tudo
porque todos nós algum dia irá irar.se

Porque algum de nós por estes dias deixaremos de amar
porque por nada, não se luta

Porque a razão do princípio é a vasta certeza do fim
porque a vida é ampla e muito mais que sonhos são realidades

Porque assim que o primeiro raio de sol raiar o dia irá levantar.se
porque os sóis jamais existiriam se a vida fosse plena

Porque por detrás de uma luz, há escuridão
porque sem ti nada poderei fazer

Porque o poeta será sempre a sombra de uma vida
porque assim coexistimos...

Foto de Saulo Lalli

Errar é humano, mas acertar é Ser Humano

Errar é humano, mas acertar é Ser Humano.

Os relacionamentos de longa data proporcionam uma repetição de experiências semelhantes, onde cada um mostra ao outro suas reações, decisões, atitudes, capacidades e incapacidades. Desta forma ambos, pouco a pouco desenvolvem outras reações como respostas a cada uma das manifestações do outro, também de forma repetida e com poucas variações, tornando-se bem conhecida e previsível.

Cria-se um mundo particular entre estas duas pessoas e bem conhecida no âmbito inconsciente e pouco no âmbito consciente. Por ser baixo o nível de conhecimento consciente pouco se faz para alterar este quadro. Todas as reações acostumadas que provocam sensações agradáveis ao outro não faz falta aprofundar, porém as que provocam no outro sensações desagradáveis merecem um estudo e compreensão mais profundos.

Como em experiências de ratinhos de laboratório, que podem ser treinados para terem respostas certas a estímulos repetitivos, nós humanos temos certa semelhança em relação a eles. Nada mais, nada menos o que ocorre nas relações de longa data é esse treinamento onde ambos se revezam no papel de cientista e rato. Pressupõe-se que o papel mais favorecido é a do cientista que tem a ciência a seu favor.

Numa relação dentro do estágio de desgaste, por repetitivas sensações desagradáveis, podemos deduzir facilmente que se houver uma vocação ou inspiração ou desejo do rato virar um cientista, pode ser um início de melhora na relação. Se apenas uma das partes virar cientista eliminar-se-á cinquenta por cento dos problemas.

Mas como um rato pode virar cientista?

Basta admitir inicialmente que é um rato que age instintivamente sem ciência e que deve agir com ciência. Em seguida deve procurar a ciência. Mas onde encontrar essa ciência? Uma forma mais direta sem ter que frequentar uma universidade é a busca em seu próprio interior. Descobrirá este rato um mundo novo. Perceberá que pode deixar de ser rato e ser humano no melhor sentido da palavra.

Contradizendo o ditado popular de que errar é humano descobre-se que acertar também é humano e ainda mais que escolher também é humano. Basta então escolher ser humano e não ser um rato que reage sempre de forma mecânica à sua própria história, às adversidades da vida, bem como às reações daquele que convive diariamente.

Depois de descobrir que não é um rato e sim um humano inicia-se outra etapa que consiste em silenciar a máquina mental que provoca todo processo de reações mecânicas. Escolha um momento onde possa ficar só, sem interferências do mundo externo e mergulhe no silêncio interior. Aquiete-se seu corpo, deixando-o paralisado e não abasteça a máquina mental afim de que fique em ponto morto, em baixa velocidade. Desta forma perceberá que existe alguém no comando desta máquina, alguém humano, que não é máquina, que não é rato. Este humano pode intuitivamente agir dentro de escolhas estimuladas por um silêncio presente onde não se impera a história, o registro do passado, ou expectativas do futuro, nem em função das reações do outro.

Esse alguém recém descoberto pode escolher as suas reações mediante estímulos internos e profundos, de alguém aparentemente desconhecido, mas por outro lado muito familiar. Este encontro com esse alguém ou consigo mesmo é muito agradável. Esse alguém, que é a própria pessoa, é a essencialidade humana onde existe a matéria original, nativa, responsável, inteligente, sábia, conhecedora da ciência universal. Como uma fonte inesgotável dentro de si mesmo produz os estímulos com ciência de como agir. Ela é a energia que decide na vida de seu mundo externo, ou seja, em relação ao mundo social e consigo mesmo. Esta força interior, este poder é que deve comandar a máquina mecânica mental. Uma vez alcançada a experimentação de si mesmo, percebendo a independência que existe e deva existir em relação a mente mecânica e repetitiva é que o rato se torna um cientista.

Uma vez diante da pessoa a quem tem relacionamento de longa data, de posse de quem comanda o rato, poderá se relacionar em outro nível não programado e ainda surpreender a outra parte. Aquela que estaria esperando uma reação conhecida assiste perplexa a uma nova reação. Esta diante de uma reação nova poderá reagir de forma diferente da usual. Desta maneira abre um portal para um mundo maior, livre e cheio de possibilidades.

Antes disso o mundo desta relação era pequeno, como uma prisão de ações e reações predefinidas e com pouquíssimas chances de novas possibilidades. Este novo cientista, que não irá revezar o papel como rato irá sabiamente conduzir a nova relação com parâmetros dentro de valores universais coerentes à sua condição original e primordial própria de um ser humano que acerta, pois quem acerta também é humano. O outro uma vez rato, recebendo um tratamento diferente, humano e sábio deixará de ser rato ou terá maior chance de não se-lo.

Quer resolver uma relação desgastada, de uma vez por todas? Deixe de ser um rato e torna-se um cientista ou um verdadeiro humano que acerta.
Prepara-se meditando e sossegando o corpo e a mente (ingressando ao seu mundo interior e assumindo as rédeas de si mesmo). Visualize o outro já como outro humano igual a você e não a um rato, como era. Comece a conversar, mostrando mais através de expressão corporal que na fala, que não é um rato. Mude o tom de voz costumeiro, olhe nos olhos, sorria, respire pausada e profundamente, oxigene mais seus pulmões proporcionando alento à sua essência primordial. Lembre-se de si mesmo a todo instante e repita se necessário for: Eu não sou um rato. Sabiamente ouça o que o outro tem para lhe dizer. Após uma introdução do que queira transmitir ao outro deixe-o manifestar. Algo dentro de você conhecerá as reações costumeiras antigas, mas você, não sendo rato, terá a certeza e abertura para receber novas impressões. E caso receba aquelas reações velhas não haverá problema algum, pois são reações conhecidas, não haverá surpresas. Você é que deve surpreendê-lo com as reações novas diante das velhas dele. Reações próprias de um humano e não de um rato evocarão ao outro, dentro de uma grande chance, reações de humano e não de rato.

Rato! Você não quer virar humano?

Melhorando: Humano! Você não é rato.

Aperfeiçoando: Errar é humano, mas acertar é Ser Humano.

Descondicionando para renovar.

Foto de Allan Sobral

Se...

Se o ser que sou,
Fosse alguém de fato,
Fatalmente cantaria,
Pois minha alma palavras não conhece,

Se a vida que vivo,
Fosse realmente vivida ,
Viveria devagar,
Pois minha pressa não teria mais sentido,
E minhas esperanças não precisariam mais esperar,

Minhas Saudades seriam orações,
Exaltada ao Amor,
Que sem me fazer penar, responderia
E o frio de qualquer ausência não mais existiria,
Pois só reinaria a presença de um vivo abraço e seu calor

O Silêncio seria entoado como hino,
O Perdão como vitória,
E as lagrimas, que são da alma a voz,
Só chorariam com sorrisos.

Mas já dizia o poeta,
"Não perde o sentido o lamento,
Nem o meu pranto de dor
Não existindo saudade não existe amor."

Allan Sobral

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