Vida

Foto de carlosmustang

DEU NO 'new york times'

Eu não leio new york times
Eu não sou dai
Minha vida é aqui
Vocês não tão nem ai
Nosso povo sofre pra valer!

Não quero nem ver new york times
E sua doce cultura
A vida em outro País, Obscura
Nem sinto a manipula!

É olhar 'deitado' pra ver!
Não pagar 1 bi? Cada viagem! Fora daqui
Quatrilhões se vão ao infinito...
E no meu país Terrestre, maltrapilho
E vocês pensam naquilo?!

Eu não sinto new york times
Não estou no futuro.

Foto de Rute Mesquita

Querido, Outono...

Querido Outono,
no teu jardim amarelado
de folhas cobrindo o chão
pinto mais um monótono,
desflorado,
de solidão…
Como ficam as árvores despidas…
como ficam as plantas frágeis, vulneráveis…
assim fico eu nas despedidas
que comigo nada têm sido poupáveis…
Como o vento de sopros fortes,
tudo leva, tudo arrasta,
pequenos e grandes portes,
tudo devasta.
Continua, a chover folhas…
que pintam o céu de amarelo.
E continuo eu a fazer escolhas,
de como criar o belo.
O vento está zangado,
a natureza está morta…
o que faz o meu ‘eu’ aqui desesperado,
imaginando uma porta?
Imagino, na verdade, quero muito encontrá-la
mas, sei que primeiro, uma viagem me aguarda.
A chave! Tenho que encontrá-la,
é ela a esperança que me resguarda.
Tenho a certeza de que em mim a tenho…
tal como todas as respostas,
que a vida me vai ensinando
nas suas entrepostas,
retenho,
‘assim te vou preparando,
não para viver,
mas para sobreviveres,
porque fácil é viver… esperar a hora da ida,
mas, difícil é sobreviver,
lutar para retardar uma última partida’.

E aqui fico,
deitada no chão,
sendo coberta desta pintura amarela,
e assim me dedico,
a que desta tela,
saia a escuridão.

Foto de powtpotter

Não adianta fugir..

Tentei fugir desse sentimento,
Que entrou sem querer em minha vida,
Todo caminho me levo a voce,
Nao tenho mais saída.

O que faço agora?
Nao sei mais o que fazer,
Se fujo não encontro saída,
Só o que encontro é voce.

Agora que to na chuva,
Só posso me molhar,
Me entreguei ao sentimento,
Agora só basta amar!

Alexander Nazario
21/07/2011

Pra ele...te amo sandro.

Foto de dayseduate

Poema Quando o Amor Adoece -- Guilherme Arantes Mania de Possuir

Poema Quando o Amor Adoece -- Guilherme Arantes Mania de Possuir
Sabe aquela frase .......

Quando o amor se acabou e o príncipe virou sapo e a princesa desencantou?

Não é bem assim !!!

O mais difícil no fim de um relacionamento é admitir que tudo acabou.

Ou saber que em algum momento ele gritou por socorro e nós não soubemos entender.

Com tudo que a vida nos reserva e com todas as surpresas, temos que vivê-la o mais intensamente possível com todos os riscos e perigos que ela nos impõe .

Uma perda é quase sempre um ganho, saimos dessa relação com experiência para uma nova vida, uma nova história, um novo amanhã.

Na minha cabeça , O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.

No começo foi assim .....

Sei que não existem príncipes nem princesas.

Eu sempre encarei a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.

Para mim nada foi em vão... Sei que o amor existe, que vale a pena se doar ao amor às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...e muito menos amar alguém somente por amar .

Quanto amo ....

Prometo buscar o amor dentro do meu coração,

Prometo cultivá-lo,

Prometo lhe dar consolo quando você precisar.

Prometo te amar, fazer dos problemas momento insignificantes.

Prometo te dar apoio, Compreensão.

Prometo acima de tudo A minha amizade.

Dere pente, o ódio, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Tentei todos os remédios que a vida pode ensinar ....

E quando me vi sofrendo por amor, percebi que estava com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para mim.

Casamento dá certo para quem não é dependente e comecei a ver a dependência dele .

Sempre fiz o respeito prevalecer,

Acho que ....se a confiança existir, a dúvida se extinguirá, as perguntas serão respondidas, e as palavras poderão ser ditas .

Mesmo pensando assim não consegui tirar a duvida da cabeça dele .

Depois disso pensei ...

Talvez não seja um amor eterno.

Nem um amor ideal.

Nem um amor verdadeiro.

Sabe aquele amor que vence as barreiras impostas pela vida e pelas ocasiões.

Com a sinceridade dos meus sentimentos. Tive minhas dúvidas e meus conflitos surgiu a incerteza percebi que ninguém merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo.Se estivermos em boa companhia é só mais agradável. Meu querido depois disso tudo , só me resta dizer !!!

Que te amei de verdade e será um amor que sempre levarei na alma por toda a eternidade. E que por mais que queiramos não podemos fugir do nosso destino nem do nosso amor e aprendemos também que o tempo ele cura tudo, todas as feridas e marcas ás vezes até apaga as cicatrizes e nos ensina também que quando tem que ser não adianta fugir , por que sempre chega até você da forma mais inesperada e apaixonante...

A vida é maravilhosa e surpriendente...

SolEterno

Foto de Diario de uma bruxa

Amor platônico

Violinos tocam
Quando vejo você chegar
Sinfonia de amor
Que espanta a dor
De não poder te tocar

Queria que me visse
Como vejo você
O amor de minha vida
A paixão que preciso esconder

Por mim passa todos os dias
Nem sequer me nota
É isso que me faz sofrer

Sei que existe outra em sua vida
Não sou eu, e nem vai ser
Vou te amar por toda minha vida
Um grande amor que terei que esconder.

Poema as Bruxas

Foto de Edigar Da Cruz

Depois De Você

Depois De Você
Vou ser sincero depois de você!
Somente deixo rastros por onde passo,..
Para marca sem mascaras as faces das fases da vida,..
E depois que você!apareceu na minha
Vejo mais sentindo a vida,..
Sinto soar de sinos! de lindas recordações,..
Esse soar! Que vem ao ouvido
E você uma estrela guia da vida,..
Iluminando o céu dos apaixonados,..
Graças adeus aceito todos os desafios da vida!,.
Aceito viver o amor que deus me enviou..
Aceito você uma estrela linda a iluminar
Depois de você! Somente vejo e oro e sinto
O seu coração bater pertinho meu naquele descompasso gostoso de encontro de amor
.Que vai além sobre alêem do Eu Te Amo
Falar de amor e Falar de você
E falar em, dois corações que estão em uma única junção
Que vai além do Eu Te amo
Autor: D.Cruz
Do meu Livro: Jardins Das Palavras

Foto de Edigar Da Cruz

O AMOR QUE O DESTINO ESCREVE

O AMOR QUE O DESTINO ESCREVE
Estar pensando em você
E estar entre o sonho e a realidade
E querer ser como uma estrela a brilhar,..
E um desafio de incógnitas sem explicação,..
E um verdadeiro amor ,transformadas de momentos
E diferente e dádiva da paixão..
É vida
É Minha verdade dona de louco insano Coração
E rosa do meu destino
É o meu bem querer do coração,..
E minha verdade suprema,..
É meu desabafo quando me sinto irritado,..
É meu sonho, de brilhos de verdades,..
É sentir sempre presente dentro milhares, de pessoas
É sentir somente sua presença dentro de mim.
Amo-te por Toda Eternidade,....
Tá perdoada tá....te amo vida
Autor:Ed.Cruz

Foto de Carmen Vervloet

Quatro Estações

Se me ponho a pensar no meu passado,
em que sonhei, vivi dias felizes,
quando o coração pulsava acordado,
sem compromissos, saudades e cicatrizes...

Quando minha vida era apenas primavera,
minha alegria, volteios de uma valsa...
Meus pensamentos grudavam-se feito hera
nos troncos livres de uma leve balsa.

Meus olhos, quais sóis gêmeos de verão,
brilhavam tanto... que chegavam ofuscar...
E mil carinhos saiam das minhas mãos
No sonho cândido de com a felicidade morar...

Mas veio o outono e derrubou as flores
e minhas pétalas caíram descoradas,
o frio inverno congelou as suas cores
e os meus sonhos se derreteram na calçada.

E pensativa fico a olhar o vago
com o olhar perdido no infinito do sem fim
buscando pedaços da balsa que naufragou no lago
e as lágrimas que choro, ninguém vê cair de mim...

Foto de andrelipx

Máquina...

Podes não sentir nada, podes não dizer nada, mas eu sei o porquê desse teu silêncio sofredor, é um silêncio que mexe com as minhas entranhas, que penetra até a veia mais profunda do meu corpo. Não sei porque não falas... Sei que estas ai sempre em baixo e eu tento fazer de tudo por tudo para estares comigo, mas tu desapareces e não dizes nada. És como uma máquina as vezes, ficas sem te mexer e sem dizer nada, silencias e foges. Procuras algo, mas nãos sei o que é, cada vez que te sinto, não sinto nada senão um barulhinho que faz em redor do teu coração. Muda, porque tens que mudar, em vez de humano estas maquina, e em vez de seres sentimental, estás a transformar-te numa pessoa vazia... Só tens cabos dentro de ti, mas sentes algo, não queres exprimir porquê... Gostava de te compreender, mas não consigo, és vazia como uma maquina, mas lá no fundo a maquina ainda entende o que é sentir, o que é falar, e ainda tenta se exprimir. Tu não, é oco, sem nada por dentro, cada fio que tu tens começa a corroer, mesmo sendo de cobre, cada ligação que tens começa a desligar-se e perdes o que tens de melhor...Mas existe outro problema o teu olhar, a tua forma de falar é diferente, gostava de comparar com algo mais bonito, mas só me recai sobre a minha memoria uma coisa, pareces uma maquina.
Cada vez que tento olhar para o teu interior, só vejo ferrugem porque o teu sangue já não é sangue, mas óleo com vinagre, porque o açúcar que tinhas dentro de ti, e que te tornava doce ficou ácido, que agora te torna numa pessoa arrogante. Pensava que te podia mudar, mas o teu cérebro, já não é de carne mas de fios, cada cavidade de pensamento, foi preenchida pela cavidade de ligar uma ficha, cada brincadeira se transformou numa ordem, já não brincas, já não sentes, já não falas, já nada, porque tu és uma máquina. Podia dizer o que ainda em ti é carne, mas não adianta porque és uma maquina, e sendo uma maquina nada te serve o coração. Peço que voltes ao que eras, deixa de lado essa vida de oco, não sei se és feliz, mas volta ao que eras, não sejas maquina...sê humano...

[Texto dedicado a P03tiza]

Foto de Rute Mesquita

Maldito relógio!

Maldito sejas relógio!
Não me dás tempo de descanso…
Só sabes traduzir a minha vida em números…
Lanças vidas iludidas ao remanso
dos teus inúmeros.

Porque te achas com esse direito?
És morfológico?
Porque me chamas para a tua dança?
Se de mim pensas ter proveito,
não, descansa,
sou um ser com mais que um ‘lógico’.

Fazes uma contagem decrescente
corres supérfluo
às 6h marcas o sol nascente
e nos teus ponteiros eu fluo…

Quero acordar,
sem tempos, sem datas,
porque me manténs prisioneira?

Vais perseguir-me a vida inteira,
com a tua cifra,
dízima infinita, periódica…
Na tua racionalidade matemática
marcas o tempo em que matas…
fazes do tempo, uma temática
na qual só te embaraças.

Se recuas e avanças horas,
consoante as estações,
deixa as minhas de fora,
dessas homologações.

Arre! Cronometro, arre!

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