Enviado por Carmen Lúcia em Sáb, 02/10/2010 - 18:19
E as bailarinas bailam,
dão vida à melodia
que invade o espaço
ritmando a euforia
dos corpos que se entregam
a uma louca magia...
alheios aos que os cercam
seguindo o que os inspiram...
A arte está nos pés
que rodopiam em pontas...
A arte está nas mãos
articulando os dedos
gesticulando emoções...
Está na silhueta
frágil, suave, perfeita.
Está por todo o corpo,
em cada expressão,
está dentro da alma...
Divina inspiração!
SÊ EXISTO...
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Sê existo... é porque sou capaz.
Sou capaz de fazer alguém feliz.
Sou capaz de fazer alguém sorrir.
Sou capaz de amar alguém.
Sê existo... é porque posso muito mais.
Posso refazer meu estado natural.
Posso ser, o perfume de jasmim.
Posso ser, a árvore frondosa,
que abriga os passarinhos.
Posso ser, as águas dos rios,
serpenteando as colinas.
Sê existo... posso ser a paz que ameniza.
Posso ser a rosa, dos vales perdidos.
A gota de orvalho, adormecida.
Posso ser o mar, dos seus olhos tristes.
Posso ser o silêncio, preso em sua boca.
Sê existo... posso continuar insistindo.
Posso fazer a alma, parar de doer.
Posso fazer a tarde de verão, ser infinita.
Posso fazer da vida, um sonho real.
Posso fazer te fato, você me amar!!
Por que eu não te dei o valor que você tinha!?, nem o céu nem as estrelas podem te trazer de volta, e tudo lá fora só memostra tudo que eu quero esquecer. Eu imaginava que não ia ter você mesmo, o porque eu nem sei só foi presentimento mesmo sabe…, eu não quis investi nesse amor por que eu não sabia se ia rolar mesmo sabe…, me arrependo e sempre vou me arrepender se não te ter um dia. Porque só eu sei o quanto te adorooo, é que as vezes eu não consigo me ver ao seu lado sabe…tendo algo mais sério, eu sempre fico nessa coisa de indessisão, não é com você e eu sei disso é comigo mesmo, sou tão indesissa que nem eu mesmo sei o que quero, até tempos atras eu sabia que era apenas você o que eu queria, no começo eu tava tão apaixonada e você nem percebeu, o pior de tudo é que eu era na sua e você na minha e ambos não perceberam isso, então o destino se carrego de nos afastar cada vez mais, por que ele fez isso!? Se eu te amava!, mais isso foi se tornando cada vez mais platônico, e ambos se desgastaram, e agora somos apenas pessoas normais que se falam porque tende se falar e só, eu odeio terque ser desse jeito , mais paciência agora, te desejo toda a felicidade do mundoo, já que sei que não vou saber mais de você, quando acabar esse ano, espero que eu esteja muito mais muito enganada, que eu te veja todos os dias da vida e que até me canse de te ver. Ta escrito, eu queria mudar esse destino, mais só, é impossivel !, é horriivel te amar em silêncio, se eu tivesse apenas certeza de alguma coisa eu já arriscari sem medo , mais sem ao menos uma pista , não sei bem, se é que nem você sabe, então vamos ver o que o futuro nos reserva. Mais eu odeio terque esperar. Uma vez eu li em algum lugar que acoisa mais perda de tempo do mundo era querer classificar um relacionamento, seja ele um namoro um rolo uma ficada uma paixão…, não importa, o que importa e o que sentimos, que esse papo de disser o que é na real é muita perda de tempo, e que não devemos deixar passar batidas as opoutunidades que a vida nos da nem deixamos ir pessoas que aparecem em nosso camiho, mais que por “medo” nós nos afastamos. Confesso que eu mesmo agora escrevendo isso me questiono se é isso que sinto , meus sentimentos por você mudão toda hora , pra mim isso seria uma falta de maturidade, mais sei que não é bem isso, é mais indesição , nunca me perduaria se te magoace, porque te ver sofrer não esta nos meus planos. Te vejo nos meus sonhos mais profundos e maravilhosos, sonho sempre com você e acordo feliz, com sorriso de ponta a ponta. E passo o dia todo feliz ainda mais por ter você sempre ao lado sempre ao meu lado mesmo. Se precissar eu sempre vou estár aqui…
Dos passageiros do meu trem
muito poucos desembarcaram,
Mas, naturalmente,
No instante designado
Por Deus.
Como meus pais.
Mesmo assim a saudade dói
E aperta meu peito,
E me faz pensar:
O que devo fazer?
Bem...
Eu faço uma contínua viagem
Mesmo que ela seja imaginária
Eu viajo por muitas plagas...
Mas as que eu gosto
São aquelas das lembranças
De minha infância.
Algumas se transformaram em miragens
Outras vejo nas imagens
Das belas paisagens...
Posso vê-las nessas viagens
Da janela do meu carro
Ou então na memória remota de meu inconsciente
Eis que neste sinto-me que estou perto de toda gente
Que amo e amarei.
Desse modo só desembarco
Na estação certa...
Como meus pais...
Sou feliz
Pois, embarcaram os meus filhos...
Os meus netos...
Os meus amigos
E amigas...
Sim, essas pessoas queridas
Que viajam comigo...
Ao mesmo tempo,
Na longa estrada da vida...
"Embora não estejam todas ao meu lado,
Exatamente,
Nada nos impede de com alguma dificuldade,
Atravessarmos para o vagão da frente
E olhá-los nos olhos e conscientes
Cumprimentá-los com o olhar,
Com sorrisos,
Trocarmos algumas palavras,
Mesmo que não viajemos no mesmo carro que eles,
Viajamos ao mesmo tempo
Ou no carro da frente"
Ou no de trás,
Não importa...
Fazemos todos...
A viagem da vida
Ao mesmo tempo...
Então o que faço:
Viajo no trem da saudade
O mesmo trem que guio desde menino...
É o meu trem...
Solta muita fumaça
Fumaça branca da saudade
Às vezes sai um pouco de fumaça negra
Mas ela se desvanece com a brancura
Da fumaça do meu trem
Que é pura...
Como meus pensamentos
Minha vida cumpre-se como roda gigante
gira... gira... gira... e parece não ir adiante.
Mas meus sonhos mudam a cada instante,
antes mesmo que um novo dia se levante.
Voam nos céus feito passarinho
deixando pra trás seu aconchegante ninho.
Talvez meus sonhos eu não consiga alcançar
porque aqui mesmo seja o meu lugar.
Devo colocar meus pés no sólido chão,
podar as asas do meu inquieto coração...
Quem sabe a altura dos meus sonhos
não seja o cotidiano que julgo enfadonho?
Sinto que aqui dentro sopra um cálido ar,
uma taça de vinho me espera no meu pródigo bar.
Então vou brindar o meu paradisíaco lugar
que é cheio de paz, carinho e muito amar.
Eu já alcancei o céu que é meu lar.
“Já me fiz silêncio, tendo tanto pra falar
e quantas vezes falei sem pensar
provocando tantos desencontros...
Andei de braços dados com a felicidade
E num descuido ou distração
Perdi o caminho, o rumo. Mudei a direção...
Talvez eu saiba o caminho de volta
E me espere por lá, a vida...
Mas, tenho os pés cansados
E feridas que podem sangrar.
Que me perdoe o passado
Mas já não posso voltar...” (Rose Felliciano)
.
*Mantenha a autoria do Poema*
.
http://www.rosefelliciano.com/visualizar.php?idt=2530723
Enviado por Carmen Lúcia em Qui, 30/09/2010 - 16:40
Antecipa-me o céu...
Bem de leve, sem escarcéu,
clareia-me a escuridão,
mar de atrocidades, turbilhão,
onde a hipocrisia se cria
gerando só falsidades
e a poesia se esconde
em meio à desarmonia...
Anseio a paz que há em ti,
reviver o que já cri.
Abre-me portas, janelas,
incita meu voo livre,
ampara-me em tuas asas,
junto de mim convive...
Preciso do ar que exalas,
ouvir de teu coração
a melodia que espalha
ressuscitando emoção...
Devolve-me a paixão esquecida
me faz forte... guarida,
põe-me diante do novo,
de novo, diante da vida...
estanca a minha ferida
sopra de mim essa dor,
livra-me de qualquer rancor,
devolve a fé que perdi.
Só tu podes...Creio em ti...
És o Amor!
Penso com fôlego, sem fôlego:
A mente mastiga a frase
Poder ao Povo,
E não consigo tornar exequível o sonho.
A mente vaga errante, errática
Por descampados, vácuos e reinos da impotência:
Lugares onde a miséria humana
Faz-se a eterna etérea presença!
Cavalga-me pelas pradarias da verve
A voz de Renato cantando
Vento no Litoral,
Enquanto a voz de Cazuza,
Buscando agônica
A ideologia perdida,
Adormece nas asas
Da sua precoce supernova afinal.
Ah, é quando o ladrar pressuroso
Dos cachorros expulsa
A minha consciência
Da labiríntica viagem --- até então ---
Á margem do taciturno sabor do pouso
Sobre o solo da gravitacional realidade.
Enfim sinto passear,
Pela rodovia da boca,
O antigo gosto da vida-normalidade;
Entretanto, para não deixar esta aventura
Ao bel-prazer de uma página em branco,
Procuro a flor da catarse,
Que germina e desabrocha
Como um poema prolixo, insano:
Facunda topografia do absurdo humano!
Enviado por Talita Lima em Qui, 30/09/2010 - 03:00
Não quero ficar sem você, mas também não me permito amar sozinha , não permito que a sua vida seja uma tristeza por conta de algo que só eu idealizo , não quero te ter por dó , queria que você me amasse como eu te amo.
Sonhei em ter os mesmo sonhos contigo, mas acredito que em algum lugar no meio do caminho isso se perdeu e eu não vou mais conseguir encontrar por que você também não quer mais recuperá-los.
O que eu sinto é forte, conseguiria amar por nós dois, e acho que foi isso que tentei fazer o tempo todo, mas não é suficiente pra te fazer feliz, não é isso que desejo pra você, por que sei que nunca funcionaria.
Nós temos uma boa história de amor, com alegrias, tristezas, ódio, decepção, arrependimentos e um provável perdão, mas eu já aprendi que verdadeiros romances sempre acabam em tragédia, a mocinha nunca consegue “ser feliz para sempre” ao lado do mocinho.
Eu só queria que seu amor transbordasse do seu coração, que se permitisse a entregar-se a quem te ama, porque eu acho que mereço ter você de volta, aquele que eu acreditava não existir mais, e que agora vejo que está tão vivo quanto antes.
T.L