Vida

Foto de Romulo Rodriguez

Nossa linda história de amor

Nossa linda história de Amor
Nossa linda história de amor é apenas tudo que a vida ensinou ou que o tempo mostrou..
Momentos de alegria vividos ao seu lado, mas a minha maior alegria foi ter te encontrado a minha maior razão de viver que e você .
Mas umas das maiores razões de encontrar-te foi a “ vida” que reservou o momento certo em que eu encontraria o meu grande amor.
Cada momento registrei em minha mente e no meu coração pois são os mais belos e maravilhosos momentos de minha vida
A cada beijo que você me dar , olhos nos olhos ,assim entrego minha vida a ti a cada carinho a cada beijo alucinado e apaixonado que você me dar você me demonstra o quanto me amas.
Você é umas das coisas mais lindas que me aconteceu , você é a realização de sonhos que tinha pra minha vida .
Com você eu me cinto realizado, cinto que quero você pra sempre ao meu lado!

Romulo Rodriguez!

Foto de Lou Poulit

TUDO PORQUE NÃO HOUVE UM SÓ DIA

O tempo passa e o meu caminho parece só meu.
O sonho de ser sempre feliz permanece meu.
Amanhece...

E se houvesse em mim uma só lembrança
de não tê-la amado, como o silêncio à chama,
como ama o vento ao veleiro e a monção ao cais,
nunca mais... Eu me deserdaria da tua dança,
dessa eterna trança tua de versos, com que vais
fazendo de tua sacada crida à luz um nicho,
e de mim um bicho sedento, sagaz,
perdulário de poesia e de estrelas distantes...

Tudo porque não houve um dia, um só dia
de não querê-la em um abraço toda, protegida...
E pois não há em vida
que me condene palavra válida,
nem que me acene com o irromper da crisálida
que trago no peito, nicho de Deus santo!
Sacrário insuspeito do corsário e do seu canto...
Tudo porque não houve um só dia...

(Itaipú,02/2010)

Foto de GEOVANEpe

vida

A VIDA É COMO UM DESERTO EM 50 GRAUS, OU SE APEGAMOS AO QUE TEMOS OU VEREMOS MIRAGENS

Foto de GEOVANEpe

deus

DEUS NOS DEU A VIDA; E O QUE DEMOS A DEUS?

Foto de luiz capilé

ONDE ESTA VOCÊ

Estou só
Vida dividida
Perdido na multidão
Alegria esquecida

Vida é partilhar
Dividir a vida
Apoio firme
Força garantida

Bloqueia a luz
Áspera solidão
Ardente tristeza
Brilha na escuridão

Onde esta você?
Meu vento
sopra as nuvens
Escuras de tormentos

Onde esta você?
Meu chão
Sem paradeiro
Sumindo na imensidão

Onde esta você
Meu porto seguro
Donde tiro forças
Pra construir o futuro

Onde esta você
Minha lua
Serei seu sol
Quente luz tua

Onde esta você
meu sol
Luz da vida
Canto do rouxinol

Onde esta você?
Anjo meu
Materializada em carne
Caída do céu

Onde esta você?
Minha luz
Ilumina o caminho
Que o amor conduz

Onde esta você?
Meu amor
Essência pra vida
Paixão é calor

Onde esta você?
Minha água limpa
Sacia minha sede
Na saliva da sua língua

Onde esta você?
Meu ar
Seu cheiro no meu
Vamos apaixonar

Onde esta você?
Meu calor
Incendeia meu corpo
Atenda meu clamor

Onde esta você?
Minha vida
Perdida na multidão
Alegria esquecida

Foto de Lou Poulit

UM INCENTIVO À REFLEXÃO DE TODOS OS PROSADORES TÍMIDOS

Continuando uma conversa, esquecida noutro lugar...

Dei-me conta de um outro conceito integrante do curso, que também tem tudo a ver com essa reflexão sobre os nossos personagens na vida. E avança sobre fazer arte, sobre percorrer um trajeto evolutivo, lucidamente. O que inclui escrever prosa (a arte da palavra fluída) de modo mais artisticamente pretensioso, e não exatamente presunçoso...

Depois de entrar no ateliê, com a coragem e a desenvoltura de quem entrasse no castelo de Drácula, e tentar compreender alguma coisa da parafernália que havia ali, que equivalia a uma avalanche de informações visuais e olfativas nem sempre esperada, pinturas e esculturas por toda a parte, rascunhos espalhados como que por alguma ventania, uma infinidade de miudezas, coisas difíceis de imaginar e fáceis de fazer perguntar "pra que serve isso?"... O aluno iniciante dizia, como se ainda procurasse reencaixar a própria língua: eu não sei desenhar nada, sou uma negação, um zero à esquerda, nem sei direito o que estou fazendo aqui...

Eu tentava ser simpático, e sorria sem caninos, para provar que não era o Drácula. Depois pedia ao rapaz espinhento (convenhamos que o fosse neste momento) que desenhasse aquilo que melhor soubesse desenhar, entregando-lhe uma prancha em formato A2 e um lápis. A velha senhora (agora convenhamos assim) procurava uma mesa como se houvesse esquecido a sua bússula, e a muito custo conseguia fazer a maior flor que já fizera, de uns 15 cm numa prancha daquele tamanhão, e muito distante do centro da prancha. Claro, eu não conseguia evitar de interromper, se deixasse ela passaria a tarde toda ali improdutivamente. Aquele desenho já era o bastante para que eu pudesse explicar o que pretendia.

O executivo que arrancara o paletó e a gravata para a primeira aula, depois do expediente, com a gana de quem subiria num ringue para enfrentar um Mike Tison no maior barato e cheio de sangue no álcool, olhava pra mim, a interrompê-lo, como quem implorasse deixá-lo continuar! Queria mostrar talvez que eu deveria investir nele, que estava disposto a tudo, e que ele estava ali para que eu fizesse com ele o que bem quisesse. E eu finalmente explicava: não é necessário, já vi que você pode fazer. Me diga, quantas vezes você estima que já tenha desenhado esse mesmo Homem-Aranha que acabou de rascunhar?... Ah, não contei, mestre... Claro que não, mas talvez possa fazer uma estimativa, em ordem de grandeza. Uma vez? Uma dezena? Uma centena? Mil vezes?...

O velhote, com jeitão de militar reformado, pôs a mão no queixo. Mas em vez de estar fazendo alguma conta para responder, na verdade tentava avaliar (com a astúcia que custa tantos cabelos brancos) que imagem a sua resposta produziria, na cabeça do jovem mestre. Afastou as pernas uma da outra e naquele momento eu pensei que ele pretendia bater continência para mim, mas não, aquilo era um código comportamental. Sempre fui antimilitarista, mas procurei entender o seu personagem íntimo. Afinal, ele resolveu arriscar: Mais para mil vezes... Alguém poderia acreditar nisso – perguntei a mim mesmo? Se o velhote houvesse desenhado Marilyn Monroe, vá lá que fosse. Ou a bandeira do Brasil, um obuz, uma bomba atômica, ao menos um pequeno porém honroso canivete suíço!... Mas não. Um militar que estimava ter desenhado quase mil vezes o Papa-Léguas – antigo personagem de quadrinhos e desenhos de televisão – ou tinha algum grave desvio (talvez culpa do canivete) ou estava construindo naquele momento um personagem específico para a sua insegurança, o que mais convinha deduzir. Antes que ele dissesse “Bip-bip” e tentasse correr pelo ateliê, eu tratei de prosseguir com a minha aula.

Mas qualquer que fosse o aluno, eu pedia então que sentasse nas almofadas que ficavam pelos cantos do espaço, e em seguida me sentava no chão, sem almofada. E perguntava: você já ouviu falar no Maurício de Souza, o “pai” da Mônica?... Sim, das revistas... Isso mesmo. Sabe que ele é capaz de desenhar a Mônica (mas talvez não outro dos vários personagens que assina) de olhos vendados?... O aluno tentava refletir, mas eu não esperava pela resposta. Garanto a você que ele faz isso. Sabe por que?... Acho que não, assim de surpres... Por um motivo muito simples e óbvio: ele já fez tantos desenhos semelhantes, que não precisa mais se preocupar em construir nenhuma imagem do desenhista que ele é. Muito menos com o desenho que vai fazer.

Eu não estou pretendendo estabelecer nenhuma comparação com a sua pessoa, mas somente adiantando para você uma espécie de chave para quase todas as perguntas inerentes a aprendizados. Você pode achar até que é um zero à esquerda, quer diga isso ou não. Não é. Mas a sua memória técnica é. E essa seria a principal razão de você achar que não sabe desenhar, ou não ser capaz de ver-se como artista. Todo mundo nasce com alguma sensibilidade, percepção para o belo, capacidade de fazer associações psíquicas, afetivas, emocionais e tal. Isso tudo é inato, intrínseco à natureza humana. Contudo para transpor o que está dentro de você (imaterial) para fora, de modo que outros, além de você próprio, possam compreender através de alguma sensorialidade, é preciso usar um meio físico, também chamado de veículo. Para fazer essa materialização você terá que lançar mão de uma técnica, e a técnica não é inata (salvo em raros casos).

Essa é razão mais elementar pela qual está me pagando. Mas eu não fabrico desenhistas. Apenas, com base na minha própria experiência e na minha memória técnica, vou traçar um atalho para você chegar ao que definiu como suas preferências, na nossa conversa inicial. Bastará que você faça apenas algumas coisas simples, mas que podem exigir alguma disciplina: que não faça os exercícios como faria um robô, que preste atenção com intuito de memorizar o que vou lhe dizer (como se fôsse um robô!) e que não jogue fora nem mesmo o pior dos seus resultados, pelo menos até que termine o curso. Os seus resultados de exercício, em ordem cronológica ou pelo menos lógica, por mais que pareça entulhar a sua vida, serão como os frames de um filme que só existe na sua memória, e que serve para estruturar a sua memória sensorial. Será a mais eficiente forma de avaliar o processo de aprendizado, e poderá estar sempre disponível para reavaliações.

Sua verdadeira obra, será construir um arcabouço de informações técnicas. Muito naturalmente e sem começar pelo fim ou pelo meio, você irá armazenando o conjunto da sua sensorialidade ao exercitar. Não irá memorizar tão somente o desenho em si, mas a interação entre os materiais, os sons, o cheiro, a impressão tátil de manusear e pressionar, enfim, tudo será memorizado, e a partir de certo ponto, além de saber, você estará compreendendo o que faz. Contudo, não tem que esperar o fim do curso para estabelecer uma relação mais madura consigo próprio, enquanto artista. Poderá começar a amadurecer (e reorientar) desde logo o seu foco preferencial, a sua linguagem e estilo próprios, seus conceitos e o seu próprio personagem de artista...

Isso mesmo, o artista, seja pintor, músico ou escritor, tem um personagem próprio. Para as pessoas que só podem conhecer a sua arte a partir do veículo e não a sua pessoa, será inevitável eleger atributos para agregar referencialmente ao seu nome, ou para humanizar o seu nome, e torná-lo mais compreensível. As pessoas “tocam” o produto artístico como se tocassem a pessoa do artista subconscientemente. Por isso, se você não quiser criar lucidamente o seu personagem e torná-lo compreensível para eles, os admiradores da sua arte o farão instintivamente e você só saberá depois, ou talvez passe pela vida sem saber como é visto, ou pior ainda, imaginando o que não corresponda nem de longe à realidade.

Não importa muito a linguagem artística que se escolhe. O processo evolutivo é muito semelhante. E todo aquele que reluta em mostrar seu trabalho e predispor-se a um julgamento que não se submete ao seu próprio, apenas retarda a sua própria evolução.

Foto de Lou Poulit

A JANELA

A janela é um arremedo, estreita demais para o universo que me assedia. As rendas da cortina balançam, como fossem marionetes da minha lascívia, refém de outro nível de consciência. Tenho medo... Morro de medo dessas intimidades com outros níveis de consciência. E como em qualquer mulher fêmea o medo excita, busco refrigério no corpo que ao meu lado afunda. O lençol desalinhado é de cor areia (e mais parece movediça), onde afundam de cansaço as marcas dos meus dentes, na carne cujos arrepios me cansaram, nos músculos que não me arrepiam agora mais que essa janela e a sua brisa. Os cheiros que eu buscava estão lá fora. O gosto que eu queria na garganta, os puxões nos meus cabelos, o rasgo comprido até a alma, o roçar dos pelos nas costas, os dedos cravados nos peitos... Ah!... Tudo está lá fora. E eu aqui, encolhida, refém de mim mesma.

Essa janela não merece viver... Antes fosse arrebatada de mim, molestada, possuída. Não por todas as estrelas mas sim por todos os escuros, não por gritos de piedade mas por todos os sussurros velhacos, que condenam o meu caminho enrugado, conduzida que fui, como novilha ao abatedouro do tempo. Onde todas as mulheres vêem a sua película de outra forma, e reviram gavetas e rasgam fotografias, como se o passado pudesse ser tocado como foram elas. Até que a sua ira se erguesse das areias, do fundo do poço. Até que fizesse tremerem o céu e a terra, e o seu corpo de fêmea, e as suas vísceras profanadas, empurradas aos trancos e safanões para a beira do penhasco. E só então, ao escorrer de uma gota de leite, e do gozo caudaloso que se precipita, se precipitasse no vazio do próprio espelho...

Há de abrir suas asas imensas ante o desconhecido. Há de sobrevoar todas as antigas estruturas, como em uma visão apocalíptica. E há de alinhar-se ao horizonte antes intangível, e de lá saltar para o sempre. Porque agora sabe que a mulher e o abismo são uma coisa só, e não tem ela porque temê-lo, nem ao seu predador. E que... Por que não comê-lo?! E que não precisa da ira para isso... Aliás, o medo e a ira são duas faces de uma mesma moeda. Chamam-na Juventude, ou Hebe, filha legítima de Zeus e Hera na mitologia grega. Com ela paga-se por toda a sabedoria acumulada no caminho da vida...

Uma mulher, uma legítima mulher de carne e espírito, não lamenta a perda da juventude. Mas não lamenta porque não a perdeu, em vez disso a transfigurou. E descerra em si própria a sua janela, e sem querer fugir para fora grita a todos os astros: Pois que venham! As minhas veias vos esperam...

Mas eles não virão facilmente. Talvez só depois que perderem o medo.

Foto de GEOVANEpe

NÃO SOU LOUCO

NÃO SOU LOUCO

Dizem que sou louco, mas não sou.
Se eu me bater com quem fala isso, eu vou ficar todo roxo.
Acham-me diferente de todos,
Eu acho todos iguais.
Eu me perco e me acho todos os dias, se você me encontrar me avise, por favor, pois estou me procurando desde quando levei minha primeira tapa de um ninja branco mascarado, me colocou de ponta cabeça, segurando pelos meus pés e tascou uma tapa em meus glutens. Filho da mãe dele!!!
Não sou louco, sou escritor.
Eu já avisei varia vezes para essa voz, mas ela não ouve.
Conto carneiros antes de dormir, eu preferia dinheiro, mas carneiro me dá sono.
Quando essa voz da uma trégua, “que não é nesse momento”, fico tentando pensar como seria se todos voassem? Porque é muito chato voar sozinho.
Não sou louco, sou escritor... Ou sou fazendeiro? Acho que falei em bodes agora pouco, ou foram ovelhas ninjas?
Bom, não importa!!!
Estou estabilizado na vida, pois até meu quarto é perfeito e luxuoso, com paredes acolchoadas.
Não sou louco, sou um escritor caçador de caprinos orientais psicomaniacos, ouço instruções na cabeça pois estou meio perdido de tanto voar só.
Bom!!! Isso tudo foi meu cachorro quem disse, e assim como ele...
Eu não sou louco.

Foto de onil

POESIA LIBERTA

(DEDICADO A MINHA ESPOSA EDITE)

QUE MAL É ESCREVER E A AVENTURA SONHAR
SE A POESIA DA VIDA É SIMPLES E BELA
PRECISO ESCREVER NÃO POSSO PARAR
LIBERTO O STRESS DESTA FORMA SINGELA

LÊS OS POEMAS E FICAS MAGOADA
POR LERES FRASES BONITAS MAS NA VIDA BANAIS
NO MEU CORAÇÃO CADA POEMA NÃO É NADA
PORQUE DE AMOR POR TI ESTÁ CHEIO DE MAIS

NÃO QUEIRAS MINHA MENTE PRENDER
DEIXA MEU PENSAMENTO SER LIVRE A IMAGINAR
PORQUE POR TUDO QUE POSSA ESCREVER
NO MEU CORAÇÃO SÓ A TI QUERO AMAR

SE QUERES MINHA ALMA AOS POUCOS SUFOCAR
É TIRAR-LHE O PRAZER DA POESIA ESCREVER
SE NÃO POSSO DEIXAR MINHA MENTE SONHAR
VEM-ME A TRISTEZA QUE NÃO CONSIGO CONTER

LENDO E ESCREVENDO SINTO O BEM-ESTAR
DA MINHA MENTE ALMA E CORAÇÃO
POR FAVOR NÃO ME QUEIRAS DISSO AFASTAR
POIS É NA MINHA VIDA UMA OUTRA PAIXÃO

CIENTE POR ISSO BEM PODES FICAR
TU ÉS A PAIXÃO QUE EU SEMPRE QUIS
E SE POR TI VIVI ANOS A SONHAR
DEDIQUEI-TE POESIA E TORNOU-ME FELIZ

NÃO SABES NEM IMAGINAS SEQUER
O PRAZER QUE A POESIA NA VIDA ME FAZ
A ALEGRIA QUE ME ENCHE O VIVER
E NO MEU CORAÇÃO O AMOR SONHA EM PAZ

POR TUDO O QUE EU POSSA ESCREVER
APENAS SAI DA MINHA IMAGINAÇÃO
PORQUE SÓ TU ÉS AQUELA MULHER
QUE SEMPRE OCUPA O MEU CORAÇÃO

TODO O ESPAÇO NO MEU PEITO EXISTENTE
SÓ O AMOR QUE TE DOU O OCUPA
DA MINHA POESIA EU SOU DEPENDENTE
PERDOA SE SONHO POIS É MINHA CULPA

MAS DESCANSA QUE O SONHO NÃO DURA
MAIS QUE O TEMPO DE ACABAR O POEMA
PORQUE NA MENTE SE PENSO A AVENTURA
O MEU CORAÇÃO SÓ TE QUER E TE AMA

DEIXA-ME A POESIA LIVRE ESCREVER
POIS NASCEU EM MIM ESTE CONDÃO
E O SONHO ME OCUPA COMO INSPIRAÇÃO
NÃO TENHO NA VIDA OUTRO AMOR PARA VIVER

TU ÉS AQUELA A QUEM ESCREVO POESIA
PERTENCES Á MINHA VIDA NÃO ÉS A SONHAR
ÉS A MULHER QUE DESEJO TER COM ALEGRIA
E O SONHO QUE TENHO É SEMPRE TE AMAR.

29.3.2001
ONIL

Foto de onil

O PRAZER DE SER POETA

O SONHO COMANDA A VIDA
SEMPRE OUVI ISSO DIZER
MAS TAMBÉM HÁ QUEM DIGA
QUE O SONHO NÃO É VIVER

EU CONTO A VIDA QUE PASSA
E OS SONHOS QUE TENHO NELA
CADA SONHO COM SUA GRAÇA
TORNA MINHA ALVORADA MAIS BELA

CONHEÇO ALGUNS POETAS
GENTE DE POUCOS RECURSOS
QUE NUNCA TIRARAM CURSOS
MAS TEM AS IDEIAS DESPERTAS
PORQUE RIMAM BEM AS LETRAS
QUE A POESIA CONTÉM
QUE NOS FAZ SENTIR BEM
POR MAIS VERSOS RIMAR
POIS A POESIA TEM VALOR
MESMO SEM SE SER DOUTOR
PODE-SE SER POETA E SONHAR

MESMO SEM SE ALCANÇAR
O ESTRELATO OU A FAMA
A POESIA É A CHAMA
QUE SEMPRE NOS FAZ SONHAR
PORQUE CONTAMOS A VIDA A RIMAR
AS COISAS QUE NELA PASSAMOS
NA POESIA GRAVAMOS
PORQUE O NOSSO SONHO É ESCREVER
EU NÃO PRECISO SER DOUTOR
ESCREVO Á VIDA E AO AMOR
ESTE É O MEU GRANDE PRAZER.

12.3.01
ONIL

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