Vida

Foto de Diario de uma bruxa

A força do amor

Sou o verdadeiro mar em fúria
A onda gigante de um tsunami
O ataque enfurecido de um tubarão
Sou a força inconstante da tempestade
Desaguando no seu coração

Sou a maré cheia, em noites de lua cheia
A Deusa das águas que caminha sobre ela
Sou o cavalo marinho
Que mergulha na imensidão do seu coração
Procurando o caminho pra ter de volta
Um amor que não acabou

Sou o vento forte do furacão
Girando sempre em sua direção
Tirando de você a dor da separação
Trazendo de volta um amor sem explicação

Sou o sol de todos os dias
A lua de todas as noites
Sou as nuvens, o vento fria
A magia contagiante
A brisa que te refresca
O calor escaldante

Sou o amor incondicional
A veste perfeita do funeral
Sou a vida reluzente
A fada dos dentes

Sou tudo que possa imaginar
A dor, o amor, a vida, a morte
Sou à sombra de seu coração
Um amor sem comparação.

POEMA AS BRUXAS

Foto de DENISE SEVERGNINI

AMOR A DOIS

Sou eu que viajo na luz do teu olhar
Ali encontro a paz que tanto procuro
Sou eu que me banho nas tuas lágrimas
Quando a vida te oferto um dia escuro
Sou eu que me faço vida nos teus braços
Quando a vontade incontida do amor chega
Sou eu que entre tantas tiveste,te faço
Feliz...e na tua felicidade, eu me realizo

Foto de Carlos Henrique Costa

Soneto da morena

Morena, morena, teu olhar me seduz!
E me faz viajar em sonhos azuis,
Tua pele é uma arma que destrói,
A dor de um desamor que me dói.

Morena, morena, sem tu não há luz,
A clarear os caminhos que me conduz!
O amor, à vida me ensina e constrói...
A sempre te amar como um super herói.

Sem ti tudo parece o mesmo gosto,
A caminhar na trilha de um desgosto,
E me sufocar no fundo da perdição.

Mas ao ver teu riso em formoso rosto!
A inquietação cessa no meu coração,
E bate um gosto da saudade na razão.

Foto de Carlos Henrique Costa

Soneto para Vinícius de Moraes

Ah! Se você fosse tal qual ao Vinícius,
Faria da vida um colar de amores!
Mulheres de todos as formas e cores,
Rimando os pudores dos seus artifícios.

Pioneiro da bossa nova, poeta de ofícios,
Entre a música e a poesia, mestra, valores!
Junto com outros grandes antecessores,
Fez da boemia, o seu dia, envolto a vícios.

Mas seu talento jamais será esquecido,
Desde quando falecera sobre essa terra!
Deixou sua marca para nós que tem lido:

Amor verdadeiro e derradeiro que aterra:
A breu melancolia ou o valor perdido.
Tal era esse poeta, que a morte encerra.

Foto de Carlos Henrique Costa

Nordestino

É difícil o entender da vida que prossigo,
Por mim nenhum valor rege meu sacrifício,
A poeira da estrada que no caminho sigo,
Mela os pés descalços deste meu oficio.

O único destino peregrino de algum abrigo,
Talvez então apareça no final ou no início,
Do agreste ao sertão do nordestino amigo,
Distinto lugarejo do monte desse exercício.

No horizonte vagueio inda que adiante,
Avante dos princípios que a herança deixou,
Verdade, valor! Vão trazer-me o bastante.

Sempre a espera do novo dia que passou,
Vou a busca de um mundo distante,
Onde o melhor amor restante é o que ficou.

Foto de Carmen Lúcia

Se eu pudesse recomeçar...

Se eu pudesse recomeçar,
externaria o que guardei em mim.
Momentos que marcaram meu viver;
complementos de meu ser.
Recomeçaria minuto por minuto.
Com toda intensidade, cada segundo.
E a cada instante reviveria o torpor
inebriante...desses que unem os amantes
como se dois fossem um...

Recomeçaria do jeito que foi
do começo até o ...fim.
Fim?Nós não queríamos assim.
Expandiria, ainda mais,
a dimensão de nosso amor
e todo espaço seria insuficiente
para conter a eloquência inconsequente
de um sentimento que não se submete
aos limites impostos pela vida...

Se eu pudesse recomeçar,
não haveria ausência...
Dessas em que o sofrer cala demais
e cada um passa a viver num patamar...
outra dimensão, sem se verem jamais.
Haveria nossa eterna presença
a nos completar, nos confortar
nos invernos da vida
em que só o amor sopra as feridas.

Se eu pudesse recomeçar
dispensaria essa saudade
que ocupa teu lugar...
Essas lembranças tantas
que me fazem chorar,
a despedida vazia que não dá pra suportar.
Inventaria um jeito de te fazer voltar...
ou contigo me levar...

Carmen Lúcia

Foto de José Manuel Brazão

Recordando: Amor...só amor! e Amar você

Amor... só amor!

Sem ti,
dilacera meu coração,
sinto-me só,
sem forças para reagir
e procuro-te!

Ansioso
nessa espera,
porque sem ti,
fico sem jeito!

Aflita,
sabes
que estou assim;
chegas,
abraçamos,
com ternura,
encanto
que este amor
vive:
amor… só amor!

José Manuel Brazão

Amar você

Sinto-me como se estivesse a sonhar
Quando me vejo na luz do teu olhar
Ao teu lado desejo sempre estar
O teu sorriso me fascina
tornando-me assim refém dos lábios teus.

E quando a noite fria chega
O teu amor aquece o meu coração
Desvendando no breu de uma noite triste e escura
Uma linda e iluminada constelação

Tu és a luz que faltava em minha vida
Minha paz
Minha dádiva
Eterna alegria

Amar-te é assim
Estar sempre juntos
De mãos dadas
Parceiros no mundo
Se querer todo segundo.

Amar você é assim
A melhor coisa do mundo.

Nanda Salles

Os últimos poemas em conjunto de Nanda Salles e José Manuel Brazão

Foto de José Manuel Brazão

Esqueci! (Que Deus me acompanhe )


Tua imagem
andava comigo
dia e noite
e nada nos parava
ou calava!

Um dia
surgiram dúvidas
se era paixão
ou amor?

No amor
Não podem existir dúvidas!

Paixão na vida
senti algumas!

Amor
por mulher
apenas
as que mereci,
dando
tudo de mim,
o corpo e a alma!

Dei mais do que recebi,
mas não importa;
enquanto viver
serei assim!

Com a mulher
que marcou o meu tempo,
com intensidade vivi
e no seu “acordar”,
reagi:
disse adeus
e esqueci!

José Manuel Brazão

Foto de Carlos Henrique Costa

Abstração do ser

Homem caído na sombra de um exílio!
Dimensão abstrata do ser que se levanta,
Ao cair no abismo, na dor que suplanta!
Corte profundo em coma de delírio.

Abstração inerte atingida no idílio!
Assombro do medo, que a sim replanta:
Na raiz da semente da espinhosa planta,
Calvário insistente, persistente martírio.

Eco ouvido na luz de todo pensamento!
O grito e desespero de um não exagero,
Na vida da errante criatura, em sentimento.

Qual amor extinguirá o seu exaspero?
Ainda caído no tempo e esquecimento!
Quem será? Qual vai ser o primeiro?

Foto de Carlos Henrique Costa

Favorecida

Vislumbro este dia, até de novo vê-la!
Sobre a passarela da alegria e da vida;
Querida é ela nas manhãs assim obtida,
E nas noites belas, de lua cheia e estrelas.

Como foi bom naquele dia conhece-la,
Meu coração ficou aprazível na batida,
Na pulsação que a paixão é favorecida,
Sentimento em conseqüência de tê-la.

Emoção talvez dos neurônios da mente!
Pensamento tão presente que me inquieta,
Razão do desconhecimento que se sente;

Amor ou desamor, alcançar alguma meta!
Para ter-te e sentir-me, ou seja, eternamente...
Ou que seja bom, até quando ao fim se veta.

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