* * * * Sorriso escondido, Olhar tristonho, Medos disfarçados, Pelos dias que passam. Tu estás aqui, Mas entre nós, um silêncio abismal, Um frio de morte, que nos separa da vida. Um sentimento de isolamento, Que me leva a esquecer-te. Sinto uma dor no peito, Daquelas dores que nunca terminam Que nos deixam num estado de putrefacção, Como se nossa vida fosse definhando aos poucos. Como se o mundo parasse de girar, E apenas surgissem sombras, Que nos trespassam o corpo. Como se fossem setas, Que nos atingem, Bem no fundo da alma. Tu estás aqui, Mas este sentimento de solidão, Leva-me a pensar que não estás, Que a tua vida, aprendeu a viver sem a minha Que este medo real que me persegue, Não é produto da minha imaginação. E afinal de contas.... Tu não estás aqui!
Um brinde ao seu sorriso, um brinde ao seu corpo, um brinde ao seu olhar, um brinde à sua boca, um brinde à sua voz! Um, dois, mil, eternos brindes a você!
Passaria a vida a brindar esse sorriso que me ilumina, esse corpo que me completa, esse olhar que me queima, essa boca que me devora, esse desejo que me consome, de estar e ser por você!
Nesse momento, não vejo seu sorriso, não sinto seu corpo, não percebo seu olhar, não me delicio em sua boca, mas fecho os olhos e viajo em você...
(por Manu Hawk - 17/06/2004)
° ° ° Respeitem os Direitos Autorais. Incentivemos a divulgação com autoria. É um direito do criador que se dedicou a compor, e um dever do leitor que apreciou a obra. [MH] °
Sentada num banco da praça Vejo a natureza sem mordaça Na mudança de estação, Flores e flores em profusão!
Rainha da primavera, A rosa perfuma a atmosfera Incita o romance, Abrindo-se em várias nuances!
Aos seus pés a violeta, Recebe o beijo da borboleta Singela e pura evidência Da sua doce inocência!
O cravo todo vaidoso, No seu grená presunçoso Presença certa em casamento Testemunha aos noivos, o juramento!
Ágil e delicado beija-flor, Suga o néctar de cada flor, Faz malabarismos no ar, Na volúpia de beijar!
As abelhas fazem festa Zumbem fazendo seresta Polinizam as flores Enquanto sorvem mil sabores!
O imaculado jasmim Branca flor neste jardim Símbolo da virgem em pureza Hímen preservado por delicadeza!
Encanta meus olhos um canteiro De flores silvestres multicoloridas Tela viva do jardineiro... Beleza e arte desmedida!
Ao meu lado, linda jovenzinha Desfolhando o bem-me-quer Quem sabe ela adivinha O amor que tanto quer!
E eu em admiração profunda No centro dessa rotunda Onde desembocam tantas avenidas, Caminhos floridos da minha vida!
Roubarei das flores o perfume Assimilarei seu doce sabor Serei cume, lume, vaga-lume, Só não ocultarei a beleza da flor!
Carmen Vervloet Todos os direitos reservados à autora
Vida Vida, são os dias que correm em direção à morte!
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ENCONTRO FATAL Deley Baseado no poetrix VIDA de Teresa Cordioli - . - . - . - . - . - . - Vida, são os dias que correm em direção à morte! - . - . - . - . - . - . - Morte
Naquele inevitável encontro, A vida com toda humildade, Pediu uma oportunidade à morte; A morte? Obvio, ignorou, Não disse absolutamente nada, Com uma impassibilidade desmedida, Simplesmente abraçou a vida, A vida? Coitada!!! O que fez foi entregar-se calada, A esse enlace consorte; Como o sangue entrega-se ao corte, Como a agulha entrega-se ao ponto, Como o frágil entrega-se ao forte.
....terminaria ali esse encontro?
VIDA (réplica) Teresa Cordioli
No abraço mais forte, A vida tão frágil Entrega-se à morte...e Sorri! Mostrando aos vivos Que a vida é passageira Que a morte é a ponte certeira Entre o físico e o metafísico (universo) A vida quase sem forças Pergunta à morte - qual o seu nome? Ela responde e nada esconde: - Separação é o meu nome... A vida ainda indignada... Pergunta à morte o que ela veio fazer... A morte responde: - Vim te trazer uma coisa nova... Chamada recomeço... Paradoxo? __ Não? A vida sem medo, Continua a caminhada a cantar... A morte indignada De não vê-la chorar, pergunta por quê? A vida sorrindo reponde baixinho: - Estou acompanhada...agora vou viver! Tudo o que fiz, foi só sofrer! A morte insiste: - Quem está com você? A vida lhe diz: - A Esperança... Essa você não a vê... Só a vida é que a tem como companheira... Aqui ou no além... Sei que, só a vida tem... Esperança de nova vida viver...
esse econtro termina aqui?
visitem: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=14853 esse menino escreve muito.
As luzes da cidade lá embaixo contrastavam com a noite sem estrelas. Pousei suavemente na sacada, em frente à janela do apartamento dela, que veio me receber vestida apenas com uma camisola branca transparente, sem mais nada por baixo do lingerie. Ela abriu a janela de grandes vidraças, com seus longos braços, e me disse sorrindo: - Entra, amor. Aceitei o generoso convite, e nos abraçamos. Beijei seu pescoço macio. Ela me empurrou suavemente, sorrindo, e fechou a janela. Veio até mim, pegou-me pela mão e me sentou em uma poltrona. Sentou-se ao meu colo. Acariciei seus quadris. - Obrigado pelo convite. eu disse, enquanto ela passava seus cabelos por meu rosto. – Não é sempre que isto me acontece. Ela beijou meus lábios, mordiscando-os. Segurou minha cabeça entre suas mãos. Disse-me, baixinho: - Eu quis você desde que te vi ontem à noite, na biblioteca. Sorri, feliz. Peguei-a no colo e a levei para o quarto. Ela não resistiu quando a coloquei em sua cama. Seu rosto tinha um ar tímido. Despiu-se da camisola, enquanto eu também ficava nu. Depositei a capa sobre uma cadeira e o resto das roupas deixei no chão. Deitei-me ao seu lado e a abracei. Ela me retribuiu o abraço e nos beijamos. Minhas mãos percorreram todo seu corpo, e ela me acariciava o dorso, a barriga e o pênis. Chupei fortemente seus lábios, beijei seu pescoço. Estendi-me sobre seu corpo, beijei e chupei seus mamilos, sua barriga e lambi sua vagina. Puxei seu grelo com a língua, ele se adaptou aos meus lábios e foi chupado com sofreguidão. Ela gemia baixinho, segurando-me pelos cabelos. Um jorro molhou meus lábios. Beijei e mordisquei suas pernas, seus pés. Subi por todo seu corpo, lambendo-o em todas suas partes. Segurei-a pelo queixo. Introduzi lentamente o pênis em sua vagina, que o recebeu lubrificada. Entre suas pernas, cavalguei-a devagar até que o pênis entrasse totalmente. Aumentei o ritmo, empurrando meu pênis até o fundo de sua vagina. Ela me abraçava fortemente, acariciava minhas nádegas e minhas coxas com seus pés. Retirei o pênis, virei-a de bruços e tornei a penetrar sua vagina, enquanto com meus quadris massageava seus glúteos. Meus braços e mãos percorriam o dorso daquela mulher, eu pegava seus seios e os apertava por baixo de seu corpo esguio. Levantei-a com uma certa violência, mantendo meu pênis dentro de sua vagina, e sentei-a sobre mim. Puxei-a para mim, com toda a força que pude, penetrando-a completamente. Seu corpo transpirava. Esfreguei suas axilas com minhas mãos, tornei a apertar seus seios, enquanto a puxava freneticamente contra mim, tocando o fundo de sua vagina. Ela se curvou para a cama e me disse: - Não goza tudo, não! Deixa eu beber um pouco! Livrou-se de minha penetração, virou sua cabeça para o meu lado, seus cabelos tocaram minha barriga, e colocou meu pênis em sua boca. Deitei-me de costas na cama, enquanto ela subia e descia sua cabeça com meu pênis dentro da boca. Chupou-o em todas suas partes. Lambeu meus testículos pela frente e por trás. Voltou a colocar o pênis inteiro na boca. Meu pênis encontrava o céu de sua boca e sua garganta, sua saliva o molhava. Eu acariciava seus cabelos, agarrava-os com força, massageava sua cabeça. Assim, gozei dentro de sua boca. Parte do esperma jorrou para fora, e ela o lambeu com volúpia. Ela se deitou de lado, eu me deitei abraçando-a por trás. Puxei seu corpo contra o meu. Meu pênis logo voltou a ficar ereto, e eu o esfreguei em seu rego, tentando atingir seu ânus. Os glúteos daquela mulher foram cedendo, a ponta de meu pênis encontrou seu ânus, tentando forçá-lo. Mas ela me empurrou pelos quadris, dizendo: - Não! Isso dói! Repliquei: - Você acha que eu vou te machucar? Jamais faria uma coisa dessas. Ela se levantou rapidamente e foi até o banheiro. Voltou com uma bisnaga contendo um creme. Deitou-se de bruços, após me dar o creme. Não era um creme adequado para penetração anal, mas iria funcionar sob o aspecto psicológico. A mulher queria evitar a dor. Passei um pouco do creme nos dedos, deixei a embalagem sobre o criado-mudo ao lado da cama. Introduzi os dedos indicador e anelar lambuzados de creme em seu ânus, lubrificando-os bastantes. Ela empinou a bunda e eu me deitei sobre ela, segurando-a pela cintura. Seu ânus se contraía e abria. Iniciei uma lenta penetração, e seu ânus engoliu todo meu pênis. Ela soltou um “ai” lamentoso. Novamente a puxei, sempre agarrando sua cintura, colocando-a de quatro, sem retirar o pênis. Meu pênis ia e vinha em movimentos rápidos, o ânus perfeitamente adaptado ao seu diâmetro, enquanto ela gritava “fode, fode”. Meu pênis percorreu toda a parede de seu ânus, que estava mais molhada que úmida. Quando percebi que iria gozar novamente, deitei-me sobre ela, que se estendeu sobre a cama. Agarrei-a com força e joguei meu gozo dentro de seu ânus. O esperma ficou todo em seu reto. Ainda mantive meu pênis lá dentro por algum tempo, e por fim o retirei. Fiquei deitado sobre ela, descansando e alisando seus cabelos, passando a mão por seu corpo. Depois deitei na cama. Ela se virou para mim e pousou sua cabeça sobre meu peito. Brinquei suavemente com seus cabelos, alisei seus quadris e suas costas, dizendo-lhe palavras doces ao ouvido. Aos poucos ela foi adormecendo, e por fim, dormiu suavemente, com sua respiração leve balançando os pelos de meu peito. Beijei sua cabeça e a deitei na cama. Levantei-me e fui até o banheiro, onde tomei um banho. Voltei para o quarto, ela ainda dormia. Observei-a por um momento. Ronronava tranqüila em seu sono. Suas pernas levemente abertas me mostravam seu grelo inchado e úmido. Vesti as roupas, joguei a capa sobre meu corpo. Fui até a cama onde ela dormia virada de lado, e lhe dei um beijo nas pernas, outro nas nádegas, nas costas e no rosto. Beijei delicadamente seus lábios. Saí do quarto, abri a vidraça da mesma janela por onde havia entrado. Passei para a sacada e fechei a janela por fora. Subi no gradil da sacada. Não havia movimento de transeuntes naquele horário noturno. Desci lentamente, com os braços abertos, a capa esvoaçando, e pousei na rua. Caminhei um pouco e fiz o que nunca tinha feito em todos estes séculos. Virei-me para trás, olhando em direção ao apartamento onde eu havia sido amado. Ela acordara e me olhava pela grande janela, com os braços em cruz sobre a vidraça. Vestia a mesma camisola transparente. Levei a mão aos lábios que ela beijara e que se molhara de sua saliva e seu mel. Não tive coragem de jogar o beijo, mas ela entendeu. Sim, ela entendeu quando virei as costas e olhei a noite à minha frente. Eu não poderia voltar. Nem ficar. Sou um ser da noite. Devo ficar com a noite, e não com esta mulher que vai viver sua vida. Ela vai ter amores e rompimentos, talvez filhos, marido. Talvez se separe, volte a casar. Quem conhece os rumos do trágico destino humano? Mas estarei sempre a proteger esta mulher que me amou. Não vou deixar que se machuque. Velarei por ela durante seu sono, quando estiver em perigo, quando a noite chegar. No momento em que ela morrer, deixarei uma flor em seu túmulo. Será mais uma perda nesta eternidade à qual arrasto minha maldição. Suspirei profundamente, sorvi o ar noturno. Segui meu caminho, deixando para trás o apartamento e a mulher que me amou. “Adeus, minha querida!, pensei”. “Mas eu vou te ver sempre”. E, caminhando lentamente, entrei no corpo escuro e sagrado da noite à qual pertenço.
Te espero no paraíso Na verdade dos nossos desejos Te espero com sorriso aberto atrás da porta, espiando seu chegar. Me dei a ti, feito flor ao se abrir Aquela flor mais bela, viçosa O meu amor perfumado de rosa Tocou minha boca E ela, abusada e atrevida Já deu sinais de vida Tudo é perfeito...teu corpo no meu leito O amor atrevido do teu olhar, teu calor, tua presença, teu sabor... Leve-me na tua língua viajar E tuas marcas deixadas na pele Me conduza ao eterno delirar Eu sigo teu cheiro... A vontade alucinada alimenta os devaneios Sem limites, me perdi no êxtase dos teus lábios. Nos beijos adocicados...voei No teu amor, me encontrei!
Ah! Como é bom sonhar que recebo teu afago E também recebo teus influxos e teu ardor E como é bom sentir o teu lume em meu âmago, E senti-lo transformar-se em energia e calor...
Libido que me da energia que ora propago Como fosse o elo da vida ou o fio condutor Do prazer que já gerei como fosse um mago E recebi da mesma forma com teu amor.
Assim eu te agradeço sem disfarce e pudor E transcrevo nestes versos em que divago Que tu és minha fonte de alegria e de humor
Poder da Poesia dum personagem que eu trago Em meu peito ou n’alma e de onde a extraio e sem temor Transcrevo-a ao espaço ou ao céu como fosse Zhivago.
amor que hoje aqui aparece amor que vem como a calada da dor amor que hoje aqui despadesse amor o grande amor amor que me faz recitar amor que me faz falar amor grande amor que me faz dizer amor que me faz amar vc amor que me faz caminhar amor que me faz ser sinsero poder amar amor o grande amor amor te amo e seja la como for amor para sempre vou te amar amor hoje feliz estou aqui para te amar amor, amor, amor feliz hoje porque sei que vc está na minha vida eu estou. Anderson Poeta
MAGNETISMO
Quem vem lá? Quem vem cá? A vida é pra rir. Não pra chorar. Caminhávamos em estradas paralelas. E nos entreolhamos. Nos enxergamos. Atravessamos. O abismo. Entre nós grande magnetismo.
Numa cabana feita de olmo Onde os apaixonados de amam, Onde os sentimentos fluem Ao sabor dos dias que passam, Esperei por ti... Minha vida criou raízes, Minha alma findou com o tempo, Meu coração esqueceu-se de amar. Neste paraíso desconhecido Onde deixei tudo de mim, O sol já não se põe E a memoria do que foi É uma permanente saudade. Nesta espécie de vida, Onde os sentimentos andam A uma velocidade alucinante Esperei por um sinal teu, Por algo que pudesse devolver-me a esperança, Criei calos, com o tempo, Mas esperei... Sentei-me na areia molhada pelo mar, E vi os dias passarem... Vi as noites morrem, Vi pessoas passeando, Deixando suas marcas na areia, Vi pássaros voando, Em busca do seu destino.... Vi crianças sorrindo, Como se o mundo fosse delas E esperei.... Olhei o mar, distante, Com o seu brilho esplendoroso, Com a sua mágica cor. Vi enamorados clamar à lua, E no entanto continuei esperando... No fim... Já sem forças, já sem alma, Levantei-me, Olhei em meu redor.... Vi as gaivotas lá no céu azul Entoando seus cânticos... E continuei esperando.... Como sempre vou esperar.... Até meus olhos se fecharem Para sempre!
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