5º concurso

Foto de carlosmustang

"""DESVARIO FINAL"""

Onde estarás você
Nesta magnitude florestal de cimento?
Às vezes me arrependo de ter-te encontrado
E perdido em tão pouco tempo
Me tornando expressivo em lamentos!

Vagando esquinas e becos
Embriagado de esperanças vãs
Acreditando encontra-la amanhã
Mais provavelmente me encontre num beco
qualquer.

A mais pura realidade é isso
Não se ama completamente quando
preciso
Amar sem ser correspondido
A quem cedo esquece!

E choro mais no ensejo ao meu ouvido
De uma velha canção de chorinho
E nem senti a estocada de faca no meu fígado
Anestesiado pela tristeza do desprezo
Nem ouvira a palavra de ordem:

"É um assalto,entregue tudo que você tem"

Não obedeci,estou agora banhado em sangue!

"Pobre homem, ferido fantasiando ser amado"

Daqui a pouco, nem vou ter mais meu corpo
Colocado dentro de um rabecão!
Meus olhos empalidecem lentamente
Aos pouco se perde a ilusão
De quem viveu descontente
Sem amor,na solidão.

Foto de Joaninhavoa

Pr`Além Do Meu Controlo...

*
Pr`além do meu controlo...
*
*

Minhas mãos queriam
Poder te acariciar hoje
Tuas pétalas esperam
Eu sei!
Mas o sangue escorria
e não deixou
Nem mesmo aproximar
nem te olhar
Hoje a dor aumentou
o lado esquerdo
Temeroso e alojado
Minhas mãos! Contrariaram
Meu coração.

Joaninhavoa,
(helenafarias)
13 de Setembro de 2008

Foto de Joaninhavoa

CHEIROS

*
CHEIROS
*
de bem bom...
**

Estou brincando com você
meu bem
Eu só quero cutucar
e deixar no ar
Cheiros de bem bom
sem
Dor como a dor das minhas
mãos a sangrar

Sangue sobras afundadas
sem pecados
Gemendo de prazer e meu
cheiro
Hóstias redondas redomas
tornados
Herdados por ti saltam
do peito

Em chamas pergunto:
Se se atreveria a aproximar-se de mim...
Tocar-me de ansioso amor

Meus sentidos estremecem
Coração palpitante saltita
Como um tic tac… tic tac…

Cutucante!...

Joaninhavoa,
(helenafarias)
13 de Setembro de 2008

Foto de xAngelx

Fantasma

Não quero reviver o passado,
Esse fantasma, desconhecido
Revela-me sentimentos estranhos.
E cada vez que tento correr
Sinto-me a morrer.

Fraco sinto,
Por não dizer o que sinto.
Peço a deus para me ajudar,
Para tentar deixar de amar.

O que foi?
O que queres de mim?
Larga-me!
Vai e deixa-me aqui!
Quero sofrer escondido
E longe do mundo.

Foto de Joaninhavoa

O DESTINO BATE À PORTA

*
O DESTINO BATE À PORTA
*
*
e eu caio no meio
do prado...
*

Tenho tanta saudade de ti
meu amor
Eu não sei como explicar
este sentir
Certamente serão os fluídos
a reprimir
O que por mim foi escolhido
nobre dor

Sou romântica não duvido
nem um tchi-tchi
Por isso às vezes equílibro
com um cheiro
De tai qui! E com jasmins
aos`molho
Eu não temo por mim
mas por ti

Não estou atada no altar
Mas tenho as mãos a sangrar
E olho-te do chão onde acabei
d`aterrar

Por mim escolhido por mim perdido
Achado! Como um tesouro escondido
O destino bate à porta e eu caio
no meio do prado

Pr`ò outro lado!...

Joaninhavoa,
(helenafarias)
13 de Setembro de 2008

Foto de Margusta

Encontros

Apaga-se a sombra do tempo,
no voo incerto das borboletas...

Em queda livre,
a esperança adiada,
desfralda a bandeira,
à saudade indefesa.

Cruzam-se os olhares,
em rostos ansiosos...
Escutam-se as músicas,
das partituras sonhadas;
Risos!...
Alegrias renascidas,
nas emoções desabrochadas...
Encontros!...

Instantes,
em que, presenças ancoradas
trituram as ausências,
com sombras iluminadas...

@Margusta
06/09/2008
Sarau de Poesia em Vermoim ( Porto)
* Direitos autorais reservados*

Foto de sidcleyjr

Quarto escuro

Porta fechada guardando palavras ilustres,
Fazendo sombra às fotos do passado,
Medo que a luz apareça sem sentido acordando a realidade dos monstros,
Água ao lado matando a sede das fabulas,
Escorrendo pelos rios e alagando florestas sem prejudicar as borboletas,
Voando pelos céus ao alcance da metamorfose.

Quarto sustentando o escuro poder de significado das quatro paredes,
O amor muitas vezes passou e deixou vozes do puro desejo,
Deixou aqui a velocidade dos constantes privilégios da emoção,
Uma viagem a marte com passaportes ao doce mel da abelha rainha.

Aventurado foi à aniquilação do silêncio,
Que provocou as promessas ameaçadoras,
Conservando a tal verdade dos homens,
Atuando no breve momento dos sonhos,
Acordando pelo próprio despertador no meio da madrugada.

Ninguém escutou,
O quarto permaneceu em silêncio no inverno constante,
Lágrimas deixaram à marca no chão delicado,
Base de vidro que hoje passo com calma,
Para manter-me firme ao local que acreditei.

Agora semeio a experiência,
Ganhei o semblante noturno,
Possuindo uma mascara de palhaço enfeitando o sorriso,
Neutralizando o atrevimento e esperando que o dia amanheça.
O tempo passa e sinto seqüelas oferecidas pela lembrança,
Ao desprezo do corpo sou vulnerável a luz,
Conduzindo a escuridão do quarto.

Macro ):

Foto de Joaninhavoa

PLAGIADORES... (em nome do amor...)

*
PLAGIADORES
*
*
em nome do amor...
*

Óh vós que plagiais meu “CUTUCA”
Aquele que eu fiz em tempo, lembrais?!
Das duas uma ou a memória é curta
Ou é cumprida demais!

O “ESPARTILHO”, é recente
Dispensa lembrança d`autor
Será evento! Naturalmente
Às eleitas virtualmente d`Dior

A ideia é um desafio d`amor
Imposto sexual das mulheres
Não são um fogo de vista

Com “CUTUCA AMOR”, derramam-se leites
Com “ESPARTILHOS”, sedução, tesão...
Que vão de “MONTÃO CUTUCAR”

E conquistar meu coração!...
E o seu, não?!

Joaninhavoa,
(helenafarias)
12 de Setembro de 2008

Foto de Guilhemre Paula

Morda meus lábios

Beija minha boca
Morda meus lábios
Venda os meus olhos
Faça o que quiser comigo

Rasgue minha roupa
Encosta-me-me na parede
Com muitos sussurros e gritos
Quero ser mais do que seu amigo

Sugue-me todo meu sexo
Em uma loucura extasiaste
Bata-me, reaja como nunca fizeste
Ama-me
Ama-me ate o fim
Ate não sentir de mim
Reação que seja satisfação
Plena de ti

Ama-me como se fosse o ultimo homem

Foto de Sonia Delsin

CHEGAS NO MEU SONHAR... QUE PENA ACORDAR!

CHEGAS NO MEU SONHAR... QUE PENA ACORDAR!

Esta noite eu sonhei.
Sonhei com tuas mãos.
Leves...macias, gostosas.
Sonhei que elas deslizavam lentamente no meu corpo.
E eu adorando aquilo ficava de olhos bem fechados.
Deixava que os dedos fossem percorrendo meus caminhos.
Gemia baixinho.
E eles andavam, andavam.
De repente paravam.
E eu ainda de olhos fechados sentia tua boca levemente tocando meus lábios.
Correspondia.
Sentia uma intensa alegria.

Acordei.
Já era dia.

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