5º concurso

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

" MONOLOGO DO POLITICOPATA IDIOLITICO "

“MONÓLOGO DO POLITICOPATA IDIOLITICO “

Que faço eu com este monte de milhões...
Que faço eu nesta mansão sozinho...
Que faço com este monte de puxa sacos...
Que faço eu com com este monte de desatinos!!!

Por onde ando de cabeça erguida sinto vontade de correr...
Por onde ando minha historia me persegue...
Por onde ando testemunhas do meu pouco envolver...
Por onde ando não há cidadão que não me negue!!!

Atos e atitudes de descaso...
Gestos e proferimentos de superioridade...
Na solidão de meus pensamentos sou eu quem cai...
Na multidão de insatisfeitos da minha indignidade!!!

Sou sim escória deste sistema...
Sou sim um verme da Nação...
Esta Nação que me sustenta...
E eu tão desavergonhadamente lhe mordo a mão!!!

Esta não é tão somente a minha vida...
É a historia de todo político Brasileiro...
Onde a corrupção e o crime têm guarida...
E ser chamado de desonesto é até lisonjeiro!!!

E a este povo eu dou um conselho...
Não votem em ninguém...
Anulem o voto ou partam pro estrangeiro...
Político neste Pais não vale um vintém!!!

Foto de Manu Hawk

Perdão

Sou fraca, sou louca,
tesão a flor da pele,
carência maldita,
insana, que impele.

Sou luz, sou trevas,
sentidos explorados,
cavalgada sem trégua,
corpos esgotados.

Sou anjo, sou prostituta,
desejos incontidos,
me perco na luta
do limite permitido.

Sou mulher, sou menina,
choro descontrolada,
busco sexo, adrenalina,
mas quero ser amada!

(por Manu Hawk - 05/07/2004)

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Respeitem os Direitos Autorais. Incentivemos a divulgação com autoria. É um direito do criador que se dedicou a compor, e um dever do leitor que apreciou a obra. [MH]
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Foto de Sirlei Passolongo

Somos mulheres (Poema reposta ao poema "Somos Mulheres" da Flor de Liz (ANNA CAROLINA)

Somos mulheres
Que amam
Choram
Riem
Sonham
Lutam
Sem jamais
Desistir

Mulheres
Que acreditam
Na força do amor
Que se doam
Para os amigos
Ver sorrir...

Somos mulheres
Musas... Ousadas
Seduzimos
Com a sensualidade
Das bruxas
E amamos
Com a graça
Das fadas.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Sirlei Passolongo

Quando o amor chegar

Quando o amor chegar
serás embriagado
da mais inebriante emoção que há.
Tua vida assumirá outras dimensões...

O amor é assim...
Grandioso, repleto de mistério,
dádiva das fadas e querubins.
Por vezes, brincadeira do destino...
O amor é encantado.

Quando o amor chegar
uma aura de luz
cobrirá tua alma, a adrenalina
fará teus passos alegres...
Sorrirás com os olhos
e verás a beleza da vida
transformada em todas as coisas
que antes não notavas... Enfim,
levitarás numa imensidão de paz
como só quem ama é capaz.

Quando o amor chegar...

(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Carmen Vervloet

A FLECHA ACERTOU UM SÓ CORAÇÃO

O universo por inteiro conspirou
Juntou ondas de energia
O deus Eros confirmou
Tecendo a nossa magia.

Os anjos bateram palmas
Era para ser um lindo dia
A junção de nossas almas
Misturadas na poesia!

As flores dançavam valsa,
As ondas vigilantes e calmas
Embalavam suavemente nossa balsa,
Mágica ponte do encontro,
Do destino entrelaçado ponto a ponto.

Mas dentro de mim tudo feneceu
Nada disso você percebeu!
A flecha acertou um só coração
Que chora a desilusão!

Mesmo assim ofereço-lhe, regada em lágrimas,
Minha violeta lilás
Quem sabe seu perfume, busque lembranças lá trás!

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora

Foto de TAMARA PARIS

MEU AMOR

EU QUERIA DIZER
O QUE EU SINTO POR VOCÊ
JÁ NÃO DA MAIS,
PRA DISFARÇAR
A VONTADE TE TER
MEUS OLHOS REVELAM,
AS LAGRIMAS
QUE ME DIZEM
QUE POR AMOR
ESTOU SOFRENDO
QUE ESTOU ME PERDENDO
NÃO QUERIA QUE FOSSE ASSIM
ME ARREPENDO DO QUE FIZ
NÃO SABIA DESSE AMOR
ATÉ QUE TE PERDI
E ENLOUQUECI.

Foto de Carmen Lúcia

(RI)MAR!

Vejo o mar...
Mergulho em meu sonhar...
A dança das águas lançada aos rochedos
volta sempre ao mesmo lugar...
Alucina, incita , conduz a amar...
Num vaivém incessante,
Eloqüente, inebriante,
que me faz divagar
onde nunca se atreveu
a chegar meu pensar...

Movimento cíclico das ondas
inesperadas, esfuziantes,
construindo castelos de sonhos
para em seguida os desmoronar...
Trazendo mistérios
que não quer revelar...
Quebrando-se em camadas
brancas, sonoras, a espumar...

O bailado de duas gaivotas
a coroar o cenário no ar...
Vôo ritmado, imaginário e real...
O céu a singrar...Coreografia singular,
induzindo o homem
ao mais profundo olhar...
Para si e para o mar...
E todo esse encantamento
Em poema transformar...

(Carmen Lúcia)

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"BÉLA PORCARIA "

“BÉLA PORCARIA”

Bela porcaria quando falas que tudo vais fazer...
Bela porcaria quando falas no nome de Deus em vão...
Bela porcaria é a tua proposta para se eleger...
Bela porcaria é a tua podre corrupção!!!

Vergonha é o que tu terias que ter...
Ao dizer o que jamais sonhou em querer realizar...
Vergonha é o que teu eleitor vai sentir...
Quando conseguir se conscientizar!!!

Medo que tu sentes da incerteza do amanha...
É o mesmo medo que sente o incauto do teu protetor...
Por isso acredita em tuas mentiras e promessas vãs...
Tudo em busca de um balsamo para sua dor!!!

Neste mar de lama entre falsos e inocentes...
Nada, mas nada mesmo sobreviverá...
Talvez se pensarmos um pouco antes...
Impediremos que esta corja insista em nos enganar!!!

Bela porcaria que fizestes da tua vida...
Se todas tuas fichas são viciadas...
Pobre candidato, qualquer que seja a saída...
Estas em uma boa enrascada!!!

Foto de Sirlei Passolongo

O Sorriso do amigo

Um sorriso é único,
Embora universal
O sorriso de um amigo
Tem em comum o traço angelical.

E cada um que nos sorri
Deixa marcas em nossa alma
Que jamais serão apagadas...

Passe o tempo que passar
O sorriso de um amigo
É o presente mais valioso
Que dele podemos guardar...

Pode ser que um dia
Não o vejamos
Mas o sorriso de cada um
É mais ou menos
Como uma tatuagem
Que o tempo não desbota
E sempre que dele lembramos
Um sorriso em nosso peito brota.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Azul_Fogo

Balada do Homem Sólido





brincas com as pedrinhas e fazes muitas perguntas
saltas dos braços da tua mãe e olhas a tua volta, curioso
/como se a morte não existisse
vais para a escola e começas a esquecer
brincas e jogas futebol nos intervalos
e ensinam-te os ritmos e a submissão tranquila
/como se a morte não existisse

depois descobres o teu par e começas a passear
esquecido – corres e ris e bebes com os teus amigos
/como se a morte não existisse
na universidade, ignoras o fim da noite
saltas e cantas e depois estudas na véspera dos exames
/como se a morte não existisse

depois conquistas o primeiro emprego
já quase não fazes perguntas, continuas a viajar
/como se a morte não existisse
compras uma casa e começam a viver juntos
esquecido dos jogos e das pedrinhas
por duas noites foges de ti, enganando o dia
levantas os braços e sorris, contas e ouves piadas
/como se a morte não existisse

depois há um tempo em que tens filhos
cuidas deles e fazes por que aprendam a ser como tu
reais e concretos, sem perguntas, nem duvidas
/como se a morte não existisse
chegam os filhos dos teus filhos
continuas a fazer o que se faz para que o tempo flua
sem inquietação, entre festas e trabalhos
/como se a morte não existisse

depois morres



Carlos César Pacheco, 5 de Julho de 2008, madrugada


Nota: todos os textos neste espaço estão registados no IGAC, mas podem ser livremente copiados, desde que me mencionem como autor, tenham link para http://forteondaserena.blogspot.com/ e reproduzam esta nota, sem alterações.

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