É o meu querer, o meu desejo
Minha loucura e minha insensatez
Teu corpo desbravar,.explorar, desnudar bem devagar.
Te molhar de prazer e com minha língua, secar!
Eis-me nua. Sou toda tua!
Arranho tua pele, ouço gemidos
Sinto arrepios, prazer
Uma vontade de enlouquecer
Desejo de fundir teu corpo no meu
Teus pêlos...embaralham meus pêlos
Teu centro inflama querendo explodir
Em apelo para não parar
Minha boca aconchega teu meio.
Contorno, sugo...acima, abaixo, de lado
Devaneio!
Meu sonho pervertido, meu veneno
Embarco nessa viagem alucinada
Degustando o teu sabor!
Sorrio ao ver que teu olhar discreto me convida
A passear em teus pensamentos mais ousados
Atendendo o teu pedido, nele sou surpreendida
Ao descobrir que tens um segredo bem guardado.
Sorri ao saber que o segredo curou minha ferida
De felicidade deixa cair uma lágrima pequenina
Que se mistura a sua voz rouca e já destemida
Dizendo que me ama desde que eu era menina.
Chorei ao dizer que o amava na mesma medida
E que pra sempre direi que a vaidade foi bandida
Por ter-me privado da felicidade em minha vida.
Quanto tempo o orgulho fez de nós, vida vazia
Por não confessarmos o que nossa alma queria
Estarem juntas, fazendo parte da mesma biografia...
Perfeito é o nosso amor
O “meu amor” me dá as delicias
De um prazer tão nosso de amar.
Orvalho de desejo caindo em minhas mãos
Tua boca quando toca a minha,
deixa com inveja o Arco Iris e,
derrama sobre o universo
as cores quentes de paixão...
Tua luz intensa preenche os vazios
Floresce o jardim do meu coração
E ecoa a melodia divina da paixão
O nosso amor solta beijos enluarados
Toques encantados e versos apaixonados
Ah...esse amor me alimenta e me surpreende
Tão calmo e tão quente
Tira a lucidez , dá ousadia
Cobre meu corpo com tua pele
Liberta do cárcere da solidão
E enxergo no teu sorriso, nos teus olhos
O contorno da paixão e o caminho do teu coração
Entrei.
Permaneço nessa realidade perfeita.
*
*
Enviado por Carmen Lúcia em Qua, 27/08/2008 - 18:13
Ah...Quisera eu trancar a voz ...Silenciar!
Não ter no sangue o arrojo... e me calar...
Acovardar-me às injustiças que poluem o ar,
desencantando a vida, desativando o verbo amar.
Mas me ficou de herança esse impulso que aflora
de rebelar, ter esperança, a toda hora...Agora!
Reativando o brado que um dia foi bradado
e no entanto jaz em terra que ainda chora.
Grito incontido, potente qual alarido,
lamúria triste de um povo sofrido...
Sem encontrar um eco e nada transformar...
E a lei do mais forte é a que se faz vingar...
Lágrima furtiva que rola condoída
como a pedir desculpa à pátria tão querida,
que em berço esplêndido privou de se deitar...
Tão linda e altaneira...injuriada e ultrajada,
onde o cantar do sabiá é um pátrio lamento
e as verdes palmeiras se curvam à voz do vento...
O que fazer senão extravasar o peito
e arrancar palavras que livres circulem
(já que o livre-arbítrio é poder aceito...)
em versos e poemas, mágoas que se difundem
bradando a honestidade em gesto varonil,
país de liberdade de um povo servil!
♥
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Vem com instintos selvagens.
Com alma árida e pura,
Repousa-se em minha alma.
Faz de meu peito teu alento.
Sente em meu conforto tua paz.
Abraça-me como santuário teu.
Escrevendo-me versos teus.
Fazendo de mim sua eterna tradução.
Fazendo de seu esboço a pura paixão.
Faz-se de meu corpo tua morada
Querendo minha alma ser conquistada.
Alegra-me a cada gesto teu.
Mostrando-se o seu lado, Orfeu.
Faz de mim sua rainha.
Querendo enfeitar minha alma.
Coroando-me com seus predicados.
Fazendo-se de você um bom amado.
Não repousa suas palavras,
Ao dizer sobre suas intenções
Seu murmúrio felino..
Que junto a mim caminha sobre a relva.
Vem caminhando sobre a melodia mágica
Do tempo, tornando-se a mim o teu complemento.
Não se cansa de querer me agradar...
Esse é seu jeito de me Amar.
Acabou.....
As emoções se transformaram
A realidade apareceu e levou
O sonho ,paixão, fantasia e ilusão
Restou...
O engrandecimento da alma
O gosto amargo da dor
E a cicatriz do amor
Enviado por Sonia Delsin em Qua, 27/08/2008 - 12:02
TOCANDO O ETERNO EM NÓS
Tocamos nossas faces.
Renasço.
Renasces.
Toco teu corpo.
Ah, este feiticeiro louco.
Estivemos viajando pelo espaço.
Entre nós existe um laço.
Eterno.
Eterno.
Toco tua sobrancelha.
Eu a amei a vida inteira.
E teus olhos.
E tua boca.
Desço o dedo procurando.
Vou tocando.
Busco tocar tua alma.
E toco.
Deposito um beijo leve na tua boca.
Uma borboleta pousando.
Vou beijando.
Vou pensando.
Este homem. Ah, este homem... sempre o amei.
Mesmo quando eu apenas o procurava em meu caminho.
Eu o amei em segredo.
Desço o dedo.
Toco seu umbigo.
Ao infinito do meu ser eu o interligo.
Hesitei em postar esse vídeo, pois nosso site é sobre poemas e textos de amor. Mas é justamente por pensar no amor e todos os sentimentos que o envolvem, que resolvi postar, afinal, devemos refletir e ter mais responsabilidade com todos a quem amamos (parentes, companheiros e amigos), essas pessoas especiais que nos dão força e inspiração para compormos.
Esse vídeo me chocou quando assisti pela primeira vez, rodou pela internet com algumas informações erradas, pesquisei e resolvi editar como mais um alerta para refletirmos. Ele foi a terceira campanha de segurança rodoviária encomendada pelo Conselho Nacional de Segurança e Departamento do Meio Ambiente, na Irlanda do Norte, e apoiada pela AXA Seguros.
O nome da campanha é "Danos" (Damage), e sua principal mensagem é "Sem Cinto de Segurança, Sem Desculpa" (No Seatbelt, No Excuse).
A intenção era de atingir o maior número de pessoas possíveis, e conscientizá-los da importância do uso do Cinto de Segurança, inclusive nos bancos traseiros.
O fato de não usar o cinto de segurança, não se trata de mera opção individual, mas sim do maior ato de egoísmo que alguém comete num veículo, principalmente com os demais ocupantes, pois um corpo projetado pode causar DANOS irreversíveis ao se chocar.
Editei fazendo uma montagem no vídeo com a versão original da música no início e fim, e cenas felizes do próprio vídeo. "Do That to Me One MoreTime" é um clássico de 1980 com Captain and Tennille. Até a música escolhida foi brilhante, com certeza depois de um acidente com vítimas, dificilmente terão a chance de "fazer algo uma vez mais".