5º concurso

Foto de Ela me faz tão bem

Louca!!

''Me sinto completamente louca
Um animal preso em meu corpo de mulher ..
Corpo este que te chama..
Grita sem cansar seu nome ...

As loucuras de dentro de minha alma
Para vc ja são conhecidas ...
Deu olhar me toca ..
Acaranca de mim meus desejos mais profundos e proibidos

Ficar um momento longe de vc ..
É condenar-me ao pior dos precipicios

Sem tuas mãos em meu corpo,
Sem tua boca a me tocar,
Sem teu cheio em minha pele...
É condernar-me a morte

A mulher ..
Mulher que tornou-se minha dona,
Dona de meu corpo..
Dona de minha alma...

A mulher que mesmo longe...
Aranca de mim os mais doces gemidos e gritos loucos..
Que se tornou dona de meus pensamentos...
Dona completa de meu amor...

Me sinto louca ...
Completamente louca sem ter vc ao meu lado ...
Sem poder sentir vc..do jeito que eu mais quero ...
Sem poder ..te tocar ...
Sem poder calar meus loucos gemidos de profundo desejo em sua boca...

Sem poder experimentar esse desejo proibido..
Tão prometido a mim
de ter vc ..dentro de mim ...em minha alma

Louca ..a cada dia me sinto mais louca
um animal no cio ..
Preso dentro deste corpo de mulher...

Por vc ..completamente LOUCA...''

Foto de von buchman

FICO LOUCO POR TI...

Sou louco por ti até no pensar.
Ao ver tuas curvas,
Teu corpo despindo-se
Para o banhar...

Meu olhar se encanta,
Se descontrola
Anseia e viaja.

Te admiro navegando no teu banhar
e me excito com o que vejo,
Ângulos, curvas, tudo tão perfeito!
Que é um sonhar...

Não resisto.
E começo a viajar no que vejo...
Teu corpo!
Minha cobiça...Meu desejo...
Minha vontade louca em te ter...

Nele tudo me leva ao frenesi,
me sinto como um animal ao cheiro do cio,
Fico louco, alucinado pelo
teu cheiro, teu corpo, teus beijos,
tudo quero sentir, num realizar!

Meu amor irracional que aflora minha tesão,
me transforma, fazendo de mim
Uma fera louca!
Por ti, pelo teu apogeu!
Minha angustia em te ter
não vou mais agüentar.

Vou a teu encontro,na banheira
em momentos de fúria e desejo,
começo a te amar...

Teus carinho são devassos,
teus gritos e gemidos
me fazem um imenso excitar
no ápice do nosso realizar,
juras de amor sussurramos
um ao outro,
na plena realização do nosso eterno amar...

..........
Mil e Um beijos de Mel....
Mimos de Eterna Paixão
Neste Lindo Coração
Cheio de desejos . .
ICH LIEBE DICH . . .

Amor, as sementes do meu e do teu amor,
são regadas com as lágrimas do meu coração...

Foto de Norma Bri

Sonho de Amor

Este grande amor que me transforma
Que faz de mim uma eterna sonhadora
A viver num mundo mágico a cada hora
Como santa num pedestal de pecadora
********
Às vezes seu pequeno gesto inesperado
Faz aumenta a ansiedade do meu coração
E na grandeza de um caloroso abraço
Saio da realidade para viajar nesta ilusão
********
Este amor é um inconstante vento
Que não se prende entre as mãos
Ameniza o calor de um copo sedento
Para depois deslocar em outra direção

Direitos reservados - Norma Bri-

Foto de Carmen Lúcia

Leva-me...

Leva-me...
Contigo qualquer lugar é inusitado,
fixo-me em ti e o resto é inacabado,
toda beleza pelo mundo derramada
provém de ti...
Em tua presença fica apagada.

Leva-me...
Andemos pela relva, que molhada,
suaviza nossos pés da caminhada,
deixando pegadas pra felicidade...
E subiremos por escadas de nuvens
aventurando-nos ao léu, ao céu...imensidão!
Onde seremos Adão e Eva
reiniciando a Criação...

Leva-me...
Não quero mais ficar sem ti.
As horas transcorrem iguais e frias.
A monotonia pesa minha alma.
A cama torna-se gelada, vazia.
Procuro-te e não estás aqui...
O medo invade, nutre meus fantasmas
e só tua presença os combate e os afasta.

Leva-me...
Serei aquela estrela que veneras,
pra ti serei eterna primavera,
seja qual for a estação que se revela...
Flores cobrirão nossos caminhos,
um grande amor aquecerá o nosso ninho
e será eterno como nossa primavera.
Sem mais ausências e esperas!

(Carmen Lúcia)

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

♥ SINTOMAS DA PAIXÃO♥

Nuvens carregadas
Que provocam,trovoadas
Carvão em brasa,
Que se torna em chamas,

Vulcão adormecido,
Quando mexido
Entra em erupção.
Larvas em ação.

De preto e branco,
Modifica-se o pranto.
Virando belo encanto.
No arco Iris, colorido.

Uma loucura, sem limites
Não tem quem resiste,
Aumenta o apetite.
No coração de quem
Estava triste.

Um fio elétrico ,
Que da choque
Fio desencapado ,
Sai descarga
Pra todo lado.

O amargo vira doce,
O doce vira melado.
Assim é a paixão
No coração
Dos apaixonados!

*-* Anna A FLOR DE LIS.

Foto de Carlos Lucchesi

Uma agulha no meio do caminho

Quando eu era ainda bem menino, gostava de rodear meu avô e ouvir suas histórias. E eram tão sábias, que fazia isto sempre que o visitava, naquela velha casa, no interior de Minas Gerais.

Sentávamos a beira do fogão de lenha e, enquanto a lenha ardia no fogo, ele fazia seu costumeiro cigarro de palha e começava a narrar:...

- "Certa vez, dois amigos estavam muito desanimados com as coisas da vida e souberam que andava pelas redondezas um velho sábio, que ninguém sabia sua origem. Assim, decidiram ir até ele e ouvir os seus conselhos...

O sábio os ouviu com atenção e, após alguns momentos de reflexão, disse-lhes que colocaria uma agulha naquela estrada de terra de quarenta quilômetros no meio da mata, que começava logo ali adiante, e que teriam a tarefa de encontrá-la. Saiu assim para realizar o que havia proposto...

O primeiro amigo era um homem sensato, com os pés no chão e logo entendeu que seria uma tarefa impossível de realizar e não pensou muito para recusar a proposta do velho sábio; não perderia seu precioso tempo à procura de uma agulha em lugar tão remoto.

O segundo homem, vendo a decisão do amigo, hesitou a princípio, mas era um sonhador, duvidava do impossível, acreditava nos seus sonhos e decidiu se por a caminho em busca da tal agulha...

Procurou por todo lado; perguntou as pessoas que passavam se haviam visto a tal agulha e caminhou dias seguidos nesta busca...
Alguns lhe ofereceram pousada, outros ajudaram a procurar, tomou o café da manhã com muitos. Brincou de roda e pique-esconde com algumas crianças que encontrou pelo caminho e chegou mesmo a empinar o papagaio que o menino tentava sem êxito.
Quando a tarde caía, banhava-se nas cachoeiras que encontrava a beira da estrada... E nada da agulha!...

Acordava bem cedo, a tempo de ver o boiadeiro tanger o gado e andou na garupa de um deles, que lhe ensinou a tocar o berrante e, neste caminho, gostava de ouvir o som estridente do abrir das porteiras para passar a boiada.
Ouviu o canto dos pássaros e conheceu alguns que jamais pensou que existissem, de tanta beleza. Maravilhou-se com tudo que viu e descobriu o prazer de viver. Contudo, chegou ao final da estrada, sem conseguir encontrar a tal agulha, e retornou ao sábio para dar notícia disso...

Surpreendeu-se quando o sábio lhe disse que, na verdade, jamais havia colocado agulha alguma no tal caminho e que, mais importante que as coisas que buscamos, são as experiências que vivemos, no caminho que percorremos para encontrá-las".

E, concluiu meu avô que, o segundo amigo havia passado pela vida e o primeiro, a vida havia passado por ele...Hoje, possso entender melhor o verdadeiro significado das suas palavras!

Foto de Vallery

A dor de ter que partir

E se eu quiser te deixar?
E se um dia acordar e tiver a plena certeza de que tudo num passou de uma ilusão.
Se o amor que havia dentro de mim por ventura acabar?
O que irei fazer?Como irei viver?

E se eu quiser te largar?
Sem deixar meu rastro,ao menos um vestígio de que tudo foi real
Nas ruas vazias que perambulava antes de você chegar
E nunca mais te encontrar
O que irei fazer?Como irei sobreviver?

Mas por mais que eu queira
Não consigo,não resisto à você
Ó ingrato amor
Por que não me deixas ir
Por qual motivo não me deixas partir

Sinto-me presa ao seu amor
Escrava de meus sentimentos
Prisioneira de minha Dor
Sou tua ,por mais que teime em resistir
Por mais grande que seja a vontade de partir
Não consigo
Pois sem você nada sou
A não ser um corpo vazio
Que tenta sobreviver

Foto de Carlos Lucchesi

Jeep Willys 54

Tio Odilon era mecânico afamado na pequena cidade de Carvalhos, ao sul de Minas Gerais. Tia Marly que me desculpe, mas suas grandes paixões eram mesmo a pescaria de domingo, a cachaça do alambique e o velho Jeep Willys, ano 1954.

Naquele carnaval de 1998, levei um grupo de amigos para conhecer aquela cidade, minha terra natal. Éramos onze ao todo, e formavámos um bom time de futebol. Eu era o capitão e goleiro do time, e sabia mesmo como agarrar! Descobri esta vocação desde cedo, assim que arrumei minha primeira namorada.

Na quinta feira, depois do carnaval, embora já estivéssemos bem cansados pelas farras dos quatro dias; fomos desafiados, pelos rapazes do Muquém, cidade vizinha a Carvalhos, para uma partida de futebol e aceitamos prontamente. Só não nos demos conta de que estávamos nos metendo numa enrascada daquelas...

Tio Odilon logo se prontificou a nos levar no velho jipe, assim que terminasse os reparos necessários. Concordei na hora, pois chamar aquele caminho até o Muquém de estrada seria o mesmo que confundir Monique Evans com Madre Tereza de Calcutá.

Quando cheguei com a turma para ir ao tal jogo, ele ainda dava as últimas marteladas no motor pra ver se encaixava. Nem chave tinha o danado! Teria que fazer pegar mesmo no tranco, mesmo porque a bateria tava mais arriada do que calcinha em filme pornô. Os pneus dianteiros estavam tão carecas que, ele mesmo, batizou o da direita de "Ronaldinho" e o da esquerda de "Roberto Carlos". Estranhei ao ver uma ratoeira armada no assoalho do jipe. Segundo meu tio serviria para pegar alguns camundongos que se escondiam nos buracos dos bancos, mas pelo tamanho dos buracos e do queijo preso à ratoeira, suspeitei que ele havia economizado no comprimento dos bichinhos.

Foi difícil acomodar todo aquele pessoal no velho jipe. Só o Zaias, negro forte de quase dois metros de altura e centro-avante do time, ocupava metade da carroceria. Teve gente que precisou ir com os pés pra fora, e outros, mesmo com o traseiro.
Logo que saimos da cidade o "Roberto Carlos" furou. Alguém gritou: - "Pega o macaco!" Com tanta gente no jipe não havia lugar nem pra camundongo, quanto mais pra macaco! Levantamos o jipe no braço mesmo, enquanto tio Odilon trocava o "Roberto Carlos" pelo "Mike Tyson": nome que nós mesmos demos ao reserva, de tão careca que estava.

Quando tudo parecia resolvido, logo à frente, a gasolina acabou. Foi um desespero geral, mas tio Odilon, na sua sabedoria de mecânico, mandou que pegássemos cana na beira da estrada e torceu o caldo pra dentro do tanque...
E não é que o danado pegou mesmo! Funcionou tão bem que, alguns dos amigos que viajavam na parte traseira, juraram que viram sair algumas rapaduras do cano de descarga.

Logo veio a primeira subida e todo time teve que descer pra empurar o jipe morro acima. Alguém gritou: -"Liga a tração nas quatro rodas!" E quem disse que jipe 54 tem tração nas quatro rodas? Naquele tempo, ter rodas já era considerado um grande avanço tecnológico. Teve que subir mesmo na impulsão dos onze calcanhares.

Na descida seguinte, tio Odilon gritou: - "Desce pra segurar que o freio não agüenta!" No total foram vinte subidas e vinte descidas; sem contar com a que deixamos o jipe desembestar ladeira abaixo de tão cansados que estávamos.
Zaias logo gritou: - "Pisa no freio Odilon!" - "Ta querendo me gozar!", respondeu meu tio. O freio era como cachorro vira-lata: só ameaçava pegar.
O jipe desceu com tanta velocidade que o velho chapéu do meu tio foi acertar uma andorinha desavisada que passava logo acima. E, enquanto o carro descia ladeira abaixo, todos vimos ratos enormes pularem do banco pra fora do jipe e, os que ficaram, foram considerados suicidas.
Tio Odilon segurou-se firme no assento, mas como o assento não estava seguro em coisa alguma, foi jogado pro lado do carona, enquanto o volante girava mais solto e desgovernado do que bambolê em cintura de criança.
Passou com tamanha velocidade num buraco, que ninguém ficou sabendo como ele foi parar no banco de trás.
Aos seus sessenta e cinco anos de idade, achei que aquela seria sua última viagem, mas o danado parecia ter sete vidas...

Chegamos tão cansados ao local do jogo que, um engraçadinho chamou Zaias de "capa do Zorro" e ele não deu nem um tapa no sujeito.

O juiz era do tipo caipira. Alternava na boca o apito e o cigarro de palha, e era tão confuso que ora fumava o apito, ora apitava o fumo.

Ficou combinado que, ganharia a partida, quem fizesse os doze primeiros gols, e logo no primeiro minuto do jogo o juiz apitou um pênalti contra nosso time. Alegou invasão da área do adversário. Não nossa, do jipe, que havia desembestado novamente e invadido o campo.
Como capitão do time, incentivei: - Gente, vamos levantar a cabeça! Foi ai que recebi uma bolada no lugar mais temido numa partida de futebol, e pegou justamente na parte onde eu tinha acabado de incentivar.
Confesso que vi estrelas nesta hora, em pleno meio dia. A batida foi tão forte que o "atingido", da ponta esquerda foi pra direita, já pedindo substituição.
Pela enorme pontaria, percebi que só poderia ter sido coisa do batedor de pênalti do time adversário. Como não sou de levar desaforo pra casa, fui tomar satisfação e levei um tapa no pé da orelha.
Alguém gritou: - "Vai levar um tapa deste e ficar ai parado?" - Claro que não! Respondi. Corri pra bem longe do sujeito, antes que levasse o segundo.

Os adversários eram tão maiores que eu, que um deles me provocou: - "Ué, botaram o gandula pra pegar no gol?" Deixei o dito pelo não dito, quando vi o mascote do time da casa dar um pontapé no traseiro do Zaias, que, a esta altura, já se arrastava em campo.

Pra não alongar mais a conversa, basta dizer que com vinte minutos de jogo, estávamos perdendo de dez a zero e decidi deixar as duas últimas bolas passarem, pra acabar logo com aquele massacre.
Joguei a bola pra dentro da rede tão descaradamente que, em vez de "frangueiro", a torcida já me chamava de "Zé galinha".

Doze a zero foi o placar final e estávamos tão exaustos que nos esparramamos no campo. Mesmo assim, ainda tive forças pra questionar tio Odilon: - Que a gente viesse pra jogar, tudo bem que tava combinado, mas precisava trazer o jipe? ...E ainda tinhamos que carregar ele de volta.
Mas isso é assunto pra uma outra história...

Foto de Rose Felliciano

É tão longo o esquecimento....

.
.
.
.

"Olhando distante o infinito,
Contemplo um céu tão bonito
Pelas mãos de Deus suspenso...
E penso....

É o mesmo universo
Que você olha agora
Embora, tão distante...
Distante de mim....

Já não somos os mesmos
Perdemos os sonhos no tempo...
E esse universo que eu tenho
É tão imenso pra mim....

Assim,
Escondo as estrelas no bolso
Mastigo as nuvens com gosto
E o azul do céu risco em giz...

Por fim,
Corto a lua ao meio
Parte é meu travesseiro
Na outra, deixo de espelho.

E espero,
Por dias e dias inteiros
Até o fim dessa vida
Sua imagem ver refletida...."(Rose Felliciano)

.
*Mantenha a autoria do Poema*

.

- Em um dos poemas do Pablo Neruda (Poema triste ou Poema XX), ele diz que "é tão curto o amor e tão longo o esquecimento..." acho que ele tinha razão...

Foto de Joaninhavoa

PÉTALAS QUE BEIJAIS... (ONDE ESTAIS...)

*
*
Buquês d`flores são também meus amores
Desabrocham da noite para o dia secretamente
Resplendor de adolescente tendo em mente
A luz do Sol! Raios vivos de corpo e alma reluzentes

Já sinto o perfume que lançais de vossas pétalas
Entranhadas na alva barca de bruma e sonho
E deslizando como valsas em coroas áureas
Da mais pura harmonia do amor que eu amo

Branca flor! Delfim de amor na frágil pomba
Voa lá pr`ás alturas onde tudo soa sem soar nada
Teceremos maravilhosos buquês d`flores

Em comunhão com as leis da
natureza
Sobre ondas entre ventos de mãos dadas
Bordadas por mim! Gratas por ti beijadas

Joaninhavoa,
In “O Meu Amor”
(02 de Junho de 2008)

Poema inspirado no poema intitulado
" BOM DIA! ESTRELA MATUTINA",
de Dirceu Marcelino

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