Quando te vejo meu coração paupita
Quando te vejo meu coração se recicla
Quando te vejo minha vida se purifica
Quando te vejo fico feliz
Quando te vejo fico assim
Quando te vejo fico a pensar
Quando te vejo fico a parar, a olhar
Quando te vejo estou a te imaginar
Quando te vejo fico a ti em sonho amar
Quando te vejo fico aqui a pra você me declarar
Quando te vejo a minha vida começa a mudar
Quando te vejo fico feliz em poder te amar
Quando te vejo sei que estas aqui a me amar
Mais quando realmente te vejo sei o que é o mais puro amar
Quando te vejo meu coração arde de paixão
Quando te vejo te exalto e te glorifico com aquela linda canção
Quando te vejo fico sempre feliz
Quando te vejo fico na santa paz
Quando te vejo é uma coisa que não quero parar de ver mais
Quando te vejo estou a te falar
Quando te vejo estou a te dizer o quanto sei que vou te amar
Quando te vejo estou a aqui recitar
Quando te vejo estou a te amar
Pois quando te vejo fico para todo o sempre a te adoorar
Quando te vejo estas sempre linda a me amar
Pois tu es a minha vida e tb sempre sera o meu lindo e belo recitar. Anderson Poeta
Enviado por Marcelo Lopes em Sex, 31/10/2008 - 00:06
A vida sem você...
É como ficar perdido...
É viver sem sentido...
Sem saber o que fazer...
Para onde ir...
É viver parado...
Amargurado...
Procurando um sentido...
Para tudo acontecer...
Acontecer?
A como eu queria...
Que tudo acontecesse rápido....
Que tudo viesse como um sonho...
Que nunca acabasse...
E assim sentir você nos meus braços....
Sentir os seus lábios...
Sentir a sua pele sobre a minha...
Sentir o seu perfume sobre mim...
Como seria bom isso...
Seria bom, mais devo aguardar...
Que um dia você venha despertar...
E possa realmente me amar...
E sentir como é bom ser amada...
Elogiada, cobiçada ...
Para sempre...
Há como seria bom...
Mais devo aguardar...
Que o cupido do amor...
Venha te flexar...
E você realmente,
Deixe eu te amar...
E mostrar o que é verdadeiramente...
A palavra amar...
O vento me trouxe uma canção diferente essa manha
pois me fez lhe acordar, sentindo na cama o frio da solidão.
Sussurrou em meu ouvido as frases da tristeza
banhando meu rosto com as lagrimas da emoção.
O vento hoje quando tocou meus cabelos desalinhando-os
me fez lembrar suas mãos suaves tocando meu rosto.
Minhas vistas se turvaram pelas lagrimas que caíram
marcando o chão de terra com o fruto do meu desgosto.
O vento passando ligeiro, sem trégua ou piedade
arrancou flores mortas que jaziam em um velho jardim.
Minha visão tornou-se nublada e acreditei estar sonhando
por não crer que tantos sonhos pudessem ter fim.
Mas o vento não deixava que eu duvidasse de sua força
pois em meu ouvido continuava a triste melodia a cantar.
Falando seu nome como prece sentida no mais alto dos céus
ofertou aos meus olhos a uma nova forma para se expressar.
Assim minhas lagrimas correram soltas ao sabor do vento
fazendo meu peito acompanhar a melodia com tal intensidade,
que o mundo ouviu os soluços do meu pobre coração
quando este entoava os seus versos de amor, ao deus da saudade.
Enviado por Sonia Delsin em Qui, 30/10/2008 - 16:35
DENTRO DO MEU CORAÇÃO
Dentro do meu coração veio morar um colibri.
Eu rio, ele ri.
Dentro do meu coração veio morar uma lagarta.
Passou o tempo e aconteceu o esperado.
Uma linda borboleta voa e revoa num mundo dourado.
Dentro do meu coração veio morar uma pombinha.
Tão branquinha.
De asas tão levinhas.
E veio morar também uma águia.
Ela procura um lugar bem elevado.
Veio morar no meu coração um leopardo.
Uma força imensa lhe tem impulsionado.
Enviado por Sonia Delsin em Qui, 30/10/2008 - 16:33
EU FUI PRA TI
Eu fui pra ti alguma coisa que nunca entendeste.
E tentaste?
Creio que tentaste.
Fui o teu guindaste?
Disseste.
Me afundaste.
Não percebias.
Meus olhos não lias.
Minha alma não compreendias.
E dizias que sofrias.
Eu fui pra ti a caixinha de sonhos que o mundo nos entrega.
É tão infeliz quem se nega.
Quem se nega a abrir.
Não descobre os encantos do existir.
Enviado por Sonia Delsin em Qui, 30/10/2008 - 13:36
UMA JANELA ESCANCARADA
A janela está voltada para o sul.
E o vento a balança tanto.
De olhos pregados no teto sinto o vento.
Abriu-se a janela.
Abriu-se.
Desvio os olhos para as estrelas que tremulam.
Fito a lua que se faz crescente.
Passa cada pensamento pela cabeça da gente.
Me vejo caminhando em direção a janela.
Me vejo a olhar o jardim.
Me vejo no jardim.
De braços dados com alguém do passado.
É sim.
Ele está do meu lado.
E me abraça.
Me enlaça.
Meu coração é uma brasa.
Queima meu peito.
Arde.
Grito.
Tempo, guarde.
Guarde esta lembrança.
Guarde.
As estrelas tremulam.
Minhas carnes pulam.
Estou tremendo.
Sofrendo.
No vazio inglório e inerte, ouço tua voz!
Choro compulsivo em lágrimas secas no leito,
Sufoca-me o ar, nessa demência insone e atroz.
Onde estás? Arranca de mim o que resta em meu peito.
Sem meu corpo efêmero, minh'alma envolta no véu,
Aflição, angústia em ti nessa busca intensa.
Murmúrios deletérios na negritude do céu.
Sombras que sopram ao vento a saudade imensa.
Teu silêncio gélido desgraça meus dias e noites.
Livre do corpo moribunda... Busco-te, meu amor!
Sigo nessa espera intrépida, de abismos e açoites.
Submersa nesse sono letárgico, fico a tua mercê.
Oh! Por que não ouves em meu sonho, o meu clamor?
Estarei eu, morta ou viva? Responda-me, por favor!
(Lu Lena )
CLAMOR DE OUTONO
Vejo apenas alguns fragmentos no retrós
Dos fios que interligam a minha e tua vida.
Ouço o grito insone e saudoso de tua voz
Que desperta - me deste sono para a lida
Sob o zunido desse vento intenso e veloz,
Que me traz lembranças e imagens já vividas
Que revejo em rápido flash de muitos nós
Da nave que singra o mar de tua alma sentida
Trazendo do céu para a terra e a todos nós
A chuva de prata outrora prometida
Cuja luz iluminará as sombras do albatroz
E afastará a ave de rapina que abatida
Fugirá ou cairá aos pés da águia e do condor feroz
Que se postam lado a lado de forma intrépida.
Enviado por Minnie Sevla em Qui, 30/10/2008 - 11:59
Fome de você
Tenho fome de você
Que não pode saciar-me
Sede dos teus braços
Que não conseguem alcançar-me
Nesta estrada opaca
Íngreme,
Confusa, empoeirada
Na distância impiedosa dos corpos,
Que faz aproximados corações,
Das mãos que nunca se tocam,
e mentes reluzentes que faíscam paixões.
Bebo no teu ser
a esperança desprendida ao abismo
balançando névoa que me impede de te ver...
Enviado por Sonia Delsin em Qui, 30/10/2008 - 11:56
A DOR DO MUNDO
Ando cansada.
Não é do mundo.
Não é de ir ao fundo.
Ando cansada.
Não aborrecida.
Ou de mal com a vida.
Ó, não!
Ando cansada de ver gente sem coração.
De ver tanta corrupção.
Violência.
Gente que nem tem pão.
Ando cansada de ver sofrer o meu irmão.
Precisamos sempre estender a mão.
Estamos nesta terra em evolução.
A dor do mundo é a minha dor.
Precisamos entregar mais amor.