6º Concurso

Foto de CarmenCecilia

NÓS PODEMOS MUDAR O MUNDO - videopoema

Videopoema Nós podemos mudar o mundo -

Mensagem de otimismo amor e determinação Alunos de Ensino Religioso da 5ª Série A e da 6ª Série B Colégio Senador Moraes de Barros Jussara Paraná

Professora orientadora: Sirlei L. Passolongo
Edição: Carmen Cecilia

Foto de Dennel

Fraco para o amor

Eu sou forte
Domino meus sentimentos
Atuo com base na razão
Evitando a emoção

Eu sou sólido e forte
Como uma muralha
Nada há de abalar
Meus sentimentos

Julgo-me insensível
Nada me faz chorar
E o que é mais incrível
Tenho ódio no olhar

Mas... Com respeito a você
O forte se torna frágil
Até nas coisas mais simples
Na alma aflora o amor

A fortaleza, guardada, vigiada
Você adentrou sem que eu percebesse
Suavemente me conquistando
Quando percebi, estava te amando

Diante de você choro
Com dengo imploro
O teu nome chamo
Com lágrimas digo, te amo.

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2009 All Rights Reserved

Foto de Dennel

Do jeito que gosto

Há quem goste de cantar
E outros de sonhar
Há quem goste de amizades
Outros de visitar cidades

Alguns gostam de escrever
Outros apreciam as artes e cultura
Alguns querem apenas viver
Outros gostam de pintura

Eu gosto de tudo isso
E também de um pouco mais
Gosto de moças bonitas
Aqui encontrei demais

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2009 All Rights Reserved

Foto de Carmen Lúcia

Amor e poesia...

Poesia, assim como amor,
não têm explicação...
Chegam bem de mansinho
e se alastram na imensidão...
Envolvem-nos dos pés à cabeça
e nos prendem num alçapão...

Acho até que poesia
define bem o amor...
(Ou o amor a poesia...)
Em meio a fogo cruzado,
nos rendemos sem perceber...

Almas entorpecidas,
geram asas pra alegria,
acalentam a dor,
e nos tocam tão profundamente
que ora se chora, ora se ri,
ora não se sabe
nem pra onde ir...

Na poesia há versos rimados,
compassos ritmados, inspiração...
No amor há que se ter sintonia,
química que propicia
unir razão e emoção...

Quando bem sintonizados
dão-se as mãos, amor e poesia;
e alçam os vôos mais ousados...
O amor, vibrando corações apaixonados;
a poesia, resultante da paixão itinerante...

Ambos querendo explicar o inexplicável...

Carmen Lúcia

Foto de Arnoldo Pimentel Filho

NÉCTAR

Quero amar você
Nos campos de flores de mel
Sentir a maciez de sua vida
A suavidade
Dos seus carinhos
Nas várias estrelas do céu

Quero saciar
Minha sede de você
Como náufrago
Numa ilha
Depois de dias à deriva
No mar verde das incertezas

Quero viajar
No sorriso dos seus olhos
Como pássaros que migram
Sonhando em suas asas
Para terras distantes
E desconhecidas

Quero me alimentar
No seu amor
Nos seus desejos
Nos seus beijos
Como o beija-flor
No néctar da flor

Foto de Carmen Lúcia

O grito...

Lancei o grito...
Estridente, sibilante, penetrante...
Assim, à queima-roupa...
Que cala a boca...
Causa estardalhaço,
saído do profundo...
Vulcão em erupção
lançando labaredas
e agitando o mundo
como um terremoto,
cuja trepidação
cessa a respiração,
leva à perplexão.
Lancei o grito...
Há muito tempo contido,
escondido, reprimido...
Represado na garganta
que inflava minha alma
sufocada num gemido...
Lancei o grito de vida
que replica, que revida,
que dá vida...
Mostra a alma.
Grito de liberdade,
que invade...
Do livre-arbítrio.
Da minha vontade.

Carmen Lúcia

Foto de Carmen Lúcia

Morte e ressurreição de um poeta (ao Dia do Poeta:20/10)

Sangra, agora, seu coração...
Mudo, destroçado, sem vibração.
Quer bramir um verso,
despertar a emoção...
Mas cala-se ante o gemido que brota
confirmando a triste derrota.
Sangrando assim, não é capaz...
Sangrando assim, seu verso jaz.

Outrora voava com a fantasia,
som de violino em feitio de poesia,
seus versos percorriam céus e terras...
Era o amor indo ao encontro de almas vazias.
Pisotearam o poeta, tiraram-lhe a visão,
rasgaram os seus versos, escarraram suas rimas...
Amores perversos, almas desumanas,
maldade imbuída na mente humana...

Hoje, um farrapo vagueia pelas esquinas,
um resto de inspiração o incita à nova vida...
E tateia as emoções pelos cantos, perdidas,
restaurando seus versos, resgatando suas rimas...
Esculpindo sua alma...
Um verdadeiro artista!

(Carmen Lúcia)

Foto de Arnoldo Pimentel Filho

HORIZONTE DOS SEUS OLHOS

Aconteceu sem eu perceber
Não cativei você
Tive medo de abraçar
Tive medo de amar

Mergulhei no mar de arbustos
Soprei um vento no seu rosto
Pra você ficar distante
Das minhas mãos vazias

Tive medo de acariciar sua vida
De amar seu infinito
De viver seu paraíso

Tive medo de abraçar
De mergulhar
No horizonte dos seus olhos

Foto de Arnoldo Pimentel Filho

ENTARDECER

Os ventos já não balançam as flores
Já não sinto o toque das pontas do mar
Estou sentindo meu entardecer ancorar
Nas bordas do porto exausto de tanto esperar

Meu mergulho lívido já não é profundo como quando buscava tesouros
E as sombras do fundo do mar norteiam a superfície com pouco sol
Que está escondido entre as nuvens partidas que se assemelham com o fim da lua
Desnuda pelos olhares de marte

O horizonte já perdeu o tom avermelhado que o diferencia da manhã
Onde os ventos eram fortes e os moinhos viviam a plenitude
Nas planícies repletas de amores furtivos e vazios que transbordavam o coração
Nos celeiros escuros e cobertos pelos olhares inocentes que vinham de longe

Os ventos já não movem meus olhos na esperança de vislumbrar
A fada que iluminava meus dias com sua sedução tímida
E mãos de seda que passeavam pelo corpo sem descaminhos
Descobrindo o amor na sensualidade exprimida entre beijos atrás da estrela cadente

O anoitecer é a desilusão do dia
Tudo que era claro fez-se escuridão
Parece que a vida vai deixando de existir aos poucos, lentamente
Enquanto o sol se esconde entre nossos sonhos

Já não sinto os ventos no meu rosto entristecido pela palidez
Minha sedução virou lembrança entre as paredes do meu oceano
Meu dia está enfraquecendo enquanto o entardecer toma forma
A noite vai cobrir meu corpo e dormirei o sono sereno da quietude sem fim

Foto de Ivanifs

A Janela

O avião risca o céu
E a caneta desliza no papel
Alguns sonhos saem de mim
As vezes me sinto assim

Caminhos de ida, caminho de volta
O cansaço vem me abraçar
Fico sem graça
Quero é me espalhar

Os dias passam depressa
E quando cai a a noite, prefiro chorar
A olhar pela janela
Vejo estrelas caindo a brilhar

Contento-me com o céu cinzento
E a garoa inunda a amplidão
Lembranças tomam minha mente
E trazem a tona o olhar em vão

Continuarei aqui
A contemplar o firmamento
Sorrindo e aguardando, o exato momento
Em que o sono virá
E me trará o descanso...

O dia vai me acordar
E a janela vai continuar
No mesmo lugar onde está

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