6º Concurso

Foto de Rose Felliciano

A DESCOBERTA DO AMOR

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"Carrego ainda o que restou de nós,
Numa caixinha escondida no tempo...
Que eu guardei com a maior ternura
Todas as palavras, versos e doçuras

Por vezes me pego, a observar detalhes
Tantas foram às fases da lua obscura
Da penumbra que inundou a nossa rua
Que ponho a analisar o inerte entalhe...

E dá vontade de me guardar lá dentro
Escondida dos meus próprios segredos
Saudosa do utópico amor sonhado...
Aproximados na distância em pensamento.

Mas certos estamos que foi o melhor conteúdo
Deixado ao mundo na pureza que inunda
Ainda hoje, pela sutil delicadeza
A descoberta do amor e sua beleza..."

Dueto: Rose Felliciano & Hildebrando Menezes

Foto de Carmen Vervloet

Navegando o Amor

Participando do Concurso "Dizendo te amo"

Na nossa pequena viajem
Onde o amor é o mote,
Usamos de muita coragem,
Mar bravio, precário bote!

Navegamos com coragem
Sobre o prata do luar
Esculpimos nossa imagem
Com areia, sal e mar!

No embalo das grandes ondas,
Doce acalento do amor
Sua boca, minha boca sonda,
Roubando um beijo abrasador!

Nossos corpos excitados
Estimulam a deflagração
Deste amor tão bem guardado
Que irrompe em combustão!

Na volta desta viajem
Águas límpidas a navegar
Refletem-se nossas imagens
Calmas, no espelho do mar!

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora

Foto de Osmar Fernandes

Batata podre

Tanta gente podre, louca, inútil.
Mente suja, poluída, burra.
Só pensa em passar a perna,
Vomitar o bem, matar a paz.
Tanta atitude ibecil.
Quanta solidão na gruta.
Sujeira eterna...
Gente incapaz.
Trilha de urubu.
Asa de helicóptero...
Bico de anu.
Insano meteoro,
Que traz avalanche.
Que sem sonhos e saudades,
Deixa nódoa, revanche.
Pinta a arte da vida
Com sangue de maldades.
É o mal desse artista...
Estranho dente de alho.
Cabeça de cebola.
Árvore sem galho.
Paixão de baitola.
Gente sem mente.
Que não vive.
Que tem a semente
mas, não sobrevive.

Foto de Sonia Delsin

OS DEDOS DO DESTINO

OS DEDOS DO DESTINO

Tínhamos que nos encontrar.
Os dedos do destino tracejavam.
Nas cortinas do infinito rabiscavam.
Nossos nomes juntinhos.
Uma vivência?
Um tempo?
Uma experiência?
Que posso dizer de nós?
Que somos lindos?
Que estamos prontos?
Posso dizer que nos encontramos.
Que caminhamos...
Talvez buscando uma estrela longínqua.
E o brilho dela está sendo a razão de nossos dias...

Foto de Anderson Maciel

SENTIMENTOS

muitas vezes ja estive sosinho
sem ninguém sem caminho
agora tou eu de novo aqui
poxa não me falta o que falar
nem sei como começar a recitar
mais a medida que vou pensando
eu vou aqui estar lhe falando
não é meu desejo que seja assim
queria que tivesse mais de mim
quero ser feliz ao teu lado
ser o teu amor amado
será que não podes dizer um sim
eu tenho os meus sentimentos
não me falta coragem para expresa-los
pois eu sei o que eu aqui te falo
falo do meu grande amor por você
e mesmo que seja só um sentimento meu
um dia eu tornarei a falar que também hoje ele é seu. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

PENSAMENTOS MEUS

pensei que eu iria poder fazer o que queria
mais não veio sobre mim uma luz vadia
que me consumio até eu dizer basta
o que fazer quando se ama de verdade
não queria que isso afetasse a nossa amizade
mais é o que eu posso te dizer
somplesmente minha vida a cada dia tem um novo começo
e a você eu axo que eu mereço
mesmo que seja em meros pensamentos meus. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

QUÃO BOM

Quão suave é poder te ter
Esperei muito tempo e agora posso ver
Posso finalmente te contemplar
Nesse lindo e maravilhoso amar
Sei que valeu apena esperar
Lutei não desisti e agora aqui estou eu
Te pedindo por favor amor meu
Não se esqueça do nosso sorriso
Pois é de você que eu preciso
Para aqui na terra sobreviver. Anderson Poeta

Foto de Joaninhavoa

Manta de retalhos...

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Manta de retalhos!
*

Faz a manta pegando as pontas...
remendando bocados agora ligados!

Pontas apanhadas dos desencontros
de voz rouca da louca loucura d`amor
Delícias carícias pétalas em devaneios
E tudo o vento levou tão de repente
Seu traidor! Ausente mas sempre
presente em abraços mimos de laços
esvaiados indolor
Assim se faz uma manta de retalhos!

Joaninhavoa
(helenafarias)
15/02/2009

Foto de Joaninhavoa

Rosa Vermelha! Lá fora no jardim I

*
Rosa Vermelha! Lá fora no jardim - I
*

Poderia chamar-se rosa enjeitada, pois não fora colhida
nem uma vez para a cerimónia do altar…
Mas a estória não reza assim…
Guardou-se angelical por opção, condição única dos sonhos
imaginados de um dia encontrar seu príncipe, o tal do
Saint Exupéry! Deixa-me rir…
Deixou-se ir na correnteza mansa de um rio sem nome e sem
destino e quando tudo à sua volta se desvanecia em linhos
de bordados e de cachemira, sedas tecidas pelas lagartas
e onde as osgas tinham largado suas bênçãos em noites de
teatro de sopro derrotados pelo desmaio apático da rosa pálida
de não saber o porquê de estar num buquê que não escolheu…
(continua…)

Joaninhavoa
(helenaFarias)
15/02/2009

Foto de Carmen Vervloet

Tórrida Paixão

Participando do Concurso "Dizendo que te Amo"

Quando penso em você
Vibra o meu corpo
Navego rumo ao seu porto
Ancoro em seus braços
E entre abraços
Entrego-me por inteira
No calor da lareira
Chamas que incendeiam
Essa tórrida paixão
Hormônios em combustão
No prazer do momento
Bálsamo para sua ausência
Incômoda abstinência
Que persiste
Só porque você existe!

Carmen Vervloet

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