6º Concurso

Foto de eliane rocha

Vôo do pensamento...

Paradas, quebradas infinitas jornadas,
caminhos espinhos, e falta de um ninho.
Procuro, mas no escuro de um labirinto, as dores que sinto;
Quase sempre em vão,
Sorriso e lágrimas nada apaga essa solidão,
Caneta papel, palavras apenas.
É, no pensamento que vôo através do tempo mas o meu lamento não passa com o tempo...
Olhando pro céu contando as estrelas, tentando entender a minha tristeza,
A luz de uma vela assesa é tudo em vão. procuro no escuro ver tua face... menino meu anjo amado,
Poesias relatros retratos lembranças e fica a esperança...
Quem sabe você chegue a gualquer instante e tudo vai voltar a ser como antes.
No meu peito a marca, seu nome escrito no pódio do meu coraçao,
as vezes em que você dormia ao som de uma cançao...
cançao que era o nosso tema de amor, adormeciamos...
E ao acordar começava-mos tudo outra vez...
mas são apenas lembranças que não vem no tempo,
E aqui estou com o vôo do meu pensamento!!!

Foto de eliane rocha

chuva a procura do mar...

Sou como a chuva a procura do mar ao cair sobre a terra,
É levada aos rios.
E ali encontra tantos obstáculos curvas, descidas,quebradas, cachoeiras e vales.
E nem sempre consegui cumprir seu destino sua procura.
Logo vem o calor e outra vez vira vapor.
Assim sou eu a te procurar tantos caminhos, tantos espinhos e nada de te encontrar.
As vezes nessa procura q guase me leva a loucura, consigo ao menos te avistar,
mas guando guase ao alcanse de minhas mãos vem o calor e me faz evaporar para em outra nuvem me transformar.
E mais uma vez, começo tudo outra vez; até guando serei como a chuva? só me machuco nesse tanto caminhar a procura desse mar: que é você!!!

Foto de ultima.romantica

amores proibidos

Vim aqui pra dizer-te que deverias ter insistido
teres acreditado, teres seduzido...
Não faças assim...antes de virar-te, ouças:
vim pra dizer-te que deverias fazer sentido, haver mais gemidos...
Então não me deixes ir de cabeça baixa, responda-me mesmo dentro deste teu silêncio que mata. O que achas? Responda-me e isto basta!

Por que me empurraste porta à fora, por que me fechaste os olhos, por quê? E todas essas palavras que derramo em ti enquanto te escrevo...Será possível que não lês? Se tanto amor dei-te desde o início, desde quando te encontrei..Um sentimento profundo vivido por nós...foi tanto amor que eu nem sei!
Só sei que não enxugas mais aquelas lágrimas, que desciam tão sagradas, ao ouvir a tua voz!
Mesmo que já tenhas me esquecido...Sim eu sei...
Vim... e não voltarei antes de sussurar-te já sem os lábios colados ao ouvido,
que amor algum deveria ser proibido. Muito menos pelo o quanto que te amei.

Voltas urgente para o meu peito, para o meu colo, para a minha grande forma em te amar demais! Voltas!

Estou sofrendo, tu sabes...me acompanhas, mesmo distante num fingir que tanto faz...
Venhas depressa, voltes para minha vida e resgates meus sorrisos...
E já sem formalidades, em nossa plena intimidade: volta... e devolva a minha paz!...

Volta.

Foto de Vadevino

RATO, ADEUS

O Rato já não faz arte
Do mundo não faz mais parte
O Rato morreu de enfarte

Foto de Joaninhavoa

TEIA DE ARANHA

*
TEIA DE ARANHA
*
*
Ainda hoje estou para saber
O porquê de uma teia de aranha
Quando tudo tinha a haver
Só com duas almas sem manha

Joaninhavoa
(helenafarias)
16 de Dezembro de 2008

Foto de Joaninhavoa

TRAÇAR O CAMINHO...

*
TRAÇAR O CAMINHO...
*
*

Eu enxergo à minha maneira e calo pr`a mim e pr`ò mundo
o que gostaria de gritar! Mas só porque sei que um dia
Quando menos esperasse dirias em tom mudo
Não te enxergas! Pl`a certa tudo desmoronaria

Em mim! Só em mim engasgadas
Não suportaria palavras ditas à solta e sem pensar
Em tom zombeteiro! E mesmo dizendo que fora a sonhar
Há palavras mal ditas que ficam pr`a sempre gravadas

E não se conseguem apagar
Está fora do nosso controlo perdoar
Esquecer é continuar o caminho

É recomeçar do nada sòzinhos
Com força e coragem
É vital refazer o trajecto

Por onde caminhar.

Joaninhavoa
(helenafarias)
16 de Dezembro de 2008

Foto de leila lopes

Lembranças

Saudades e o que sinto do tempo de outrora.
quando em minha meninice corria livre;o vento balançava a cascata dourada que me caia aos ombros e voçê a minha frente com os braços abertos pronto a me fazer girar pelo ar.
Os gritos de alegria se houviam ao longe, era magico cada um desses momentos.
não sei em que momento toda essa docura se perdeu,mas a menina cresceu tornou-se mulher,mas ainda assim sentia a necessidadedos teus braços fortes me apertando,me protegendo do mundo era como se so ali eu me sentisse segura.
Quando foi que voçê me abraçou pela ultima vez;
Qual foi a ultima palavra de carinho que eu ouvi de voçê
Não consigo me lembrar quando a magia acabou.
Tentei me reaproximar tantas vezes

E outras tantas chorei escondida em meu quarto a falta que voçê me fazia.
Voçê estava tao perto de mim e ao mesmo tempo tão longe;não sabia como chegar até voçê.
Os sonhos que tinha onde brincava novamentecom voçê, onde eu te abraçaca e dizia o quanto eu o amava,nunca irão se concretizar
Voçê ja não esta aqui,nunca vou conseguir esquecer o caminho no meio da mata;
A força da natureza parecia querer me impedir de transpor o bloqueio de arvores e cipos que haviam pelo caminho,como se quisesse impedir meu sofrimento,mais alguns passos a frente e o chão fugiu dos meus pés, nao queria acreditar no que via, mas naquele momento tive a certeza;
Voçê tinha partido para sempre ,como pode fazer isso comigo e consigo proprio.
Enquanto eu chorava sua ausencia voçê estava la sozinho tendo como testemunha do seu sofrimento, somente o ceu e as estrelas
e como berço do seu repouso o solo.
um beijo meu pai,e a sua benção!
Saudades e o sinto!

Foto de Dennel

Caos da modernidade

Ardiam as chamas
Labaredas corriam aos céus
Filas nos pontos

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2007 All Rights Reserved

Foto de Dennel

Cemitério de navios ilusórios

No cemitério da ilusão
Colho as flores murchas
Depositadas por tua indiferença

Nos olhos carrego as névoas
Da última anulação
Dos seus flagrantes despropósitos

Manifesto dores cruciais
Dos espinhos dos teus venenos
Inoculados no meu ser

Sangro por entre as pedras lançadas
Bebo o veneno destilado
Em generosos goles

Minha carne viva lateja
Sofrendo as chicotadas
Da sua falta de caráter

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2007 All Rights Reserved

Foto de Vadevino

HIJITA

Hijita mía, querida,
Tu amigo lo quiero ser
Para que sea, mi vida,
Llena de mucho placer.

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