Poemas

Foto de Angelgoiabinha2

Não desistiram de mim

****
***
**

Uma vez me derrubaram
cai e me machuquei
Num buraco sombrio
me encontrei!

Alguns torceram contra
muitos a meu favor

Se achei pessoas para humilhar
também encontrei para me ajudar

...e foi essas que me apoiaram

com sua devoção e compaixão
por mim oravam

não desistiram de mim
e acreditaram,
que eu podia me reerguer.

Então,
Uma mão poderosa
do buraco me puchara
e me ensinou mas uma vez
o caminho de casa.

Sei,
que la em cima
além das nuvens...
Alguém sempre torceu por mim.

Esse sim,
é poderoso!
Basta ter fé e acreditar!
Para que ele possa nos ajudar.

Jesus Cristo obrigada
por mais uma vez me resgatar!

Angelgoiabinha

Foto de Angelgoiabinha2

Um sonho

**
***
***

Hoje tive um sonho
Sonhei com um amigo espiritual
ele me ensinava coisas,
coisas importantíssimas do plano astral.

Era coisa de anjo da guarda sabe...
muito angelical

Ensinava o que eu precisava aprender
Mas também me ensinou algo especial

Posso contar com ele em qualquer momento e decisão
Ele está ali para ajudar até em hora de solidão

Só tenho agradecer!
Obrigada meu anjo,
por informada me manter!

Por proteger nessa vida,jornada!
de apendizados,estrada.

Mais uma vez do fundo do meu coração
Obrigada!

Agradecimento ao meu Anjo da guarda...
... Angelgoiabinha

Foto de Felipe-Mazza

Sou metade do que já fui uma vez

Falta metade de mim, você a levou e agora como fico?
Sinto falta dela, de como eu era antes de ti conhecer...
De como eu era feliz, como eu era sonhador, como me sentia mais vivo...
Você levou uma parte importante de mim e agora estou incompleto...
Como faço pra seguir a diante se me falta essa metade...
Como faço pra seguir a diante se você está com ela e não me devolve...
Como faço para ser completo outra vez?

Foto de Sérgio Carapeto

Tu que em paz ficaste

João

I

Hoje perdi um grande amigo,
Mas os pais….
Esses perderam um filho.

Apesar de tudo…
Sei que estás comigo.
Apesar de tudo…
Sei que ainda estás vivo.

Agora habitas o céu sem fim,
Esse maravilhoso jardim,
De rosas floridas,
E pedras preciosas,
Onde tu passas sonhador e distraído,
Pelas mãos majestosas,
Dessa Deusa vagabunda,
Que a tua passagem,
Todos, destrói e inunda.

II

Apesar da dor que é não te ter,
Eu sinto em meu ser,
Que tu nos olhas lá do céu,
E a todos os que te amaram,
Cobres com o teu véu.

Espero que estejas num lugar melhor,
Do que esta terra maldita,
Impregnada de dor,
A tua alma seja bendita!

Mas o muito sofrimento,
Que momento a momento,
Nos consome e destrói,
E a vida já era,
E o amor já se foi.
E a saudade palpita e bate,
Até que a dor nos mate.

III
Tenho pena da tua família,
Aquilo que estão a sofrer,
Mas tu desse paraíso…
Hás-de ver…
O quanto choram por não te ter.

A tua mãe grita loucamente,
E chama por ti,
O seu olhar é triste e descontente,
E cravado de lágrimas,
E tudo o quanto existe,
É doloroso e triste.

O teu irmão nem consegue acreditar,
Como foi possível,
Que tu o pudesses abandonar?

Ele chora,
Mas não grita,
Deixou de falar,
A tua morte é fogo,
Que nos queima,
E não se pode apagar,
Volta por favor!
Deixa-nos te amar.

IV
As saudades são imensas,
E a vidas estão suspensas.
Se não voltas…
O que havemos de fazer?
A vida é tão curta,
E depressa pode perecer.

Será que vale a pena viver?

V

Tu eras uma vida cheia de esperança,
Agora és cadáver sem memória,
Triste o olhar dessa criança,
Que me conta a tua história.

Se vives,
É graças a nossa recordação,
Que trazemos de ti,
Aberta a ferida no coração,
Não se fecha e deixa sangrar,
Não morremos mas queremos,
Estar perto de ti,
Todos sofrem,
Mas ninguém sofre o que eu sofri.

Ninguém lamenta mais que eu,
O abraço que não te dei,
Mas ninguém sente o que eu senti.
Por isso morro,
Desde que te vi
Levado pela brandura da morte,
Que semeia a vida e agora te colhe.
Sem pedir licença.
VI

O teu funeral é tão triste,
Todos te choram,
E gritam por ti,
Apesar de tudo o que já vivi,
Esta dor eu nunca senti.

Agora sabes,
A tua morte é a nossa morte,
Sei que já não há volta,
Mas tento ser forte.

Todos se abraçam e choram,
Pedem e não são atendidos!
Os seus pedidos,
São simples palavras,
Levadas pelo vento agreste,
A dor todos visita e veste.

Até as arvores e as montanhas,
Clamam o teu nome,
Os riachos e as fontes choram,
E te procuram em vão,
Tu bem sabes,
Quem te amou com o coração.

VII

Desde a tua funesta casa,
Até ao teu sepulcro,
Todos caminham ao teu lado,
E o Deus mal amado,
Vivo!
Mas destroçado,
Chora a tua ida,

Triste partida.
Deste mundo para o outro,
Nem mesmo morto,
Te deixamos de amar.

Foto de Sérgio Carapeto

Tu que em paz ficaste

João

I

Hoje perdi um grande amigo,
Mas os pais….
Esses perderam um filho.

Apesar de tudo…
Sei que estás comigo.
Apesar de tudo…
Sei que ainda estás vivo.

Agora habitas o céu sem fim,
Esse maravilhoso jardim,
De rosas floridas,
E pedras preciosas,
Onde tu passas sonhador e distraído,
Pelas mãos majestosas,
Dessa Deusa vagabunda,
Que a tua passagem,
Todos, destrói e inunda.

II

Apesar da dor que é não te ter,
Eu sinto em meu ser,
Que tu nos olhas lá do céu,
E a todos os que te amaram,
Cobres com o teu véu.

Espero que estejas num lugar melhor,
Do que esta terra maldita,
Impregnada de dor,
A tua alma seja bendita!

Mas o muito sofrimento,
Que momento a momento,
Nos consome e destrói,
E a vida já era,
E o amor já se foi.
E a saudade palpita e bate,
Até que a dor nos mate.

III
Tenho pena da tua família,
Aquilo que estão a sofrer,
Mas tu desse paraíso…
Hás-de ver…
O quanto choram por não te ter.

A tua mãe grita loucamente,
E chama por ti,
O seu olhar é triste e descontente,
E cravado de lágrimas,
E tudo o quanto existe,
É doloroso e triste.

O teu irmão nem consegue acreditar,
Como foi possível,
Que tu o pudesses abandonar?

Ele chora,
Mas não grita,
Deixou de falar,
A tua morte é fogo,
Que nos queima,
E não se pode apagar,
Volta por favor!
Deixa-nos te amar.

IV
As saudades são imensas,
E a vidas estão suspensas.
Se não voltas…
O que havemos de fazer?
A vida é tão curta,
E depressa pode perecer.

Será que vale a pena viver?

V

Tu eras uma vida cheia de esperança,
Agora és cadáver sem memória,
Triste o olhar dessa criança,
Que me conta a tua história.

Se vives,
É graças a nossa recordação,
Que trazemos de ti,
Aberta a ferida no coração,
Não se fecha e deixa sangrar,
Não morremos mas queremos,
Estar perto de ti,
Todos sofrem,
Mas ninguém sofre o que eu sofri.

Ninguém lamenta mais que eu,
O abraço que não te dei,
Mas ninguém sente o que eu senti.
Por isso morro,
Desde que te vi
Levado pela brandura da morte,
Que semeia a vida e agora te colhe.
Sem pedir licença.
VI

O teu funeral é tão triste,
Todos te choram,
E gritam por ti,
Apesar de tudo o que já vivi,
Esta dor eu nunca senti.

Agora sabes,
A tua morte é a nossa morte,
Sei que já não há volta,
Mas tento ser forte.

Todos se abraçam e choram,
Pedem e não são atendidos!
Os seus pedidos,
São simples palavras,
Levadas pelo vento agreste,
A dor todos visita e veste.

Até as arvores e as montanhas,
Clamam o teu nome,
Os riachos e as fontes choram,
E te procuram em vão,
Tu bem sabes,
Quem te amou com o coração.

VII

Desde a tua funesta casa,
Até ao teu sepulcro,
Todos caminham ao teu lado,
E o Deus mal amado,
Vivo!
Mas destroçado,
Chora a tua ida,

Triste partida.
Deste mundo para o outro,
Nem mesmo morto,
Te deixamos de amar.

Foto de Sérgio Carapeto

Na palma da tua mão

Tens o meu coração,
Na palma da tua mão.
Abre e fecha a tua mão,
A vontade da razão,
E sempre lá encontraras,
O mesmo coração.

Um coração que bate por ti,
Desde o primeiro momento,
Em que um dia te vi…

Eu sei…
Que não existe explicação,
Nem sentido ou razão,
Para teres o meu coração,
Na palma da tua mão.
Mas deita-o fora,
Liberta-o para o mundo,
Que mesmo assim,
Mesmo que queira partir,
E da solidão fugir,
Tu lá o hás-de encontrar.

O meu coração,
Na palma da tua mão.

Foto de Sérgio Carapeto

Tenho saudades

Tenho saudades,
Das nuvens brancas,
Que percorrem o horizonte,
Do céu inacabado.

Tenho saudades do mar azul,
Onde um dia naveguei,
Sem nunca ter navegado.

Tenho saudades.
Das ilhas de desejos,
Por onde habitei.
Dos Deuses de loucuras,
A quem um dia amei.
Das árvores de paz,
Que me deram abrigo.
Das noites de luxúria,
Onde se esconde o perigo.

Tenho saudades de onde habitei,
Apesar de nunca ter sonhado,
Houve um dia que sonhei.

Foto de Sérgio Carapeto

Tenho no meu peito

Tenho no meu peito,
Algo tão inútil e imperfeito,
Que só bate por te amar!

Um amor que para mim é tão cruel,
Como os Deuses a quem fui infiel!

Um amor sem perdão,
Porque não posso controlar o coração!

Essa é a crueldade do destino,
Pelo qual fujo,
E minto,
Tudo aquilo que te digo,
E sinto.

Apesar de te querer e amar,
Os meus sentimentos não consegui controlar,
Ai… se eu pudesse arrancar,
O coração que me bate no peito,
Tudo seria perfeito.

Seria como uma pedra na calçada,
No passeio parada,
Por que passariam despercebida.
Seria nada mais que uma pedra…
Na calçada esquecida.

Mas para minha desgraça,
Devaneio e ameaça,
Tenho no meio peito,
Um coração que bate imperfeito…
Por ti!

Desde o primeiro momento,
Em que te vi,
Como parados no tempo,
(Inesquecível momento)
De loucura em pensamento!

E nesse momento eu me perdi,
E jamais me encontrei,
Só sei que me perdi,
E só me reencontrei em ti,
Apesar de vivo,
Parece que morri!

Amei e sofri,
Pedi e morri,
Naufragado nesse maré verde e agreste,
Que o teu olhar veste.

E os teus cabelos doirados,
Fios de ouro imaculados,
Que os anjos tecem,
Eu amo,
Como as rosas dos jardins de Adónis,
Por quem eu clamo!

E os teus lábios,
Pecados de anjo,
Que eu esbanjo,
Eu amo,
E desejo possuir,
Como o Deus que eu chamo,
E não me consegue ouvir.

Mas a minha maior desgraça,
É pior do que te amar,
É pior do que te querer,
É pior do que te amar,
E não te ter.

É o teu rosto angelical,
Que sem compaixão me atrai e seduz,
Como uma borboleta…
Seduzida pela luz.

Esse rosto que me fere mortalmente,
Com a sua beleza e esplendor,
É simplesmente,
O meu coração que bate por amor!

E o teu corpo,
Que eu desejo possuir,
Como a oiro e diamantes,
É nada mais que pétalas de rosas,
(Desejos tão amantes)
Como pedras preciosas.
Majestosas!

Sopradas pelo vento da manhã,
Que me liberta nesta fria manhã,
Com os seus raios de sol,
Que me aquece nesta noite tão fria,
O teu corpo era o sol que me aquecia!

Foto de Sactra

Aos olhos de um cego

Aos olhos de um cego,a noite tem o brilho de um arco-íris,as cores têm cheiro de flor.
Aos olhos de um cego,o amor tem sabor e o beijo tem cor.
Aos olhos de um cego,as pessoas são iguais,as aparências são as mesmas,
porém a essência de cada uma é diferente.
Aos olhos de um cego,a alma tem mais vida,seu guia é sua intuição e sua luz a força para seguir no escuro.
Aos olhos de um cego,a beleza está em ser não em parecer,na simplicidade de tocar e sentir o amor,não em descobrir belas faces.
Ele enxerga mais que todas as lentes do mundo,sabe mais e conhece mais do que aquilo que você pode ter e não consegue enxergar.

Foto de Diario de uma bruxa

O mistério da Bruxa

Debaixo de uma capa
Esconde-se um mistério
Por trás das poesias
Deixa pistas a desvendar

Protegida pela lua
No encanto da doçura
A bruxa ilumina-se
Cria forças a magia
Deixando em lindas poesias
Encantos de feitiçarias

Misteriosa bruxa
Alucina corações
Provocando paixões
Inocentes como de menina

Mistério precioso
Fica cada vez mais gostoso
O quanto mais se gosta
Mais difícil fica desvendar.

Poema as Bruxas

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