Poemas

Foto de baleia

Poemas

Aprimeira vez que te vi
apaixonei-me por ti
Nao sei se gostas de mim

Foto de Sentimento sublime

Natal!

Natal!

Aproxima-se Natal
Sentimentos a flor da pele
Pessoas num vai e vem sem parar
Todas em busca de mais um “Quê”
Que não sabem onde encontrar
Olham somente as luzes que brilham
Nas ruas, nas lojas, nas casas iluminadas.
Procuram alegrar com presentes
Amores, amigos, parentes.
Algumas buscando bens materiais
Outras apenas curar suas feridas
Cicatrizes de uma vida mal vivida
Nos hospitais doentes pedindo a Deus
Apenas um dia a mais de vida
Em asilos, orfanatos, pontes, becos, guetos.
Palácios, mansões, casebres.
Todos por Paz, Amor, Atenção e Carinho sedentos.
Muitos não se lembram dos irmãos
Que por um prato de comida um agasalho, um pão.
Á procura o ano inteiro estão
E os filhos da guerra, que com ela procuram a Paz.
Destruindo o planeta e o ser humano cada vez mais
Preconceitos, racismo, violência.
Pobre ser humano!
Perdido, massa falida que não vê.
Que tudo que ele precisa
Está em Deus, e não sabe.
Que ele mora em você!
Manaste!

Feliz Nata!
São meus votos a todos vocês, poetas e poetisas amigos!
Que o Menino Deus, renasça em seus corações fortalecendo-os
na crença que ha alguem lá em cima olhando por nós!
Muita paz, saude e concretizações em seus planos para o ano vindouro.
Beijos e abraços fraternos e carinhosos.
Osvania_Souza

Foto de Osmar Fernandes

Olho do limão

Sou escritor do 3º milênio.
O poeta novo.
Sem ninguém pra me ouvir.
Sem povo.
Tenho o olho de águia,
A luz do sol,
O breu da solidão... o reluzir das estrelas.
Vejo com o olho da rua...
Vejo o ar cinzento do céu, do mar;
da noite nua,
Desvairada, perdida.
Perdeu-se a poesia...
Rabiscaram a lição.
Há muita disritmia...
É a epidemia da vida.
O mundo queima sua teia de aranha.
Sou o poeta sem pena...
A reza sem novena.
Sou o redator sem jornal.
Sou o desigual.
Esqueceram de fechar a porta.
É trapo, é luxo; é miséria mental!
O piloto está sem passageiro.
A horta sem chuveiro.
O coração sem sentimento.
Sou a cabeça sem travesseiro.
Ninguém me dá ouvidos.
Sou o escritor desses momentos.
Sou o espinho da flor.
É o que me resta.
Cadê você meu irmão?!
Sou o olho desse furacão.
Mas, não adianta gritar!
Sou apenas o olho do limão.

Foto de minnie_heart

Gelo

gelo no corpo,na alma..
de onde vieste para me perturbar?
para congelar as minhas emoções, os meus desejos..
para tornar vazios os meus gestos,passos,palavras...

gelo que não gela
gelo que parece queimar
gelo que deserta
gelo que fere sem ferida causar

gelo no olhar
gelo que vem de onde não sei explicar
gelo que não quero dar
doi ter de o suportar...

dentro de mim,
esse gelo capaz de matar
que vem de todo o calor
que um dia não pude dar

o gelo do calor que ninguém quis,
o frio do desprezar,
o vazio de sentir na pele o abandono de ninguem,
a total certeza de nada...

Foto de Vadevino

DOIS PERSONAGENS

ALGUÉM,
Na cadeira de rodas
Eternamente sentado...
Para se locomover
Precisa ser empurrado.

OUTRO,
De corpo perfeito que
Pode andar pra todo lado,
Não aprecia o que tem –
Passa o tempo todo parado.

Foto de Sonia Delsin

EXTÂSE III

EXTÂSE III

Beija-me, amado meu.
Sob a janela.
Beija-me.
Desliza tua mão pelo meu colo.
Pelo pescoço, pela minha nuca.
Me deixe maluca.

Diga que sou tua amada.
A bem amada.
Diga que também não te esqueces daquela madrugada.

Ó! Alcançamos o êxtase.
Alcançamos um lugar que posso voltar.
Sempre e sempre.
No meu imaginar.

Agora estou sentindo tua boca na minha.
Estou sentindo tua mão deslizando.
Perigosamente andando.

Ai, estamos nos amando.

Foto de Sonia Delsin

SAPATINHOS DE CRISTAL

SAPATINHOS DE CRISTAL

Amor, sobre a penteadeira eles descansam.
Eles não se cansam...
De me contar.
O passado eles vivem a guardar.
São tão pequeninos.
Uns mimozinhos.
Tão bonitinhos.
Lilases.
Um dia os vi num lugar.
Fiquei a olhar.
Parecia que dentro deles um filme começava a passar.
Comprei.
Sobre o móvel coloquei.
Eu olho e vejo nós dois ali.
Figuras de um passado que não se apaga.
Como posso entender mensagens que o tempo vem me trazer?
Lembrança de algo tão especial.

Foto de Carmen Lúcia

"Vida sem vida"

“Vida sem vida”

Por onde se perdeu a minha vida?
Em qual esquina tropecei em minha sina?
Qual derrocada me deixou tão derrotada?
Que passo em falso me atirou ao cadafalso?
Sou um fantasma que trafega com o vento;
um leve sopro e me ancoro em qualquer tempo,
se vier mais forte, meu suporte se arrebenta
e a poeira do meu rastro se incendeia,
e me abrasa, levando-me à cegueira.

Por que de mim a vida se perdeu?
Pergunta infértil que não leva a nada,
visto que a resposta sou eu...
E o silêncio que me inunda se aprofunda
na essência congelada
retratada em meu ser, que sem saber,
sem se conter, quer responder...

Poderia ter sido feliz, mas não quis.
Sem qualquer explicação, de tudo me desfiz.
Sonhos que gerei e que não busquei
ou tardiamente procurei...
E já não tinham mais razão de ser.
Amor que imortalizei, mera ilusão...
Versos que materializei, inspiração,
espatifados no mais alto patamar,
onde a poesia conjuga o verbo amar;
que desprezei, não o soube conjugar...
E não me amei, nem me deixei amar.

Sou corpo sem abrigo,
espectro sem jazigo,
alma a perambular...
Que ainda ousa a chance
da luz de um novo dia,
virar a página e resgatar a vida,
ir ao encalço da esperança perdida,
sepultar a vã filosofia,
deixar de morrer a cada dia
e a cada amanhecer
dançar a dança do saber viver.
E sobreviver...
Louvando a graça recebida!

E na próxima esquina, ainda espero,
Esbarrar-me com o novo...
Recomeçar do zero!

Carmen Lúcia

Foto de Sonia Delsin

CORRO PRA TEUS BRAÇOS

CORRO PRA TEUS BRAÇOS

Corro pra ti.
Pra teus braços.
Adoro teus abraços.
Nunca contei os passos.
Os passos que nos distanciam.
Distância só existe de fato quando se está longe do coração.
E isto não acontece conosco não.
Estamos pertinhos.
Juntinhos.
Nos queremos tanto.
Entre nós existe encanto.

Foto de Carmen Lúcia

Feliz Natal!(Para todos!)

Feliz Natal!

Ele nasce outra vez!
Como nasce o novo dia...
Trazendo belezas infindas
do universo de onde se fez.

Ele nasce outra vez!
E tantas quantas precisas forem,
trazendo consigo o amor
que talvez houvesse adormecido
ou dele tivessem se esquecido
minimizando-lhe o valor!

Ele nasce outra vez!
Semeando o bem e afastando o mal;
fertilizando o bom, conscientizando o mau...
Preenchendo lacunas escuras
onde a luz não consegue entrar.
Nasce e renasce,
com seu brilho no olhar!

Carmen Lúcia

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