Poemas

Foto de Vadevino

RATO, ADEUS

O Rato já não faz arte
Do mundo não faz mais parte
O Rato morreu de enfarte

Foto de pttuii

Mulher biónica

a luz fraccionada na fronha,
e a aura de não sei quê mais
que um de dois destinos de vida,
sorriso,
peleja de mãos em cruz,
é uma senhora lauta em dissolvência
que faz de truques a malha
do discorrer dos dias....

Foto de Joaninhavoa

TEIA DE ARANHA

*
TEIA DE ARANHA
*
*
Ainda hoje estou para saber
O porquê de uma teia de aranha
Quando tudo tinha a haver
Só com duas almas sem manha

Joaninhavoa
(helenafarias)
16 de Dezembro de 2008

Foto de Joaninhavoa

TRAÇAR O CAMINHO...

*
TRAÇAR O CAMINHO...
*
*

Eu enxergo à minha maneira e calo pr`a mim e pr`ò mundo
o que gostaria de gritar! Mas só porque sei que um dia
Quando menos esperasse dirias em tom mudo
Não te enxergas! Pl`a certa tudo desmoronaria

Em mim! Só em mim engasgadas
Não suportaria palavras ditas à solta e sem pensar
Em tom zombeteiro! E mesmo dizendo que fora a sonhar
Há palavras mal ditas que ficam pr`a sempre gravadas

E não se conseguem apagar
Está fora do nosso controlo perdoar
Esquecer é continuar o caminho

É recomeçar do nada sòzinhos
Com força e coragem
É vital refazer o trajecto

Por onde caminhar.

Joaninhavoa
(helenafarias)
16 de Dezembro de 2008

Foto de Vem me amar

Como conseguimos estragar tudo

Como conseguimos estragar, algo tão simples!
Um amor tão inocente, sincero, meigo.
Como? me pergunto várias e varias vezes
Se é algo tão simples.
Amar e ser amado.
Porque complicamos tudo, nessa vida !!!

Foto de Rosinéri

ESPERANDO MINHA VIDA

Acordei abrindo a porta do mistério
onde guardo a minha vida enquanto durmo
procurando nele o meu sorriso de toda manhã
meu olhar sereno e deslumbrante
minha intenção mais genuína e solidária
e também minha alegria renascida
mas por mais que eu procurasse nas gavetas
e nos restos da noite que acabara
nada achei pendurado nos cabides,
a não ser a lembrança de outros tempos
e atônita ante a ausência de mim mesma
sentindo-me num beco sem saída
apertei o gatilho da memória
e correndo até o espelho da esperança
meti nele minha sombra amarrotada
e lá estou esperando-me sentada
até a hora de voltar nem sei de onde.

Foto de Rosinéri

ELE ENTROU NO MEU EMAIL

Ele entrou no meu e-mail com uma mensagem
E tirou o sossego do meu dia
Penetrou nas minhas nuvens,
Inundou-me com o seu Sol,
Fez-me rir com alegria.
Seus olhos negros como a noite
Vieram me ver
São olhos Tristes, profundos e vivos
Que adivinham o que não falo
Príncipe das terras geladas
De coração meigo e quente
trouxe-me de novo uma vida
Que há muito estava ausente
Imagino-o aqui comigo
Nos olhando
Numa vertigem envolvente,
Mergulho nas suas ondas
Inundo-o nas minhas estrelas
Mil sóis então explodem
E tornam o frio quente
Ele assustado tem receio
Não quer ser o responsável
Por inconseqüente sonho
Não se assuste meu príncipe
Digo-lhe eu no meu silêncio
Existe coisa melhor
Que deixar o coração
Sem chaves
Acordar do sonho
E expressar o que lhe vai no intimo
E o que sinto que sentes?
Ah príncipe doce e terno!
Que inundaste o meu dia
Deixa fluir o teu sol
Explodir mil estrelas
Dá espaço à poesia!

Foto de Rosinéri

RENÚNCIA

Não posso negar a tristeza angustiante
que deixa esta saudade.
Não pelo egoísmo de não tê-la,
mas pelas coisas que não faço por causa dela.

Por querer-te tanto quanto eu quero a vida ,
ando solitária no meu caminho.
Cantando como pássaro sem ninho,
Para ninguém ver o dor no meu rosto.

E, apesar da metade de mim estar ausente,
sorrirei a cada instante.
Esconderei dos outros a dor que sinto...

Confesso, estou sofrendo pois sei
que o que me resta desta vida é o passado.

Uma lembrança, um amor não amado, e do futuro,
a morte como fim de tudo.

Foto de Dennel

Caos da modernidade

Ardiam as chamas
Labaredas corriam aos céus
Filas nos pontos

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2007 All Rights Reserved

Foto de Dennel

Cemitério de navios ilusórios

No cemitério da ilusão
Colho as flores murchas
Depositadas por tua indiferença

Nos olhos carrego as névoas
Da última anulação
Dos seus flagrantes despropósitos

Manifesto dores cruciais
Dos espinhos dos teus venenos
Inoculados no meu ser

Sangro por entre as pedras lançadas
Bebo o veneno destilado
Em generosos goles

Minha carne viva lateja
Sofrendo as chicotadas
Da sua falta de caráter

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2007 All Rights Reserved

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