Poemas

Foto de Kuem

Um canto...

Em poucas palavras,
me encantei com seu olhar.
O seu modo de sorrir,
e até seu jeito de andar

Não sou muito de escrever,
muito menos sei me expressar.
Mas há algo dentro de mim,
que não para de cantar.

Um canto alegre,
um canto que estava a me procurar.
Canto que me oferece,
mais uma vez poder Amar.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"AUSENCIAS"

AUSENCIAS

Vago por noites a fio...
Em busca de explicações...
Desisto, pois não tenho o perfil...
Pra suportar tantas emoções!!!

Tantos que vão e vem no mais louco vazio...
Sem se dar conta de quando vão, nem de quando vem...
Só de pensar já me da arrepios...
Suas ausências não me fazem bem!!!

Choro de dor ou de saudade...
Mas nem bem as lagrimas enxugam...
Mais alguém vai, na mais tenra idade...
Essas ausências me maltratam!!!

Sei que apesar de todo sofrimento...
São desígnios do Criador...
Para nós o que resta é o lamento...
E nos apegar simplesmente ao amor!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"CAÇADORES"

CAÇADORES

Neste mundo de ilusões, entre ódios e amores.
Vou me esgueirando dos vilões, não sou caça.
Pertenço ao clã de caçadores
E na disputa ferrenha da sobrevivência defendo a minha raça.

Planeio por vales e colinas em busca das presas perfeitas
Tenho o faro das águias alpinas, feroz contundente e certeira.
E neste mundo de geral confusão que insisto em querer competir
Abro um leque de opções,mas não baixo as garras e não aceito Sair.

A vitória tem que ser companheira.
E quando a caça é astuta e insistente guerreira
Realizo-me, pois não aceito desistência.
A pelleia tem que ser verdadeira.

E por fim o descanso é marcado
Caçadores felizes cansados
E iniciantes totalmente deslumbrados
O vencido arfa em um canto, e o vencedor descansa aliviado.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"CENSURA"

CENSURA

Apesar da liberdade...
E da falta de freios...
Ainda não me sinto a vontade...
Só me liberto em meus devaneios!!!

Quando ainda jovem muito quis fazer...
Senti o poder da censura...
Reprimindo-me até ao que queria ler...
Era obediência ou simplesmente a clausura!!!

Mas hoje já no sábio ocaso...
Eu juro que já não tenho mais vontade...
De afrontar os covardes que diminuíram meu espaço...
E me relegaram a esta terrível falta de vaidade!!!

Um grito ainda eu vou dar...
Nem que seja no leito de morte...
O Brasil ainda tem que se orgulhar...
Deste povo que vive do sul ao norte!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"POÉTICA"

POÉTICA

E neste tempo enorme que tenho a meu dispor...
Vasculho minha mente insana...
Desprovida de subterfúgios e cheia de amor...
A procura de algo que realmente valha a pena!!!

Esbarro por cânticos angelicais...
Figuras de extrema beleza...
Ainda assim o que eu quero mais...
É ter o dom das palavras com extrema singeleza!!!

Mas isso foi dado para poucos...
E sei que tenho muito que aprender...
Os poetas são quase todos loucos...
Mas eles sabem o que querem dizer!!!

E é a veia poética que tanto quero ter...
Escrever e emocionar muita gente...
É isto que eu quero fazer...
E se um dia, lágrimas alguém derrubar com minhas palavras...
Feliz e realizado poderei ser!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"BRISA"

BRISA

Folhas aos ventos...
Ventos que traz...
Lembranças dos tempos...
Tristezas jamais!!!

Vento que sopra...
Sussurra harmonia...
Vida que passa...
Na mente vazia!!!

Memória esquecida...
Na noite que vai...
Revolta vivida...
Sofrimento nunca mais!!!

Foto de Jhessyca Lima

Fim

Finda-se o dia. Meses, anos te esperando.
Finda-se também a esperança de te reencontrar.
E para o meu fim falta pouco,
pois minh'alma seus últimos suspiros exala
e meu corpo fenece sem cessar... a cada instante dessa espera.
Findam-se minhas dores e tristezas,
e finda-se também meu motivo de viver...
São intantes que se passam,
anos que eu não notei,
tempo que não vi o relógio contar...
E o futuro me espera.
Nem se sei espera...
Se viverei ainda para contar as estrelas,
para ver os raios do sol e as ondas do mar!
Fim dos tempos...
Fim do meu tempo de amar.

Foto de ek

O Velho e o Garoto

Espera. Onde vais, o que buscas?
Eu procuro a vida e a vida após ela,
eu procuro Atlântida e a alma do mundo.
quero encontrar as rosas, eu busco um pouco de tudo.

Calma, o que estas a procurar não existe,
é apenas o sonho de poucos, mera ilusão.
Cala-te velho! O que falas é triste,
ficou velho, cético, e mudo,
esqueceste de como é estar vivo,
já não consegue e nem quer acreditar.
E afinal que importa isso,
não são os sonhos que movem o mundo?

Mas o mundo no qual vive garoto, é cinza
já não existe mais amor, e os poetas estão todos mortos,
hoje, garoto, o que move o mundo
não são os sonhos, e muito menos o amor.
O que move o mundo hoje,
é sua fúria por não existir,
é este vazio em seu peito,
é esta ânsia por ansiar.

Você não sabe o que fala,
falas por falar e não falas quase nada.
Você fala de um mundo negro,
mas falas de si mesmo,
cinza é tua alma, e triste
são os sonhos que deixaste de sonhar.
Porem o amor talvez esteja morto,
mas morto em seu peito.

Ah, você não conhece o mundo,
você é jovem e ainda não chorou,
não viu as estrelas caírem do céu,
e nem viste as nuvens apagar o luar.
Tudo que acredita saber,
não passa de estórias sem sentido,
destino, ou qualquer razão maior.
Mas vá, vai sonhar!

Foto de ek

explicando

Bem, aqui fica uma breve justificativa, quase um pedido de desculpas.
As idéias que estarei a postar a partir deste ponto, não são tão novas ('não são tão' quanto ão ^^), já não é o pãozinho francês quentinho que trazems da padaria toda manhã, mas sim, aquele pão seco há muito guardado no armario e que agora só serve pra fazer torrada (pronto, ja estou viajando oO).

Estarei a expor agora toda aquela velharia, que estou certo, todos nós guardamos. São de uma época que eu lia de muito e vivia de pouco, na grande maioria ja não compartilho das mesmas idéias, mas os guardo com muito carinho.

Estarei a posta-los do mais antigo para os mais recentes, nem todos têm data mas estão em ordem.

Nos comentarios colocarei algumas justificavas e explicações sobre o que exatamente estava pensando. Pois quando escrevemos algo, damos a isto, nosso próprio ritmo, tom de voz e pausas e, muitas vezes, quem lê o interpreta de outra forma.

Foto de Lu Oliveira

Confissão

Que poderia dizer-te, amor meu
que já não tenhas percebido
em meus olhos
que já não tenhas pressentido
em meus gestos
que já não tenhas observado
em minhas inquietações?
Que poderia dizer-te, amor meu
que já não tenhas sentido
em meu olhar sedento de ti
que já não tenhas lido
em minhas humildes palavras
que já não tenhas vivido
em nossas vidas passadas?
Que novas palavras teria que inventar
para mostrar-te a grandiosidade
deste sentimento que nos une,
a força impetuosa deste amor
tão meu, tão teu, tão nosso!
Que outras poesias teria que criar
para enaltecer meu amor por ti,
amor que me faz transcender
minhas próprias limitações
e que faz de mim tua companheira imortal...
Que mais poderia dizer-te, amor meu
além de confessar que te amo?

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