Poemas

Foto de Ednaschneider

Atração

"Atração:
Ela está entreaberta
Querendo com meus lábios ser coberta
Está pingando, molhada.
Querendo ser chupada.
Eu me aproximo
Sinto o cheiro adocicado.
Sinto o estímulo
E há um desejo a ser saciado.
Chupo, absorvo e me deleito.
Sinto o gosto enquanto espremo.
O caldo escorre, da boca cai no peito.
Sinto um prazer ao extremo.
Fico cansada de tanto sorver e chupar
Suas partes que foram tomadas
Em minhas mãos e meu paladar.
A vontade foi saciada.
Cada célula sugada
E em minha boca derramada.
Que delícia, fruta bendita...
...Essa laranja saboreada!

Joana Darc Brasil*
*Direitos reservados à autora"

25/07/07

Foto de Homem Martinho

Homenagem Aos Bombeiros

Corajosos com sua profissão, sabem
O valor de nossas vidas.
Resgatam todos que necessitam, sem
Pensar nos riscos que correm;
O prazer de fazê-lo supera qualquer barreira.
Recordamos das vidas perdidas
Amizades rompidas pelo fogo
Corações perdidos e sofridos
Andam sem eira nem beira
Olham pelas pessoas como se da família se tratasse.

Dividem suas vidas entre suas famílias
E esse excelente trabalho que salvam nossas vidas.

Bondosos com todos que
Os cercam;
Muitos não sabem o enorme valor que tem essa ´família`
Bombeiros, uma grande família,
Eternos homens de bem,
Íntegros, que merecem nosso
Respeito acima de tudo
O valor que vocês tem para com
Seus semelhantes só Deus pode recompensá-los.

Sentem o perigo a todo o momento
Andam sem a noção do tempo
Nada lhes mete medo
Temem unicamente pela vida de outrem
Arriscam sempre mesmo sem esperança
Rir e chorar faz parte do dia a dia
Enfrentam o perigo com um sorriso nos lábios
Mesmo que isto signifique a morte.

Foto de Inês DHomem Martinho

p/ Fernanda Queiroz

Olá Fernanda:

Eu sou a Inês, a filha do Homem Martinho, acabei de me inscrever e gostaria de saber como posso ver o capitulo I do Amor feito força.

Aproveito para te dizer que gosto muito da tua poesia.

Beijinhos

Inês

Foto de Homem Martinho

Amor feito força- Capitulo I

São oito horas da manhã de um lindo dia de Agosto, é Domingo, Susana despe o roupão que traz vestido e deixa-se ficar completamente nua diante do grande espelho que ocupa a parede direita do seu quarto de banho, olha demoradamente para o reflexo do seu corpo, gosta do que vê, um corpo de sonho, uns cabelos muito pretos, compridos e sedosos descaem-lhe sobre os ombros firmes e que parecem feitos da mais pura seda, uma seda ainda mais pura do que aquela de que é feito roupão que acaba de deixar cair no chão, levanta o braço esquerdo e enfia os dedos, uns dedos finos e compridos, por entre os sedosos cabelos, repetindo de seguida o gesto, mas agora com braço direito, são uns braços muito bem torneados, longos, mas não compridos em exagero, as suas mãos deslizam pelo couro cabeludo, descem pelos cabelos como se de lianas se tratasse e depositam-se sobre os magníficos ombros, dedica alguns minutos a massajá-los e continua a descida até tocar os bicos erectos dos seus seios, ela sabe, como ninguém, o que significa aquela erecção, nada mais do que desejo, desejo de amar e ser amada.
Susana vai descrevendo pequenos círculos em volta dos mamilos enquanto começa a ver desfilar na sua mente imagens de outrora, imagens onde ela é amada e ama.
Continua a viagem pelo seu próprio corpo, com ambas as mãos percorre as curvas da sua cintura, uma cintura que parece ter saído das mãos do mais perfeito torneiro, começa a afagar as suas ancas e sonha, sonha que são as mãos do homem amado que a estão a acariciar, é ao pensar no amor da sua vida que esperta par a realidade e percebe que precisa de e despachar, no entanto não resisti a acariciar a sua púbis, do mesmo modo que David sempre lhe fazia.
Susana liberta-se do estado de letargia em que se deixara prender, solta-se da amarra dos pensamentos que tomaram conta de si e dirige-se para a faustosa banheira de hidromassagem que está situada no canto oposto ao espelho, a banheira encontra-se incrustada no pavimento pelo que o seu rebordo se encontra pouco elevado em relação ao chão da casa, alça a perna direita, e dá uma ultima espreitadela para o espelho, sorriu, sempre adorara contemplar as suas belas pernas, umas pernas que eram uma tentação para todos os homens com quem se cruzava, David confessara-lhe uma vez que se tinha apaixonado por ela por causa das suas pernas, sorriu uma vez mais e entrou na banheira.

Foto de PMmorte

Minha "Vida"

Gostoso lembrar do seu amor por mim...
Hilário pensar no seu amor por mim...
Interessante saber do quanto você sente minha falta... falta de quem suportava seu jeito histérico e ciumento de ser...
Deve ser difícil pra você perceber o homem que fui para você e como você deixou que eu escorresse pelos seus dedos... como aquela pedra (que não escorreu) mas que foi atirada por você no vidro do meu carro...
Sinto uma mistura de sentimentos ao lembrar sua "forte" forma de expressar o quanto me amava: era de tal modo que a cada demonstração, mais eu sentia ojeriza de você...
Parece uma piada lembrar de você me amar como uma louca e, no resto do dia, continuar a agir como uma louca, de fato.
Seus poemas de amor são lindos, não entendo porque suas atitudes nunca foram, pelo contrário.
Hoje você continua romântica: faz questão de me mandar emails, postar lindas mensagens e mostrar o quanto me deseja. Louváveis atitudes, principalmente quando esqueço o fato de você ser casada e tratar com tanto desrespeito o homem que contigo dorme.
Seu amor machuca, é perigoso, indócil, cruel.
Ao refletir, percebo o quanto a saudade é poderosa: transforma recordações em situações distorcidas, visto que nosso amor nunca foi real, nunca foi saudável, nunca foi tranquilo.
Minha "Vida", ame o que você tem hoje, não espere perder quem está ao seu lado para passar a ser "romântica" e forçadamente "sensual", como passou a ser pra mim, que nem te quero mais...
Gosto muito mais de você quando sinto a tua falta... deu pra entender?

Foto de Carmen Lúcia

"Botequim"

Almas sedentas, isentas de hipocrisia...
Almas distintas, famintas de rimas, de poesia...
Rastreiam carinho, anseiam driblar o frio,o vazio...
Em busca do mesmo desejo, reforçam o ensejo
De serem ouvidas, sentidas, amadas, compreendidas...
Gritos incontidos, uníssonos alaridos
Que rasgam peitos, apontam feridas...
Marcas da vida, ressentida, sofrida...
Mágoas dos dias, dos anos, desenganos...
No encontro, a unicidade, a cumplicidade,
Um ponto qualquer da cidade, sem alarde,
Cantos entristecidos, recantos esquecidos, empobrecidos
Enchem-se, povoam-se, avolumam-se,mostram-se enriquecidos...
Vozes entoam, cantam, encantam, acalantam,
As últimas gotas dos copos, garrafas a tilintar...
Trepidantes acordam o lirismo, versos pro ar...
O recinto transborda sonhos...
Batuques de tamborim...
Acordes de bandolim...
E todos se tornam poetas...
....naquele botequim!

Foto de Chibi

Angústia...

No mais desesperado instante
Sob a loucura dos pensamentos
Escrever é um remédio, é revoltante
Mas... assim surgirá a solução dos sofrimentos?

Em um ato de repulsa e solidão
Fantasmas do passado resolvem aparecer
O que estes me arrancarão?
O que devo eu fazer?

Escrever representa uma fuga
Dores vividas por mim que emergem em linhas
Pensamentos, lembranças de uma luta...
Palavras que não me pertencem, mas que são minhas

Perguntas inundam a mente, confundem a cabeça
O desespero da incerteza é iminente
Achar a resposta… qualquer que seja
Mas no silêncio tortuoso o choro… de repente…

Foto de Bahibak

Minha Alma Jaz

Me deixe em paz
Minha alma pura...jaz
Como pó na ventania
É tua culpa minha agonia!
Vivo dias infernais!
Minha alma pura...jaz.

Não me peça um só instante
que eu siga adiante,
com a tua companhia
És tua culpa minha histeria!
Vivo dias de terror!
Minha alma pura...jaz.

Não me corto,não me sangro
não me rasgo em tua intenção.
Morro e choro em solidão.
És tua culpa minha ilusão!
Vivo dias de dor!
Minha alma pura...jaz.

Meu grito impresso está,
na lápide gelada e branca,
em letras de água lacrimais.
És tua culpa a morte do meu amor!
Vivo dias longos demais!
Minha alma pura...jaz.

Foto de Sonia Delsin

“DESTINO”

“DESTINO”

Vejo o sol a pino.
Acordei e vim buscar-te, amado.
Das brumas do passado.
Vim sedenta.
Ansiosa.
Vim como esta rosa
Ela quer desabrochar antes do dia apontar.
Tem uma urgência.
Não quer que o orvalho a deixe antes que o primeiro raio de sol a abrace.
É o destino de toda rosa vermelha?
Ser louca por um beijo do sol...
Ser louca por uma carícia ao arrebol...
Ser romântica ao extremo?
Não sei...
Confesso que desconheço porque minha alma é assim como a da rosa.
Meus olhos correm por todo canto.
Caio em pranto.
E tu não vens.
É o destino este desencontro que marcou nossas vidas?
Exagero aos expor as feridas?

Foto de elcio josé de moraes

O QUE MAIS?

Voce me fez renascer,
Deu-me a luz de cada dia,
Fez-me voltar a alegria
E com ela, voltei a viver.

Ouvi teus conselhos, e
Meus olhos se abriram para o mundo.
Por isso, uma coisa eu lhe peço, crê!
Que por voce, meu amor é profundo.

Voce é parte de mim,
Uma só perante Deus.
Somos apenas um, até o fim.

Que mais posso ofertar-te...
Se não amor, que mais?
Bem mais... amor, amar-te!

Escrito por elciomoraes

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