Poemas

Foto de Ednaschneider

Fenômenos Da Natureza

Chuva fria...!
Não me tragas solidão
Não deixe minha vida vazia
Apenas refresque meu coração!

Vento forte!
Não me tragas ansiedades
Não me deixes à beira da morte
O que quero é felicidade!

Sol escaldante!
Venha apenas me aquecer
Não queime minha vida de amante
Que a sua luz possa apenas me proteger.

Por favor, me ajudem fenômenos naturais;
Tragam-me equilíbrio de alma
Não me deixem amar menos ou mais
Quero ser feliz e viver com calma.

Tudo que faço no momento
É com muita intensidade.
Tenho tantos sentimentos
Que já chamaram de insanidade.

Amar demais não é loucura
Loucura é viver sem amar
Viver uma vida de amargura
E o tempo todo a se lamentar.

Por isso peço ajuda aos recursos da natureza
Que me dêem forças para ser equilibrada
Não quero viver na tristeza...
Quero amar e ser e ser amada.

04/05/07-Joana Darc

(Este poema é registrado.Copyright: Todos os direitos reservados à autora dos mesmos,não devendo ser reproduzido total ou parcialmente sem a prévia permissão da respectiva autora, estando protegido pela lei, ao abrigo do Código dos Direitos Autorais)

Foto de cathy correia

Mãe

No teu rosto cansado,mãe
Morreram as esperanças
De um futuro
Há muito trancado
Nos ecos do passado!
Nem mesmo o filho
Que carregas nos braços
Te faz ver as estrelas do céu...
Nem o seu sorriso
Acalma as rugas da tua vida
Já desvanecida
Sem crenças
Num amanhã longínquo!
Há muito que enterraste
Um a um
Os sonhos de um amor
Que morre todos os dias...
Vazio...
Despido...
Da magia do começo
Da tua vida de mulher!

Foto de paulobocaslobito

O teu amor sempre presente...

A vida é de si tão própria
E tão oca
Tão nua
Despida
E fria
Tão sem ramos
Sem rotas
Sem rumos
A vida é desconfiada
Uma calema
Vendaval de calma e guerra
A imensidão
Nesse momento vasto
Sem perigos
Perigosamente isolada
Perigosamente só
A vida é o sentido
Dos sentidos
Tão a vida
Tão vasta
A vida é tão irreal.

A vida é a nudez
Desfolhada
Desplumada
A roupa alinhada no cesto
O corpo nu
Da alma descoberta
Onde os teus olhos me tocam frios
E as minha lagrimas soltam-se num precepicio
Sou tremulo do momento
Que a vergonha se me deixa aos trambolhões
Penso matar-me só de me assim veres
Que na realidade sou Uma alma penada
Na amargura tão má
Da alma presa e amrgurada
Cachos de parras sobre as minhas faldas
Para me cobrir na verguensa
Que de tanto te amar me sinto perdido
Ao abandono e desesperado.

Inalo os pulmões o ar fresco
Da manhã quente
Alagando o corpo com sangue novo
Capto todo o Oxigénio que me proponho
E quero rebentar de tanto prazer!

Os sentimentos são escassos
Quiçá esparssos e vadios
Pois falta-me o ar no amor
E se falta ar no amor
A gente morre
E se morre
A vida é isso...
Respirar para amar...

A vida é o que sinto
Onde no nada sou mais feliz
Ter-te ou não
Basta que te sinta
Basta que no flash da mente
Me deixes ver o teu sorriso
Mesmo que seja uma coisa do passado
É bom lembrar velhos amores
É bom lembrar o amor
...Viver é amar...
Quem ama vive
Quem vive respira...
A vida é tão só
Mais um pouco de amor
Outro pouco de amor...
Sempre presente o teu amor...

Paulo Martins

Foto de Ventania

Por onde andam os teus olhos?

Neste meu olhar procuro o teu ser
E quase o encontro lá ao de leve
Porque recusado se foi esconder
Noutro quase sitio onde se reteve

O meu quase ser procura o teu ver
Mas este furtivo de mim se absteve
Pousou numa ave nela foi morrer
Soltou-se no quase e em mim foi breve.

Sedentos do verde na busca do ser
Procuram no horizonte um quase céu
Que junte os seus tons no entardecer

E a névoa com brisas em mim a correr
Cobrem-me de mar num quase véu
Que a noite caindo só faz verdecer.

Foto de Ventania

Quase amar

Criou-se um quase que toca
no tudo de quase tudo,
neste quase não és mudo,
tiras-me os sapos da boca.

Aquilo que queria dito
O disseste neste quase
Fica o dito nesta fase
Para o golo que medito.

Atirar fundo na rede
desses cacos que não digo
para enganar esta sede
nos ses e quases dum figo!

Figo esse que dispersa
estas letras onde escrevo
nesta manhã submersa
onde me enredo num trevo.

Queria vê-lo repartido
Para na sorte me soltar
Em quatro folhas metido
Dizendo-me: queres ....?

ME AMAR

Foto de cathy correia

Somos

Somos gente feliz
Com lágrimas...
E já não vivemos
Vegetamos...
Nem as mãos damos
E os abraços
Já não os conhecemos!
Destruimos o afecto
Fazendo do amor
Palavra vã...
Fizemos do futuro
Filho da dúvida
Da incerteza.
Na nossa cabeça
Destruimos os laços
E não deixámos traços!
Amámo-nos
Numa floresta de enganos...
Num mar de fingimento...
E calámos o pensamento
De bem-querer
Num coração com grades!

Foto de cathy correia

Para ti

Que tudo pare
Quando tua presença se aproxima
E meu olhar em teu olhar
Fique a navegar.
Que tudo gire em torno desse amor
E meu corpo em teu corpo se molde
E se fundam os dois
Num leito de carinhos por inventar.
Que as ondas fiquem suspensas
Nesse desejo que habita a praia
Onde nossas mentes se unem
Como barcos a atracar
Num porto ainda por nomear!

Foto de cathy correia

Mãe

Olho a encosta
Com os teus olhos, mãe...
E vejo a beleza que tu vias...
...Num riso de criança,
Num abraço dado com o coração,
Num cheirinho bom a escapar de uma panela.
E que saudades tenho, mãe...
Quando juntas
Subíamos a ladeira,
Quando passeávamos
No jardim pleno de flores,
No meio de uma selva
Cinzena e fria!
Que saudades tenho... minha mãe...!

Foto de angela lugo

Encanto de um sonho

Meu anjo tu apareceste
Em meu sonho esta noite
Senti teu perfume
Em minha cama
Acordei extasiada

Olhei a minha volta
Vi sua face refletida na vidraça
Esfreguei meus olhos
Ainda encantada,
Mas desapareceu como fumaça

Fiquei frustrada
Por momentos pensei
Será que foi sonho
Ou fantasia?
Ai! Que agonia

De saber que não tenho você
Que somente me visita em sonho
Quem dera sonho fosse realidade
Poder ter você sempre como meu
Acalentando meu sono

Sentindo-te todas as noites
Em minha cama
Ao meu lado respirando
E sempre me amando
Encantando-me...

Foto de Cecília Santos

Poema p/o concurso literário 2007-Tema:MÃE

Sinto muito a sua falta.
Ainda te vejo...!cabelos ao vento,
vestido florido,e branco avental.
Trazendo no rosto,seu belo sorriso,
resplandecente de amor.
Quantas vezes mãe,me refugiei no seus braços,
dissipei todos meus medos,e angústias.
Lembro-me,dos seus belos olhos verdes,e quantas vezes,
imaginei,como seria o mar olhando seus olhos.
Como eu queria mãe,que minhas preces de criança,
tivessem sido ouvidas.
Quantas vezes,ajoelhada ao lado da cama,olhos fechados,
pedia à Deus,pra nunca tira-la de mim.
Eu achava que mãe era eterna...!
Mas um dia,sem aviso,sem hora marcada,
sem beijo de adeus,você foi embora.
Sinto falta do seu carinho,do seu amor,do seu calor,
do abraço apertado,do se beijo estalado.
Hoje mãe,eu olho o mar,e vejo seus olhos verdes,
refletindo amor.
Agora eu sei,mãe que nada é eterno,
a não ser nosso espírito.
Sei que morreremos e renasceremos quantas vezes,
for necessário,até atingirmos a plenitude da perfeição.
Mas pra mim ,você renasce todos os dias mãe.
No sol que me dá bom dia...
No vento que me acarícia...
Na chuva que molha meu rosto...
E quando a noite chega mãe,você se transforma em manto,
e me aconchega em seus braços.
Seus olhos não são mais verdes,
são duas estrelas cadentes,a iluminar minha vida.

*este poema é em memória à minha mãe que eu amo tanto!

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