Poemas

Foto de Lou Poulit

Soneto Inglês Para a Mulher Amada

Ah, mulher... Não sabes o quanto eu te amo...

Como aparei das pedras as arestas

Rasguei o abraço de úmidas florestas

Me dessedentei no amor que proclamo:

Venham sobre minh’alma os julgamentos

Meu castelo é de cristais transparentes

Devasso o peito, teus beijos de dentes

Meu indulto, inequívocos sentimentos!

Ah, mulher... Com que loucura desejo

Descer ao ápice do teu abismo

E nos teus escuros ver-me sem pejo

Qual bicho amante, cheirando teu sismo.

E pacificado, de um grito ledo

De um verso último, branco e vigoroso

Largar-me em tua vertente, cioso

Só, ciente, senhor do teu levedo.

Ah, mulher... Exala essa paz de amada

Cuja estrela se me esvai... Saciada.

Foto de Zedio Alvarez

Amiga de Minas 2

Pegamos uma carona na tua leveza
Num vôo rasante de um Albatroz
A tua poesia adorna a tua beleza
Por ter dado asas ao destino de nós

Plane junto com a tua fraternidade
Levitando os nossos sonhos de outrora
Mas sem dizer à tua liberdade,
Que um dia vais embora...

Teus delírios acionaram o nosso bip,
Justificando as vibrações de uma emoção
Fazendo-nos viajar na tua poesia, acredite!
Liberando a nossa alma numa oração

Ocupaste os espaços da nossa convivência.
Teu acesso não foi negado à tua inspiração
Queremos caminhar com a tua consciência,
Com a compassada batida do teu coração.

Dependemos muito de ti Amiga de Minas,
Precisamos da tua mão poética...
Quero conviver sempre com a tua rima,
Para moldar toda a nossa dialética.

(Para Fernanda Queiroz)

Foto de Sirlei Passolongo

Paixão cega!

Surge...
Como um feitiço

No meu coração
Faz rebuliço

Encanta
Aquece
Atiça
Doces sensações

Meu corpo
Cativa,
Conquista...
Minhas emoções

Como um licor
Embriaga,
E no meu corpo
Faz brasa

Faz casa
Em meus pensamentos

E feito tatuagem
Fica!
Faz ronda...
Em meus sentimentos

Insano...
O peito se arrisca

Se entrega
Sem regras
Ah!
Doce paixão cega!
(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora.

Foto de Lou Poulit

Soneto Inglês Para a Mulher Amada

O formato alcunhado de "soneto inglês", pelo gosto do seu povo e pela predileção de Shakespeare, é para mim muito sedutor. Primeiro, porque em 18 versos (no caso decassílabos) se tem um pouco mais de conforto para sintetizar o sentimento, comparando-se com os 14 versos do soneto tradicional. E segundo, porque o encerramento com dois versos conclusivos, destacados no corpo da poesia, oferece ao poeta algumas possibilidades importantes, como reforçar certo ponto ou sugerir outro, que não tenha sido claramente contemplado.

Eis o último que construí, mais uma evocação do poeta perdulário, que nunca consegue pagar sua dívida de devoção. Espero que gostem tanto quanto eu:

AH, MULHER...

Ah, mulher... Não sabes o quanto eu te amo...
Como aparei das pedras as arestas
Rasguei o abraço de úmidas florestas
Me dessedentei no amor que proclamo:

Venham sobre minh’alma os julgamentos
Meu castelo é de cristais transparentes
Devasso o peito, teus beijos de dentes
Meu indulto, inequívocos sentimentos!

Ah, mulher... Com que loucura desejo
Descer ao ápice do teu abismo
E nos teus escuros ver-me sem pejo
Qual bicho amante, cheirando teu sismo.

E pacificado, de um grito ledo
De um verso último, branco e vigoroso
Largar-me em tua vertente, cioso
Só, ciente, senhor do teu levedo.

Ah, mulher... Exala essa paz de amada
Cuja estrela se me esvai... Saciada.

Foto de Vera Silva

Teu Poema

O poema que te fiz e não te dei
Foi talhado no meu doce coração,
Escrito com as lágrimas que chorei,
Corrigido com o poder da oração.

São apenas versos mágicos de amor,
Dizendo-o não cometo injustiça,
Porque neles transparece toda a dor
Do meu ser, que te parece egoísta.

Sou capaz de amar, de te amar
Mais que tudo, e é neste meu sofrer
Que escondo o poema do teu olhar
E te entrego antes minha alma e meu ser.

Foto de CarolComPoesia

Você ainda não chegou,

por isso o dia vestiu-se em cinza,
largou as roupas domingueiras de lado,
e entre enfados, travestiu-se de terça modorrenta
e não há quem aguente dias assim.

Você ainda não chegou,

por isso a rede balança solitária
numa varanda qualquer, que imagina,
inocente, deitar-se sobre ela em amores
seu corpo e o meu, complacentes na mesma paixão.

Você ainda não chegou,

por isso a noite tem caído sem magia
e nem as saltitantes estrelas aparecem mais,
e a lua, que espreita na janela,
apesar de bela, nem veste a roupa de prata.

E você que não chega,

para reacender a sintonia,
para aliviar a falta,
agasalhar a alma e satisfazer o peito,
Pousar o seu olhar sobre minha vida, e,
simplesmente ser chegada ao invés de partida.

Mas você não chega!

(Carol)

Foto de Concursos Literários

1º Concurso Literário de 2007

Estamos promovendo nosso primeiro Concurso Literário do ano de 2007, que tem como objetivo promover e resgatar a literatura, valorizando as produções dos poetas.

O mês beneficia dois temas distintos que gostaríamos de editar já pensando na Coletânea de 2007,visto que já estamos pré-selecionando os participantes, assim os textos não oscilariam tanto,mas também pretendendo uma adesão mais ampla criamos outros dois temas, para que os poetas que tem preferências pela simbologia de sentimentos ou momentos, participem.

Cada tema terá uma foto tema, que certamente contribuirão, para que a inspiração brote e jorre em nossas páginas.
Cada poeta poderá participar com quantos poemas lhe aprouver em quais quer tema ou categoria, mas vale que serão desclassificados: os textos que não abordem o tema ou categoria proposto ou se expressarem qualquer forma de discriminação ou ofensa aos autores que integram o site ou a banca julgadora do Concurso

Só poderão participar todas as pessoas cadastradas no Site, atendendo apenas a expressa autoria do poeta, podendo já ter sido divulgado na internet, desde que com teu nome.
A data de postagem será de 23.05.2007 a 31.05.2007, até as 23.59, horário de Brasília, testos postados depois serão eliminados.
Só estarão participando quem postar no tópico correto, ou seja, no fórum de “1ºConcurso Literário de 2007”, dentro da respectiva categoria.

Cada tema ou categoria a Administração na pessoa de Fernanda Queiroz, atrav´z de teu contato interno da página, estará habilitada a auxiliar os poetas em tuas construções em caso de dúvidas eventuais.

A votação será efetuada pela Administração e componentes do regimento interno do site deste nosso 1º Concurso /2007, este quadro de participantes poderá ser reformulado nos próximos concursos, de acordo com a necessidade da administração.

Serão observadas a criatividade, abordagem do tema, ortografia e dissertação na figura de linguagem.

Os integrantes da comissão julgadora poderão postar, porém não estarão concorrendo.

Como já estamos coletando poemas para a Coletânea/2007, as premiações serão simbólicas e ao caráter exclusivo da administração.

Quanto ao prazo estabelecido para o resultado, seria até dia 16 dias depois do encerramento, quando eventualmente estaremos em um segundo lançamento.

Finalizando este edital divulgo temas e categorias distintas.

Temas:
Mãe
Nós dois
Caminhos
Solidão

Categorias:
Contos:
Poemas:
Mensagens:

Agradecendo o carinho recebido de todos os poetas que participam deste nosso lar de Poemas, estarei contando com uma unânime participação.

Fernanda Queiroz
Administradora de Poemas de Amor.

Foto de InSaNnA

O Amor e a LoUcUrA

Loucura é ferver,
suar o corpo
despertar a alma,
cair de quatro
diante de alguém
Sem entender o amor,
perder a calma!

Loucura mesmo
É ter asas prematuras
e deixar-se seduzir pela brisa,
pelas estrelas
desejar o seu brilho,
querer tocar !
E a céu aberto
mergulhar no vazio,
a cem por hora,
sem saber voar

Loucura mesmo
é sair de sí ,
sem sentir..
Cometer atos tolos,
minuto a minuto
e mesmo assim prosseguir
por um caminho desconhecido,
sem saber para onde ir..

Loucura mesmo ,
(a pior de todas)
é tentar fugir
desse sentimento,
Pois,em qualquer lugar,
o amor te acha
e te consome
corpo a dentro
e de repente ,some
deixando a ilusão ..
Ela te domina,
e sem dó e sem piedade,
crava um punhal
no teu peito vazio,
e,num passe de mágica,

Te elimina !

Adoramos ser loucos!
Não é?

Foto de Cecília Santos

O TEMPO

O tempo,não parou no tempo,
nem pra me dizer.
Que o tempo,já não tem tempo,
pra esperar pra depois.
No reflexo,do espelho,
vejo o que o tempo me fez.
Marcou,com sulcos profundos,
a vida que o tempo meu deu.
O tempo,determina régras,
o início,meio,e o fim.
O tempo,não para nunca,
caminha rápido e ligeiro.
Marca,o início da vida,
mas também o seu final.
O tempo,não para nunca,
nem pra mim,nem pra voce.
Trabalha,o tempo todo,
só pra me fazer ver.
Que as marcas,são pra sempre,
que nem o tempo,pode esconder.

Foto de fceleti

outro amanhecer que anoitece amanhecendo

Outro amanhecer
E a solidão está aqui
Me sufocando na inércia
À espera de um amanhã surgir

Outro anoitecer
E a culpa está aqui
Consumindo a minha mente
Que somente me fez destruir

Sem sentido para o coração bater
Sem esperança de um amor viver

Amanhecer... Anoitecer...
Amanhecer... Anoitecer... Amanhecer
Anoitecer... Amanhecer...
Anoitecer...

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