Poemas

Foto de Karine K.

Herméticos

O corpo aprisiona os resquícios do pó vespertino
grãos incertos que se vão no vento
e nos cometem fazer parte
em forma de carne

que adoece, deseja, enseja no palco inundado no dilúvio
então, quer de volta suas asas que lhe foram quebradas na descida
ardida

Vaidosas borboletas que choram no espelho
vendo a metamorfose formar seus braços de carne seca
suicídio,
morte,
e sangue de lágrimas

Olhando para si...
olhando para si...
o mundo quase toca
as coisas quase ferem
e quase estamos imunes.

Foto de Karine K.

Indolência

Eu morro assim, lenta
o trágico choro não me derrete prontamente
é uma despaixão insípida de águas rasas
e os tremidos soluços não lhe prendem
você passa imune

O horizonte lá no céu vermelho, foge
a libertinagem clama aos meus deuses
irresolutos pesares dos anjos que se foram
...são tristes as partidas....
quase pedaços

raiva, ódio, desejos, corpo, sangue
sono e ânsia
é o que restou dos dias inquietos

Naquele trem embarquei minha alma
deixando meu corpo pesado pra você cuidar
....seu tapete vermelho de desfilar....

ardida, vermelha, ácida
como cobra que rasteja, morde, envenena
eu assim, agora, vou corroendo
e gastando as matérias.

Foto de yorrankr

Posso ser um anjo? maybe...

Eu sempre olhei,
apenas para voce,
se nao acreditar,
pode vir comprovar
que com o meu amor,
eu a farei me olhar.

Quem sabe algum dia,
eu seja feliz...
e possa estar ao seu lado
mesmo por um triz

Enquanto isso eu vou sendo
um companheiro protetor
sendo assim eu desejo,
salva-la da tua dor,
Envolve-la em minhas asas
imaculadas e puras,
e sentir o seu sabor...

Sentir o teu calor...
sentir tuas maos macias
sentir sua boca doce
e embalar no seu carinho
aninhar nos seus bracos
e dormir como um anjinho...

Foto de susana p

És sempre meu

És sempre meu
mesmo quando não és,
sabes que não sabes
se me amas,
tentas não tentar fugir
quando te falo,
mas foges sempre
e sempre ficas
e amas-me
quando não me amas
e não me amas
quando estás aqui.

Foto de Mel Santos

TENHO FOME DO TEU AMOR

Seu corpo adormecido
Fico a te olhar,
Corpo tão belo
Costas largas.
Coxas grossas
Tudo me provoca
Me pego a imaginar,como será?
Quando você acordar
Estarei do teu lado
Vou te acariciar
Sentir seu calor,
Já imagino seu sabor
Tenho sede de você
Tenho fome do seu amor
Quero sentir meu corpo
Se misturando ao teu
Com muito amor, sem pudor.
Delirar de paixão
De emoção, sentir pulsar seu coração.
E entre beijos e carinhos
Sentir bem coladinho
Coração com coração

Foto de Ana Cris

Delírios da Alcova

A solidão me assusta...
Como um fantasma a espreitar-me através das cortinas.
No silêncio característico das madrugadas, em que sinto sua falta.
No breu das noites onde insone,
Tento olvidar-me do seu suave semblante.
Nas cinzas do cigarro apagado no cinzeiro...
Nas espirais de fumaça que me desenham seu olhar...
Impregnando meu aposento com sua presença.
Onde o único som audível,
É o som do meu próprio pranto.
A rolar pela face tentando sanar as feridas,
Do meu malogrado coração.
A correr pelo rosto amaldiçoando a vida,
Por ter lhe trazido essa paixão.
A perder-se, sem encontrar uma saída,
Perecendo, na sua própria desilusão...

Foto de fer.car

O amor existe em mim

As pessoas podem não comprrender o amor
Podem sentir o amor ou podem nunca acreditar que ele exista nos dias atuais
Um coração que sente o amor é o meu
Sei o que é uma alma calejada por amar demais
O que é sofrer por não mais poder estar ao seu lado
Não se trata de simples presença, um beijo, ou palavras belas
Falo daquilo que me faz sentir viva, plena, forte e sonhar
Você meu amor, me deu o melhor dos sentimentos
Acreditou no nosso amor acima de tudo e de todos
Estendeu suas mãos quando ninguém poderia curar a minha dor
Fez de mim sua mulher, sua amiga, sua razão de existir
Como não amá-lo? Seria impossóvel, ou quase desumano não lhe amar
Seu rosto ... o rosto mais terno, mais belo
Nos seus olhos vi uma luz brilhando somente para mim
E no seu corpo a magia de poder me encostar para matar a saudade
Amor, as pessoas podem ser tão más e destruir tudo
Mas cabe a nós decidirmos o que fazer de nossas vidas
O que poderia ser mais sublime que aquilo que sonhamos?
Que pode ser mais real do que o que explode no peito e nos encobre de um manto de paz?
O que é o amor?
Simplesmente o que eu sinto por você, amor de minha vida
Amor de muitas vidas
Porque o amor é benigno, é justo e se faz humilde
O amor que vc me entregou
O amor que vc me disse existir
Hoje vejo que é raro entre os seres humanos
Amor este que é meu e de mais ninguém
Retribuo na mesma intensidade e magnitude
Leve-me para junto de seus braços
Porque longe de você não sei mais viver
O amor, simplesmente o amor...
Capaz de tudo, de mover montanhas
De curar a mais profunda ferida
De saciar a minha alma de prazer
De dar brilho aos olhos
O amor....

Foto de Concursos Literários

Resultado do IV Concurso Literário de Poemas de Amor

Resultado do IV Concurso Literário de Poemas de Amor

Amigos Poetas
Registramos com um atraso considerável o ganhadores do IV concurso Literário de Poemas de Amor.
Levando em consideração as planilhas de votação recebidas e complementando votos com participantes da moderação temos o seguinte resultado.

Categoria Contos – Cinco premiações.

1º Lugar Camila Senhora Morrison 98 Pontos

2º Lugar O noivo infiel Mitchell Pinheiro 96 Pontos

3º Lugar Treze anos Shaftiel 95 Pontos

4º Lugar O preço do pecado Ângela Lugo 94 Pontos

5º Lugar A folha jeffersoqueiroz 93 Pontos

Parabéns a todos participantes, que estarão recebendo em teus e-mails a premiação de um de teus Poemas ilustrado em forma de mensagem.

Fernanda Queiroz

Foto de Sacana Honesta

Quando Nasceu o Amor

Onde ontem havia caos, hoje se fez luz
No peito antes vazio, reside uma emoção
Olhos que se buscam, vencem a solidão
E o que era sem rumo, seguro se conduz.

Longa fez-se a noite, mil estrelas a brilhar
Têm anjos flutuando, dançando pelas ruas
Mil sereias a sorrir, e ninfas semi-nuas
Chove flor e algodão-doce, há música no ar.

Acabou-se o sofrimento, a carne é indolor
Há só sonho e beleza, em todos esses dias
Perfume, beijo e mel: a vida está perfeita.

A mente não se cansa, o corpo se deleita
Tudo é só calor, em mãos que já foram frias
Há mais cores no arco-íris...enfim, nasceu o amor.

Por Bruno Henrique Lima Horst, meu namorado, relativa ao dia em que nos conhecemos.

Foto de Sacana Honesta

O Beijo

No encontro dos olhares
Um beijo carinhoso
Bocas que se estudam
Línguas que se buscam
Mãos entre os cabelos
Olhos voltados um para o outro
Você como que encantada
E eu provando teu batom
Nossos corpos ainda leves...
Frisson.

E da troca dos fluidos
Um beijo alucinado
Bocas se engolindo
Línguas que se enroscam
Quatro mãos a deslizar
Pálpebras semicerradas
Você pulsando arrepiada
E eu explodindo em ereção
Nossos corpos comprimidos...
Paixão.

E na força dos abraços
Passou-se ao beijo ardente
Bocas que se comem
Línguas que se lambem
Mãos analisando coxas
Olhos fechados pro mundo
Você já descontrolada
E eu sem dominar a situação
Nossos corpos se unificam...
Tesão.

E da fúria da libido
Um beijo mais ousado
Bocas se mordendo
Línguas que se colam
Carícias mais profundas
Os olhos revirados
Você já toda molhada
E eu querendo te invadir, com dor
Nossos corpos preparados...
Pro amor.

Por Bruno Henrique Lima Horst, meu namorado

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