Poemas

Foto de Tancredo A. P. Filho

O BEIJO DE AMOR

Apertando-te contra meu corpo,

Beijando-te com ternura e amor,

Então, percebo que esse sentimento,

Que te devoto, é uma mistura

De carinho, ternura e ardor,

É desejo que não tem mais fim...

Tenho vontade de tomar-te em minhas mãos,

E não deixar-te mais

Tens a pureza de um inocente...

Tenho vontade de embalar-te docemente,

Com o mesmo cuidado de um alguém,

Que embala o berço de uma criança...

O ímpeto de te amar,

De te querer, te desejar,

De te beijar escandalosamente,

Será pra sempre coberto de amor e de ternura,

E tudo isso, será simplesmente,

Apenas um homem beijando uma mulher,

Que se ama e que se quer.

Foto de Tancredo A. P. Filho

A GATINHA

Lembro-me que chegaste,
Era suave, doce, inquieta,
Mas depois se aconchegaste
No meu peito, quietinha...
Lambendo meu corpo carinhosamente,
Como uma gatinha...

E eu absorto, quase não sabia
O que fazer...
De encontro ao meu peito,
Sentindo a quentura adormeceste
E, eu mantinha-me ajustado
Ao teu querer...
Lembro-me que lá fora chovia,
Chovia sem parar...
Lembro-me de que te sentia
Aconchegada em meus braços!

Foto de Tancredo A. P. Filho

MUSA DO AMOR

É música de gente serelepe

De pessoa bem esperta,

Viva e astuciosa...

É mãos nos seios,

Mãos no falo...

Fico calado um instante,

És musa gostosa,

És minha amante...

Faceira, ardilosa.

No teu pescoço me embalo,

Diz que me amas,

Mas és esperta

E, quando em chamas

Me leva pra cama,

Fazendo amor

De forma provocante.

Foto de Tancredo A. P. Filho

A DÚVIDA

Mote: Será verdade mesmo que partiste ?
(Johann Wolfgang Von Goethe, no poema "A PARTIDA").

Um dia apareceste na minha vida,
Incentivou-me com palavras carinhosas
De repente sumiu sem dar a mínima
* Será verdade mesmo que partiste?
Ou tuas palavras foram apenas caridosas?

Passei muitas horas, passei muitos dias
Magoado, apaixonado, bastante triste,
A todo momento a mesma pergunta,
Era ouvida como faca em riste...
* Será verdade mesmo que partiste?

Sem tanta demora enviei-te uma carta
Que não teve a devida resposta...
* Será verdade mesmo que partiste?
Passado algum tempo voltou,
Se voltou pra mim, é porque gosta...

Até hoje prosseguimos com o nosso amar
* Será verdade mesmo que partiste?
Isso foi mentira,
Ou foi uma inverdade impensada...
Agora em todos meus poemas
Vou cantar
A glória apetecida da nossa felicidade.

Foto de Tancredo A. P. Filho

A DIFERENÇA

MOTE: Daqui pra frente tudo vai ser diferente

Resolvi mudar de vida
Daqui pra frente tudo vai ser diferente,
Colocarei em ordem o que sobrou,
Apagarei a chama da saudade,
Esperança vã de outra vez
Chama-la de minha querida...

Tropeçar não suporto mais
Daqui pra frente tudo vai ser diferente,
Não quero nem lembrar do que se passou
Nossas roupas serão testemunhas da sua loucura,
Minha mente terá uma recordação da gente,
Naquela época de carinho e de ternura,
Isso tudo é o fetiche que guardamos
Pra recordarmos desse amor que findou.

Ao recolher nossas coisas, mais nos aparecem,
Daqui pra frente tudo vai ser diferente,
Esse pensamento é como uma oração,
Não deixarei os fantasmas que enlouquecem,
Se multiplicarem na alma e, no coração...
Não sou louco, posso garantir pra você,
Não a abandonarei, e o nosso amor,
Nunca vou esquecer.

Amor estou revendo o seu rosto
Daqui pra frente tudo vai ser diferente,
Vou olhar para dentro dos seus olhos
Para ver o brilho deles,
Farei isso com muito gosto,
Pois jamais haverá outra vez tanta dores,
Daqui pra frente tudo vai ser diferente,
Terá um mundo alegre e de flores.

Foto de Tancredo A. P. Filho

A CHUVA

Naquela época,
Eu ainda me lembro bem,
Ficava na janela pra olhar
A enxurrada da chuva, escorrendo ao longo do passeio...
Trazendo em suas águas, galhos, papeis, flores...
E, eu saia da janela quando a chuva diminua,
Era o momento esperado...
O barquinho de papel já estava pronto,
Abria a porta e indo até o meio fio,
Colocava-o na enxurrada para navegar...
Sem parar um só instante o barquinho deslizava
Nas águas amareladas... O seu rumo parecia ser incerto.
Ia para um lado... ia para o outro...
Aquela brincadeira era uma alegria só...

Chega aos meus ouvidos,
Um barulho de um choro,
E ouço também uma antiga canção de ninar...
É minha mãe,
Cantando para meu irmão caçula...
E eu estava na chuva e bem molhado...
Não queria deixar aquela brincadeira...
Sem saber o que fazer...
Entrei em minha casa
Comecei a beijar minha mãe...

Meu irmão não chorava mais,
Dormia a sono solto...
Eu bem depressa me aninhei na cama...
Lembro-me bem, que chovia muito,
Chovia sem parar, mas logo anoiteceu...
... e a chuva intermitente foi até ao amanhecer...

Foto de Tancredo A. P. Filho

ASCENSÃO DA ALMA

Lembra-te por favor,
Que as coisas transitórias se desfazem
Como a neve aos beijos do sol.
És agora uma alma,
Que foi por mim amada
E, que nesse momento
está em ascensão,
Para a morada divina
Por Deus preparada.

A tua luz e o teu amor
Foi e será sempre o teu belo sentimento,
São fulcros do teu modo de viver imperecível,
Constituindo-se em motivos maravilhosos
Da tua imortalidade...

Por que abater-se e desanimar-se dos aguilhões
Da carne perecível?
Vais para o alto, para o infinito
E, de lá contemples o Criador.
Se a fraqueza te envolves
E, te emaranhas em teus tentáculos.
Sentirás uma branda carícia.
Doce, misteriosa e suave,
Que promana
Do constelado céu...
Para as almas que crêem, que oram,
Que choram e sonham,
Buscando o nosso grande Pai de Amor.

Enquanto vivias e sofrias,
Lembrou de buscar e aspirar o aroma divino,
E tua alma sofredora, sentiu-se envolta
Na beleza, no (*)eflúvio peregrino,
Que mana em grande escala dos espaços imensos,
Da amargura e da dor...
Lembre-se desse dia de espera
Na indefinível primavera
Maravilhosa do nosso amor.

NOTA: (*) "Eflúvio" - Emanação invisível que se desprende de um fluido; efluência, exalação.

Foto de MARTE

AMOR

Nos meus pensamentos,
Uma só palavra tua,
Na carícia do vento,
Sentida nalguns momentos,
Com o reflexo da lua,
Faz-me parar no tempo!
Feita de lua e sonho,
Do fundo de ti mesma,
Nítida e profunda,
Quando para ti olho,
Se torna no meu tema,
Em mim se afunda!
Navego num calmo mar,
Na tua silhueta calma,
Por mim decifrada,
Num simples cantar,
Ecoando na minha alma,
Brilhando na madrugada!
Mora dentro de mim,
É a minha felicidade,
Quando te sinto chegar,
Se torna no meu fim,
A eterna verdade,
Que me faz caminhar!

Foto de Tancredo A. P. Filho

EU SOU AQUELE

Eu sou aquele ser que se apaixonou
Pela luz do teu olhar...
Eu sou aquele que passei momentos
Maravilhosos por te amar...
Eu sou aquele que está sempre presente
Em teus pensamentos...
E tu és aquela que me amou,
Tu és aquela que também se apaixonou por mim.
Por isso, eu quero morar
No fundo do teu coração
Para nunca mais de lá mudar...
É amando desse jeito,
Com muito carinho,
Desfrutando dessa ternura
E com essa cumplicidade,
Que guardamos no peito,
Alcançaremos a felicidade.

Foto de pedacinhos de mim poemas

Calmaria

Aqui estou
sentada na beira do lago
Aqui estou eu, só...
Na beira do lago de água calma
Querendo entender tamanha harmonia.
Que na mente me foge
tamanha sabedoria.
Vôo alto como um pássaro livre ...
Que constrói seu ninho
Em um lugar tranqüilo
Que tem o céu como seu teto
e as asas como seu guia
Voa imaginação fértil ...
procura o que te agonia.
Sentada na beira do lago,
eu descobri muitas magias.
A calma que antes não via...
Tinha a brisa como companhia
que suavemente beijava minha face.
E em êxtase eu me sentia
tamanha era a paz
que na beira do lago eu sentia....

Autora: Célia Torres

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