Poemas

Foto de Ayslan

Como é bom amar você (parte3 Um só corpo)

Uma nova pagina se escreve a cada dia os sentimentos se tornam maiores do que as palavras possam contar... Mas quero te dizer como é bom te amar.
A cada beijo uma nova sensação difícil de te dizer ainda que de beijo após beijo quisesse ser poeta, sou um apaixonado...
Sim e neste desejo constante de te beijar feito louco devorador e que em pensamentos representados por palavras te deixo nua e numa investida rápida puxando-te a me, nossos corpos agora unidos feito um só ser explodindo de prazer... Volta o silencio, nossa respiração se estabiliza meu corpo dormente completamente excitado estremece uma sensação confusa desconhecida então, mas maravilhosa... Volta-me o silencio de olhos encharcados de lagrimas face a face uma única visão como se eu penetrasse através dos teus olhos dentro de me... Ficamos ali parados de mãos presas senti o universo girar ali naquele instante quis te dizer
“Eu te amo”, mas silencioso em êxtase só pode te olhar e te olhar admirar seu rosto de traços que confundem as palavras sua pele suada, seus cabelos espalhados sobre a cama como vou escrever tanta perfeição... Confesso não encontro palavras melhores que possa contar como é bom te amar. Deixo-me envolver em tal escrita que te posso dizer não sei como desenvolvo tal conto por isso te peço me deixe entender um pouco mais sobre esse amor, me deixe amar você e experimentar a cada dia uma nova sensação, experimentar ser escritor, experimentar esse seu amor como experimento viver e respirar.

Para: Priscila

Foto de Carmen Lúcia

Em sintonia com a inspiração

Corre , inspiração, recolhe as palavras...
Não deixes que se percam por entre vazios
e morram sem terem dado ênfase à fantasia
sufocando versos que de ti espelham.

Dá-lhes vida imbuída de encantos,
abranda o barulho do vento, faze-o brisa
a soprar nos mais etéreos e profundos cantos
e que de lá flutuem colorindo o mundo.

Vai, inspiração, cumpre tua sina,
explora o poeta que arquiteta o que imaginas,
segue confiante, em cada esquina te espera
um artesão de sonhos que em ti confia.

_Carmen Lúcia_

Foto de janie

SOU O QUE SOU!

Eu sou o que sou...bem assim...
Insanidade dos mortais!
Loucura penetrando nas entranhas!
...Nem protótipo, nem banal!

...Se a minha insensatez
Encontrasse na inspiração... lucidez!
Que eu procuro além da intermitência!
...Desatino da minha existência!

Sou assim... Sem explicação!
Máquina complexa!
Intelecto vivo e inquieto!

Foto de MarcosHenrique

Um Grito Insensível

Estava em minha casa descansando.
O vento me trouxe o som de um grito
Intrigado, parei. Só escutei
Um menino, não sei por que, chorando.

Já incomodado com o barulho,
Fui à janela ver esse absurdo.
Sentado na calçada, uma criança.
Estendeu-me a mão, que petulância!

Recolheu-se o homem insensível
Ao calor de sua cama de coluna
Como se nada houvesse incidido.

O sol nasceu, o homem acordou.
Sentou à mesa, seu pão estava lá.
E ao menino, só resta chorar

Foto de MarcosHenrique

Meneios de um Rio

Passando por aqueles campos verdes,
Contemplei a inocência.
Satisfiz-me em saciar aquelas criaturas que a mim vinham
E retornavam com seus sorrisos estampados.
Segui meu caminho, intacto.
Vi ao longe, algo como uma floresta.
Com gigantescas árvores de caules simétricos e retos,
Não vi galhos, nem folhas.
Ao invés da atmosfera nédia daqueles campos,
Fui me aproximando de uma suspensão negra, mórbida.
Na mina lhaneza, não recusei traspassá-la.
Não vi aqueles seres tranqüilos,
Que espargiam no ar a felicidade da bonança da natureza.
Só pude ver seres fechados em sua sisudez.
Laivo algum de compaixão e altruísmo encontrei.
Não sei como, mas fui me tornando negro como aquele lugar.
Olhei para trás, vi tais criaturas pungindo meu corpo,
Que corria ao longe dos campos, tralhas escusadas.
Acabrunhado, fui me afastando daquele cautério.
Andei mais um pouco.
Rejubilei-me quando vi aquele vasto tapete azul
A rutilar ao sol.
Apressei-me em alcançá-lo.
Ao chegar, fui engolfado naquela imensidão.
Aquele calor me fez lembrar daquelas criaturas radiantes.
Perguntei ao meu novo amigo
Se tinha como voltar ao derradeiro lugar.
Com grande alegria, recebi a afirmação positiva.
Aviei o que me foi proposto.
Esfacelei, aos poucos, meu corpo
E fui levado aos ares.
Apesar da dor, voltei a minha diáfana limpidez.
Caminhei com o vento ao encontro daqueles campos.
Encontrei-me em cima dos seres maviosos.
Minhas partículas foram se agregando
E em intenso júbilo,
Envolvi aquele lindo lugar.
Não havendo lugar para rancor,
A situação me levou a indulgência
Daqueles outros seres pusilânimes.
Agora só me resta aproveitar
O lacônico tempo que tenho aqui,
Pois me foi dito que passarei
Novamente por aquela floresta cinza...

Foto de MarcosHenrique

Brevidade de uma Dúvida

Vivo nessa situação inextricável.
“Será?” Essa é a indagação
Que está imbuída em meus pensamentos.
De um lado, madrigais que me conquistam.
Do outro, apenas essas eternas amizades maviosas.
Eis o suplício que me é intrínseco.
Hora me avalio, vejo segurança em meus atos.
Hora, razões sem sentido me abatem
E mudo meu decoro.
Então, arrefecem-se os misteres de enlaço
Com os que me rodeiam.
E me é impossível esconder o que tento deixar
Obscuro em meu ser.
Às vezes, desejo ter tamanho assomo
Que pudesse mudar meu jeito de sentir.
Mas quando vejo que quanto mais tento,
Mais se esvaem as forças que me restam, desisto!
Talvez muitos possam me ouvir e achar
Estultice essa minha conjectura
Sobre minha vida e meus sentimentos.
Tudo por causa dessa dúvida. O que fazer?!
Espero que tudo isso seja lacônico,
Apenas uma fase.
Que tudo passe como o eflúvio do Sândalo,
Que, mesmo forte e impregnante,
As intempéries do tempo têm o desvelo em dissolvê-lo.

Foto de MarcosHenrique

Dissoluta Ilusão

Todo frêmito ininteligível
Leva-me a evocar a tona dos pensamentos
A Lembrança da tua voz
Implorando somar o seu prazer
Ao meu intenso desejo.
Depois, só me vem a dissolução da alegria,
É só perceber que o meu toque
Não resulta no que, outrora,
Tu havias estado ao me sentir.

Foto de MarcosHenrique

Teoria do Caos

Piedade, borboleta!
Tempestade, ventania
Como nessas de roleta
Suas asas, cá, nos fiam

Triste mar em rebeldia
Quando forem velejar
Vá lutando cada dia
Mesmo vendo o mar rosnar

O Furacão! Borboleta,
Uma petição já te fiz
Agora dá pra aquietar?

Sem coração. Oh! Borboleta.
Lhe foi um cão sua tutriz?
Ah! Já não dá pra acatar

Foto de MarcosHenrique

A Carta Carmesim

Procurei de dia,
Na madrugada,
Na noite tardia,
Nada se movia

Ao brilho da lua
Infinito negro
Faísca de medo
Procuro ainda

Escondeu de mim
A minha alegria
Já vejo o carmim

Em sono profundo
Agora a minh’alma
Deixou esse mundo

Foto de betimartins

No amor e na vida.

No amor e na vida.

Nas nuvens, tu me elevas e acolhes
No limbo, tu me tiras rapidamente
Na escuridão, tu me afastas
Na luz, tu me deixas brilhar
Nos sonhos, tu me deixas sonhar
Na ilusão, tu me acordas
Na sobriedade, tu me colocas
Na humildade, tu me ensinas
Nos projetos, tu me propões
Nas batalhas, tu me fazes vencer
No ódio, tu me afastas rapidamente
Na dor, tu me curas e cuidas
Na insanidade, tu me proíbes
Na alegria, tu apenas partilhas
Na entrega, tu não me perdoas
Na partilha, tu não esqueces, nunca
Na morte, tu não me alcanças
No perdão, tu perdoas, apenas
Na paz, tu te fazes sentir sempre
Na harmonia, tu és total doação
Na fé, tu me aceitas, apenas feliz
Na vida, tu me acolhes, sonhando
No amor, tu és único e fantástico
Sabes-me amar perdidamente
Sabes ser meu até a eternidade
Porque tu sabes unir sabiamente
A vida ao amor e o amor á vida!

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