Poemas

Foto de odias pereira

" RECONSTRUIR "

Quando olho pra sua foto em cima do criado mudo,
Bate uma saudade imensa de você amor.
Pra te esquecer eu ja procurei fazer de tudo,
Mais nem todos os tranquilizantes que tomei aliviaram a minha dor
É muito grande a falta que sinto sua,
Te esquecer não tem jeito não consigo.
É muito mais fácil fazer uma viagem pra lua,
Do que conseguir sair desse castigo.
Pense um pouco mais e tente voltar a traz,
Reveja a nossa felicidade em todos esses anos.
Quero com você voltar a viver em paz.
E reconstruir denovo todos os nossos planos.

Autor : Odias Pereira
14/02/2011

Foto de giogomes

A Rosa e o Tigre XII - Dor

Se o céu pudesse contar,
provaria que ela tentou agüentar.

A dor da ausência,
já a estava levando a demência.

Não poderia viver mais a meia-vida.
Queria braços que lhe dessem guarida.

Integralmente.
Seu Tigre, seu amor vivia ausente.

Fixou no seu pensar,
que o Tigre não iria poder ficar.

A sua Responsabilidade,
era mais forte do que o amor e a saudade.

Só tinha uma coisa a fazer,
o amava mais precisava viver.

Ele mesmo a tinha ensinado,
a pensar primeiro nela, um bom aprendizado.

Iria deixá-lo com sua Responsabilidade
e criaria sua própria realidade.

Tinha todo o direito,
de ter alguém por inteiro.

Não o queria magoar.
Decidiu então, fazê-lo desgostar.

Começou a se distanciar,
ser fria e não se importar.

A reação dele não pôde prever,
não imaginava que fosse se enfurecer.

Escolheu romper da forma errada,
não acreditou que fosse tão amada.

Não era sua intenção transformar aquele amor,
em rancor, temor e muita dor.

Foto de giogomes

O Tigre e a Rosa XII - Tristeza


Algum tempo já tinha se passado
e infelizmente algo havia mudado.

O Tigre ainda estava acorrentado.
Sua Responsabilidade sempre ao lado.

Alguma coisa estava acontecendo,
algo com a Rosa estava ocorrendo.

Os encontros entre os apaixonados,
agora tinham um leve sabor amargo.

Sutil como gota de orvalho.
Sentido, quando se acumula em um carvalho.

O Tigre perguntou a sua amada
o motivo desta cerne preocupada.

Ela respondia com veemência,
que tudo estava bem com freqüência.

Algo estava errado,
queria saber porque ela tinha mudado.

Onde estava o brilho encantado ?
Cadê o perfume apaixonado ?

Por que ela estava tão afastada ?
Por que não olhava mais a estrada ?

Tantas perguntas sem respostas,
o perturbavam como feridas expostas.

Cego pelo seu amor,
não percebeu quanto tempo passou.

Em vez de conversar,
começou a sua cólera liberar.

Começou a criticar sua Rosa amada,
que se entristecia ao ser pressionada.

O Tigre transformou sua tristeza,
em fúria e extrema avareza.

Foto de Cecília Santos

UM DIA QUALQUER...

UM DIA QUALQUER...
#
#
#
Um dia qualquer, serei pó ou
folha carregada pelo vento.
Serei lágrimas, num olhar de
despedida.
Serei eco, das palavras
proferidas.
Serei um breve instante, numa
vida quase sem sentido.
Serei um pouco de tudo, que
sempre quis ser.
Serei vento forte, ou brisa
mansa e passageira.
Serei a saudade, a doer num
coração.
Serei lembranças, de alguns
momentos felizes.
Serei um dia desses, um
perfume subtil.
Serei apenas um nome, quase
inesquecível.
Mas nesse dia serei apenas,
o que restou se um sonho.
Serei apenas um ser invisível,
na memoria de alguns!!!

Cecília-SP/02/2011*

Foto de raziasantos

Tudo é Possível ao que crer.

Quando cansada de navegar no mar da vida, solitária e sem rumo.
Deixei de sonhar, de acreditar no impossível.
Depois de navegar por mares, tempestuosos.
Atravessei desertos, e montanhas.
Passei por vales da dor, e atormentada pela saudade de minha própria vida.
Resolvi morar entre as rochas ali me reencontrei com Deus meu salvador.
Alcei a voz pelo deserto e clamei em alta voz.
Acordei do pesadelo e voltei a sonhar.

Descobri que o pesadelo acaba ao acordarmos, mas os sonhos renascem a cada amanhecer.
Então votei á viver, e creditar que tudo é possível...
Quando se crê num Deus poderoso e fiel.

Foto de Carmen Vervloet

NOSSO AMOR

Nosso amor tem mãos de seda,
olhos atentos, pele de cetim!
Segue borboleta, leve, pelas alamedas
e passarinho entoa canções sem fim.

Nosso amor tem longos braços
que cingem um ao outro... assim!
No calor de um terno abraço
exala doce perfume de jasmim.

Nosso amor não tem ciúmes, nem lamentos
e se por ventura surge o inesperado
oferecemos-lhes como alimento
a felicidade de um longo passado.

Nosso amor perdoa sempre
já que somos dois num só...
Juntos, viveremos eternamente
até que a morte nos separe, sem dó!

Nas suas vestes bordadas de alegria,
nosso amor caminha pela vida,
calçando sandálias de ousadia,
trazendo na pele uma volúpia desmedida!...

Carmen Vervloet

Foto de Marilene Anacleto

Enquanto ...

Enquanto gangues disputam o poder,
Dormimos frente à TV.

Enquanto damos atenção ao noticiário,
Perdemos a vida, perdemos o horário.

Enquanto passa o carro com som de estremecer,
Liberamos toxinas de raiva que nos fazem morrer.

Enquanto nos surpreende tudo o que nos cerca,
A nossa casa fica de janelas abertas.

E já não sabemos quem somos e do que gostamos,
E já não sentimos paladares e prazeres.

E temos medo do toque, de coisas e pessoas.
E nos assustamos com a sombra da noite de lua.

Frente ao transeunte nos enjaulamos,
Frente aos conhecidos, os braços cruzamos.

Procuramos assuntos externos, pequenas lutas,
Para ser possível, de nós mesmos, procurar uma fuga.

Enquanto damos importância a tudo lá fora,
O Eu que Eu Sou, se pudesse, já teria ido embora.

Marilene Anacleto

Publicado em: http://rotadaalma.spaces.live.com/
Publicado no site http://www.itajaionline.com.br/colunas/marilene/marilene.htm, em 14/03/06

Foto de jessebarbosadeoliveira27

A SOFREGUIDÃO DO NÃO-POETA

Quero ser um artesão de palavras:
Duras, dúcteis, viscosas, herméticas,
Diáfanas, sinceras, profundas, singelas, iluminadas.
Eu quero é ser poeta
Pois este erige contínuas miríades de estrelas
Sobre o céu de eternas noites enluaradas!

Quero poder afluir,
Quando me der na telha,
Ao feérico lago da espontânea
Língua do povo:
E, ao libar da sua água,
Expelir-lhe as impurezas,
Que são as chagas, as mazelas,
O carcereiro da igualitária opulência,
Para deixar que viva livremente
O florescer incontinenti
De castelos e mais castelos
Da alacridade e dos felizes sortilégios
Que emanam do eufemismo
Da escrava gente.

Quero degustar
O vinho tinto da galharda palavra
A fim de homenagear a imponência
Que cimenta os mínimos e máximos halos
Da natura realeza.

Quero ser condigno
Quero ser acuidade e sageza
Quero ser humildade, vivacidade, gentileza
Quero ser feiúra e esbelteza
Quero ser a inane importância
Quero viver perpetuamente
[ No jucundo reino
De ingenuidade
Das crianças
Quero ser ventania, poesia, proximidade, distância
Quero ser o instante
[No qual se encerra o segredo
Da segurança, da solidão, da tristeza,
Do medo, da coragem, da alegria,
Da repreensão, da recompensa, do desejo

Quero ser a imensidão
Quero ser pequeneza
Quero ser a imperfeição em evidência
[Pois a perfeição
É um atroz sofisma
Da humana cabeça
Quero ser a multidão
Quero ser o átrio do sol solitário da certeza
Quero ser a rocha, a rosa, o rouxinol, o girassol, a orquídea, a açucena
Quero ser a ametista, poeta em perene florescência!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA

Foto de Leidiane de Jesus Santos

Casa da Helena Maria

Eu vivo em uma casa
Tão especial
Que chega ser encantada
Onde os animais
Se sentem atraidos
Uma vez gatinho
Uma vez passarinho
voua
mia
Na casa da Helena Maria
Onde brota
Pimenta Dedo de moça
Sem moça
tão vermelhas
Quanto as maças nos rostos
das moças ao darem o primeiro beijo
no jardim da Helena Maria
Onde tudo é plantado com amor
Bela como tudo o que toca
Na casa da mágia
onde sorrisos se abrem
como borboletas
como diz nosso querido poeta
Mario Quitanda
onde os cachorros pedem abrigo
Onde passaros pedem azilo
Onde os ainimais fazem a festa
cada um com seus encantos
na casa dos sonhos onde tudo acontece.

Dedico a minha Mãe que eu amo muito.

Leidianhe de Jesus Santos.

Foto de Carmen Lúcia

Sonho meu

Vai, sonho meu,
Bate tuas asas e alcança o céu,
Voa entre os anjos, plana para o léu,
Invade o inusitado, do princípio ao fim,
Abraça as belezas...traze-as para mim.

Vai, sonho meu,
Embala-te na euforia e avança mais além...
Agarra-te aos tesouros que os olhos não vêem,
Que a alma acalma e que lhe faz bem,
Traze-os para mim, os plantarei em meu jardim.

Vai, sonho meu,
Não te canses nunca, desbrava sempre,
Descobre o encoberto, o longe e o perto,
O que parece incerto, que veda a minha mente,
Faze vibrar a emoção e bailar a inspiração...
Faze-me sentir poeta!

_Carmen Lúcia_

Carmen Lúcia Carvalho de Souza

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