Poemas

Foto de Monamor

Tentar amar

Nesta estrada de ilusão
num caminho além da Terra
na viagem a outro mundo
é que tudo se desespera.

Nas faces do amor
nas portas da paixão
será que vale a pena bater?
Há outro jeito
se não tentar.

M. Pinheiro;*

Foto de Monamor

Não levou

Passa o vento a soprar
o que a vida não apagou
o passado já passou
mas o presente ainda não
aproveita enquanto é tempo
enquanto o tempo não levou.

M. Pinheiro;*

Foto de Monamor

Caminho ao coração

Caminhei tranquilamente
Sobre pedras de lembranças
Logo em uma, tropecei.
E junto a ti, parei.

Após breves boas recordações
E uma confidente revelação,
Uma pausa, um poema
Um caminho ao coração.

M. Pinheiro;*

Foto de Monamor

Caminho ao coração

Caminhei tranquilamente
Sobre pedras de lembranças
Logo em uma, tropecei.
E junto a ti, parei.

Após breves boas recordações
E uma confidente revelação,
Uma pausa, um poema
Um caminho ao coração.

M. Pinheiro;*

Foto de Monamor

Não levou

Passa o vento a soprar
o que a vida não apagou
o passado já passou
mas o presente ainda não
aproveita enquanto é tempo
enquanto o tempo não levou.

M. Pinheiro;*

Foto de Monamor

Tentar amar

Nesta estrada de ilusão
num caminho além da Terra
na viagem a outro mundo
é que tudo se desespera.

Nas faces do amor
nas portas da paixão
será que vale a pena bater?
Há outro jeito
se não tentar.

M. Pinheiro;*

Foto de Cecília Santos

CHUVA MANSA

CHUVA MANSA
#
#
#
Ela chegou mansamente, até me assustou.
Era tão silenciosa, que nem sequer retumbou.
Molhou toda roupa no varal.
Molhou a calçada e as vidraças,
E tudo isso, foi só pra me aporrinhar!
Escondeu os raios do sol, deixou a tarde sem cor.
Fez aspirais nas nuvens, fazendo chorar o céu.
Enquanto eu ouvia, o seu tilintar no telhado.
Meu coração se aquietou, passou a bater mais
tranquilo, acompanhando o barulho da chuva.
Veio visitar-me calmamente, com único intuito,
fazer-me companhia!
E eu arredia que só, falei cobras e lagartos, enfurecida
que estava!!

Cecília-SP/11/2010*

Foto de Fernando Vieira

Soropositivo

Soropositivo
(Fernando Vieira)

Eu não sei como é viver doente
Debilitado pelo HIV
Sentir na pele o que certamente
Só o soropositivo pode me dizer

Acometido por essa mazela
Arrependido por não se cuidar
Mas que encontra sempre uma saída
Uma nova luz para recomeçar

No começo deve ser difícil
Receber essa infeliz notícia
Mas apoiado pelos seus queridos
Aceita-la fica ainda mais tranqüila

Afinal a vida, essa não acabou
Ela pulsa dentro de você
Ainda pode ser muito feliz
Vivendo com o vírus HIV

Não é fácil, sei que isso não é
O preconceito ainda é muito grande
Pra você que é homem ou mulher
Que possui essa marca no sangue

Mas podemos mudar esse quadro
Basta um pouco mais de compreensão
Trabalhar o nosso preconceito
Entender melhor essa situação

As campanhas estão na TV
Nas novelas, nos tele-jornais
Não enxerga só quem não quer ver
Que eles podem ter vidas normais

Então melhor pensar mais no assunto
É hora de rever os seus conceitos
Vamos todos agir em conjunto
E acabar de vez com esse preconceito

Foto de Eddy Firmino

Palavras

Esta noite me lembrei com saudade
Da nossa briga e do amor que acabou
Mas as palavras ficaram pelo ar
E o teu nome ressoando no pleno interior

Um momento..um toque..um olhar
Nossa história: um beijo e um adeus
Mas as palavras insistem em ficar
Ressoando em meu quarto... Rompendo devagar

Teu sorriso... Tão bonito...nos meus sonhos
Lembranças que ficou
Mas as palavras não querem me deixar
Dominando o vazio que restou

E as lágrimas vão caindo
Rolando sem parar
E rompendo o meu peito
A dor a machucar

E as palavras...machucam pra valer
Nostalgia dos momentos
Que nunca vão voltar

Foto de Eddy Firmino

Nosso amor e a Lua

Nosso amor é como as fases da lua
É imenso... Misterioso e belo
Perfeito e sedutor
Assim é o nosso amor

Ele é como a lua crescente
Aumentando naturalmente
Criando proporções
Repleto de emoções

Mesmo na lua minguante
O nosso amor é constante
Na madrugada fria
Experimentando sensações

E na lua nova
Nosso amor se renova
Esperando companhia
E mesclando os corações

E ao chegar lua cheia
Ele então incendeia
Uma explosão surreal
Nada mais natural

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