Poesias, Sonetos e Duetos

Foto de ivann

Tu és a paz que sonhei

Achei a pas que sonhava
Na doçura do seu beijo,
Pois ele mata o desejo
Do amor que eu procurava.
O meu coração estava
Nessetitado de amor,
Vivia atrás duma flor
Pra enfeitar seu jardim,
Ó moça tu és em fim
A pas que Deus mim mandou.

No sol da tua exisência
Eu quero mim aquecer,
E muito tempo viver
Nas pas da sua inucência.
Pois és a benevolência
Que torna minha alma forte,
Você é a luz da sorte
Que clareia a minha vida,
No seus braços flor querida
Eu não temo, nem a morte.

Pelo os caminhos que ando
Eu vejo sempre seu rosto,
Que mim dar pas e conforto
Aonde eu vou caminhando.

Foto de angela lugo

Caminhos

Um beijo, um abraço.
Vem pra cá que te enlaço
Não fiques no embaraço
Deixa-me no teu espaço

Vamos selar nossos lábios
Num beijo saboroso
Então sentir nossos corpos
Num enlace ardoroso

Cruzemos a linha do prazer
Entre braços e abraços
Emanando nossos desejos

Em loucuras a fazer
Construindo nossos caminhos
Com molejos e desejos

Foto de Stacarca

Esperança

Deste Amor incontido infinito
C'oa a Triste real saudade...
Busco em teu rosto eternidade
Esperando não ver só o mito

E deste palco sonoro ver erguer
Muito além que vivo, ó solidão
Ou dos semblantes da escuridão
Romper a alegria do entristecer

E sentindo que não foi vã a procura
Em tuas mãos entrego-me por momentos
Encontrando o que almejava da sorte

Percorreria caminhos maior que a morte
Para enfim livrar-me destes tormento
Livrando minh'alma desta tortura

Stacaraca e Fernanda Queiroz

Foto de Stacarca

VII-P. Soneto triste

Vida e Morte

VII-P. Soneto triste

Co'um pranto triste espúria vaga
Em pobre vida tanta melancolia
Ó cipreste que de resto e calada
Faz a mofina tão bela, e choraria

N'um balsamar de orações puras
Vejo a realidade em reza anosa
E que chora da escassa candura
Mais uma face tão linda chorosa

Ó vida inútil, ó poeta infame
Das escritas tristes entristece
A comédia vida que a tudo viste

E n'alma que aqui julga, o chame
- Ah Deus, cuide dos que falece!
Ó Poeta ímpio, ó soneto triste.

Foto de Concursos Literários

VI Concurso Literário de Poemas de Amor

Amigos Poetas.

É com uma satisfação imensa diante do saldo positivo que somaram até hoje nossos 5 (cinco) Concursos Literários.
Foram 641 Postagens, com média de 128,2% por concurso e 3.345 comentários, com média 667 por concurso e 5,2% por poemas.
Se analisássemos que um livro médio tem de 130, a 150 poemas, teríamos nestes 5 meses elaborado exatamente 5 livros, um livro por mês.
Podemos então considerar que o ensaio Poético foi de boa repercussão, e diante disto caminharmos para 2007 com a determinação que será nosso ano de edição.
Mas ante que o ano se finde vamos para mais um.

Foto de Ip

Lar de Idosos

Mais um poema. Este dedicado aos lares de 3ª idade.

«O tempo é muito para gastar aqui
Porque o tempo aqui está parado
Cada respiração e bater do coração
é mais um passo para uma morte garantida
As mãos da morte massajam muitos ao entrar na porta e cheirar o ar
Sente-se o aroma do tempo e do conhecimento vivido
Ao abrir os olhos vêem-se as folhas a cair
No Outono da vida

O sol é a luz que incide nos corações
e traz esperanças de mais uma visita
Familiares vêm e vão, é o ciclo
Os olhos cansados são os de quem já viu muito»

Bom, fiquei um pouco bloqueado a partir daqui.

Foto de karlla_2006

VOCÊ

Você é você
não
você é mais que isto
você sou eu
você somos nós
você é a felicidade que é
e que está por vir

Você é a saudade
que invadirá meu ser
quando eu partir
deixando um vazio
uma dor
que não terá mais fim

Você é o amor que encarnado
veio a este mundo
malvado
só para me fazer sofrer
também sorrir... amar...
e por você viver!

Você é a luz que ilumina
meu caminho
que conduz a minha alma
a um maravilhoso céu
à um céu
construído por você

Você é a pétala
molhada
do perfume do amor
que as criaturas encantam
e a mim
me faz sofrer

Foto de ivann

Destino:

Espera um pouco, eu já vou
Pra te levar meus carinhos.
Só eu sei quantos espinhos,
Me furam por tua ausência.
Um grande amor não se explica,
Somente quem ama fica,
Nas nuvens da inocência.

Espere-me com paciência
Que logo eu estou chegando,
Saiba que, eu vou levando,
A seda do amor fino.
Não chore,nem sinta dor,
Que voçê é o amor,
Pelo qual vou em destino.

Quando ouvir tocar o hino
Tome um banho e se arrume,
Coloque o melhor perfume,
Que voçê puder usar.
Regue as florzinhas da horta,
Que logo eu estou a porta,
Fervendo para te amar.

Eu sinto que vem no ar

Foto de ivann

Fragmentos:

No pó que sobrou de mim
há toques dos dedos seus,
Que são fragmentos sim
Dos beijos que foram meus.

Na luz que brilha em meus olhos
Existe a imagem sua,
Até nas águas que molho
Vejo a sua imagem crua.

São fragmentos que a vida,
Em uma terra iludida,
No seio da pas plantou.
Sem saber que o seu fruto,
Seria petalas de luto,
Das trevas negras do amor.

Feliz, eu fui, quando estive
No laço das suas mãos,
Quem não tem amor não vive
Com dores no coração.

Voçê é a luz que corta
O meu sentimento fino,
O amor que me transporta
Pra casa do pai divino.

Quem escuta a minha vós,

Foto de ivann

Renuncia:

No abismo do teu mundo
Nunca mais porei meus pés,
As mãos que seus braços tocam
Está sempre entre as cruéis,
Te renuncio e não quero,
Tenho que dar nota zero,
A quem pensava dar déz.

Voçê manxou os papéis
Jurando nossa únião,
Sobre os ráios do seu mundo Passa somente ilusão,
Teu amor não me fas bem,
Quem eu pensei ter , não tem,
Amor no seu coração.

És uma mesa sem pão
Um ser que nasceu sem nome,
Uma estéril sem amor
Que não há paixão que dome,
És uva que não dar vinho,
Quem viver do seu carinho,
Na vida, morre de fome.

Vou renunciar teu nome

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