Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"TEU OLHAR"

"TEU OLHAR"

Magos, Bruxas, Fadas e Reis...
Lançaram pela vastidão da terra...
Seus olhares...
Cada um com sua magia...
Cada um com suas mensagens...
Cada um com a verdade que os liberta!!!

Eu como humilde sêr vivente...
Esgueirando-me entre os vampiros de almas...
Enxergo a verdade um tanto deprimente...
Como a unica esperança que ainda me da calma!!!

E neste vem e vai desastroso...
Onde nem sempre sabemos para onde estamos caminhando...
Contemplo teu olhar esperançoso...
E sinto que estou de novo vivendo!!!

Minha alma se enche de esperanças...
Parece até que estava te esperando...
Em meu peito gritam as lembranças...
De uma vida que talvez vivenciamos!!!

Linda mulher...
Anjo ou fada talvez...
Te achei em um lugar qualquer...
Sonhei contigo mais do que uma vez!!!

E neste sonho impulsivo...
Onde o tempo e a distancia não tem valor...
Eu no meu canto decidido...
Entrego meu coração a este eterno amor!!!

Amor extra corpo...
Amor sem nenhuma fronteira...
Amor como um todo...
Amor pra vida inteira!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"SONHO DE NATAL"

"SONHO DE NATAL"

É de novo Natal...
Os votos se renovão...
A alegria, os desejos, tudo igual!!!

E eu nesta Natal quero receber algo novo...
Pois alem do meu sonho...
Quero poder sonhar os sonhos dos meus...
Viver suas emoções...
Ajudar em seus projetos...
Resolver seus problemas...
Mas Deus sabe que eu consigo apenas...
Tentar...
Mas se é esta a minha limitação...
Tentarei sempre ajudar nos sonhos das pessoas que amo!!!

Sonharei junto...
Viveremos as emoções de todos os momentos...
E assim neste imenso conjunto...
Dedicarei a todos os melhores sentimentos!!!

Este é o meu sonho de Natal...
Sonhar junto com as pessoas que amo!!!

UM FELIZ SONHO PARA TODOS!!!

Foto de geraldo trombin

7º Concurso Literário - CUMPLICIDADE NO OLHAR

CUMPLICIDADE NO OLHAR

Pietra olhava fixa, profunda e carinhosamente nos olhos de Fany. Era a filhinha de 10 meses no colo reconhecendo a mamãe.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"DIZ-ME"

"DIZ-ME"

Diz-me em quem acreditas...
Diz-me com quem caminhas...
Diz-me com que te deitas...
Diz-me quem tu acarinhas!!!

Fala-me de teus anseios...
Fala-me de tuas loucuras...
Fala-me de teus devaneios...
Fala-me de tuas amarguras!!!

Confessa-me teus pecados...
Confessa-me todos os teus maus feitos...
Confessa-me teus passos errados...
Confessa-me teus poucos direitos!!!

Através de tua boca livrar-te-a das amarras...
Através de tuas intenções soltar-te-a das obrigações...
Através do teu bom coração te esquivaras das adagas...
Através de tuas boas ações vivera grandes emoções!!!

Diz-me e ouçai a tua propria voz...
Fala-me e regozijai-vos de tua sinceridade...
Confessa-me e livrar-te-a do terrivel mal...
Através do amor venceras as maldades!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"ORAÇÃO A MEU DEUS"

"ORAÇÃO A MEU DEUS"

Óh Senhor, primeiro amor de meu viver...
Calceteiro mor que construiu meu caminho...
Dono do tempo, livrador de todo meu sofrer...
Desenhista e escultor do meu destino!!!

Arruma a tua morada...
Templo que te abriga por todo o sempre...
De-me luz para que ande em tua estrada...
Oriente-me para que viva divinamente!!!

Senhor de minhas angustias...
Senhor de toda redenção...
Respostas às minhas perguntas...
Motivo da minha silenciósa oração!!!

Rogo a ti meu Pai em noite de escuridão...
Que ilumine os caminhos de meus irmãos...
Rogo a ti Senhor que dê sua benção...
Aos homens sem coração!!!

Te imploro Senhor...
Livra o ladrão...
De-lhe muito amor...
Conceda-lhe o perdão!!!

De joelhos meu Pai...
Peço pelo impio...
Derrame sobre ele a paz...
Para que possa enxergar o obvio!!!

Senhor se preciso for...
Lavo com minhas lagrimas os pés do inimigo...
Para que se manifeste teu amor...
Transformando todos em amigos!!!

E por fim meu Pai, verdadeiro Senhor de tudo...
Faça de mim o que melhor lhe convier...
Para que eu possa melhorar o mundo...
Para quando teu filho vier!!!

Senhor...
Dono do ar que respiro...
Genitor de minhas idéias...
Provedor de minhas conquistas...
Gestor de minhas posses...
Companheiro de todas as horas...
Obrigado...
Nada teria valor se não fosse vindo de ti...
Nada teria sabor se não fosse ofertado por ti...
Nada teria me satisfeito se não fosse do teu agrado...
Nada, mas nada mesmo Senhor tem sentido sem teu amor!!!

Obrigado Senhor!!!

Foto de geraldo trombin

7º Concurso Literário - É PAU, É PEDRA, É O FIM...

É PAU, É PEDRA, É O FIM...

Sempre que chegava em casa, ligava a TV por assinatura, onde já estava sintonizado o canal de áudio “Bossa Nova”. Hoje não foi diferente! Só que desta vez, invadia o ambiente, e seus ouvidos, a música “Minha Namorada” de Vinícius e Carlinhos Lyra: - “Se você quer ser minha namorada... Ah, que linda namorada...”
Ainda mais saudoso dos seus olhares, beijos e abraços, tudo o que Cabeça realmente mais queria no momento era exatamente o que Branquinha menos desejava: estar juntinho outra vez. Separaram-se por causa das frases malditas do último sábado e que, toda vez que isso acontecia, ele não conseguia digerir.
Surgiu, então, uma névoa na relação. Ela dizia-se cansada, confusa; ele parecia cachorro caído do caminhão de mudança: totalmente perdido. Por isso, a cada telefonema, a cada convocação dos amigos, ninguém mais o encontrava, nem mesmo ele. Era o telefone tocar que já iam atendendo e logo dizendo: - Ele não se encontra!
Depois do último tête-à-tête e algumas ligações malsucedidas com Branquinha, juntou todos os porta-retratos da sala que revelavam seus melhores flagrantes juntos, além da beleza e do sorriso dela, colocou-os raivosamente um contra o outro, escondendo-os onde a visão não alcançava: na gaveta do armário do último quarto do seu apartamento, um lugar ermo que mais parecia um depósito de entulhos.
Outras tentativas foram feitas sem sucesso, pois sua voz não era ouvida, seus pedidos não eram atendidos, muito menos sua dor arrefecida. – Vamos voltar, vamos ficar juntos, rastejava Cabeça, insistentemente. E Branquinha, apesar de ligar quase todo santo dia, só conseguia repetir aquela estarrecedora frase: - Estou confusa! E rapidamente desviava o assunto, partindo para amenidades.
Dia após dia era assim: ela, perdida, vivendo seus momentos de confusão; ele derramando-se em infusão: chá de camomila, hortelã ou erva-doce para acalmar o sofrimento; chá de boldo para as agruras e os nós no estômago... mas a única coisa que deu resultado mesmo foi o sofrido chá de cadeira que estava tomando dela.
A essa altura do campeonato, mesmo depois de milhões de declarações, ele queria mais era tomar chá de sumiço: suas palavras continuavam sem forças, sem encontrar eco no coração de Branquinha! E se o coração não ouve mais, babau!
Apoderando-se do verso oportuno de “Chega de Saudade” que tocava, ao telefone, Cabeça insistiu sua derradeira vez: - Amor, chega de saudade: não quero mais esse negócio de você longe de mim, disse aos prantos. Como não era profunda conhecedora da obra de Tom e Vinícius, suas palavras não a sensibilizaram e, do outro lado da linha, o silêncio era total: o telefone estava mudo, ela não atendia ao seu chamado, afinal, nada já tocava seu coração.
De repente, a aflição invadiu o peito dele: a linha caiu, rompendo definitivamente a ligação que existia entre os dois. E o que se ouvia naquele instante eram apenas os seus soluços misturando-se aos versos de Águas de Março: - É pau, é pedra, é o fim do caminho...

Foto de geraldo trombin

7º Concurso Literário - DAIBINHO NO CORPO

DIABINHO NO CORPO

A inesquecível noite dos namorados estava preparada – o vinho frisante a espera do espocar das mais inebriantes sensações; à mesa, o jantar à luz de velas picante em todos os sentidos: tato, olfato, visão, paladar. A trilha suave segredava ao ouvido: – Deliciosa surpresa! Como sobremesa, ela, de lingerie vermelho-fogo, instigante. Quando a vela apagou, a chama infernal da paixão acendeu, virou labareda. Diabinha!

Foto de geraldo trombin

7º Concurso Literário - A LÍNGUA DO AMOR

A LÍNGUA DO AMOR

No ápice da entrega, naquela labareda passional que deixava vermelha de vergonha até mesmo a língua pátria, pouco se importavam se a denominação daquele vício de linguagem seria tautologia ou pleonasmo. O que realmente interessava para os dois é que naqueles impetuosos beijos – boca devorando boca, dentes mordendo lábios, um passando a saliva no outro – a língua simbolizava muito mais que um simples “elo de ligação ou de união”. Era a prova cabal do picante paladar irresistível da paixão que, como sangue quente, ricocheteava nas veias de cada uma das partes dos seus mais íntimos, alucinados e latejantes desejos. Sem pruridos nem segredos. Mas quem se importa, já que a língua do amor é universal quando fala das coisas do coração.

Foto de geraldo trombin

7º Concurso Literário - BRADO ASSOMBRADO

BRADO ASSOMBRADO!

– Nada está tão ruim que não possa piorar; desabafou Gem. Por onde andava, era atormentada pela sombra do seu ex, com quem viveu um romance assombrado pela violência e constantes ameaças. Cada passo, cada movimento era acompanhado pelo fantasmagórico relacionamento que terminou de maneira trágica: depois de ouvir de Gem o seu brado – “Chega! Está tudo acabado!” –, Tom, em pânico, saiu correndo por entre os carros da Avenida da Saudade, sendo atropelado por aquele sentimento desesperador e fatal.

Foto de betimartins

No acordar do Novo Ano.

No acordar do Novo Ano.

Este Ano! Eu não quero mais promessas
Milagres esses somente de Jesus
Este Novo Ano! Eu quero a real paz
Aquela paz que eu somente seu sentir...

Este Ano Novo! Eu não quero mais dor
Seja minha ou do meu irmão sofrido
Muito menos as reais lamentações da vida
E quero seguir com força do meu amor...

Este Ano! Eu quero escutar belas palavras
Onde na flor, uma rosa, com pétalas aveludadas
E o seu perfume intenso, seja derramado, lentamente
Pelos caminhos do meu Senhor e Guia...

Este Ano Novo! Eu quero encontrar gente feliz
Agradecendo a vida, vivendo a vida intensamente
Sem lamentações e aprendendo a perdoar no amor
Só assim nossos caminhos se iluminam na paz de Deus...

Este Ano! Eu quero escrever, inspirada e enternecida
No amanhecer, no ar que eu posso respirar
Belos poemas de esperança e fraternidade
Onde os pobres foram irradiados pela bonança...

Este Novo Ano! Eu quero ver os rostos dos avôs, felizes
Abraçando as nossas eternas crianças e cantando
Belas canções de amor e onde a paz ainda existe
Entre os nossos povos e onde a igualdade ainda é possível...

Este Ano! Eu vou gritar aos sete ventos que sou feliz
Por estar aqui neste belo mundo, sem existir igual
Que o meu coração está agradecido a ti meu Pai
Por dares a tua mão para eu poder caminhar...

Betimartins 03 de Janeiro de 2011

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