Foto de Joaninhavoa

O Rei vai nú.

*
O Rei vai nú.
*

"Cai a noite
nenhuma é igual
Como as pessoas
as flores passam
Todos passam a ponte
que nos é dada
Por nós feita.

Quem altera o destino da lua
girar no céu
Quem descaminha meus passos
de réu
A não ser a lua redonda
quando baixa
ao ver nela a verdade
nua e crua!
E ter a coragem de dizer,
Aqui! Mesmo o Rei, vai nú"

Joaninhavoa
(helenafarias)
16/07/2009

Foto de Belinha Sweet Girl

Convicção

Oi!! Ainda não voltei definitivamente, pois tenho trabalhado nas férias (não contava com isso), mas durante o meu pouco tempo livre visitei a biblioteca do meu trabalho e achei um livro fabuloso (OBRAS REUNIDAS DE ANTONIO TAVERNARD), onde encontrei este poema:

Por mais que faças nunca lograrás,
Esquecer-me, porque na tua vida,
Fui a mais forte página vivida.
Não, nunca me esquecerás.

Eu fui aquele que te deu na alma
O beijo longo da iniciação,
Fui o primeiro que te fez incalma,
Dizendo frases quentes de paixão
A tua primeira noite insone
Deves tu a mim,
E assim
Por mais que venhas a te apaixonar por outros homens,
Meu nome há de ficar, imorredouro...
Eterno em tua vida,
Por que fui quem te ensinou a amar.

E no que ouvires de teus namorados,
Nos beijos que te derem, abraçados,
Numa volúpia ardente, enlouquecida,
Depois de promessas cheias de meiguiçe,
Hás de lembrar as juras que jurei,
As palavras que disse,
E os beijos que te dei...

E quando, sensual, fremindo, louca,
Alguém beijares, todos teus desejos,
Hás de beijar os mesmos beijos
Que beijaste pela minha boca.

E finalmente,
Por mais que ames definitivamente
A quantos queiras e a quantos desejares
-Não sei se isto já verificaste-
Hás de sempre amar em quem amares
O amor eterno com que me amaste.

ANTONIO TAVERNARD (Poeta genuinamente paraense, assim como eu!!)

Espero que gostem e, em breve, postarei algo de minha autoria... =D
Um abraço a todos! =]

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de baraodecampos

Dançando na Noite

Dançavas na noite uma dança sem movimento,

corrias na direcção da madrugada,

em busca de um lugar teu...

palavra após palavra, descobrias um sentido

para manteres os olhos abertos...

O rubor do teu rosto, transparecia surpresa,

como se todas as manhãs

fossem reconhecidamente virgens e virginais...

Melancólica, a palavra suspensa

caminhava para o seu destino último...

O fogo flutuava em formas múltiplas,

indiferente à paisagem do teu verdadeiro ser...

Noite dentro da noite,

a madrugada rompia o seu derradeiro véu,

pausavas a vida, como quem suspende a respiração...

Absurda, a manhã orvalhava,

enquanto as lágrimas espreitavam,

cintilantes na boca do teu olhar...

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