Foto de BlackAngel

Aceita o amor de um louco?

Aceito de corpo e alma,

Apostando tudo sem medo de decepção

Para que tu me leves a mais insana paixão.

Faças-me mais uma,

Mais uma louca que quer viver intensamente

Correndo riscos sem fim

Confio em mais um louco que eu escolhi para mim.

Ensine-me a voar

Leve-me o mais próximo da Lua

E desceremos juntos

Passando pertinho do mar.

Oh! Meu louco

Prometas nunca me abandonar

Viverei para ti

E só a ti eu irei amar.

Foto de LolitaMadura

Mulher Madura

No século XXI, com as mudanças climáticas
Me vêem alterações psicossomáticas
Também eu, mulher madura
Não me sinto no outono da existência
Meu verdor perdura
E o corpo exibe, ainda quente
O estado da minha mente
Será efeito do aquecimento global?
Ou serei apenas o retrato da mulher atual?
Misto de angústia e incerteza
Alegrias e grandeza
Egoísmo e generosidade
Sou hoje uma mulher de verdade

Foto de junioresende

Medo...

Medo...
Palavra que causa ânsia em uns
Alegria em outros

Medo...
De ser feliz
De amar e de sorrir

Medo...
De ter perto quem se gosta
De perder quem se quer

Medo...
De sofrer
Da dor
Medo talvez até do amor.

Medo...
Todos o sentem
Mas poucos assumem
Assumir que se tem medo é uma qualidade apenas de vencedores

Medo...
Eu não assumi tê-lo
Talvez por isso eu seja um perdedor
Por não assumir ter medo eu perdi:
Perdi amigos
Oportunidades
Presentes
Sorrisos
Perdi parte de minha vida
Perdi minha própria felicidade
E o mais importante, estou perdendo:
VOCÊ.

Por isso não tenha medo de ser feliz
De parecer tolo
Ou quem sabe até de perder seu amor
Pois afinal por medo eu perdi...
E talvez nunca mais consiga novamente ser feliz!

Junio Resende
Pará de Minas, domingo 25 de janeiro de 09, 01h55min.

Foto de LolitaMadura

MÚSICA - Todo amor que houver nessa vida (Cazuza)

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

Que ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio pra dar alegria

Foto de junioresende

Aprendi

Aprendi
Cansei de te amar, e com isso apenas sofrer
Não vou mais querer-te
Não vou mais amar-te
Não vou mais sofrer
Aprendi a não ser bonzinho
A não amar demais
A não chorar por ninguém
Minhas lágrimas, são minhas
Por isso jamais as desperdiçarei com ninguém novamente
Já sofri muito e com este sofrimento muito aprendi
É sofrendo que se aprende
É caindo que se levanta
É errando que se acerta.
Agora digo: aprendi,levantei, acertei...
Mês mesmo assim ainda não sou feliz.
Meu coração sangra, minha alma chora e algo dentro de mim insiste em gritar que falta alguma coisa
Falta você e só você, pra ser o bálsamo para todo meu sofrimento, minhas dores e feridas
Mas eu aprendi, aprendi a não ser bonzinho...
E a não mais chorar nem sofrer por você...
Mesmo que pareça mentira, é isso que ando tentando fazer: Não mais sofrer.

Junio Resende
Pará de Minas, 04/08/06, 23h30minh.

Foto de LolitaMadura

MÚSICA - Elis Regina (Sérgio Natureza e Tunai)

As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões
Os corações pegam fogo e depois não há nada que os apague
se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver

As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele
Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor

As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno
Mas o verão que os unira, ainda, vive e transpira ali
Nos corpos juntos na lareira, na reticente primavera
No insistente perfume de alguma coisa chamada amor.

Foto de junioresende

Nada mais que...

Nada mais que...

Meus poemas nada mais são que palavras emaranhadas e jogadas ao vento.
Unem-se como quer o destino
E falam sobre o que sente meu frágil coração
Coração frágil que de tanto que já sofreu, tornou-se o mais forte de todos.
Falam da dor que aperta e dilacera minh’alma
Do amor que sinto por você e ao qual você não me corresponde
Falam apenas do que esta impregnado em minh’alma.
Você pede para escrever poemas felizes
Para falar diretamente sobre quem amo
E quem amo.
Mesmo sabendo que amo você e só você
Tudo que faço é por você e para você.
Buscando minha felicidade
Que só encontro em você.
Meus poemas nada mais são que um grito
Através do qual expresso meus sentimentos.
Que um basta a “amores” antigos
E um sim ao nosso Amor
Aquele que é verdadeiro e puro
A partir de hoje espero que meus poemas nada mais sejam que:
Um emaranhado de palavras
Mas que expressem apenas e felicidade,
A alegria, de estar ao seu lado.
Meus poemas nada mais serão que:
Um grito de minh’alma
Mas dessa vez de alegria, por estar junto com você.
Meus poemas serão mais que:
Tristeza, sofrimento, uma declaração de amor
Será a mais pura e verdadeira declaração,
A forma mais fácil de dizer:
Eu te Amo!

Junio Resende
Pará de Minas, 10/08/06, 23h00min.

Foto de junioresende

Até quando?

Até quando?

Esses nossos olhares...
Esse nosso jogo de indiretas
O medo de dizer que somos mais que amigos
De confessar que não amamos quem está conosco
Amamos sim um ao outro.
Desde aquela vez em que nos vimos
Nos apaixonamos
E até agora estamos a espera, ou melhor a procura do nosso amor
Mesmo sabendo que o meu amor está em você
E o seu amor está em mim
Mas até quando?
Quando teremos coragem de assumir esse verdadeiro amor,
Parar com esses olhares e essas indiretas,
Investir totalmente em nosso amor, assumir que nos amamos e sempre fomos um do outro
Até quando?
Só queria ouvir você dizer que me ama e eu poder dizer o mesmo, mas olhando em seus olhos
Queria que entregássemos-nos um ao outro
Que nossos lábios se unissem
Nossos corpos formassem apenas um
Nossas almas se fundissem

E formássemos um só coração.
Não sei se suportarei essa situação por muito tempo,
O que sei é que nos amamos
Que somos um do outro
Que temos que ser felizes juntos
Até quando?
Até quando nosso amor durar... Eternamente!

Junio Resende
Pará de Minas, 08/08/06, 07h45min.

Foto de LolitaMadura

PARIS, AMOR MADURO

Rue Chappe, 18 arrondissement, Montmartre, Paris.
Um petit (e põe petit nisso) apartamento aos pés da Sacré-Coeur, donde se avista quase toda Paris, com um pouco de contorcionismo. Grades de ferro adornam a minúscula sacada do prédio antigo, mas cheio de charme. O elevador barulhento tem porta pantográfica e a banheira é daquelas brancas, antigas, com pezinho e torneira de latão. Duro mesmo é tirar a roupa num frio de rachar e esperar séculos até que um filete de água cubra ao menos o fundo, para esquentar os pés, já que não há chuveiro.

Mas estamos em Paris, que é uma festa!

Café na cama, champagne e baguete da venda da esquina. Escallier para a Place du Tertre
e uma tulipa de Tuborg no balcão. Metrô, museus, livrarias, prateleiras em Saint Germain de Prés...Me aquecer ao sol num de seu cafés e depois conter o desejo de comer churrasco grego nas carrocinhas do boulevard...

Jantar chez Frouin com vinho do terral de papá, de gravata borboleta, irretocável...
Dançar música africana no Zairean...

Passear na madrugada por Les Halles iluminada...
Jantar no Au Pied du Cochon e lembrar que a única regra é também a única promessa: ver o outro, sempre, com bons olhos.

Foto de junioresende

Meu Erro

Meu Erro

Pensei eu, que fosse amor pra vida inteira
Pensei eu, que jamais sofreria novamente
Pensei eu, que havia encontrado a felicidade
Pensei eu, que com você seria diferente.
Pensei... Pensei... Pensei...
Ao final (se é que este já chegou), descobri eu que:
Nada foi verdade, tudo não passou de um sonho.
Tudo ilusão.
Você me fez sofrer,
Apenas aqueles poucos momentos... Duraram quase nada
A Felicidade está em você e eu não encontrei
E como sempre, sofri, chorei, me enganei com você.
Tudo isso porque eu errei, nada foi sua culpa...
Errei, só porque, ousei pensar...

Junio Resende
Pará de Minas, 04/08/06, 10h30min.

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