Enviado por von buchman em Sex, 09/01/2009 - 22:46
kid abelha (com lenine) - na rua, na chuva, na fazenda
(musica só para dar um clima com o fundo musical)
Teus olhos são dádivas de Deus
Tua voz é o gorjear dos pássaros
Tua pele é delicada como uma pétala de uma orquídea
Teu corpo é a perfeição da natureza
Teu jeitinho de ser é um eterno apaixonar
Teus cabelos são fios de seda
Tua boca é o ápice de um desejar
Tuas bochechas são lindas maçãs
Teus lábios carnudos são péssegos ao mel.
Tu és a razão da minha existência
Tu és o fruto do meu desejar
Tu és o sonho da minha vida
Tu és minhas fantasias se realizando
Tu és minha sede de amar
Tu és meu bosque encantado
Tu és o nascer do sol na primavera
Tu és minha fonte de prazer
Tu és meu mar de carinho
Tu és o amor perfeito
Tu és o néctar do amar.
Te amo tanto assim
Que não sei como explicar
Queria te ter sempre junto a mim
E nunca de ti me afastar.
Te amo tanto assim
Que não consigo esconder
O que meu coração vive a dizer
Pois ao teu lado quero sempre estar.
Te amo tanto que só sei dizer.
Que a teu lado quero viver
Uma vida eterna de prazer
Uma vida eterna de amar.
Mas o que realmente quero te dizer !
Ë que nunca vou te esquecer,
Pois és minha única fonte de prazer
Ës meu eterno amar . . .
Sem ti minha vida não tem sentido !
Por isto nunca vou deixar de te amar....
TE AMO... TE AMO.... TE AMO... TE AMO...
Beijo e mimos de paixão...
Meus puros carinhos
E o meu sonhar..
von buchman
resposta Cumplicidade
Passei o dia te lendo e relendo,
Pura eresia!
Te estudei todo,
Aprendi em você,
A não pensar no que foi,
Mas,
Tenho que te dizer:
Sempre te amei meu querer!
De mãos erguidas,
Já agradecidas,
Por te ter,
Espero!
Te confesso:
Só falta a casinha de sapê!
Hoje você veio despido de olho e de frieza.
Conversou com voz baixa e abaixou seu olhar.
Hoje você veio como criança, falou sobre coisas simples,
riu sem ter razão, não pediu nada e nada cedeu.
Hoje você veio como homem firme e decidido,
com pensamentos e lembranças,
que marcaram dia, mês e ano.
Hoje você veio como Deus,
brilhando em seus olhos a alegria.
Seus braços estendidos para amparar-me
Seus beijos como pedindo perdão
Hoje você veio natural.
Armado apenas de simpatia e carinho.
Disposto a lutar e não perder, e você não perdeu.
Sonhei!!!
E nesse sonho você me amava, me queria, me adorava.
Era eu a mulher mais feliz do mundo,
e você a pessoa que fazia qualquer uma ser alguém,
ser gente e ser amada.
Você era todo meigo, todo eterno,
vinha você correndo para meus braços,
me abraçava e me beijava.
E eu me perdia em seus braços,
nos seus carinhos, eu me enlouquecia.
De repente você desaparecia, como que num piscar de olhos,
e lá estava eu, de novo só,
eu te procurava e não te achava.
Sofria, como que num desespero
te chamava, só que você não vinha.
Quando já quase sem voz, sem forças
você apareceu e todo meu sofrimento acaba,
isso porque você estava comigo,
mas infelizmente isso foi um sonho e eu acordei.
Você chegou manso como a madrugada,
Eu parada me calei diante de teus olhos, mais lindos que as estrelas.
Procurei palavras, versos e o meu mundo para lhe entregar.
Você notou que eu dei um jeito de pegar nas suas mãos,
mas fiquei sem jeito.
E dentro do meu peito renasceu “O Amor” que estava adormecido e acordou de mansinho.
Foi despertado ao mesmo tempo em que você me olhava,
sorrindo com seu jeito manso dando a entender que me queria...
E eu fiquei perdida.
E hoje estou perdida, perdida em seu olhar.
Porque a cada dia despertas em mim sentimentos novos
que por toda a vida vão estar presentes,
pois são grandes demais para serem esquecidos.
Madrugada fim de um sonho, fim de uma vida.
Caminho e não me encontro, quem sou, e quem um dia fui?
Magoas, revoltas, mentiras e um caminho sem retorno
Parar para pensar, mas pensar em que,
se não tenho o que pensar,
minha vida hoje neutra, sem um significado verdadeiro,
O que aconteceu? Quem sou eu?Acreditar em que?
Se nem eu mesma acredito que hoje eu viva.
Anos e anos em vão,paro para pensar,mas pensar em que,
se nem mesmo hoje eu me entendo,
acreditar em quem, em você ou em alguém?
Se ninguém me leva há uma verdade.
Ficar ou te deixar? Perdoar ou te esquecer? O que é melhor?
Hoje simplesmente não sei.
Só quero um pouco de paz,
o mínimo para que eu me reconheça por gente,
só quero ficar calada, aguardando os acontecimentos.
Só quero viver sozinha e que a paz reine em mim somente.
Só quero esperar o amanha na certeza de que ele chegue mansamente.
Só quero aguardar o futuro e que nele você não esteja presente.
Nem doce com sentido crítico, nem flores. Só uma rua encafoada naquele mundo de jasmim, com pessoas pequeninas e desenvencilhadas de momentos profundamente desesperantes. O tempo era desfiado cuidadosamente na esquina mais velha daquele sítio. Com os despojos, crianças faziam brincos de sol, e com eles chamavam a morte. Dançando sobrelevados em poças de chuva, arranhavam os próprios espíritos, que se auto-infectavam até à gangrena. Nunca como agora, o círculo do vício esteve próximo de tocar o senso comum de quem vivia para respirar, e respirava para dificultar a morte.
Vivi uma ilusão,
Um sentimento imperfeito
Que se desvaneceu com o decorrer do tempo.
Sonhei um sonho já sonhado
Que partiu do meu coração
E deixou minha alma sem morada.
Deixou meu corpo
Num completo devaneio
Por entre miragens surreais.
Deixou todos os meus sentidos
Fora de prazo.
E agora a água cristalina
Que jorra dos meus olhos
Apenas encontra conforto,
Nas mãos que tapam minha face,
Deixando-me numa escuridão sombria e obtusa.
Meus pobres membros já rastejam,
Por meu corpo hirto e vazio.
Meu cérebro atraiçoo-me
E fez-me reviver tempos que já não voltam.
Minha mente, trouxe-me a esperança
Do que já não existia
E deixou-me cair nesta cova fria e amarga
A que chamam solidão.
Vivi uma ilusão, outrora criada por mim
Acreditei em contos de fadas,
E agora perdida na minha loucura
Procuro uma saída que já não existe....
Procuro um refúgio para este meu universo
Que já não tem fim.
O mundo acocorou-se,
Calcanhares em sangue,
Alma de manteiga,
A segurar a dor,
E fez chover,
Chorou a chuva,
Trovejou o lamento,
Berrou o quanto ama,
No fim, implorou a vida,
Deitou-a ao sol de cordel,
Fez dela a dama,
A mulher que vilipendia,
O ser que passa fome,
E atormentou-a,
Mentiras,
Foi o que garatujou,
Foi o que assegurou,
Sem desdenhar,
Sempre com Oriente,
E a dois segundos,
A um passo do fim,
Matou-a,
O mundo acocorou-se,
A escravatura adormeceu....