Foto de Robson Coelho

O lamento indígena

O lamento indígena.

Havia felicidade, havia alegria
Todo dia era dia
Caça, pesca e colheita
Havia música tambores e dança.

Éramos livres na terra de ninguém
Éramos felizes pois a terra era de ninguém.

Mas aí sem ninguém perceber
A liberdade se foi
A vida se acabou
A terra sem dono com dono ficou

E em terra de dono branco a infelicidade indígena se instalou
Nos perseguiu, nos feriu, nos refletiu um mundo doente
Um mundo carente, um mundo pobre injusto e imundo.

Na terra de ninguém a natureza era vívida
Na terra de alguém homem branco a tudo poluiu
A tudo destruiu
A tudo poluiu
A tudo desconstruiu.

Insatisfeito com a falta de propriedade capitalizou
Num mundo cheio de liberdade escravizou
E onde morava a paz guerreou e matou e matou.

Foto de BIENVENUTI

Plantar e Colher

Plantar e Colher...

Assim como uma estrela, eu te vi...
linda, imponente, cheia de vida...
pensei, meditei, entendi que perdi...
pensei, meditei, não encontrei saída...

Serás um sonho inatingivel?
Uma estrela que tenho contemplado?
Onde aquilo que hoje é visivel,
é somente visão de um passado?

Não, não posso assim acreditar...
Compreenda o que tenho expressado.
O meu travesseiro, pode testemunhar...
por quantas vezes ja o tenho molhado...

Hoje pode ser o meu mal momento,
mas compreendo que num passado,
eu causei grande tormento,
fazendo sofrer, um ser muito amado.

Foto de Sirlei Passolongo

Anjos Protetores

Anjos Protetores
.

Todos os anjos passeiam pela noite
Soprando-lhe sonhos lindos
Vigiando teu sono...
E eles acariciam tua pele
Pra curarem todo seu cansaço,
Sussurram lhe palavras de coragem
Pra te ajudarem a ter forças,
Conduzem teus pensamentos
Para planejar tuas tarefas...
Jorram-lhe muita paz em tua alma
Para enfrentar tua missão;
E quando o dia nasce
Eles adentram teu peito
E ficam bem quietinhos
Cuidando do teu coração.

(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Enise

Cafunés...

E viva o romantismo...

Foto de von buchman

MINHA D E U S A !!!

Te amo tanto, que tu nem podes imaginar,
nada vejo,nada enxergo,
só a ti que és a fonte do meu desejar.
Ah...
Tenho certeza que um dia vou poder te amar.

Sei que tivestes outros antes de mim,
te deram muito carinho e prazer,
quem sabe,
até te fizeram sonhar...
Mas de uma coisa tenho certeza,
que nenhum deles,
te amou como eu vou te AMAR !

Talvez eles
Realizaram teus sonhos,
te encheram de paixão. . .
Mas eu tudo que tenho te dou
que é a essencia do meu coração...

És a senhora e rainha da minha vida.
Deusa do meu puro e eterno amor.
Fetiche dos meus sonhos,
Real fantasia e desejos do meu sonhar.

És uma mulher sem defeitos ....
Linda...
Bela...
Sedutora...
Dengosa...
Mimosa...
Cheirosa...

Cheia de vontades...
Desejos ...
Fantasias...
Sonhos...
Paixão..
És perigosa e tentadora,
um convite ao pecar. . .

Eterna DEUSA, saia dos meus versos e sonhos...
te faz presente,
para eu poder a ti, verdadeiramente A M A R . . .

Tenhas meu admiar !
Beijos e mimos de paixâo...

Foto de Robson Coelho

O espetáculo

O espetáculo

Ao começar gera espetáculo
Pois tinge o céu preto e pontoado
Na grande dança celeste eis que surge ele amarelo e imponente
emitindo seus raios e pintando de azul aos poucos o céu presente.

Sua luz a tudo da vida
E assim desperta ciclos
Faz desabrochar flores em euforia
Movimentando a dança dos filos.

E vai assim abrindo caminho
Revelando o que estava na escuridão
Clareando o pontinho terceiro
Cheio de vida e azul

Mas, como é ciclo, começa e tem fim
Repete-se e repete-se
Maravilha-nos e desperta-nos
Nos energiza e energiza a outros por tempos afim.

Eis que isso é dia eis que isso é vida
Começa com clarear de escuridão
E termina com escuridão de clarão
Quando o amarelo imponente põem-se
Para ressurgir depois em outro clarear, em outro pintar.

Autor: Robson Coelho de Araujo Neri

Foto de Nellyra

OUTONO DE UMA PAIXÃO

OUTONO DE UM AMOR

De repente as folhas começam a cair
O vento quente dá lugar a uma brisa fresca
Os frutos parecem ganhar vida
É o outono, a ultima estação
É dessa forma que vejo nossa paixão
Que floresceu como primavera
E hoje solta seus últimos suspiros
Anunciando o fim do verão

Já não sentes prazer ao ouvir minha voz
Já não sentes saudades se não te ligo
Já não sentes a falta de minhas mãos em teu corpo
Já não precisas de meu corpo em teu corpo
É o fim de uma paixão que foi tão quente
É a frieza do inverno que se aproxima
É a certeza de que o desejo já não é tão presente
É a queda soturna de uma paixão que já termina

Quantos amores eu já tive
Quantos amores te roubaram o coração
Quantas vezes assisti essa derrocada
Quantas mulheres já não me chamam atenção
Só a saudade é tudo que sei decerto
Só a certeza que já não sou o mesmo homem
Só a tristeza do adeus que urge
Só a falta e saudade de você que já agora me consomem

Mas é o ciclo de vida que se fecha
Anunciando que a vida não para..., continua
É a certeza que um novo amor vou buscar
Onde quer que esteja, seja lá em qual lugar
Vou abrir novamente meu coração
Como a primavera abre suas flores ao pólen
Lhes permitindo o prazer da fecundação
E um novo amor há de vir
Ressurgindo em uma nova paixão!

Isso... se eu conseguir te esquecer!!!

Foto de syssy

Um bem que desejei

Sempre tive esperança de que teus olhos me vissem,
Tão estática ao teu lado, nos meus sinais discretos,
Em candura casta, na devoção cega desse amor mudo.

Tentei muitas vezes essa batalha de medo ganhar,
Mais à medida que crescia esse amor em mim,
Crescia na mesma proporção a minha covardia.

E por, mas que tentasse, afundava mais em mim.
Seu amor corria livre por entre corredores desertos
De minh’alma, e não o podia deter.

Perdi sempre...
E sempre amando, mas e, mas você.

Queria que essa brisa agora te levasse embora,
Te arrastasse pelo ar, e fosse longe, longe tanto
Quanto voa meus pensamentos, afunda em alto
Mar essa barca

Aprendi a calar meu choro, a sufocar palavras,
Dizer frases inteira sem pronunciar teu nome,
Só não aprendi a te esquecer.

Hoje...

Amanhã...

Depois... E depois!

Foto de Graciele Gessner

II Evento Literário de 2008: Mãe!

*
*
*

As Mil Faces das Mães.

(Por Graciele Gessner)

Mães tentam,
Mães fracassam.
Mães querem acertar,
Mães sábias erram.

Mães falham arriscando,
Se culpam e se destroem.
Mães brilhantes estimulam a pensar,
Atinadas promovem a arte de questionar.

Mães guerreiras instigam, protestam.
Mães que cuidam também se preocupam.
Mães, nossas eternas mestras!
Mães protetoras!

Mães também tropeçam.
Punem-se e se manifestam ou se silenciam.
Mães enfrentam, e muitas vezes ousam.
Mães salvam vidas e de seus feitios auxiliam.

Mães decifram... Decodificam.
Mães compreendem ou tentam entender.
Mães se envolvem e se machucam,
Simplesmente porque nos amam.

Muitas mães se aventuram
Algumas outras se isolam.
Mães, exemplos de amor que inspira poetas.
Nossas mães, nossas heroínas!

Mães de múltiplas faces e corações,
Puramente cheias de emoções e comoções.
Mães sinônimas da afeição e do sentido à vida!
Mães, as experiências mais sublimes da dedicação.

Mães que educam, que batalham,
Às vezes esbravejam com razão.
O combate começa, a criança cresce
Restam apenas recordação.

Mães, artesãs das almas lapidadas,
Por vocês existimos, suspiramos e poetizamos.
Mães, exemplos de bravura e determinação,
Assinaram o contrato de risco sem preocupação.

Mães de sangue, de alma, de pensamento...
Mães anônimas, da poesia, de coração...
Seus versos, seu filhos, seus orgulhos,
Assino a minha homenagem com cordial saudação!

-- 12.05.2008 -- «G²»

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