Foto de betimartins

Poema do amigo

Poema do amigo
Quis trazer todas as palavras do dicionário
Trajar de belas estrelas cintilantes, só para ti
Fazer um poema belo, delicado e imortal
Falar de ti. Meu amigo. Confesso que não é fácil...

Foi pedir aos anjos, a inspiração Divina
Para nas prosas, eu, estar à altura de ti
Tracejei belas palavras a ouro fino, chorando!
Chorando de emoção contida, por seres meu Amigo

Amigo das horas sombrias e vagas, da minha solidão
Da dor que tu, curaste em minha alma, pelo carinho
Pelas belas palavras ditas, amigas e reconfortantes
Da tua presença sempre incondicional e bondosa

Tu! Meu amigo! És puro balsamo para o meu Ser
Verdadeiro, caminho do amor e fraternidade
Vozes de anjos, ao meu ouvido e presentes
Que trazem o calor dentro do meu coração...

O meu poema! Jamais é completo e escrito
Porque ainda não sei como o escrever
Nem descrever a verdadeira palavra! Amigo
Deste meu simples poema. Amigo!!!

Betimartins

Foto de Carolvazzz

Eles, inúteis

Sei que quase tudo que eu sonho
É quase impossível de realizar.
Depois do sonho sempre tomo aquele banho
Que me faz aterizar.

Às vezes sou do bem,
Muitas vezes sou meio mal.
Às vezes minha percepção vai muito além,
Mas isso deve ser normal.

Quando eles vêm dizer que eu sou anormal,
Eu até acredito que sou diferente.
Mas ele só tem vergonha ser amoral
E de viver intensamente.

Foto de betimartins

Palavras de amizade...

Palavras de amizade...
Quis te fazer um belo poema a ti, só a ti
Trazer um manto repleto de lindas estrelas
Sentir a brisa do belo jardim da amizade
Onde os aromas a jasmim te fazem sonhar
Poder te tocar e falar, sorrindo, palavras
As belas palavras de amor e alegria
Que somos irmãos iguais, felizes
Onde o sangue corre em nossas veias
Da mesma cor, com o mesmo destino
Mas eu vejo o teu rosto chorar, teu peito
Apertar de dor, talvez de vazio, solidão...
Estás sozinho nesta tua caminhada
Caminhando sempre triste e lentamente
Mas eis que chega um belo trovador
Que enche o teu coração de amor
Com palavras simples, diretas e objetivas
Vindas do mais profundo sentir do seu coração
Daquele que ainda sonha amar, sempre
A ti! Belo e amado irmão nossa caminhada...

Betimartins

Foto de Carolvazzz

Noite sem destino

É fácil fazer parte de um joguinho de computador.
Eu paro e me vejo dentro de um vicio qualquer.
Entre a ninfomania e o prazer da dor.
Álcool, cigarro, coisas e mulher.

Isso e mais um pouco faz parte
Desse extenso vazio.
Pego um carro e faço arte
E continuo a noite com frio.

Continuo sozinha
Sem ter nenhum destino
Onde minha estrada é só minha
E eu crio meu próprio hino.

Foto de betimartins

Desabafo!

Sinto o peito sufocado
o ar aqui está denso
estranho, pesado
vazio!

A dor que dilacera
Que corrói e maltrata
mata, devasta
Como erva
daninha...

O jovem que morre
por um tiro perdido
a criança que cheira
sucumbindo por causa do crack...

A flor que é colocada em laje
com Palavras de despedida
antes foi oferta com amor
agora apenas por ciume
onde imperou o ódio
daquele que partilhou
seu leito de amor...

O mundo esta em desatino
sem regas e nem destino
apenas navega e sobrevive
ao som do pegador...

Os sonhos foram desfeitos
As nossas crianças
Aos jovens no caminho
Deste mundo aflito...

Já ninguém acredita na vida
Que corre aflita e apressada
Deixando a graça de lado
No meio de tanta desgraça...

Foto de Izaura N. Soares

É assim que eu te vejo...

É assim que eu te vejo...
Izaura N. Soares

Guardo a lembrança do teu amor
na minha mente.
Guardo a esperança como a única porta
a se abrir quando me lembro de você.
Passamos por tantas coisas, mas nenhuma
delas, boas ou ruins nos tirou
o brilho do nosso sorriso.
Deixei bem claro que o meu sorriso só brilha
quando te vejo sorrir.
Por mais difícil que seja te ver tão longe...
... Ainda prefiro lembrar-se de você sorrindo!
Quantas vezes os meus dias foram tão vazios
sem você perto de mim.
Minhas noites eram tão escuras, tão longas,
intermináveis, nem os meus sonhos foram
tão longos como a noite que passei sem ti!
Sabe amor, ainda vejo o reflexo dos seus gestos
fazendo-me graça, me atiçando...
Ah, como a saudade é perversa!
Sinto os teus olhos passeando pelo meu corpo
e parando sempre no meu olhar.
Sinto o meu corpo se queimando de desejos
e minha boca ansiosa pelos os seus beijos.
Se você não sabe amor, então eu vou lhe dizer
é assim que eu te vejo...
fazendo caminhada no meu corpo
deixando pegadas, fazendo trilhas
e saciando o meu desejo.

Foto de Carolvazzz

Metade do caminho

Ando perdendo meus pesadelos,
Já não vejo mais todos os monstros no escuro.
Na ultima viagem perdi minha toda a minha coleção de selos.
E nunca mais fiquei em cima do muro.

A rotina já me faz bem.
O tédio não me trás mais perturbações.
Eu e mais ninguém.
Olho pro céu, e escolho minhas ações.

Eu já nem quero nada da vida,
Minha paz vai aumentando com o tempo.
Deve ser o peso da partida,
Vim pro deserto pra aprender o poder do vento.

Foto de Carolvazzz

O peso do peso

Sou apenas um fruto da minha falha,
Ando meio sem ter para onde ir.
Mas ainda tenho coração e vai que calha!
Queria voltar a sentir.

É tão horrível ter um detrimento,
Sem paz, sem amor.
Nesse tormento
Onde todas as placas indicam dor.

O tempo vem me fazendo
Acabar com toda a minha esperança.
Enquanto a idade vem me trazendo
Toda a maldade que não há nos olhos de uma criança.

Foto de Carolvazzz

Ilha entre bilhões de barcos

-Sei o que devo julgar!
Mas não me diga isso nunca mais
Pois minha franqueza pode acabar
E tudo pode ser mais que demais.

Quando vai acabar essa traição?
Já era insuportável saber que estou aqui
Agora sei que sempre foi assim por obsessão.
Quero um lugar que uma ilha possa ir!

Eu quase acreditei que era feliz
Pois eram tantos barcos vindo até mim,
Levaram meu ouro, meus cabelos e ate minha raiz.
Ainda não entendo porque tem que ser assim?

Eu sou a terra de quem?
E esse vazio que persiste em me derrubar...
Por pensar que pode não ter mais ninguém
A me olhar.

Foto de Carolvazzz

Lunática- A bola do capeta

Já era pra eu ter ultrapassado esse trauma. Mas eu ainda acho que tinha alguma coisa por trás daquela bola vermelha.
Há muito algum atrás, eu tinha uns sete anos quando fui para um parque com minha avó e meu primo. Do nada apareceu um cara vendendo bolas. Mas só tinha uma, eu e meu primo queríamos a mesma bola, brigamos até eu conseguir a bola.
Minha avó trabalhava à tarde, e eu passava as tarde em um apartamento, eu e a bola. No inicio foi legal, a bola me entendia. Eu falava com ela e tal. Mas ela começou a ficar estranha, não sei se foi por que eu tinha assistido a um filme que o capeta era vermelho, mas a bola tava muito estranha pro meu gosto.
Então eu comecei a ficar com medo da bola, ai eu passava a tarde toda no meu quarto sem me mexer com medo da bola correr atrás de mim. Até que um dia à noite minha tia e meu primo foram na casa da minha avó, então dei aquela bola pra assustar ele.

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