O meu amor por ti é como uma planta ao nascer,
mesmo entre duas pedras teima em crescer.
Sinto-me como um poldro selvagem,
que para um riacho saltar precisa ganhar coragem.
Quero que sejas a mãe dos meus filhos,
minha companheira para toda a eternidade.
Serás minha guia por entre os trilhos,
meu porto de abrigo em dia de tempestade.
Quero estar ao teu lado ao envelheceres,
ser o teu lenço quando chorares.
Serei a tua alegria quando sorrires,
serei a tua bengala para te apoiares.
Quero ser o ombro amigo onde te podes lamentar,
ser a tua almofada onde vais adormecer.
Serei o calor do teu dia ao acordar,
serei a tua luz ao anoitecer.
Hoje sem ti apetece-me chorar,
vou passar o dia a escrever.
Para toda a vida vou te amar,
és a minha razão de viver…
PS: editei este poema pois sem querer estava inscrito a concurso e eu nao escrevo para competir ja esta retirado...