amor

Foto de Cecília Santos

AMAR EM SILÊNCIO

AMAR EM SILÊNCIO
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Amar em silêncio.
É amar em segredo.
É sofrer calada, sem poder gritar
ao mundo, todo seu amor.
São cartas, bilhetes e presentes
engavetados.
Momentos especiais,
não compartilhados.
Lágrimas derramadas
sem ninguém, pra secá-las.
É via de mão única, onde o coração
transita na solidão.
É o beijo tão desejado
e nunca realizado.
E o eu te amo, que não sai da boca
pra fora.
Mas que se tornou eco
dentro do coração.

Direitos reservados*
Cecília-SP/07/2007*

Foto de elcio josé de moraes

NÃO VÁ EMBORA

Não, não vá embora,
Por favor!
Quem te implora
É o teu amor.

Não queira me fazer
Tanta maldade.
Fazendo-me sofrer
Por piedade.

Sei que vou chorar,
E vou penar,
Se eu te perder.

Se você me deixar,
Não vou aguentar,
Nem sei que vai ser.

Escrito por elciomoraes

Foto de Edson Cumbane

Reflexões de amor

O meu pavor
É perder um grande amor

O meu rancor
É nunca ter rancor

O meu labor
É o meu ganha-pão-mor

O meu melhor sentimento
É o amor que sinto por fora e por dentro

O meu melhor amigo
É a solidão quando não estou contigo

O meu melhor momento
É ter-te sempre por perto

A minha melhor agenda
É marcar um encontro contigo, minha lenda!

Foto de Sirlei Passolongo

Explora-me

Você me devora
Explora

Você me explora
Devora
Alucina
Faz de mim sua menina

Você me arranha
Assanha

Você me assanha
Arranha
Quer
Faz de mim sua mulher

Você me mapeia
Rodeia

Você me rodeia
Mapeia
Sente
Faz de mim seu presente

Você me arrepia
Acaricia

Você me acaricia
Arrepia
Ama
Faz de mim sua cama

Você me seduz
Conduz

Você me conduz
Seduz
Possui
Só você me leva à luz
(Sirlei L. Passolongo)

Foto de CarmenCecilia

ESSE AMOR

ESSE AMOR

Esse amor
Que me corrói... Dói-me
Consome-me
Quando você some...

Que me vira do avesso
E me tira do sério
Esse amor mistério...
Esse amor sincero...

Esse amor desamor!
Que flui sem controle
E me deixa mole
E não tem o que console

Que me comprometo e prometo
Deixa-me completo e incompleto
Meu afeto
Meu desafeto!

Que me tira do prumo
Deixando-me sem rumo
A vontade escorregadia
E de mim fez moradia

Arrebata-me...
Mata-me
E num segundo
Faz girar o mundo

Deixa-me inerte e sem norte!
Despedaça-me. Ameaça!
E com uma mordaça
Sou caçador e caça

Ah! Esse amor
Devora-me... Arvora-se!
Fascina-me e alucina-me
Esse facínora.

Que de mim se assenhora
Mas que quando vai embora
Deixa-me assim
Sem saber mais de mim!

CARMEN CECILIA

Foto de Cabral Compositor

Bússola

No colo da paixão
No gostar do querer
Vou buscar a razão
Para o amor acender

No choro, na emoção
No Nordeste, na direção
No Sul, no Oeste
Norte, Noroeste

Em todo Sul do Oeste
E Centro Oeste
No salmo, no belo
Na margem do Nilo
Na coroa de Nero
Nas sandálias, no pescador
Nas embarcações, em Cabral
No Por do Sol
Em alto Mar
Num Atol

Foto de Sonia Delsin

UM CORAÇÃO COMO O TEU

UM CORAÇÃO COMO O TEU

Um coração como o teu é coisa rara.
Tu dizias de um jeito tão especial.
Minha cara.
É... tu dizias.
Mas fugias.
Fugias do que eu despertava em ti.
Eu penso que coração como o teu é coisa rara.
Guardo no peito como preciosidade.
Outro tempo, outra cidade.
Adorava tua mão quente.
Aqueles momentos da gente...
Adorava tua fala, tua voz, teu olhar.
Eu adorava contigo estar.
Tem horas em que me pergunto.
O que foi feito de tanto amar?

Foto de elcio josé de moraes

VERBO AMAR

Só há um verbo
Que eu sei conjugar.
Que da minha cabeça não sai,
Que é amar, amar, amar.

E quando eu vejo você passar,
Eu fico gritando por dentro,
Não vai, por favor não vai,
Não vai que eu não agüento.

Mas você segue o seu caminho,
Me deixando tão sozinho,
Sem olhar para traz.

Sem perceber que estava te olhando,
De longe, te admirando e te amando,
Me deixando só com os meus ais...

Escrito por elciomoraes

Foto de TerrArMar

Porque Hoje é o dia do orientador educacional

Porque Hoje é o dia do orientador educacional

PAULO FREIRE

Mil novecentos vinte e um decorria,
Quando Paulo Freire Nasceu,
Em dezanove de Setembro seria,
E no recife, Pernambuco, aconteceu.

Aí, sua meninice viveu,
E, a ler, sua mãe o ensinou,
Um grande volte face se deu
Quando para Jaboatão se mudou.

Aqui conheceu a dor,
Quando seu pai faleceu,
Mas a solidariedade e amor
Também ele conheceu.

Conviveu, nas suas brincadeiras,
Com os meninos das favelas,
Conheceu a vida das lavadeiras
E também aprendeu com elas.

Podemos dizer que aquela dor,
Provocada pela paterna partida,
Fez de Paulo Freire o Educador
Que Aprendeu na escola da vida.

Foi aqui que se interessou
Pela problemática do Português.
Muitas dificuldades passou,
E, ainda novo, homem se fez.

O segundo ano do secundário,
Só aos dezassete anos o começou,
Foi um homem extraordinário,
Aluizio P. de Araújo que o apoiou.

Em quarenta e quatro casou
Com Elza, uma professora primária,
Cinco filhos é a prole que ficou
Dessa relação extraordinária.

Nesse meio tempo foi convidado,
Pelo colégio Oswaldo Cruz, a leccionar
Ali se vira, outrora, abrigado
E agora, ali podia servir a ensinar.

Director do sector da educação
E cultura do Sesi, órgão recém-criado,
É a sua futura ocupação,
Mas não é homem de ficar acomodado.

Nos anos cinquenta tem projecto novo,
É no campo da educação escolarizada,
Descobre-se o educador do povo,
Faceta, em si, cada vez mais vincada.

No recife, um instituto é criado,
Capibaribe, mas não está sozinho,
Tem muita gente a seu lado,
Que quer, prá educação, outro caminho.

Paulo Freire educou a educação,
Mas também a vida politica,
Mereceu a sua atenção e dedicação,
E em prol delas sua vida sacrifica.

Ao exílio se viu condenado,
Foi um homem incompreendido,
E escreveu, já no Chile exilado
A obra “Pedagogia do Oprimido”.

Esta “Pedagogia do oprimido”
Seria a sua obra maior
Mas Paulo Freire ficaria conhecido,
Por ser um grande educador.

Este exílio lhe deu alento novo
Para explanar um projecto pioneiro,
Mas preferia dar ao seu povo
O que ensinava ao mundo inteiro.

Trabalhou com afinco e confiança,
“Cultura popular, educação popular”
E também, “Pedagogia da esperança”
Outros livros que viria a publicar.

Livros, escreveu muitos mais,
Fez poesias de cariz educativo,
Colaborou com pedagogos mundiais,
O seu método mantém-se activo.

Foi homenageado por onde viveu,
América Latina, Estados Unidos,
E outros onde desenvolveu
Projectos ainda hoje reconhecidos.

Varias escolas o adoptaram,
A Europa rendeu-se ao seu valor,
As ex-colónias portuguesas despertaram
O seu espírito de educador.

Dois de Maio de Noventa e sete,
A morte o apanha à traição,
Um enfarte do miocárdio o acomete.
Morria um nome grande da educação.

O Brasil chora a sua morte,
Mas não esquece o seu contributo,
O mundo enaltece esta alma nobre,
Que fez da educação o seu culto.

Com Ivan Illich se cruzou,
E António Sérgio conheceu,
Com mais nomes trabalhou,
A todos ensinou e com todos aprendeu.

A dizer, muito mais havia,
Mas para não ficar complexo,
As fontes e a bibliografia,
Juntámos em páginas em anexo.

Terminamos a nossa reflexão
Com uma questão sempre nova
“De que servirá a educação
Se não for, permanentemente, colocada à prova?”

Foto de TerrArMar

A cor do Amor

A cor do amor

Quem Só Olha Na Cor
Não Consegue Ver O Amor
Porque O Amor Não Tem Cor
E A Cor Não Diferencia O Amor
Que Importa Preto, Branco, Amarelo
O Amor Não Tem Cor E É Tão Belo
A Cor E O Amor Andam Em Paralelo
Seja Preto, Branco Ou Amarelo
Uns Se Pensam Superiores
Olham Com Desdém Outras Cores
Mas Depois Morrem De Amores
Pelos Amores De Outras Cores
Toda A Pele Tem Cor
Como Todo Ser Tem Amor
Mas Quem Só Olha Na Cor
Nunca Consegue Ver Esse Amor.

TerrArMar

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