amor

Foto de elcio josé de moraes

POR AI

De mãos dadas,
Vamos caminhar
Sem destino e sem direção.

Vamos por ai afora,
Onde o vento nos levar,
Aproveitar este verão.

Quero lhe mostrar o sol,
Se pondo lá no horizonte.
Uma flor ainda em botão...

Quero aproveitar a vida,
Com voce minha querida,
Minha vida, minha paixão!

Escrito por elciomoraes

Foto de Homem Martinho

À atenção de Fernanda Queiroz

Olá Fernanda:

Amiga, nos tempos que levo de utilizador e participante deste site tenho vindo a verificar que uma das lacunas apontadas pelos novos participantes se relaciona, fundamentalmente, com o facto de por vezes não receberem feed-back das suas participações, eu própio senti isso, aspecto que pode parecer irrelevante,, ou pelo menos pouco significativo, mas pelo contrário eu penso que há a necessidade, talvez até obrigação, de nós mais antigos apoiarmos esses novos amigos, assim propunha que se criasse um sistema de alerta quando se verificasse um a postagem de um novo utilizador, talvez uma chamada de atenção para o facto, pois por vezes não conseguimos acompanhar as postagens diárias e vamos perdendo trabnalhos formidáveis que assi mtambém se vão perdendo no, felizmente, imenso mar de postagens.
Outro factor que me causa alguma estranhezá diz respeito à identificação dos utilizadores registados, parece-me que ninguém aponta uma pistola á cabeça de quem se regista para que o mesmo forneça os seus dados pessoais, por isso quando alguém os fornece que os forneça de forma correcta, trata-se de credibilidade do site, porque ir ver os dados de alguém e ver que esse mesmo alguém nasceu em 2007 (dois mil e sete) e já escreve poesia é algo caricato, por outro lado, a identificação do autor pode evitar certos constrangimentos, pois um poema na boca de um jovem de 18 anos tem uma interpretação e o mesmo poema na boca de uma pessoa amargurada pelas viscitudes da vida poderá ter outra.
Eu não pretendo ser especial, ou diferente, mas reservo-me no direito de, ora em diante, só tecer comentários a autores que me pareçam estreantes e áqueles a quem aprendi a admirar.

Obg

Francisco Ferreira D'Homem Martinho

Foto de elcio josé de moraes

NAMORADA

Oh! minha doce namorada,
Por quem eu me apaixonei.
Voce é a mais amada,
Tu és, tudo o que eu sonhei.

Eu te amo como um louco
E te quero como minha mulher.
Conquistaste-me pouco a pouco,
Hoje sou eu, quem mais lhe quer.

Oh! minha linda namorada,
Eu hei de fazer-te bem feliz,
Pois eu sempre amor, lhe quiz.

Meu doce encanto, minha amada,
Que conquistou o meu coração,
Tu és ternura e a minha única paixão...

Escrito por elciomoraes

Foto de Logan Apaixonado

Renovado sejas tu, Amor

Renovado sejas tu
Sentimento dourado
Atinge-me em cheio
Esperança surgida
Renasce das cinzas
Fenix tão bela
Vejo agora a aquarela
Vibrante da vida
Agora sentida
Tão claramente
O Sol tão bondoso
Aquece meu corpo
Pois meu espírito
Arde em fulgor
Pois tenho amor
Vivendo em mim

Foto de Logan Apaixonado

Pássaro Feliz

Segue teu rumo
Ave rara
Encontra a rota
Segue sem volta
Sem olhar para trás
O passado agora
Quase não importa
Veja o futuro
A cada segundo
Mais perto de ti
Olhar compenetrado
Firme no horizonte
Siga o rumo
Que teu coração manda
Sem plano, nem escala
Voa sem mala
Não guarde bagagem
Inútil do passado
Apenas carregue
Na mente para sempre
As lições aprendidas
Na escola da vida
E o amor mais profundo
Quando menos espera
Sem nenhum aviso
Surgirá novamente

Foto de José Brás

Demora

tão longo foi o tempo
do meu tempo
sem te ter
por isso é grande a pressa
de te ter agora
de te despir lentamente
no por dentro do teu ser
antes mesmo de despir-te
peça a peça
no de fora

longo foi o tempo
destas mãos
sem as tuas
meus dedos de teus dedos
estranhamente separados
por isso esta ânsia
de as ter nuas
descendo-te do rosto
pelos ombros
desnudados

tão longo foi o tempo
do meu corpo
sem o teu
perdido na bruma
do desejo
sem te achar
por isso esta febre
que me acometeu
subitamente vinda
sem me avisar

longo é o tempo
que nos vai faltar
aos corpos sem tempo
do tempo
de esperar
à pressa à ânsia à febre
que nos vão matar
o tempo sem tempo
de tanto
tardar

Foto de Iris Limeira de Souza Santos

Todo dia...

Todo dia...
Escuto cada palavra sua atentamente para não perder nenhum detalhe...

Todo dia...
Aprecio o brilho dos teus olhos, porque cada vez que olho nos teus olhos me sinto mais feliz.

Algum dia...
Não estarei mais aqui!E quando isso acontecer vou procurar um anjo, para contar-lhe de todas as suas histórias e para que ele possa me invejar quando contar do brilho dos teus olhos

Eu te amo!

Foto de fer.car

DESTINO

Não tenho a pretensão de que meus versos toquem seu coração
Muito menos que sua alma seja mais piedosa para com a minha
Apenas escrevo como um desabafo por tudo que já vivemos
De tudo que partilhamos nesta vida tão efêmera e fulgaz
Nunca pensei que diria adeus e que ainda me amasse
Tanto tempo se passou, tantos sentimentos nos devastaram
E ainda hoje penso: o que foi que fizemos de nossos dias?
O que cometemos de erros? Foi o amor a razão de tudo?
Não penso que você queira meus beijos e afagos
Muito menos quis lhe fazer escravo deste amor
Disse sinceramente de meus desejos e delírios
Você se fez escravo porque quis, porque seu orgulho quis
Não posso ser responsabilizada pela sua tristeza ´
Pela falta de esperança com que vê a vida
Porque o maior de todos os males foi aquele dia
Em que fechou seu coração, e não perdoou
Achou que sua verdade era a verdade
E esqueceu que como ser humano que somos erramos
Não somos perfeitos, e longe de sermos um modelo de casal
Mas diante de todo o contexto, nos amamos
Isso não foi ao acaso, foi nosso destino

Foto de Gaivota

** COM 100 GRAMAS DE SOL **

*

COM 100 GRAMAS DE SOL

De meu cérebro desgovernado fugiram as imagens poéticas! Os grãos de areia escaparam-me dos pés, vida sólida e cruel! Rouba idéias e sonhos. Da tinta que pintava o papel branco sobrou o nada da cor. Desce a lágrima sem tilintar, escorre límpida sem brilho, estremecida borra estrelas, que antes brincavam em minha cabeça empapada de risos.
Vida sem cor, pálida, eternizada nas pinturas descascadas! O tempo roubou, pegou o pedaço de mundo carregado de cor. Apagou sorrisos, escondeu a música da chuva e deixou-me na calçada vazia, fria, escura e triste.
Voltarei amanhã, jogarei tudo no lixo, comprarei 100 gramas de sol, planto no jardim, semeio, arranco ervas daninhas que insistem em danificar o sonho. Rasgo o coração, flecho a dor que não conheço, viro-lhe as costas, ponho-me a conversar com o primeiro reflexo de serenidade. Sei que é leve, suave e azul. Abrirei o sorriso guardado na caixa angustiante e um novo dia há de surgir.

RJ – 02/09/2005
** Gaivota **

Foto de José Brás

Mocárabe

Sei
que és
porque
vejo e oiço
o mar de azinho
que te navega
no sal da memória

Sei
que és
porque
vejo e oiço
o alazão árabe
que te escoiceia
no cio do poema

Sei
que és
porque
vejo e oiço
a mulher de Oman
que te inquieta
na noite da palavra

Sei
que és
porque
te deito
na sombra do desejo
te dispo
no eco dos teus gritos
te sinto
(agora mesmo)
no pulsar das veias
entre-as-coxas

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