amor

Foto de @nd@rilho

TEMPO DE LUXURIA

O sol irradiando sua majestade,
O vento frio soprando em meu rosto,
Caminho a passos lentos,
Por entre árvores,

Pássaros cantam ao meu redor,
Liberto meus pensamentos,
Que viajam leve e longe vão,
Sem pressa nem culpa,

Retorno ao passado,
Em um tempo tomado pela luxuria,
De corpos entrelaçados,
De gozo profundo,

Amores momentâneos, vividos intensamente,
Não lembro de seus rostos,
Mas guardo-os com todo carinho,
Estampados no vitral de minh’alma !!!!

Foto de Fatima Cristina

Vamos falar...

Falar de um amor terno e suave, como a pena que toca o corpo de uma virgem.
Falar de ti e de mim.

Falar de nos, amor.
Vamos esquecer que brigamos que nos magoamos, que nos ofendemos mas que nao deixamos de nos amar.
Por isso vamos falar daquilo que nos faz feliz...
Podemos dizer que a nossa relacao nao `e a mesma, que mudamos, mas nao vamos dizer que ja nao nos amamos.

Falar das vezes em que fazemos amor, so nos sabemos o que sentimos, como gememos e queremos sempre mais.

Falar da primeira vez que nos vimos e descrever o sentimento que nos uniu todo este tempo.

Vamos falar da entrega dos nosso coracoes, da mudanca das nossas vidas, dos sacrificios feitos um pelo o outro.
Vamos falar do dia que nos casamos, como estavas lindo e eu me senti a mulher mais feliz do mundo.

Mas agora amor vamos falar...

Falar de familia...

Falar de um novo ser que cresce dentro de mim, e `e um fruto de ti e de mim, fruto do nosso amor...

Foto de Fatima Cristina

Eu fui...

Aquilo que fui, serei eu de novo essa mulher???
Eu sei o que fui mas nao sei mais quem sou.

Eu fui uma mulher de sonhos e fantasias quando te conheci...
Fui capaz de jogar tudo pro alto pra ficar junto a ti...Porque diziam que o amor era tudo o quanto bastava pra se ser feliz...
Eu fui menina e hoje mulher sofrida.
Fui um sonho belo, agora um pesadelo.
Fui mais feliz quando te tive por perto, somente feliz no presente.
Fui sorriso quando te via sorrir, fui lagrima quando te vi chorar.
Eu fui tudo aquilo que me pediste pra ser, e deixei de ser o que era antes de ti.
So fui algo e alguem quando teu corpo estava por cima do meu, quando teu sexo e o meu se encaixavam.
Fui alma imortal enquanto tiveste amor por mim, e morri assim sem mais menos quando te foste.
Deixaste no ar o que fui e levaste o que nunca serei.

Fui desejo e loucura, desejo por ti, louca por ti em todos os nossos momentos.
Fui fidelidade, fiel ate mesmo no pensamento.
Fui paixao, aquela que chegou em ti e jamais partiu.

Fui amor que nunca te abandonou.

Foto de fer.car

NESTE MEIO ESPAÇO DE TEMPO, DE VIDA

Neste meio espaço de tempo
Neste meio espaço de vida, de sentimentos
Tanta coisa aconteceu, tanta coisa se modificou
O que era doce e meigo ficou frio e distante
O amor que antes borbulhava, hoje é mera lembrança
Olhando seus olhos não sei dizer que erro cometemos
Se fui eu acreditando demais num amor
Ou você me jogando para longe de seus dias
Neste meio espaço de tempo, de vida
Quero sentir o que sentira outrora
Quero dizer que ainda o amo
Mas algo aqui dentro se frustrou
Se calou, se perdeu
E agora, olho e olho, nada vejo
Apenas um homem, um velho homem
A me amar, me amar...
Neste meio espaço de tempo, de vida
Quero um final feliz por tudo que já vivemos
Mas o tempo destruiu o que existia de mais lindo
E suas ações me fizeram ver o quanto eu perdia ao seu lado
Em outros braços posso ser plena, ser enfim feliz
Tanta coisa aconteceu, tanta coisa se modificou
Hoje você é minha doce lembrança
E lembrar que ontem você era a minha vida
Mas algo aqui se frustrou
Se calou, se perdeu..
Neste meio espaço de tempo, de vida

AUTORIA: FERNANDA CARNEIRO
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS

Foto de TrabisDeMentia

Dueto de amor

Um poema de amor a dois
É um redobrado gemido
E entre o meu e o teu ouvido
Ele é um mundo com dois sóis

Um dueto de amor é pois
Um só pecado dividido
E é feito assim, sem alarido
Entre estes versos e lençóis

Cometido e confidente
Tal qual um beijo carente
Verseja em ti, te deixa louca

E quando em mim é ponto assente
Procuro um outro, novamente
Dito assim da tua boca

Foto de Cecília Santos

TRANSMUTAÇÃO:

Sonho...Fántasia...Ilusão...
Profundo...Profano...Amor...
Destrói a alma,mata a ilusão.
Castigo...Cantiga...Ireal...
A brisa que chega,
Trás a canção.
Que ilude a alma,
Castiga a razão.
Tormenta...Saudade...confusão...
Fragiliza estrututa,
Abala alicérces.
Transmuta nossa vida,
Numa saudade insana.
Que nos tira o real,
Nos torna fantoches,
Presos por amarras invisíveis.
Representando...apresentando...
Sentimentos confusos e variáveis.
Manipulados pelas mãos,
Da ilusória saudade...

Foto de Remisson Aniceto

Prisão e liberdade

À noite, o rosto nas grades da janela
Do colégio interno onde estudava,
Perguntei ao padre que cidade era aquela,
Toda escura, de onde nada se escutava.

Aos domingos, muita gente lá passeia
E outras, brancas, imóveis _ serão guardas?
Em novembro de flores fica cheia
E de velas as finas ruas enfeitadas.

_ Que cidade é esta, diz pra mim,
Que me atrai com seus noturnos mistérios?
O padre me olha sério e diz por fim:

_ Ali moram reis e rainhas de finados impérios,
Ricos, pobres, crianças, todos que dormem, enfim...
Aqueles muros brancos, filho, são os muros do cemitério.

Foto de Remisson Aniceto

Fantasia (para Rosangela de Fátima)

Ó bela Flor, purpúrea, serena,
De sutil formosura, eflúvio de rosas...
Desvelada Flor, sublime, amena,
Mescla escarlate das veias ardorosas.

Ó infinita Flor, plácida, aérea,
Rubra Flor dos meus anseios...
Visão indelével, magicamente etérea,
Lampejo de cor dos devaneios...

Ó Ros`angelical, rósea Flor mirim,
Fulgente glória dos meus sonhos,
Cobre-me com pétalas carmim!

Ó majestosa Flor, pujante e sincera,
Sê real! Dissipa a névoa do medonho,
Ó inefável Flor de Quimera...

Foto de Remisson Aniceto

Desvario

Maldigo o frio que gela e entorpece,
O Sol que arde e queima maldigo;
Maldigo a noite que os campos escurece,
A Lua que clareia e embeleza maldigo.

Malditos a vida, o amor, o riso, a paz
E tudo o que me faz sofrer, maldito!
Maldito este a quem nada satisfaz...
Imputo a culpa a quem se diz tão maldito!

Maldita a hora primeira _ a do nascimento,
E todas as outras horas, malditas!
Malditos os momentos maus e os bons momentos,

Maldito o Inferno, malditos a Terra e o Céu!
Todas as coisas que há no mundo, malditas!
Maldito eu! maldito eu! maldito eu!

Foto de Remisson Aniceto

Parentes

À maldade dos afins estando sujeitos,
Maldade de tio, irmão e cunhado,
Mesmo que mal não lhes tenhamos feito,
Abramos os olhos, tenhamos cuidado...

São mui gordos os olhos dos parentes
Em cima de todo sucesso que temos;
Dão-nos conselhos, estão sempre presentes,
Aos poucos nos matam e tarde percebemos

A inveja oculta, bem como a ofensa
De quem à nossa frente se fez tão bondoso.
Quando vaza o fel a gente até pensa:

Meu Deus! Como causa tristeza e nojo
Quem só malefícios no peito condensa!
_ A cobiça se esconde em fino estojo...

Páginas

Subscrever amor

anadolu yakası escort

bursa escort görükle escort bayan

bursa escort görükle escort

güvenilir bahis siteleri canlı bahis siteleri kaçak iddaa siteleri kaçak iddaa kaçak bahis siteleri perabet

görükle escort bursa eskort bayanlar bursa eskort bursa vip escort bursa elit escort escort vip escort alanya escort bayan antalya escort bayan bodrum escort

alanya transfer
alanya transfer
bursa kanalizasyon açma