amor

Foto de Sirlei Passolongo

Amar você

Amar você
É sentir perfume de rosas
Embora longe de jardins
É tocar as estrelas
Embora possa apenas vê-las
É ouvir a mais bela canção
Da harpa dos querubins.

Amar você
É sentir na pele
O suave roçar da chuva
O cheiro da terra molhada
Que alegra o canto do sabiá
E desperta a madrugada...

Amar você
É compor em versos d’alma
A força do sentimento.
Embriagar-me do vinho mais raro
E me perder nos mais doces
Pensamentos.

Amar você
É sentir o aroma da manhã,
O calor do sol ao nascer.
A nada se compara...
Um amor assim.
É me perder em você,
É esquecer de mim...
É meu jeito de te amar
É o meu amor... Enfim!
(Sirlei L. Passolongo)

Foto de angela lugo

Os poetas

Dizem que todos os seres na terra
Tem um anjo para iluminá-los
Os poetas são privilegiados
Pois não tem apenas um...
E sim vários em sua vida.
Um que está sempre a inspirá-lo
E centenas deles que estão a lê-los
Poetas vocês são como raios de luz
Na vida das pessoas que quando lêem
Emocionam-se com vossas palavras
Até aqueles que esqueceram de como é...
Maravilhoso sonhar!
Em prosas, versos, sonetos e poemas...
Demonstram vossa inspiração
Sempre escrevendo como ainda é possível
As vivencias de um grande amor
Suas conquistas e até mesmo...
Como esquecer mesmo que seja pela dor
Um grande amor que passou por suas vidas
Entre caminhos pedregosos deixando a dor
Cantam quando a voz se cala ao amor
Contam que ainda é possível...
Ouvir as melodias das águas
Ver a claridade do sol a iluminar
A beleza do céu numa noite escura
As luzes das estrelas que cintilam
Lembrando uma imensa árvore de Natal
As fases da lua com sua beleza singela
Os mares que sussurram ao entardecer
Com suas ondas espumantes e borbulhantes
E que ainda é possível sonhar... Amar
Enquanto ainda existe vida em cada coração
Escrevem também sobre confraternização
De amigos que perto ou longe...
Sempre serão nossos amigos
E nada melhor que uma data histórica
Como o Natal... Para aquecer nossos corações
E nos lembrar... O quanto o amor é importante
Na vida de todos nós...
A paz que tanto procuramos e que está...
Bem dentro dos nossos corações!
Poetas não deixem nunca de sonhar
Não deixem suas inspirações passarem
Para que cada ser nesta terra ainda possa lembrar...
De sonhar... De amar... E da felicidade encontrar
É só sondar vossos corações que tudo encontrará
Muitas vezes não precisamos muito caminhar
Está diante de nossos próprios olhos
Tudo que precisamos para sermos felizes

( Dedico a todos os poetas que vivem de suas inspirações, fazendo todos sonharem com vossas palavras)

Foto de MARTE

EM QUALQUER MADRUGADA!

Eu quero esse teu amor,
Comigo partilhado,
Cheio de mutualidade,
Sentir o seu calor,
Nesse olhar cuidado,
Cheio de sensualidade!
Numa qualquer madrugada,
Esquecer, por momentos,
O sentido da tristeza,
Seres a minha eterna namorada,
Compartilhando todos os sentimentos,
Nos versos da tua beleza!
Quero ouvir o teu coração,
Sentir o amor numa melodia,
Dizer-te da minha emoção,
Ficar contigo até ser dia!
Nos meus sonhos encontro-te,
Nas madrugadas dos devaneios,
Deixas um pouco de ti em mim,
Um brilho que diz desejo-te,
Que preenche os meus anseios,
Num profundo olhar sem fim!
Não estás só, minha amada,
Estou contigo em pensamento,
Nesta e em qualquer madrugada,
Vivo este nosso sentimento!
Cantando a música da vida,
Vou daçando a nossa canção,
Numa melodia sentida,
Que dá luz ao meu coração!
http://groups.msn.com/PERSONALIZADO1/sejabemvindo2.msnw
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http://marteemterra.zip.net/

Foto de Jorgejb

E de um poema, nasceu…

Foram muitas as palavras, trocámos poemas e comentários, avolumou-se a caixa postal. Cada vez, as palavras faziam mais sentido, olhava cada frase, cada poema e só sabia que todos os dias, ia querendo mais e mais. O gosto da cumplicidade preenchia os nossos tempos, e percebemos que tínhamos criado algo único e pessoal onde só nós podíamos entrar, como os cantos secretos dos adolescentes, onde o mistério e o segredo animam cada fracção do nosso corpo. Tremia só de pensar nela, percebia nas palavras dela, a mesma intimidade, a mesma necessidade de algo diferente e especial, que só cada um de nós podia dar ao outro.
Um dia acabamos por ir mais longe, trocamos telefones e e-mail, soubemos como era o aspecto físico um do outro (como se isso interessasse), e combinámos encontrar-nos. O medo e a ansiedade iam tomando conta de mim, já sabia quem eras, quanto esse teu coração podia entregar, a profunda sensibilidade que criavas em cada poema, a forma como sentias a vida. Decidi abandonar-me a esta paixão, nascida da emoção das palavras, sem qualquer destino, sem qualquer certeza. Apenas como se o mundo fosse um recanto ingénuo, onde nos faríamos felizes, para além de qualquer coisa. Decidimos encontrar-nos.
Olhei-te demoradamente, como se já te conhecesse, como se o teu olhar estivesse para além de ti, da tua forma, da tua roupa. Pousei meus olhos nos teus lábios, segurei tuas mãos, sentindo nelas a força da tua escrita, e quis meu peito contra o teu, como se já fosses minha e te abandonasses sem receios.
A verdade de um beijo formal e um “como estás?”, parecia não fazer parte do nosso quadro, mas foi assim que aconteceu. Procurámos uma esplanada, agradecendo a mesa que nos dava a distância suficiente a nos entendermos, e tentámos começar a conversa, que no nosso canto era tão fácil e fluida. Percebemos rapidamente o nosso embaraço. O nosso desejo contido pela formalidade física, as nossas limitações do outro lado da vida. Formais e inquietos, entregávamos sorrisos tímidos, perguntas esbarravam com os tiques nervosos – tu meneavas o cabelo, eu arrependia-me quanto podia, de ter deixado de fumar.
Acabámos por começar a conversa, acerca do teu poema que escolheras não sei para onde, o tal que me pediras ajuda. E depois foram conversas sobre mais um e mais outro, a vida começava a fazer sentido outra vez. Perdemo-nos nas horas, nos compromissos, fomos papel e caneta, escrita a dois, poemas inventados, a felicidade de nos termos, e por fim um poema em cima da mesa, que copiaste numa letra soberba e me entregaste. Já não sei se nos despedimos ou ficamos, se nos beijamos ou nos amámos.
Essas são as memórias que o nosso canto irá guardar para sempre, como nós dois guardámos esse poema que só nós, sabemos dizer de cor.

Foto de Jorgejb

E de um poema nasceu 2

Deixou um poema em cima da mesa e saiu. Sabia que ela, ao sentir o frio do outro lado da cama, saltaria pronta, procurando onde tinham feito amor, a mesa nua e fria, ainda quente do seu corpo, sulcos de si própria espalhados nela, e assim, perceberia a folha cheia, acolhendo palavras para si.
Não, não era um recado, nem uma justificação, nem concerteza razões expressas de forma polida e omnisciente, desculpando-se. Era um poema, zurzido da consciência do impossível, dos pedaços dos dois, que ainda ontem pareciam não conseguir se despegar, iluminados da loucura que os prazeres quando libertados, emprestam aos corpos e lhes dão aquele brilho, que só os amantes sabem contar e explicar dentro dos seus corações.
Uma dolorosa e delicada expressão de amargura, empalideceu seu rosto, sentindo a solidão dos amantes traídos; olhou de lado a sua cama, desarrumada, os lençóis descaídos e soltos, as roupas espalhadas pelo chão, como um mapa, com pontos demarcados e uma história apensa a cada um.
Já sentada na beira da cama, contida no seu próprio corpo, escondendo seus seios em seus braços, as pernas geladas, vermelhas, unidas na estupefacção do seu próprio ruído interior, procuraram nas palavras uma nova força, um destino, uma alma.
Encontrou-o mais uma vez. Como sempre, arquitecto de palavras, demasiadamente doce para a sua manhã, o rosto dele na sua memória - definhando, e foi lendo, e lendo, sem compreender onde chegava.
Era a carta de um homem com medo do amor, como se não lhe tivesses deixado os seus portões abertos para entrar, era a carta de um homem preso ao espaço e à resignação do mundo que trouxera atrás de si, como se ela alguma vez tivesse ousado tocar em seus haveres, ou pronunciado a palavra passado. Era ele e seu mundo, e a irrazoável forma de dizer adeus cobardemente, como se num último rebate, abandonasse a prancha mais alta e recusasse o salto para um mar maior e mais azul.
Ela sorriu, arrumou o quarto, tremeu de frio, e percebeu o quanto tinha estado nua, agasalhou-se sentindo o conforto do seu xaile de seda, onde tantas vezes repousara o seu amante, e sorrindo mais uma vez, abriu a janela que dava para o meio da rua, o rio entrando pelas suas narinas, extasiado do fresco ar húmido e salgado que a abraçava, e convidando o Sol a entrar, escutou no seu rádio a sua música favorita, trauteando um novo canto, sem saudade, sem rancor. O amor, o seu amor haveria de chegar outra vez.
Ele, parado no meio da rua, queria perceber o que tinha escrito, a impulsividade que o dominava, o medo de magoar, de prolongar sonhos sem esperança. Doía-lhe o peito e a saudade dos lábios dela. A manhã não lhe dava tréguas, de ter sido acordada tão cedo, enregelou-lhe os ossos, como querendo que ele voltasse ao leito que tinha deixado. Sentia o perfume dela, abraçando-o, mas soube que a outra história devia estar destinado. Final de história, os passos levavam-no em frente. Sorriu na compreensão, do quanto ela ficaria no seu peito, na sua memória, e amou esse momento na plenitude de um grande final e do quanto os momentos são diferentes na medição do tempo e dos seus segundos. Veio-lhe à memória a mesma canção, que tocava em todas as janelas abertas, a sua canção, espalhada por todos os rádios, esperando que ela também o tivesse ligado, trauteou baixinho para ela, que o amor nunca irá partir, um dia o amor, o seu amor haveria de chegar outra vez.

Foto de InSaNnA

*** Auge ***

Um convite expresso,
navegar em teus desejos..
sentindo a minha carne em tua boca,
um leve sabor de obscenidade,
línguas,
lábios,
mãos..
Facetas mergulhadas sob o luar..
Respiro fundo,fecho os olhos,
já moldada em teus mares,
o meu corpo vibra em ondas,sobre o teu,
maremoto de dois corpos em chamas,
Os nossos ventres prestes a desaguar...

************************************************
Oi poetas! As minhas inspirações já chegam encolhidas...
As poesias estão nascendo com baixa estatura..RS..
Beijocas!

Foto de lookoutss

Se o olhar fala-se

Já imaginou o quão bom seria se o olhar fala-se
Não haveria mais mentiras e nem enganos.
Não haveria mais tantos desacertos nos planos
Isso por que...
A fala do olhar não mente, pois vem direto do coração.
A fala do olhar é pura não traz ilusão
Mas o que mais me assusta só em pensar na idéia de um olhar falante
É saber que a qualquer instante o meu olhar vai falar sussurrante
O quanto eu amo você.

Foto de lookoutss

Dias Normais

Estava tudo normal, um dia como qualquer outro
Fora o fato que acordei sem coração... Não se assuste
Ele estava lá batendo e enviando o sangue para todo o corpo como de costume.
Mas era com se não o tivesse, sentia um vazio...
E Para preencher este vazio tinha de achar um olhar,
Cruzar um olhar ao ponto de dilatar a pupila.
Não consigo lembrar quantas vezes te vi.
Por quantas vezes conversarmos sobre trivialidades, foram tantas.
Então por que logo neste dia tão normal em que eu acordei sem coração, pode senti-lo batendo vivo, batendo de novo, ao cruzar um simples olhar?
Será que sempre foi você, ou será que só agora eu posso compreender que não existem dias normais, e nenhum é igual ao outro, os dias, nos é que os fazemos triviais por não perceber a importância dos acontecimentos,
Mas só agora passeia a pensar assim,
Isto porque pode ver dias lindos, refletidos no seu olhar,

Foto de piumhi10

Eu te Amei?

Eu sei Tudo pode aconteçer, nosso amor nao vai morrer, creio que você lembra desse refrão, na ilusão vivi momentos de amor,
mas eram verdadeiros, sonhei com o toque do seus lábios, porém so alcancei seus abraços, seu perfume, seu sorriso, esse amor que conquistei vale mais que um simples beijo, palavras que são eternas no meu pôr-do-sol na brisa do seus pensamentos eu fiz meu momento.
Essa dor que aperta lá no fundo nao é paixão, é um amor que niguém jamais queria perdê-lo e sim sentir essa essência que se desfaz um minhas lágrimas...

adeus.

Foto de Poetastro

Ao longe, observo uma carta!

Uma carta, na mesa se encontra
Um brilho gracioso esbanjo
O cheiro do perfume me encanta
E, respiro ao ar de anjos!

Olho fixamente em direção à carta
Parece estar me pedindo para abrir
Caminho lentamente, na expectativa
De abri-la e começar a sorrir!

Tomo-a em minhas mãos
Meus olhos tremem
Na esperança de palavras de paixão!

Começo então, à carta ler
Parece ilusão
Não acredito no que estou a ver!

Tudo se transforma
E em um piscar de olhos
Vai ganhando uma nova forma!

As pontas dos meus lábios começam a subir
O brilho do meu olhar esplandece
As margens da solidão estão a sair!

O tempo está a passar
E já começo a imaginar:
Ela irá me amar...!!!

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