amor

Foto de Joaninhavoa

Lindo!

*
Lindo
*

«Parecia que queria falar
como lágrima que teima saltar
ou seria em jeito de carícia
um mimo ternura em delícia

Pura ilusão de magia
brindou quando mais parecia
diálogos simples diálogos
ala dos namorados

Lindo! Lindo
aquele seu jeito franzino
despertou sons do silêncio

e dedilhou graínhas d`figo
Vermelho! Verde e marron
Doce tão doce tão bom.»

Joaninhavoa
(helenafarias)
2011/09/22

Foto de Allan Sobral

Lágrima (El Gordo triste).

Parado estava, parada ficou, no banco daquela praça suja e mal-cheirosa; lá estava o jovem gordo solitário, de barba por fazer, trajes de um trabalhador qualquer, só que sujos e rasgados, cabelos bagunçados, como se tentasse se suicidar enforcado-se com a própria gravata.
Em meio a tantos maus cuidados, naquele lugar escuro e gelado, iluminado apenas pelos primeiros raios de sol que anunciavam a alvorada, só era possível observar o olhar triste e vazio, fixo no nada, olhar lacrimejado que perdurou horas e horas.
Ao seu redor estava um mundo, estava a vida, mas em seu olhar desesperadamente estático, só habitava a morte, como se seu corpo não estivera mais sob controle, e que a bebedeira da noite passada não conseguira arrancar a tristeza de sua alma; pelo contrario, estampava ainda mais uma dor em sua face.
Ressaltava-se uma única lágrima, que lentamente escorria, riscando do prisma triste o seu rosto, se perdendo próximo aos seus lábios, branquicentos e rachados, e se desfazendo, totalmente nos fios sujos por farelo em sua barba.
O Jovem não mais percebia os comentários que lhe eram derramados, não mais percebia as pombas que lhe rodeavam, não mais percebia os sorrisos que lhe eram ofertados pelas crianças, nem se quer percebia que ainda tinha vida, algo que só era possível observar pelos eventuais movimentos lentos de suas pálpebras úmidas.
Após horas naquela triste visão, em movimentos lerdos e soltos, retomava as forças, pouco a pouco dava sinais de vida, com muita dificuldade, levantou-se e com passos de uma criança que acabara de aprender a andar, saia cambaleando e escorando-se nos bancos e arvores, e foi-se embora, levando consigo sua tristeza e seu olhar vazio, levando consigo para sempre o mistério de uma dor.

Allan Sobral

Foto de Felipe Ricardo

Um Comum Soneto Para a Menina Que Não Acredita

Não vejo razão para tamanha
Falta de crença naquilo que sinto
Só porque moro longe de teu lindo
Brilho doce estrela que tanto faz

Meu sofrido coração escrever estas
Poesias em silencio e do silencio
Tento achar as tuas mais caridosas
Palavras de carinho e afeto para

Este pobre poeta que por voce
Resolveu se apaixonar, não perceber
Que mesmo distante, quero esta ao

Seu lado, ah amada menina, porque
Não me dá esta dadiva de ter amar
Como nenhum outro fez, acredite...

Foto de Hanilto josé Da Silva

DESENCANTO

Para conseguir eu tenho
que tentar,não devo desistir
não posso parar eu devo buscar
teu sorriso,como termo de olhar.

A tua boca como palavra a me
machucar,como estrela no céu
a brilhar,dizendo pra mim que
posso ficar,o que não posso
é te amar.

Pois até a meretriz que era
feliz eu fiz chorar o encanto
não irá mais encantar e,todos
os homens irão me julgar como
forma de se conformar.

o que eu não posso é ficar
ouvindo besteiras vindas do ar,
o homem perde o juízo quando apaixona pois deixa de
amar.

É todos os loucos irão
proclamar e todos os risos
irão gargalhar,que a mulher
que amo não irá me amar.

E as estrelas não deixarão
de brilhar,não devo desistir
não posso parar,preciso buscar
um sorriso no olhar.

Hanilto. 22 09 2011

Foto de Patricia Varanda

love

Silêncio…

Que me domina…

Silêncio…

Que fala sem palavras…

Que me faz elevar a alma…

Que me leva pelas minhas memorias…

Silêncio…

Que deixa em pedaços os meus sonhos…

Que silencia a voz da minha esperança…

Silêncio…

Por tudo o que senti…

Pelas marcas que me deixaram…

Pelos amores que passaram…

Por tudo aquilo que não vivi…

Silêncio…

Por todas as palavras que quis dizer…

Por tudo o que disse com a voz do silêncio…

Silêncio que nos domina…

Prende…

Protege…

Separa…

Mata…

O silêncio do amor…

O silêncio de mim mesma…

De nós os dois…

Em que apenas existe…

O silêncio…
***************************************************************

Eu sou assim
Duas mulheres dentro de mim…
Às vezes três
Quatro... cinco... seis...
Talvez seja uma por mês.
Diversifico-me
Existe momentos em que dou um grito
Existe outros em que vivo um conflito
Apresento ao mundo a minha dor
Em outros momentos, só consigo falar de amor
A mais romântica
Melodramática
Imóvel
Chorosa ou nervosa
Carente ou decadente
Vingativa ou inconsequente
É nestes momentos em que eu não me apercebo
E transformo-me numa mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de subtilezas
Séria e sem defesas
No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Transformo-me logo na tal
E nesses momentos sou a dona do mundo
Segura e destemida
Presunçosa e atrevida.
Rasgo todos os meus segredos ao meio
E exponho-me num letreiro
De poesia ou texto
Assalto, incendeio...
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que nem é bom me lembrar
Sou assim
Várias de mim
Sorrisos por fora
Angústias a toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nem um único sofrimento
No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, deixo o meu desejo se perceber
O melhor é ninguém me conhecer
Fiquem apenas com as minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou muito mais complicada

Sou uma em mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Que vai explodir em qualquer momento
Mas quem esteve nele
Nunca mais quis fugir

E ainda hoje se cá encontra

Foto de carlosmustang

PROIBIÇÕES

Onde você se esconde
Atras do monte, ou lugar nenhum
Criaturas, ferrenhas, ferradas, incomum
De onde gera insondáveis sorrisos

Donde imperdoáveis indeciso
Verossímil na infusão do amor
Qual poeta, não inspirou por dor
E não se dobrou impreciso

E voando no sonho, paraíso
Aprendendo a viver, sem empreender
Sorriso da lua, ter você comigo

Debruço em palavras ilógicas
Beijo em desdém, questões fisiológicas
Flutuações paranormais, nem ti toquei!

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Muito Além da Rede Globo – Capítulo 17

“Fato inédito na história da comunidade internacional, a presidenta Dilma Rousseff foi a primeira mulher a abrir o Debate Geral da 66ª Assembléia-Geral da ONU. O evento reúne nesta quarta-feira (21/9), em Nova York, chefes de Estado e de Governo dos 193 Países-Membros das Nações Unidas. Como é tradição desde a primeira Assembléia-Geral, que aconteceu em 1947, o Brasil abre o debate geral, que este ano tem como tema ‘O papel da mediação na solução de disputas por meios pacíficos’. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a Assembléia-Geral da ONU, em sua 66ª sessão, deverá privilegiar, dentre outros temas, questões relacionadas à mediação e à diplomacia preventiva.”

- Do texto “Abertura do Debate Geral da 66° Assembléia-Geral da ONU”, retirado do Blog do Planalto, em 21 de Setembro de 2011.

Em pensar, que ainda hoje, existem os machistas. Existem os que admitem bater em uma mulher e violentá-la. Existem os que preferem o conflito improdutivo ao tranqüilo crescimento. Existem os que querem a morte ao invés do nascimento de um mundo melhor. E quem pensa que eliminar essas pessoas é uma solução está justamente realizando o mesmo mal. Cabe a nós termos um pensamento de paz evitar o sofrimento de bilhões de pessoas.

Essa é a prova de que eu tenho mãe e a amo.

Foto de Felipe Ricardo

Um Belo Soneto Para a Menina Que Amo

Da timidez faço minhas sutis
Palavras que nascem deste
pobre coração que se esconde
Desta jovem menina que assim

Fiz morada da minha sublime
Paixão que se enraizá na minha
Simplória mente e de forma suave
Me faz pensar em como amar esta

Pequena menina que o destino
Fez questão de colocar no árduo
Caminho daquilo que gosto e amo

Mas em silencio faço esta poesia
Pois tímido sou e tenho medo que
O mundo saiba que tanto a amo [...]

Foto de Felipe Ricardo

Um Amavel Soneto Para a Menina Que é Bela

Lembro-me de um certo
Dia, com o nascer desta
Estrela que assim despertar
As velhas flores desta altiplana

Terra onde o som de uma doce
Flauta me fez guia ate o doce
Olhar daquela bela menina
Que mais uma vez me fez esquecer

Da noite que passei a contemplar
As estrelas que assim antes eram
Minhas únicas paixões, de um tempo

Amável, mas não como agora que
Encontro a beleza delas em uma
Pequena menina que assim é bela

Foto de Hanilto josé Da Silva

AMOR NASCENTE

Canta coração a canção dos
verbos fatais,dos amores imortais
dos pecados capitais nos idos
ancestrais.

Canta os enganos e os ciganos
os farrapos da boemia,o sol nascente
e o dia.

Encanta rosa e janela
o amor de cinderela,as antilhas
e Romeu Julieta não
morreu,o amor agora é meu.

Canta Carlos Gardel com as perdidas
no bordel,os poemas de Brasis no cordel,
os sonhos de além mar ficaram aqui em
sangue tupi e guarani.

Canta a nova canção Julieta agora
é diferente o amor nasceu pra gente,
sem status social o amor é igual antigamente,
é sempre o amor,o amor nascente.

Hanilto 21 09 2011

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