amor

Foto de jean Batista

7º Concurso Literário - Os mais genuínos versos

Os mais genuínos versos
São os versos de amor;
Saem apressados,
Sem os ver ou ouvir;
São criados sem compor

São tão momentâneos que por vezes os perco.
É como se alguém me ocupasse
E depois partisse,
Deixando palavras que se afogam e desvanecem

É como um momento de luz,
Um tempo onde tudo se clarifica
E tudo me é dado.

Mas não seria efeito do amor
Se não me fosse retirado de seguida.
E fico com um olhar vazio,
Tentando entrar naquele transe de novo,
Sentir aquela erva fresca mais uma vez
Antes de colher o indesejado fruto.

Não posso controlar os acessos à verdade,
Mas posso garantir que os tenho.
O amor que me arde é ficção,
Que aparece parcialmente em seres,
Mas que não morre com eles.

Foto de jean Batista

7º Concurso Literário - As palavras já não saem

As palavras já não saem
E o pensamento não flui;
O amor
Todo este amor
Impede-me de ser subtil e te dizer minha amiga.
Bloqueia-se a fala para assuntos triviais
O que quero é ter-te minha
Que te protejo quando estás sozinha
Que te amo talvez de mais

Amor, não sei que mais dizer…amor

Foto de jean Batista

7º Concurso Literário - Nunca será pela tua forma que me perderei

Quando te sentires só e descoberta
Lembra-te apenas do meu murmúrio ao teu ouvido;
Recorda o calor e a eternidade das palavras
E abraça-me no teu sonho.

Olha apenas em frente, nos meus olhos
E o alto céu contempla.

E quando tudo te cobrir de cinza
E o verde se converter em pó
E de tudo isto pensares fugir…
Eu pensarei em ti

Sonharei contigo no mais belo prado
Agarrando o teu abraço solto;
Levar-te-ei onde sempre quiseste ir
Aquecer o teu corpo, fazer-te sorrir
Afastaremos do espelho o olhar morto
E juntos, sempre juntos, o mundo enfrentaremos.

Quando de novo acordares
E me sentires encostar no teu peito
Presta atenção ao som do pensamento
Enquanto as eternas palavras ao coração chamo:

Não é por seres a mais bela que te amo

Foto de Carmen Vervloet

(7o CONCURSO) VERDE DE AMOR!

Ontem, voltava da minha bucólica Santa Teresa, quando dei carona a uma conhecida que vinha para Vitória, a cidade que me adotou. Minha Ilha do Mel! Uma viagem tranquila, transitando entre matas preservadas, vigiadas pelos olhos atentos dos bravos descendentes de italianos que guardam e cuidam de suas origens e cultura e resguardam com amor e gratidão, principalmente a terra que acolheu seus antepassados, hoje considerada uma das melhores qualidades de vida do país. Mas minha conhecida não era uma teresense e muito menos uma cidadã sustentável. Logo no começo da viagem atirou pela janela do carro uma garrafa de água mineral que havíamos acabado de beber. Parei o carro imediatamente e fui lá recolher a garrafa colocando-a no lixinho do mesmo. Vi-a espantada com meu gesto e logo me perguntou:
- Qual o problema de se jogar uma garrafinha na beira da estrada?
- Tive que desfiar um rosário de inconveniências começando pela dengue e acabando com enchentes também causadas pelo lixo que não deteriora. Mas percebi, na minha sensibilidade, que ela não disse amém!
Depois deste incidente comecei a refletir o quanto o próprio cidadão, com pequenos gestos como o que acabara de ocorrer, é responsável pelas catástrofes que estão acontecendo por todo o mundo, ceifando vidas, deixando tantos desabrigados, derramando rios de lágrimas, causando tanto sofrimento. E pensei:
- Por que não começar pela internet uma conscientização do cidadão sustentável? Já que as indústrias e as empresas não deixam de poluir porque não abrem mão de seus lucros, já que os meios de comunicação nem sempre denunciam porque precisam dos anúncios dos mesmos, já que o governo pouco faz, por que então, nós cidadãos que pagamos nossos impostos e que não temos nada a perder, (a não ser nosso próprio planeta que a cada dia reage com mais violência às agressões dos homens, além de nossa saúde, nossa alegria, nossas vidas) por que não iniciarmos uma educação do cidadão sustentável?!
Chegando em casa vi um artigo no jornal A Gazeta, falando sobre o profissional sustentável. Tomei então conhecimento que na minha querida cidade de Vitória, vários profissionais estão fazendo sua parte. O gerente de uma empresa, por exemplo, que mora relativamente próximo ao seu trabalho, aproveita seu “hobby” que é andar de “skate” para chegar até lá. Junta prazer e saúde à sustentabilidade, pois deixando seu carro na garagem evita a poluição causada pelo automóvel, além de se exercitar e economizar combustível, assim evitando desperdícios. Se não vai de “skate”, vai de bicicleta, e segue os ensinamentos de sua mãe que sempre lhe dizia para não deixar a porta da geladeira aberta por muito tempo e apagar a luz ao sair de um ambiente. Fica aqui um alerta, para as mães, que desejam um futuro mais seguro e mais alegre para seus filhos. Educação começa no berço, torne seu filho um cidadão sustentável, principalmente com seu exemplo.
Talvez, alguns perguntem:
- O que é um “cidadão verde” ou um cidadão sustentável?
- O “cidadão verde” é aquele que tem comprometimento com a consciência ambiental, reduzindo o impacto do planeta, transformando-se num exemplo para os outros. Poderia listar uma série de hábitos do nosso dia a dia que precisam urgentemente ser mudados, como comer carne bovina, usar copos descartáveis e sacolas plásticas, separar o óleo utilizado em nossas cozinhas para ser reciclado, da mesma forma que o lixo, deixar mais vezes o carro na garagem, dentre outros procedimentos. Deixo aqui meu apelo para que os cidadãos pesquisem, planejem e alterem seus hábitos, pois estamos assassinando o PLANETA TERRA. Terra que nos dá o alimento, a água que bebemos, enfim, a vida! Amo esse nosso Brasil, de verdes matas, rios caudalosos, límpidas cachoeiras, flores multicoloridas, praias morenas e povo gentil. Vamos salvar “Gaia” e assim estaremos salvando o Brasil e em consequência, aos nossos descendentes. Fica aqui meu apelo de amor!

Carmen Vervloet

Foto de marcos alves

O reencontro

Vivo na minha memória
Habita o meu coração
Faz parte da minha história
Meu coração ta ferido
E muito dolorido
Mas quem nunca sentiu essa dor
È por que jamais amo
Lembro com muita emoção
De tudo que vivemos
E tenho a certeza
Que um dia nos reencontraremos
E quando esse dia chegar
Quero poder te abraçar te beijar
E dizer novamente
Eu te amo Pai
E te amarei eternamente

Autor Marcos Paulo Alves Simões
Em homenagem a seu Pai
Carlos Simões Sobrinho

Foto de Evelline Andrade

Verdadeiro Amor

Hoje com tua volta meu amor, confesso que me surpreendi chorando de felicidade e agradecendo a Deus por ter te colocado na minha vida, por ter em você tudo que eu sempre quis e por te trazer de volta pra mim. Hoje aprendi algo, que muitas pessoas levam a vida inteira para aprender, aprendi que o verdadeiro amor tudo pode! O verdadeiro amor tudo pode diante das dificuldades, tudo pode e se descobre cada vez mais forte e profundo quando posto à prova, aí é quando se percebe a imensidão da inteligência divina em nos envolver nessa força que move não só o amor entre um homem e uma mulher, mas envolve tudo que fazemos e tudo que vivemos, pois sem amor nada seriamos... E de repente me vejo forte e lutando pelo que acredito ser o sentido da minha existência, forte como um leão e delicada como uma sutil borboleta. Minha sensibilidade a flor da pele me permite sentir a imensidão desse amor, me permite sonhar em ser eterna para permanecer te amando mesmo quando não existir mais vida. Só de olhar teus olhos me sinto amada e quando sinto teu beijo é como uma explosão que recria, renova e multiplica milhões de vezes a paixão que temos um pelo outro, o respeito, o carinho, o cuidado e o precursor de tudo o amor. Você tem em mim uma companheira dedicada para toda vida e eu tenho em você um grande exemplo de vida, coragem, força, perseverança que admiro muito. Torna-se muito claro e perceptível o amor que Deus tem por cada um de nós, fazendo com que um encontre no outro a continuidade do seu ser, nos fazendo um só. É você e eu, e sempre vai ser...

Evelyne Andrade
24/1/2011 01:04:03

Foto de giogomes

A Rosa e o Tigre I – A história

Era uma vez, uma história,
que ficará para sempre na memória.

O amor entre uma Rosa e um Tigre,
que teria uma vida triste.

Tudo se inicia com a Rosa em seu jardim,
ao lado de outras flores e Jasmim.

Cansada do seu canteiro, da imposição do seu Jardineiro,
queria conhecer ao mundo inteiro.

Ao lamentar sua vida parada,
observou vários animais cruzando a estrada.

Nunca reparou naquele movimento,
no seu andar veloz ao vento.

Na vastidão daquela liberdade,
mesmo cometendo alguma atrocidade.

Ao se entreter com aquela visão invejável,
um animal lhe chamou a atenção. Era notável !

Era triste e imponente,
os outros ao seu redor pareciam impotentes.

Para fazê-lo perto chegar,
nem precisou desabrochar.

Tampouco destilar seu perfume,
que era seu costume.

Ele começou a se aproximar,
e ela começou a admirar.

Sem entender o que contemplava,
alguém além do Jardineiro a admirava.

Quanto mais se aproximava,
percebia o quão triste estava.

A Rosa finalmente descobriu que o animal imponente e triste,
era simplesmente um belo Tigre.

Foto de giogomes

O Tigre e a Rosa I – A história

Era uma vez,
uma história sem nenhuma nitidez.

O amor entre um Tigre e uma Rosa,
que poderia ser contado em prosa.

Tudo se inicia com o Tigre em seu campo de batalha.
Sempre andando no fio da navalha.

Cansado de tantas provas de sobrevivência,
de suas crises internas, da perda da inocência.

Ao retornar de sua última guerra pessoal,
passou ao lado de um jardim sem igual.

Nunca tinha reparado nas flores,
no seu formato, em suas cores.

Na vastidão de algo belo,
pequeno e eterno.

Ao se entreter com aquela visão formosa,
uma flor lhe chamou a atenção, era maravilhosa.

Era imponente.
As outras a seu redor não estavam presentes.

Chegando perto daquela beleza,
não precisou usar de destreza.

Nem enfrentar ferozes inimigos
ou encarar qualquer risco.

Só precisou se aproximar,
para sua beleza admirar.

Sem entender o que contemplava.
Uma situação sem ódio, sem mágoa.

Diferia de sua realidade,
repleta de dor e crueldade.

O Tigre finalmente descobriu que a flor frondosa,
era simplesmente uma bela Rosa.

Foto de Carmen Vervloet

(7o CONCURSO) VERDE DE AMOR!

Ontem, voltava da minha bucólica Santa Teresa, quando dei carona a uma conhecida que vinha para Vitória, a cidade que me adotou. Minha Ilha do Mel! Uma viagem tranquila, transitando entre matas preservadas, vigiadas pelos olhos atentos dos bravos descendentes de italianos que guardam e cuidam de suas origens e cultura e resguardam com amor e gratidão, principalmente a terra que acolheu seus antepassados, hoje considerada uma das melhores qualidades de vida do país. Mas minha conhecida não era uma teresense e muito menos uma cidadã sustentável. Logo no começo da viagem atirou pela janela do carro uma garrafa de água mineral que havíamos acabado de beber. Parei o carro imediatamente e fui lá recolher a garrafa colocando-a no lixinho do mesmo. Vi-a espantada com meu gesto e logo me perguntou:
- Qual o problema de se jogar uma garrafinha na beira da estrada?
- Tive que desfiar um rosário de inconveniências começando pela dengue e acabando com enchentes também causadas pelo lixo que não deteriora. Mas percebi, na minha sensibilidade, que ela não disse amém!
Depois deste incidente comecei a refletir o quanto o próprio cidadão, com pequenos gestos como o que acabara de ocorrer, é responsável pelas catástrofes que estão acontecendo por todo o mundo, ceifando vidas, deixando tantos desabrigados, derramando rios de lágrimas, causando tanto sofrimento. E pensei:
- Por que não começar pela internet uma conscientização do cidadão sustentável? Já que as indústrias e as empresas não deixam de poluir porque não abrem mão de seus lucros, já que os meios de comunicação nem sempre denunciam porque precisam dos anúncios dos mesmos, já que o governo pouco faz, por que então, nós cidadãos que pagamos nossos impostos e que não temos nada a perder, (a não ser nosso próprio planeta que a cada dia reage com mais violência às agressões dos homens, além de nossa saúde, nossa alegria, nossas vidas) por que não iniciarmos uma educação do cidadão sustentável?!
Chegando em casa vi um artigo no jornal A Gazeta, falando sobre o profissional sustentável. Tomei então conhecimento que na minha querida cidade de Vitória, vários profissionais estão fazendo sua parte. O gerente de uma empresa, por exemplo, que mora relativamente próximo ao seu trabalho, aproveita seu “hobby” que é andar de “skate” para chegar até lá. Junta prazer e saúde à sustentabilidade, pois deixando seu carro na garagem evita a poluição causada pelo automóvel, além de se exercitar e economizar combustível, assim evitando desperdícios. Se não vai de “skate”, vai de bicicleta, e segue os ensinamentos de sua mãe que sempre lhe dizia para não deixar a porta da geladeira aberta por muito tempo e apagar a luz ao sair de um ambiente. Fica aqui um alerta, para as mães, que desejam um futuro mais seguro e mais alegre para seus filhos. Educação começa no berço, torne seu filho um cidadão sustentável, principalmente com seu exemplo.
Talvez, alguns perguntem:
- O que é um “cidadão verde” ou um cidadão sustentável?
- O “cidadão verde” é aquele que tem comprometimento com a consciência ambiental, reduzindo o impacto do planeta, transformando-se num exemplo para os outros. Poderia listar uma série de hábitos do nosso dia a dia que precisam urgentemente ser mudados, como comer carne bovina, usar copos descartáveis e sacolas plásticas, separar o óleo utilizado em nossas cozinhas para ser reciclado, da mesma forma que o lixo, deixar mais vezes o carro na garagem, dentre outros procedimentos. Deixo aqui meu apelo para que os cidadãos pesquisem, planejem e alterem seus hábitos, pois estamos assassinando o PLANETA TERRA. Terra que nos dá o alimento, a água que bebemos, enfim, a vida! Amo esse nosso Brasil, de verdes matas, rios caudalosos, límpidas cachoeiras, flores multicoloridas, praias morenas e povo gentil. Vamos salvar “Gaia” e assim estaremos salvando o Brasil e em consequência, aos nossos descendentes. Fica aqui meu apelo de amor!

Carmen Vervloet

Foto de Carmen Lúcia

Fases

(Des)compromissada com nada,
tudo era diferente, indiferente,
tempo que alegrava a gente, inocente...
A dor que só fazia cócegas...
Dor de barriga, dor de dente,
vontade de ganhar presente...
Roçava fábricas de lágrimas
que debulhavam intermitentes.
(Não contundentes, só aparentes.)

Tornou-se mais aguda, irreverente,
a dor e amor de adolescente...Adoles(sente)!
Ao mesmo tempo, ri e chora...
E a palidez da face, de repente, cora.
Muda a estação, no coração, a toda hora,
em desarmonia com as estações lá fora...
Em sintonia com as sensações da alma,
revoada de emoções que aflora e refaz,
guerra de hormônios que não quer a paz.

Uma nova fase, que não é da lua,
traz os sentimentos de uma alma nua
e na transparência, busca a essência
de um amor maior, de um amor maduro.
E se a dor vier bater a sua porta...
Nada mais importa! Dane-se o mundo!
O sofrimento é muito mais profundo.
E as fases da lua se fundem, se liquefazem
em lágrimas corrosivas rolando pelas faces.

(Carmen Lúcia)

Carmen Lúcia Carvalho de Souza
09/10/2008

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