amor

Foto de Nizamettin Esen Haymanali

Um sorriso

Sorriso dócil
em teus lábios rebeldes
que me cativa

Foto de Rose Felliciano

ESCOLHAS

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ESCOLHAS

“...Dias vividos
Não significam existência.
Sei que tudo passa
Mas, como passa
É que faz a diferença...” (Rose Felliciano)
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*Mantenha a autoria do Poema*
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http://www.rosefelliciano.com/visualizar.php?idt=2293957

Foto de Rose Felliciano

MIRAGEM

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MIRAGEM

"Trago o pensamento fixo
em uma imagem
que tão bem conheço...
Sei que é apenas miragem
Mas meus olhos teimam a ver...
São lembranças que saciam a sede
Num temporário deleite
Que minh'alma tanto anseia...
Eis um deserto longo
Que atravesso meus sonhos
Feito os muitos grãos de areia..." (Rose Felliciano)

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*Mantenha a autoria do Poema*
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http://www.rosefelliciano.com/visualizar.php?idt=2291782

Foto de Carmen Lúcia

Indecisão...

...Contudo, faltou-me a decisão...
Uma só palavra me absolveria,
bastaria um sim sem grande alarde,
estava ali em minhas mãos,
mas o dilema me tornou covarde...
Nem sim, nem não...
Calei meu coração.

E essa indecisão agora me consome,
faz-me seguir com passos indolentes
por calçadas infindas e disformes,
caminhos íngremes, incoerentes
com a esperança de que um dia retornes...

Por companhia... a solidão,
sempre presente
quando a ausência se nos apresenta
impondo sua presença,
invasão tamanha,
retrato da fragilidade da condição humana.

...Contudo, faltou-me tudo...
Modificar o enredo,
falar sim sem sentir medo,
reviver nossa trajetória
onde marcas de amor marcam nossa história...
Traçar na folha em branco
o que sempre quis....
Ficar ao teu lado e te fazer feliz.

Carmen Lúcia

Foto de Douglas Guilhen

José de Maria Morena

José de Maria Morena
(Douglas Guilhen)
José era um caboclo destemido
Na enxada era sacudido
Nunca foi de amolecer
Trabalho nunca lhe faltava
Pois todo mundo o chamava
Por causa deste seu ser

Vivia sempre sozinho
Não tinha no seu caminho
Alguém para lhe aborrecer
Conheceu Maria Morena
Linda flor de açucena
No seu peito veio a florescer

Um amor maior do mundo
Como pode em um segundo
Seu corpo estremecer
José amava Maria
Na simplicidade não sabia
O que ia lhe acontecer

Com outro Maria casou
José que não suportou
Então veio a beber
Ele que não bebia
Por causa de sua Maria
Como pode padecer

Hoje caído na rua
A sua sina continua
De cedo ao entardecer
O povo sentindo pena
Por José de Maria Morena
Como dói esse sofrer

Foto de André Luiago

QUANDO ME PEGUEI A PENSAR(ANDRÉ LUIZ DE AGOSTINHO)

QUANDO ME PEGUEI A PENSAR(André Luiz de Agostinho)07/05/2007

quando me peguei a pensar
foi que pude perceber
sentia tua falta aqui
como isso foi acontecer

apenas bons amigos eu sei
sem perceber aconteceu
a nossa convivencia plantou
sentimento amor que féri

mas me diga agora o que fazer
como poderei esquecer
a distancia é ilusão
está na mente e coração

quando me peguei a pensar
foi que pude perceber
sentia tua falta aqui
como isso foi acontecer

sei que você me quer
como também quero te ter
mas falta coragem eu sei
a melhor maneira é esquecer

quase impossível pra mim
sei que também dói em você
vamos nos distanciar
mesmo que o amor ficar

quando me peguei a pensar
foi que pude perceber
sentia tua falta aqui
como isso foi acontecer

quando me peguei a pensar
foi que pude perceber
sentia tua falta aqui
oh meu Deus que posso fazer?

Foto de André Luiago

SE DISSER QUE FOI AMOR(André Luiago)

SE DISSER QUE FOI AMOR(André Luiz de Agostinho)

te encontrei em um momento especial
meu coração eu juro estava mal
foi momento de tristeza e solidão
que eu me entregueei

foi muito bom pra mim e pra você
mas não consegui me apaixonar
eu tentei não deu foi ruim pra mim
fiquei mal com vocêe

agora peço desculpas e perdão
não queria ferir teu coração
com certeza você vai achar alguém
que te de amoor

um amor sincero intenso não te dei
com certeza alguém vai te dar eu sei
vai fazer você muito feliz
Como nao fiz...

se disser que foi amor que magoei
te digo que fui sincero não enganei
eu contei da existencia de um amor
em outro lugaaarrrr (bis)

Foto de André Luiago

Amor Selvagem

Amor Selvagem(André Luiz de Agostinho)20/05/2007

Amor selvagem
o tempo todo estou correndo atrás
ficar sozinho ja nao posso mais
vou dar um jeito nesta solidão

Meu coração
está tão triste precisa de alguém
que saiba amar,saiba dar prazer
seja selvagem na hora de amar

Amor
venha pra mim vem me aquecer
vem dar prazer vem me enlouquecer
seja selvagem vem me devorar

amor selvagem
tenho certeza de te encontrar
sei que está em algum lugar
que seja logo pra não mais sofrer

amor selvagem
na minha cama fico imaginando
nossas caricias fantasiando
falta você pra me fazer feliz

Foto de dudu182

Pensamento

Sabe aqueles momentos que você daria tudo pra livrar sua cabeça de um pensamento? Aquele pensamento que ronda sua mente, te importuna e te incomoda. Só o que você quer é fazer um bloqueio mental pra não mais lembrar daquilo. Você tenta distrair-se e sem ao menos notar, lá está ele de novo, trazendo à tona tudo o que você quer esquecer.
E como se não bastasse, seu corpo responde de acordo com seu pensamento. Você sente fome, mas não consegue comer. Sente sono, mas não consegue dormir. Tudo te leva à mesma estaca zero: reviver aquele momento tão amargo, dentro da sua cabeça, várias e várias vezes parecendo não ter fim.
Se ao menos fosse uma lembrança doce do seu rosto radiante brilhando de alegria com o seu lindo sorriso estampado de orelha e orelha. Mas quando o jogo inverte, ou seja, que essa lembrança permanecerá fruto da minha imaginação, e não da minha realidade, é a pior das frustrações.
O desejo de tê-la ao meu lado, e quem sabe ser o motivo desse sorriso antes descrito gera a determinação de lutar. E como toda luta, às vezes perdemos, às vezes ganhamos. Mas já cansei de perder.
Por você eu me reinventei. Amadureci, cresci, aprendi, vivi, revivi e agi... Só não venci. Amadureci nos pensamentos, nas atitudes, mudei meu jeito pra te provar que poderia fazê-la feliz; Cresci dentro do coração, me tornei um homem, não mais um menino; Aprendi a dar valor ao sentimento das pessoas e dar valor ao meu sentimento também; Vivi experiências que mudaram meu jeito de ser, e reviveria tudo de novo; Agi da forma que achei prudente, mas não foi o bastante; E a vitória, cadê?
Fiz coisas por você que jamais faria por outra e jamais fariam por ti. Abandonei antigos princípios e lógicas, passando por cima da minha razão com o pensamento de que tudo valeria a pena se fosse por você. Será que me enganei?
E naquele dia em que tudo parecia estar certo e o caminho trilhado parecia no rumo da vitória, mais uma derrota veio a amargar. Então, nessa noite fria de outono, me vejo sem chão e sem esperanças pro futuro, apenas com aquele mesmo pensamento e um coração partido. E como dói um coração partido.
Ele aperta dentro do seu peito de uma maneira tão forte que o torna sensível. Sensível às lembranças felizes e tristes que tive contigo, ainda que as tristes prevalecessem. E a dor então se transforma em lágrima. A lágrima que nasce nos meus olhos que tanto te admiraram, que escorre pelo meu rosto e finalmente morre em meu peito. E é de lá que ela retoma a virar outra lágrima. Esse coração já cansou de sofrer por ti!
Então, pensamento que tanto me incomoda, agora que o reproduzi para o papel, peço que pare de me incomodar. Que fique no papel e de lá nunca mais saia. Que um dia eu possa lê-lo e sorrir por ter vencido, não só esse problema, como também a minha luta. E finalmente, com a minha amada ao meu lado, meu coração possa parar de chorar a noite para dar lugar a maior das alegrias... A alegria de ter você.

Orkut do autor: Dudu Julianelli

Foto de dudu182

Uma vida resumida a um amor

Era apenas uma tarde de domingo e mais uma vez ele apresentaria seu show. Como de rotina, vestiu suas roupas típicas e com seu violão foi ao palco apresentar-se. Não era muito famoso, mas tinha certo prestígio. As pessoas do bar paravam o que estavam fazendo para ouvi-lo tocar.
O show começou e como sempre ele toca as mesmas músicas românticas, mesmo que não tivesse sentido algum para ele, pois jamais havia amado alguma mulher. Com a forte iluminação em seu rosto devido aos holofotes, ele se aliena de todos à sua volta e toca como se estivesse sozinho. Ao final de sua primeira música, os holofotes abaixam e então ele consegue enxergar as pessoas do recinto aplaudindo-o. A comum tarde de domingo não seria mais tão comum.
Na platéia ele avista uma mulher que muito se assemelhava a um anjo. O anjo de sua vida, com cabelos dourados e olhos azuis como o oceano, um jeito meigo acompanhado de uma sensação de leveza ao olhá-la. Era como se tivesse perdido o chão sob seus pés. Encontrava-se perdido em um sentimento incondicional e avassalador que jamais havia sentido antes. Havia se apaixonado instantaneamente por aquele anjo de beleza estonteante.
Ao final de seu intervalo, começaria sua próxima música. Novamente os holofotes aumentam, impedindo-o de continuar apreciando sua amada. Ele torna a tocar. Toca de coração, com uma emoção e inspiração jamais vista. Parecia que seria sua última vez naquele palco, ou até última vez em sua vida. O melhor show já antes feito por ele.
Com uma performance dessas, o publico do bar aplaude-o de pé, porém seu rosto estava descontente. Sua amada não estava mais lá. Inquieto, ele deixa o palco rapidamente e procura-a por toda parte. Nada. Desapontado, volta à sua casa sem sequer receber o cachê.
O dia mais feliz de sua vida tinha se tornado um pesadelo. Aquela mulher a partir daquele momento não sairia nunca mais de sua cabeça. Onde ela estaria? Como acha-la? Não sabia nem por onde começar. Não sabia seu nome, seu endereço, sua idade, sabia apenas que era o amor de sua vida.
Dias e noites passaram-se e a todo o momento a imagem daquele rosto angelical vinha a sua cabeça. Estava atormentado por nunca mais poder vê-la. Sabia que sua vida não seria mais a mesma.
A partir daí passou a isolar-se. Sua vida parecia não ter mais sentido. Nada mais parecia ter graça. Sua vida resumia-se a escrever músicas de amor e sonhar acordado com sua amada.
Dias se passaram que mais pareciam meses. Resolveu deixar sua vida e procura-la em todo lugar. Viajou para centenas de cidades, mudou-se diversas vezes, tocou em infinitos bares diferentes para sustentar-se. Tudo em vão.
Já havia perdido as esperanças de encontrá-la e por diversas vezes pensou e tentou suicidar-se. Parecia que estava sentenciado a viver na agonia de estar longe de sua alma gêmea, e assim passaria a eternidade. Agora, a sua única lembrança era do sorriso cativante e o olhar penetrante de sua princesa.
Então aprendeu a conviver com isso. Aprendeu a aceitar que a sua vida, mesmo que dolorosa, deveria continuar. Apesar de, a todo o momento ter aquela imagem em sua cabeça, ele seguiu em frente com uma força que até ele mesmo desconhecia. Retomou seu apartamento, seu emprego, sua vida. Voltou a tocar nos bares da cidade com a mesma emoção de quando estava sendo prestigiado por seu amor. Passou a ser muito conhecido pelas pessoas do bairro e até da cidade. Seus shows estavam cada vez mais freqüentados, mas sem dúvidas sua vida não estava completa. Ele queria ao menos vê-la mais uma vez, nem que fosse por foto, nem que fosse por um segundo. Por muitas vezes fez orações e promessas para que Deus cruzasse seu caminho ao dela. Uma dessas promessas seria de que ele daria sua vida para ouvir sua voz por uma vez que fosse.
A fé move montanhas! Naquele domingo tão comum ele tocara como se sentisse o que estaria por vir. Ao apagar as luzes e ouvir os aplausos, seus ouvidos ficaram surdos e seu olhar se estreitou a uma só imagem.
Era ela! A sua tão amada e angelical princesa estava lá, e aplaudindo-o! Seus olhos brilhavam como jamais haviam brilhado. Sua vida finalmente voltou a fazer sentido. As cores voltaram a ter força e seu sorriso não era mais forçado, dessa vez era sincero. Ao término dos aplausos ele se apressou e foi em direção a ela.
Era a hora. Finalmente saberia seu nome que por tanto tempo quis saber.
Meio desajeitado e sem graça ele se aproxima dela e gaguejando pergunta-a seu nome. Ela, com um simpático sorriso e uma voz doce como uma melodia, responde:
- Giuliana.
Com um sorriso singelo, ele se retira aliviado, e caminha em direção a saída, sem pronunciar mais nenhuma palavra. Toma seu caminho pra casa, aonde chega, toma seu remédio e deita em sua cama. Ao lado escreve em um bloquinho meia dúzia de palavras e fecha seus olhos.
No dia seguinte as pessoas da cidade estavam comentando sobre a morte do músico do bar. Aparentemente um suicídio, mas nada que possa ser explicado. Suas ultimas palavras estavam em um bilhete que dizia:
“Giuliana. O anjo de minha vida finalmente trouxe de volta a minha felicidade, e agora que a recuperei, já posso passar a eternidade feliz. Aonde for, no céu ou no inferno, a lembrança de seu lindo rosto e sua doce voz me guiará, e então posso afirmar que minha vida fez sentido.”
Esse foi o último desabafo de uma vida resumida a um amor.
Giuliana, já sabia seu nome, já podia descansar em paz.

Orkut do autor: Dudu Julianelli

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