amor

Foto de Rossana borges

Amor

O Amor
(Rossana Borges)

Me pergunto o que é o amor?
E não tenho resposta
Mesmo sem saber
Sei que ele bom

E que me faz muito bem
Passamos a ver o mundo melhor
E mais colorido, podendo ser
Pintado de qualquer cor

Mais o amor é atrevido
Entra no coração, sem pedir permissão
As vezes nos faz sofrer
E outras nos Faz flutuar

E quando ele é correspondido
Ah, é sem definição
É sem dúvida a razão de viver
Um sentimento maior

Capaz de mudar o mundo
Capaz de mudar sua estória
Por isso, devemos Amar
Amar, e ser Feliz

Foto de Sonia Delsin

MEU AMADO

MEU AMADO

Deito minha cabeça em seu ombro.
Em seus joelhos.
Penso no quanto o amo.
Penso nos anos passados.
No passado que não retorna e não se vai.
As lembranças sempre arranjam um jeito de voltar.
Sempre.
É uma flor, um brilho de luar.
Uma frase.
Um lugar.
As lembranças são como crianças travessas adentrando em cada janela.
Descuidamo-nos tantas vezes e as deixamos abertas.
Receptivas.
E as lembranças vão entrando... entrando.
Nosso mundo de hoje se misturando ao mundo de ontem.
Como posso dizer que existiu um ontem lá longe?
Posso. Porque ele não morre dentro de mim.
As lembranças chegam. Dizem, gritam... assim.
Elas chegam no meio da noite. Na manhã. Ao entardecer.
Elas chegam mansamente e me contam de um beijo vivido.
De um afago, um carinho.
Elas contam de mãos deslizando.
De dedos percorrendo a pele.
Desvendando segredos...
Elas contam de abraços ternos.
De quietos momentos eternos.
Meu amado de todos os tempos...
Você não pertence só a este tempo de agora.
Você é também o meu amado de outrora.

Foto de Sonia Delsin

MEU AMADO

MEU AMADO

Deito minha cabeça em seu ombro.
Em seus joelhos.
Penso no quanto o amo.
Penso nos anos passados.
No passado que não retorna e não se vai.
As lembranças sempre arranjam um jeito de voltar.
Sempre.
É uma flor, um brilho de luar.
Uma frase.
Um lugar.
As lembranças são como crianças travessas adentrando em cada janela.
Descuidamo-nos tantas vezes e as deixamos abertas.
Receptivas.
E as lembranças vão entrando... entrando.
Nosso mundo de hoje se misturando ao mundo de ontem.
Como posso dizer que existiu um ontem lá longe?
Posso. Porque ele não morre dentro de mim.
As lembranças chegam. Dizem, gritam... assim.
Elas chegam no meio da noite. Na manhã. Ao entardecer.
Elas chegam mansamente e me contam de um beijo vivido.
De um afago, um carinho.
Elas contam de mãos deslizando.
De dedos percorrendo a pele.
Desvendando segredos...
Elas contam de abraços ternos.
De quietos momentos eternos.
Meu amado de todos os tempos...
Você não pertence só a este tempo de agora.
Você é também o meu amado de outrora.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano"CRENÇA VÃ"!

CRENÇA VÃ!

Amanhã
que dirão eles,
legião de arrependidos
à crença vã,
aos erros cometidos?

Heróico Titã
ameno matas,
as marés altas
com o vento se vão.

Outro dia talvez
despida a fantasia,
habite compreensão
sensatez e alegria.

Inconteste veredito
alusiva vitória.
Agora, sois decepção,
despudor e infâmia.

Ultraje da história
eles não dirão.
Lúcidos sobreviverão,
inesquecível à memória.

Alvaro Sertano,96.
http://www.flodeo.com/alvarosertano
Publicada na Folha do Nordeste\Ba.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano"MOTE GLOSADO"!

Como sertanejo
estes são nossos fatos, aos quais também vivi.
Podendo somente, descrever de tal forma e visão.

MOTE GLOSADO!

Eu não sei glosar
mas um caso vou contar,
nasci no sertão
nas bandas de lá.
Inda menino
bodoque, capanga e borná.
Inda moço, pequeno
aprendi capinar
rebanho tanger, poldo montar.
Meu verde meu papagaio
namorar, manauê, naturá.
Capanga e andança
presa ao cinto,
atado a cintura, meu patuá.
Rimando em verso
sem me disfarçar;
Dançava xote,
xaxado e baião.
Das noites de lua
motejo, expansão;
Nasci no sertão
nas bandas de lá,
Trago saudade
da minha terra, do meu lugar.

Alvaro Sertano,83.
http://www.octopop.com/alvarosertano
DR\AUTOR\88

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano"SÓ DE PENSAR"!

Da antologia
"Saga Poética"!

SÓ DE PENSAR!

Toda vez
que vens aqui,
lembras a tristeza
que vais ter que ir.
Outra vez,
vezes que sai
sem se despedir,
começo a chorar
só de pensar,
quando vais voltar.
E o meu coração
de saudades a viver
eterno a palpitar,
constante a sofrer
só de pensar,
quando vais voltar.
Viver sem você
de amor ausente
fertiliza o querer,
sábio e amiúde.
Só de pensar
toda vez que vens aqui
quando vais voltar.

Alvaro Sertano,92.
http://www.quepasa.com/qp/alvarosertano
Direitos do autor\Sertano.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano"CONSTELAÇÃO"!

Da coletânea
"Eu, Poeta"! De pedaço em pedaço,
me faço um todo.

CONSTELAÇÃO!

Na mansidão da noite
no sibilar dos ventos,
setença de mandamentos
estrêla-maga dos ciganos.

No céu estrelado
do corpo carente,
o pranto sem lágrima
e estrêla cadente.

No sintoma fraqueza
da gente inocente
a rara beleza,
estrêla reticente.

No mar é cheia
no céu é anil,
estrêla Dalva
na terra brasil,
papaceias, estrêla guia.
No passar dos anos
mesmo a ermo,
sob estrêla matutina
coração, três Marias.

Alvaro Sertano.
http://pt.netlog.com/alvarosertano
Direitos do autor\"Ed.Eco's".

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano"PEDAÇO DE NÓS"!

PEDAÇO DE NÓS!

Não se vá
não diga adeus,
volta prá mim, seja como for
é bom lembrar
que ainda existe amor,
singeleza de corações
corpo a corpo nun laço
tesouro de emoções,
prá viver.
Retrato da vida
encantos, mil razões.
Nunca esquecer de sonhar
auto retrato: Abraço,
viver nova era
rara beleza, pedaço de nós.
Descartar a quimera
cantar um canto novo
prá ser feliz, feliz!
Face a desdita
semente da ilusão.
Quem dera...
Te ver sorrir outra vez,
amanhecer prá vida
para os filhos teus,
cheia de luz
noutra estação.

Alvaro Sertano,87.
http://br.dada.net/alvarosertano
DReservados\Ed.Eco's.

Foto de GRAZVIE

AQUELE ABRAÇO

AQUELE ABRAÇO

Como quem paira no espaço,
Respondi ao teu abraço
Coração com coração.
Interpelo o sentimento
Que me invadiu no momento
Em que ateaste um vulcão.

No fundo do teu olhar
Vi a centelha chispar
De um desejo mal contido
Nos teus braços envolvida
Eu me senti tão querida,
Nada mais tinha sentido.

Impôs-se a realidade
Que nos separa. É verdade.
Quadro que faço e desfa챌o!
Podem passar muitos dias!
Tristezas e alegrias…
Mas não esqueço aquele abraço.

Graziela Vieira
Ourém, 2008-04-07

Foto de GRAZVIE

NÃO SEI...

NÃO SEI

Não sei
Porque foi que me mentiste,
Me humilhaste e me feriste
Com palavras enganosas;
Só sei
A razão porque fugiste
De mim, e assim traíste
Lindo sonho cor-de-rosa.

Razão
Sei que tens toda a razão,
És livre de dizer não;
A um sonho que alimentaste.
Só queria
Ser feliz por uma hora,
Não sei que fazer agora
Talvez a morte o afaste.

É tarde
Sei que para mim é tarde
Mas não fez de mim cobarde
Ao dizer o que sentia,
Mas tu,
Deste as asas ao meu sonho
Que em certo dia risonho,
Cobardemente fugia.

Tão lindo
Era este sentimento,
Que sonhei por um momento
Volver uns anos atrás.
É findo
O sonho que não vivi.,
Mas desejo para ti,
Muito amor e muita paz

Graziela Vieira
Ourém Março de 2008

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