amor

Foto de Felipe Ricardo

Acabou o Biscoito

Não chovia ainda e
Seguer o sono me chamava
Começei a escrever, tenh que
Termina este meu presente

Minha tia pergunta a mim:
— Tu não sente sono Felipe?
Sorridente a ela respondo:
— As vezes quando não durmo.
Continuo a vagar por esta
Noite, sim esta mesma noite
Que deu origem a este dia
Este momento agora, mas

Não sei onde estara e como
Irá ler este teu livro, pois
O termnei saciando minha fome
E como os biscitos o capitulo aqui termina [...]

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"EROTOMANIA"!

"EROTOMANIA"!

Teu corpo rígido
exalta palpitante
meu querer frenético,
entrementes aos sussurros
e o desejo ardente.
Mágico em segredos
expele o fétido, o viço
estarrecido a volúpia,
em delírio profano.
Ternura e delícia
embriagam ufanos,
vertendo o néctar
de tépida sensação
efêmero fulgor
e sereno prazer.
Jaz, ao êxtase
sedutor desatino
lascivo sabor,
dócil reclame
intenso ritual.
Destarte,
unos em deleite
e trinar salaz,
sorvemo-nos do exótico;
Ávidos de amor,
imersos à harmonia
de cálida emoção,
amiúde luxúria,
sensível vicejo
do momento erótico.

Alvaro Sertano!
Direitos reservados.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"TERNA ESPERANÇA"!

TERNA ESPERANÇA!

Sibilas ao vento
razante em redemoínhos,
estendes
a mão mutilada
lança teu dardo.
Atravessa o arco-íris
além do colosso
eterno legendário
sorvendo ao mar.
Troféu relicário
de quem vaie/ou fica
encantado ao luar.
Terna esperança
asas da liberdade,
noite enluarada...
Ao longo dos anos
eterno ninar.
Margeando, teus passos
retumbam balada ao luar.
Aflora o devaneio
de laços e saudade
refletido no belo,
entrementes à paixão
ocasional do destino.

Alvaro Sertano! "Eu Poeta".

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"INÉRCIA"!

INÉRCIA!

Sufoca o temor
em sonhos, atiça o pavor
num brilho incerto,
eterno e reluzente
do que se buscava,
num gesto de amor
o sabor contido,
no vício de amantes.
Retumba o fervor
a pureza e orgia
de tanta agonia
do corpo cristão.
Coração vertente
num fulgor de paixão,
desponta sua dor,
sangra de amor
inerte clama a prisão.

Alvaro Sertano!antologia de cidades brasileiras(shogun arte)

Foto de Felipe Ricardo

A Arranha e a Chuva

Na calada da noite me
Deparo com uma estranha
Sintuação que me deixou
Curioso e feliz por alguem

"Por que tu me persegues
Cruel chuva que aqui cai?
Não sabes que minha
Casa estou a fazer para feliz ser?
Não penses que passo a noite
Toda a brincar com meus
Fios que com tanto esmero
Teço para minha arte fazer?"

Mas a chuva não respondeu
Continuou a cair, pois tola
Arranha não havia visto que
Esta protegida no coração de alguem.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"PRIMÓRDIO"!

PRIMÓRDIO!

O infinito
reflete n'alma o amor
sentimento d'outrora,
mistérios do natural.
Sobretudo a poesia
primórdio do eterno
arrebol da esperança
atrelada a melodia,
eclode o peito
absorto em sonhos
ondeia no infinito
o pranto e a dor,
sorrir a tristeza
incógnita do olvidar,
separa a distamcia
num ponto qualquer
desprende a razão
obsoleta á claridade
despertando solidão.
Teu desejo ameno
paira a escuridão,
ilumina eternidade
lacrimando bocejar.

Alvaro Sertano!1992.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"AFÃ"!

AFÃ!

A certeza que esconde
teu sentimento
comove aturdido o querer
que adverso no desejo
redime ameno prometer.

Hoje, em dilema
o pranto jaz,
coeso a desdita.
N'outro dia talvez
a virtude que habita
desperte lucidez.

O ruir ao desatino
atormenta a certeza
refrando plausível,
irreal desatino
pranto servil
lamento e tristeza.

Contumaz evidencia
delibera ternura
rebelde exaustia,
todavia imatura,
entrementes a empáfia
no afã de cordura.

Alvaro Sertano!1991

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"ALQUIMIA"!

ALQUIMIA

NOITE DE ALEGRIA
A LUA APARECEU,
NINGUÉM NAO VIU,
PRENÚNCIO DE FANTASIA
NO PEITO, JÁ DORMIU.

LUAR DO SERTÃO
REFLEXO CRISTALINO,
OUTRA VEZ SURGIU
EM PRELÚDIO
TOQUE DIVINO,
VIOLEIRO, CANÇÃO
CORTINA DE PANO CAIU.

ALQUIMIA DE ACORDES
OURELA SINFÔNICA,
QUÍMICA DE VERSOS
INTERVINDO SURGIU,
LUAR DO SERTÃO
EM NOITE ANIL,
VIOLEIRO, CANÇÃO
MINGUÉM MAIS VIU.

Alvaro Sertano!1983.

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"TORPOR"!

TORPOR!

Olvidar em desalinho
o torpor obcesno
d'um semblante aturdido
no teor subimsso
da verdade suprimida
à glória do amahã.

Síndrome eterna
alenta quão ensejo,
alusivo da quimera
suplantada na esperança
da virtude surpresa.

O sabor quão vivencia
fora ímpar à idade
sobreposta ao tempo
de inocência e lembrança
sucumbida no lamento
de sonhos e saudade.

Alvaro Sertano!Ed. "Eu Poeta".

Foto de Felipe Ricardo

Insanidade

Desatino profano este que
Me faz escrever sobre esta
Louca ação de nos humans
Mas o escreverei sempre

Untando com este sentimento
Que me consome a cada
Letra que assim escrevo
Fazendo-me louco e cativo
A cada verbo e a cada
Louca conjunção que assim
Esta minhas insanindade desejar
Ter por agora apenas escrever

Não durmo, não tenho sonhos
Apenas faço assim criatura
Insana a escrever sobre isto
Que tneho tanto medo, apreço e amor [...]

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