Cala-te, poeta! Teus sonhos altruístas e liberais ameaçam os meus, consumistas e tridimensionais. Tuas atitudes certas se imbuem de gritos de alerta
Liberdade tardia
Rasga.. rasga em mim, rasga mas rasga Rasga assim, bem por dentro bem assim Bem Lá dentro, além do centro Desconcentro-me, a me descentralizar
Outra vida enclausurou sua vida Já não vive o que gosta de viver Deixou sua vida ser invadida E agora não sabe o que fazer.
Diz o poeta que dorme em mim: Que não sou triste, Que sou um poço de amor sem fim, Seco, neste mundo agreste
Talvez
Ainda ouço teus passos se distanciando, perdendo-se na esquina que te engolia, tragando-te afoita, droga à revelia, mutilando uma história que ainda aconteceria.
IMPIEDADE Deus... Tem piedade! Dessa desencaminhada humanidade, Que diz com o coração louco e infeliz; Não há Deus!...
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